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Família distribui panfletos e oferece recompensa por cão desaparecido

Há seis dias, o cãozinho Jerry, sumiu após desaparecer de casa. Preocupados, os donos do pinscher oferecem recompensa para quem encontrá-lo. O professor Rafael Antunes explica que a angústia da família é ainda maior porque Jerry é idoso e não enxerga, nem ouve bem.

"Ele tem 16 anos e está com a gente desde pequenininho. Acreditamos que alguém possa estar com ele. Nossa preocupação é maior, pois ele já é idoso e temos um cuidado especial com a alimentação e até mesmo na hora de dormir", disse o professor. 

Jerry desapareceu após sair de casa na última sexta-feira (11), no bairro Mocambinho I, zona Norte de Teresina. Câmeras de segurança ainda registraram o animal nas imediações do local onde morava. Cerca de 15 minutos depois, os tutores andaram por todo o bairro para tentar encontrá-lo, mas não tiveram sinal do bichinho. 

"Minha avó de 80 anos abriu o portão e ele a seguiu. Ela entrou e depois de 15 minutos percebemos o que tinha acontecido. Andamos por todas as ruas e nada. Já distribuímos panfletos em 700 casas. Todos os dias estamos indo atrás dele. Acreditamos que alguém o pegou. É um desespero. Não temos passado bem esses dias. Minha mãe chora muito. Não quero perder a esperança, mas cada minuto fica mais difícil. O Jerry vai fazer 16 anos no fim do ano. Quando ele nasceu, eu tinha 14 anos e hoje tenho 30 anos. A maior parte da minha vida, ele estava presente. Está sendo muito difícil e doloroso. Minha avó também está sofrendo muito", lamenta Renato Antunes, irmão de Rafael. 

Onça é encontrada em empresa de São Paulo

Foto: Corpo de Bombeiros


O Corpo de Bombeiros capturou uma onça-parda em uma empresa de Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (14). O animal foi conduzido até uma ONG que desenvolve ações para a conservação da biodiversidade.

Funcionários de uma empresa chegaram para trabalhar e encontraram o animal no local. O 18º Grupamento de Bombeiros recebeu o chamado para atender a ocorrência às 7 horas, na Rua Nova dos Godóis, no bairro Potuvera, nas imediações da Rodovia Régis Bittencourt.

No local estava uma viatura dos bombeiros, uma equipe da Polícia Ambiental e um veterinário. A onça foi dominada com sedativos, imobilizada em uma prancha e posicionada na caçamba de uma caminhonete da empresa.

O capitão Marcos Palumbo, porta-voz do Corpo de Bombeiros de São Paulo, informou que a onça pode ter fugido da mata por conta de incêndios na vegetação, e que será encaminhada para a ONG Mata Ciliar, onde deve passar por exames veterinários antes de ser solta na natureza.

Fonte: G1

Dia dos Pais: o amor incondicional dos 'papais' de bichos

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Inúmeros são os significados da palavra pai e muitos estão ligados à amor e carinho. Baseado na frase: pai é quem cria, não quem faz, o Bicharada resolveu mostrar a sensibilidade de alguns homens que sentem orgulho de serem 'papais' de seus bichinhos de estimação. 

A ligação afetiva do delegado de Polícia Civil do Piauí, Francisco Costa, o Baretta, com os animais parece mesmo vir de berço, pois até o data do seu aniversário coincide com o dia de São Francisco de Assis, o santo protetor dos animais e padroeiro da ecologia. A grande paixão dele e da família é a Linda Rosa Jakell Gomes Costa, uma yorkshire.

"A Linda Rosa é o nosso xodó, inclusive, dorme no meu quarto, na cama, no carro tem o local dela. Só ando em restaurantes e outros locais de lazer que aceitem a presença dela. Aliás, o Piauí é muito atrasado nessa questão e para não passar constrangimento, só frequento lugares que aceitem animais. Eu e minha família não nos separamos da Linda em nenhum momento", disse Baretta que também contou aguns segredinhos da intimidade de 'pai e filha'. "Sempre faço aniversário da Linda com direito a bolo personalizado e tudo. Também costumamos levá-la conosco a fast foods", revelou.

