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Mercado da cannabis nos EUA passa a atuar no tratamento de pets


Brett Hartman discute o uso de cannabis animais ao lado de seu cachorro Brutus, um Dachshund de 13 anos (Foto: Robyn Beck / AFP)

É bem cedo, acaba de passar a hora da refeição matinal e Cayley, de seis anos, se mostra inquieta enquanto espera por sua dose de cannabis.

Cayley, um labrador preto fêmea, balança o rabo e dá voltas enquanto seu dono, Brett Hartmann, coloca na sua boca umas gotas da substância líquida que ela toma de manhã e à noite para aliviar a ansiedade.

"Desde que passamos a lhe dar o CBD (Canabidiol, um extrato de maconha), a ansiedade da separação acabou", conta Hartmann, de 30 anos, sobre seu animal de estimação, uma cadela de serviço que o acompanhou durante seus anos universitários porque ele sofria de epilepsia.

Hartmann, que vive perto de Los Angeles, explicou que começou a dar maconha medicinal à Cayley quando sua doença foi controlada e ele deixou de precisar que ela o acompanhasse a todos os lados.

"Eu a aposentei, e ela não soube lidar bem com a transição, mas o CBD realmente funcionou", explica Hartmann, que tem, ainda, um cão salsicha que também recebe o tratamento.


Brett Hartman caminha com seus cachorros Brutus e Cayley (Foto: Robyn Beck / AFP

Assim, enquanto a indústria bilionária da maconha medicinal e recreativa segue crescendo nos Estados Unidos, os consumidores se multiplicam, e os animais também estão no radar.

"Estamos buscando crescer 20% a cada mês", diz Alison Ettle, fundadora da Treat Well, uma companhia com sede na Califórnia que se especializa em produtos não psicoativos de cannabis para animais e humanos.

Ettle explicou que os donos de animais de estimação -- cães, gatos, lagartos, tartarugas, alpacas, cavalos e animais de criação, entre outros -- recorrem cada vez mais à cannabis para tratar doenças que vão desde cânceres e sopros no coração até artrites e infecções de ouvido.
E os resultados são mais que animadores, indicou a empresária.

"Recebemos entre um e cinco pacientes com câncer por dia e os resultados que estamos vendo são impressionantes", explica. "Estamos vendo os tumores desaparecerem ou diminuírem, estendendo a vida" do animal, acrescentou.


Frasco do TreatWell para animais de estimação, gotas extraídas da cannabis (Foto: Robyn Beck / AFP)

Realmente funciona?

Quando começou neste negócio, há mais ou menos uma década, Ettle tratava cerca de 20 animais por ano, em sua maioria cachorros.

Hoje, com a maconha medicinal legalizada em 29 estados e no Distrito de Colúmbia, o número de pacientes quadrúpedes já chega a milhares, apesar da substância continuar sendo considerada ilegal pelas autoridades federais e das leis que a legalizaram nos estados não se aplicarem a animais de estimação.

Os veterinários não podem receitá-la, de modo que os donos a compram com uma prescrição em seu nome, como se fosse para consumo próprio.
E nesta brecha legal, é preciso ter cuidado com as doses, porque não há estudos substanciais sobre os efeitos da cannabis nos animais.

"Começamos aos poucos, muito devagar para tentar encontrar a dose apropriada", aponta Melinda Hayes, fundadora do Sweet Leaf Shoppe, um serviço de entrega de cannabis. "A última coisa que queremos é que o cão ou o animal de estimação se sinta desconfortável".

Hays assegura que, se for usada de forma adequada, a maconha para os pets doentes não tem efeitos colaterais como os analgésicos ou medicamentos tradicionais, além de ser mais barata.

Mas em meio a todo esse entusiasmo, os veterinários insistem em que não se trata de uma droga milagrosa.

"Não há estudos em cães ou gatos, muito menos em cobaias ou outras espécies, e não sabemos quais são os benefícios potenciais, se é que eles existem", indica Ken Pawlowski, chefe da associação veterinária da Califórnia, assegurando que o fato de que o animal se sinta melhor não quer dizer que ele esteja se curando.

"A doença subjacente está realmente sendo tratada ou está piorando?", questiona Pawlowski. "O cachorro pode se sentir melhor porque está drogado, enquanto outro tratamento que poderia realmente ajudá-lo está sendo negligenciado".

Mas apesar das advertências, muitos donos de animais de estimação não poupam elogios para a maconha medicinal, como Hartmann, embora ele reconheça que as pessoas precisam se informar bem para usá-la.

"Temos muitas histórias de sucesso", diz Hartmann, que trabalha como consultor de cannabis.

"Durante muito tempo eu fui contra a cannabis, até que comecei a usá-la para a minha epilepsia. Me ajudou a reabilitar meu corpo, e faz todo o sentido que eu a use para os meus cachorros", afirmou.


Fonte: G1 

Elefantes realizam 'trabalho em equipe' e resgate de filhote tem final feliz em zoo

Uma dupla de elefantes realizou um trabalho de equipe excelente ao resgatar um filhotinho que havia caído em um lago do zoológico de Seul, na Coreia do Sul. O vídeo, gravado por uma câmera de segurança do local, mostra todo o incidente.

Após cair na água, o filhote parece estar em apuros, prestes a se afogar. Eis que os dois elefantes adultos prontamente se mobilizam e entram no lago para salvar o bebê. Um elefante chega a "cutucar" o outro antes da dupla entrar na água.

Enquanto isso, um outro animal adulto aparece ao fundo, indócil, certamente angustiado com o risco que o filhote estava correndo. 

 

Fonte: Extra 

Após engordar quase 8 quilos, onça que matou 41 galinhas é devolvida à natureza


Onça ficou por 12 dias em tratamento no Zoológico de Bauru (Foto: Zoológico de Bauru / Divulgação )

A onça que matou 41 galinhas após invadir e ficar presa no galinheiro de um sítio em Duartina foi devolvida à natureza na segunda-feira (19). A fêmea jovem ficou quase duas semanas em tratamento no zoológico de Bauru (SP) e engordou quase 8 quilos nesse período. “Ela chegou com 22,40 kg e na última pesagem estava com 30,1 kg”, destacou o diretor do Zoológico Luiz Pires.

A onça foi capturada no último dia 6 de junho. Os bombeiros foram acionados pelo dono do sítio que foi surpreendido pela visita inesperada. “Foi uma surpresa. Eu entrei no galinheiro e vi uma galinha morta, depois outra, aí quando percebi estava a belezinha andando para lá e pra cá”, contou Célio Biaggi em entrevista ao TEM Notícias no dia seguinte.

Antes de ser devolvida à natureza, a onça foi sedada para passar por uma bateria de exames. Os veterinários do zoológico fizeram a pesagem, medição e outras checagens da saúde da onça.

“Ela foi contida quimicamente para exames clínicos e laboratoriais, sendo considerada apta para a soltura. Ela recebeu uma dosagem de antiparasitário e teve o material coletado para levantamento genético que será realizado pela Unesp de Rio Claro”, completa Luiz Pires.

A soltura foi acompanhada por equipes da Polícia Ambiental e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Uma estrutura foi montada no local para garantir a segurança de todos e também do felino.


Onça retornou para o habitat natural após os cuidados no zoo (Foto: Zoológico de Bauru / Divulgação 

 

Fonte: G1 com informações Lucas Alonso / TV TEM

Comércio ilegal: Pássaros, espingardas e munições são apreendidos em Pedro II


Avoantes são usadas na culinária piauiense; prática é ilegal (Foto: Rômulo Maia/arquivo pessoal)

 

Uma operação policial realizada em Pedro II, nesta quinta-feira (15), apreendeu uma grande quantidade de munição, espingardas e pássaros silvestres. Um comerciante, que não teve a identidade revelada, foi preso; ele deverá responder por crime ambiental e comércio ilegal de armas e munição.  Os pássaros já foram entregues para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). 

O delegado Hugo de Alcântara, que deu apoio operacional a Delegacia de Pedro II, informou também que alguns pássaros foram encontrados já armazenados na geladeira.

A apreensão das aves - algumas identificada como avoante - evidencia que ela permanece sendo usada na culinária piauiense, mesmo que ilegalmente. Algumas especies em extinção também foram apreendidas. 

A busca e apreensão ocorreram na oficina e na residência do comerciante. Duas pessoas também foram conduzidas para prestar esclarecimento ao delegado.

Além dos pássaros, armas e munições, uma pequena plantação de maconha foi encontrada na residência do comerciante. 


Pássaros apreendidos pela Polícia Civil

 “O cumprimento dos mandados de busca e apreensão ocorreu em dois endereços: em uma oficina e na casa do comerciante. Na oficina foi encontrado espingarda e muita munição, intactas e deflagradas, pólvora, espoleta. Na casa achamos uma pequena quantidade de droga pra consumo próprio, espingardas e mais munições”, disse o delegado.

Ao que tudo indica, o armamento era usada para a caça ilegal dos pássaros na região. 

O Cidadeverde.com tentou contato com o Ibama, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.  


Armas e munições apreendidas durante operação (foto: Polícia Civil)

 

Festival de Inverno

Um Centro Integrado de Segurança será montado na cidade de Pedro II durante a 14ª Edição do Festival de Inverno que acontece a partir de hoje (15) até o próximo dia 18. A tropa - formada pelo Corpo de Bombeirose e Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal - já embarcou para o interior do Estado. 

 

Carlienne Carpaso
carliene@cidadeverde.com 

Tutora fica acamada após desaparecimento de cachorro no Centro de Teresina

Os tutores do cachorro Maylon estão desesperados desde que o bichinho desapareceu, na última terça-feira (13). Ele fugiu da casa deles, localizada na Rua Firmino Pires- Centro Sul de Teresina, à tarde e não retornou mais.

Taismara Alencar, irmã da tutora de Maylon, conta que o cachorro tinha costumar de passear, mas que sempre voltava para casa. 

"Ele saia à tarde e, com pouco tempo, voltava para casa. Na terça ele saiu e não voltou mais. Já procuramos em todo lugar e não encontramos ele", conta a dona de casa. 

Taismara conta, ainda, que a irmã, tutora de Maylon, está acamada desde que o cachorro sumiu. Segundo ela, a família toda está abalada psicologicamente com o sumiço do animal.

"Todo mundo está triste. Todo mundo é apegado a ele", acrescenta Taismara. 

O Maylon é um cão sem raça definida, de médio porte. Ele tem três anos de idade e a família pede que, qualquer informação sobre ele, seja repassada aos telefones (86)994469575 ou (86)99432-7721.

Izabella Pimentel
redacao@cidadeverde.com 

Gatos são encontrados mortos e revolta moradores na zona Leste de Teresina

Vários gatos mortos na Rua Dirce de Oliveira, próximo a Universidade Federal do Piauí, em Teresina, estão assustando os moradores da região, principalmente àqueles que possuem animais de estimação. Revoltados, moradores relataram ao Jornal do Piauí o aparecimento de diversos felinos mortos no mesmo trecho e acreditam que estão ocorrendo de maneira intencional. 

Alguns estão sendo enterrados em uma praça próxima ao local de onde são encontrados, no bairro Ininga, na zona Leste. 

Uma moradora que não preferiu não se identificar falou sobre o assunto. 

“O que chamou a atenção foram esse vários gatos mortos aqui na porta porque nunca tinha acontecido isso aqui. Só nesta semana foram quatro. A gente acha que tem alguém fazendo alguma coisa porque antes não acontecia, aqui nem gato aparecia”, disse a moradora. 

Denunciar 

Maltratar animais é crime com pagamento de multa e detenção de até um ano. A denúncia pode ser feita em qualquer delegacia. Neste caso específico, o caso deve ser denunciado no 12º Distrito Policial, mas até agora não houve registros. Por isso, o ideal é que exista uma delegacia especializada a proteção animal o que, segundo a Polícia Civil do Piauí, está previsto para começar a funcionar em julho. 

Algumas denúncias são feitas pelo número 190, mas o batalhão da Polícia Militar informou que não prove investigações.

“Se essas mortes são provocadas as pessoas responsáveis estão sujeitos a legislação de crimes ambientais, no seu artigo 32, que trata das questões dos maus-tratos podendo levar a morte do animal”, informou a capitã Cassia Rejane. 

A advogada Rubenita Lessa, que já integrou a comissão de Direito Ambiental da OAB-PI, chamou a atenção que é preciso ter provas do crime e que é muito difícil apurar esse tipo de crime, pois, na maioria das vezes, é praticado na madrugada. É preciso tanto o Boletim de Ocorrência como fotos e vídeos, quando possível. 

“As pessoa precisam registrar a ocorrência. Nesse caso, que foram várias mortes, é preciso que faça a perícia nos corpos desses animais. Isso é outa dificuldade porque além de não se ter uma delegacia especializada é necessário ver como essa perícia será feita”, comentou.

Rubenita Lessa disse ainda que os maus-tratos não se caracterizam somente pela morte através de envenenamento e atropelamento, mas também daqueles animais que ficam em casa sem comida, sem água, no sol, com doenças tratáveis, por exemplo.  

Procura-se dono

Na oportunidade, a advogada pediu a ajuda encontrar o dono de um gato. Ele estava perdido no bairro Mocambinho, zona Norte de Teresina, e está usando um colar elizabetano. Quem souber informações do dono do animal entrar em contato com a advogada por meio das redes sociais: Rubenita Lessa.

 

Carlienne Carpaso
carliene@cidadeverde.com 

Cão é expulso da polícia por ser dócil demais, mas ganha outro 'emprego'

Foto: Reprodução Facebook

Ser um cão policial não é uma tarefa fácil. É preciso, entre outras coisas, correr atrás de bandidos e farejar objetos suspeitos. Mas nem todos os cachorros estão preparados para isso. O cãozinho Gavel, por exemplo, foi expulso da polícia da cidade de Brisbane, em Queensland, na Austrália, por ser dócil demais para o cargo que ocupava.

De acordo com o jornal britânico Daily Mirror, o cão, que hoje tem um ano de idade, se juntou à corporação em abril do ano passado, quando tinha apenas seis semanas de vida. Ao longo dos treinamentos, porém, ele mostrou-se sociável demais, parecendo mais interessado em rolar e pedir carinho na barriga do que perseguir criminosos. De uma turma de 40 cachorros, Gavel foi o único reprovado.

“Gavel é confiável, sem tendências nervosas. Cães policiais podem ser treinados em algumas habilidades, mas eles precisam ter esses traços básicos já em sua personalidade”, explicou o sargento Dean Hansen, do Batalhão Canino de Brisbane.

Porém, como diz o ditado, quando uma porta se fecha, uma janela se abre. As mesmas características que tornavam Gavel inapto para o serviço na polícia o faziam perfeito para ocupar um outro cargo, o de vice-cão real. O cachorrinho foi “contratado” pelo governo local e, agora, trabalha recepcionando turistas que visitam a sede do Executivo local e acompanhando o governador de Queensland, Paul de Jersey, em alguns compromissos oficiais. Bom garoto!

 

Com informações Daily Mirror
bicharada@cidadeverde.com

Animais da Apipa ganham ensaio fotográfico para incentivar a adoção

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Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Um ensaio fotográfico pet com um nobre objetivo: a adoção. Assim, 30 animais da Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa) foram clicados por alunos de uma faculdade particular de Teresina para uma exposição com bichinhos abandonados que, atualmente moram no abrigo, e estão à espera de um lar. 

Para a sessão de fotos, os cães e gatos ganharam lacinhos e outros adereços. Um estúdio foi improvisado na própria Apipa. Para a professora Neulza Bangoim, uma das coordenadoras do projeto, o resultado tem sido surpreendente e a ideia é tornar a exposição itinerante. 

"É triste a situação de animais abandonados em Teresina que muitas vezes se tornam um caso de saúde pública. Pensamos em um projeto que envolvesse os alunos e despertasse neles a responsabilidade social. A exposição ficou linda... ajudar nessa causa é engrandecedor e nos torna felizes", conta a professora que ressalta que todo o trabalho foi realizado pelos estudantes do curso de Publicidade e Jornalismo. 

A exposição contempla cães e gatos filhotes, adultos e até mesmo com algum tipo de deficiência. Porém, TODOS SAUDÁVEIS. Dos animais clicados no ensaio, alguns já foram adotados. 


"Em conjunto com a Apipa tivemos a ideia de fotografar também animais deficientes que são mais difíceis de serem adotados. Mas todos eles são saudáveis e alguns até castrados", reitera. 

A exposição acontece até a noite deste domingo (04) no Parque Nova Potycabana. Além de abraçarem a causa, os visitantes podem também doar ração e produtos de limpeza para a Apipa. 

"Ficamos felizes na receptividade das pessoas. A Apipa tem um trabalho belíssimo e que precisa sempre da nossa ajuda, pois eles abrigam muitas animais que precisam de cuidados. A dívida da Associação com a clínica que cuida dos animais doentes está em R$ 31 mil. Nessa ação, resolvemos não pedir dinheiro, mas toda ajuda com material de limpeza, jornal e alimento para os bichinhos é bem vinda", disse Bangoim. 

Cristal e Lipe foram adotados durante a exposição

A coordenadora administrativa da Apipa, Jane Haddad, comemorou a iniciativa que 'abre portas para uma adoção com amor e responsabilidade'.

Atualmente, a Associação conta com conta com cerca de 380 animais, considerando cães e gatos. Uma grande parte deles acabam ficando residentes no abrigo, pois as pessoas preferem adotar os filhotes enquanto os adultos estão permanecendo lá.  A entidade não tem nenhum apoio de instituição pública ou privada, quem se interessar em ajudar pode fazer doações de produtos diversos, como produtos de limpeza para a casa, rações e produtos de higiene para os bichos e ainda fazer doações em dinheiro. As informações de contato estão no site www.apipa10.org, e também no facebook @apipa.piaui.  

Alunos que participaram do projeto

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Professor registra BO e pede punição após ter gato envenenado

Por Maria Romero
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O professor Landim Neto registrou boletim de ocorrência e está pedindo solução para um caso grave de maus tratos ocorrido neste sábado (3). Seu gato Francisco, de apenas dois anos, foi envenenado e deve ficar com sequelas da ação criminosa. 

O tutor conta que percebeu que o gato não estava bem e logo levou ao médico veterinário. Inicialmente, a recuperação de Francisco parecia improvável, mas ele reagiu bem à medicação. 

Landim diz que suspeita de vizinhos, que chegaram a reclamar do comportamento dos quatro gatos que o professor mantém em sua casa. As reclamações aconteciam devido a um comportamento normal dos animais: correr sobre os telhados das residências. 

"Esse animal foi deixado na minha porta e eu comecei a cuidar, talvez até um vizinho que deixou e agora por incompreensão das pessoas, fazem isso", declarou. 

Na clínica, o animal foi internado e se recuperou bem, mas está com dificuldades para andar, sequela que pode ser permanente. Agora, o professor quer providências para o caso. 

"As pessoas não podem achar que isso vai ficar assim, que qualquer um pode fazer isso. Eu vou pedir investigação porque não quero que isso ocorra novamente. Quem faz isso com um bichinho, para deixar ele morrer agonizando, é uma pessoa sem afeto, um covarde, é algo muito cruel", lamentou o professor. 

O animal já está em casa e Landim aguarda posicionamento da Polícia Civil sobre o caso. 

Legislação

A ação constitui violação do artigo 32 da Lei 9.605/1998, Lei de Crimes Ambientais, que descreve como crime "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos". A pena é de detenção, de três meses a um ano, e multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal. De forma geral, a sentença é convertida em penas alternativas. 

 

bicharada@cidadeverde.com

Cobra para o trânsito em frente à Ufpi

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Vídeo e foto: Sayuri Sato

Uma cobra literalmente parou o trânsito em frente ao setor de esportes da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), zona Leste de Teresina. O flagrante foi registrado nesta sexta-feira (02) pela jornalista Sayuri Sato que ficou emocionada com a reação dos motoristas. 

A travessia da cobra, de quase 2 metros de comprimento, demorou aproximadamente 10 minutos. Sayuri conta que em média 15 veículos ficaram enfileirados e os motoristas desceram para observar a serpente atravesssando a rua.

"Foi algo muito curiosos. Estava passando e vi uma moto parada. Então, pedi que o motorista voltasse para ver o que era e me surpreendi ao ver que era uma cobra. Fiquei nervosa e ao mesmo tempo achei a cena linda...a reação dos motoristas me surpreendeu, pois alguns desceram do carro para acompanhar a cobra saindo do canteiro e atravessar a rua. Ninguém buzinou e esperou calmamente a travessia", relatou a jornalista.

Ela disse ainda que, em nenhum momento, a serpente demonstrou ter se sentido ameaçada e passou de um lado para outro com muita tranquilidade

Pelas características, a cobra pode ser uma jararaca ou jiboia. 

 

bicharada@cidadeverde.com

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