O amor do delegado por Linda vai muito mais além. Não são raros os momentos de lazer com a 'filhota' de quatro patas. Pela profissão, a postura de Baretta é geralmente séria, mas a falar da 'filha' caçula, é bem diferente. 

"Me sinto um paizão da Linda Rosa. Ela é minha filha caçula. Um amor perfeito. Ela me dá amor sem pedir nada. É fiel e amiga. Por conta da minha profissão, que é estressante, chego em casa ao fim do dia cansado, mas ela me faz espairecer. Brinco, recebo aquele carinho e beijo.Ter um animal de estimação não é só colocar comida, tirar fotografia, falar bem. É preciso dar carinho. A gente não abre mão de estar com ela, inclusive, em locais de lazer. Ela nos dá carinho sem pedir nada e é fiel", disse Baretta. 

Linda se tornou membro da família de Baretta há quatro anos e foi um presente dado pela esposa.

"Ela tem o meu sobrenome e o da minha esposa que é também mãe dela. Minhas filhas são as irmãs", brinca o delegado que já teve outros 'filhos' de quatro patas.

"Tivemos à Paloma, Pâmela, Paola e Pandora. Deus as levou depois de muitos anos de carinho, amor e felicidade. As quatro estão no cemitério Cadelinha Sacha, na Universidade Federal do Piauí, mas sempre vamos lá visitá-las e guardamos as lembranças delas com todo o amor eterno. Ainda hoje temos brinquedos e fotos das quatro. Elas não estão mais entre a gente, mas o carinho é o mesmo", revelou com saudades o delegado que também cuida de animais de rua e costuma adotar cães que frequentam os distritos policiais onde trabalha. Na Polinter, ele chegou a adotar oito cães. Há cerca de um ano, o gato batizado de Mimoso virou o mascote da Delegacia de Homicídios, onde Baretta é coordenador. 

E se no coração de mãe sempre cabe mais um filho, no coração dos'papais' também. O servidor público Marcus Vinícus é um bom exemplo e dá uma lição sobre o que é ser 'pai' destes bichinhos. O amor dele pelos animais é imenso que até mesmo no dia do seu casamento, eles estavam lá. 

"Ser pai de cachorro é se entregar, se doar, ter zelo para com uma criatura que depende exclusivamente de você. É saber dar e receber amor de uma forma muito pura. É saber que ao chegar em casa sempre será recebido com alegria por um companheiro, amigo fiel. Ser pai de cahorro é tudo de bom", disse orgulhoso o pai da Overdose, Mel, Bartolomeu, Babilônia, Chanel, Messi, Belzebu (que faleceu recentemente) e a Shakira, uma gata mestiça. 

Quem também teve sorte de ter uma família foi o pequeno Shakespeare que tem apenas cinco meses de idade. 

"O amor entre dono e cachorro é indescritível só quem tem e o ama, sabe como é. Os cuidados diários são os mesmos, como uma criança: comida na hora certa, consultas regulares, brincadeiras e carinho", disse João Paulo Campelo, servidor público.  

Já os xodós do jornalista e colunista, Péricles Mendel, são Mila e Thor. 

Ravel Barbosa é administrador e como todo pai também é 'babão'. O 'filho' se chama Moleke, um cãozinho SRD, que foi dado de presente à namorada. 

"Minha relação com ele é muito boa, nos damos super bem. Quando deito no chão ele sempre chega e fica perto e não faz isso com ninguém. Eu fico fazendo carinho e o Moleke chega a dormir. Ele tem o olhar diferente que faz com tenhamos uma conexão forte. Além de ser muito fotogênico como nunca vi igual. Adora, inclusive, uma foto. É muito engraçado", disse Ravel que, apesar de ainda não morar com Moleke, dá toda atenção e carinho.                     

"Me preocupo com sua saúde, alimentação, cuidados com a higiene. É realmente um filho. Ele mora  com a minha namorada, mas todos os dias eu vou lá. Chegar e ser recebido por ele é uma das melhores sensações do dia. É uma animação, uma alegria e carinho que nos faz esquecer da correria do trabalho", disse o administrador. 

O delegado Matheus Zanatta é 'pai' do Thor, um buldogue frânces que também é muito mimado e sempre faz sucesso por onde passa. 

Apesar de não morar com o 'filho', o jornalista Emílio Cerqueira é só amores pelo Caetano, a quem chama carinhosamente de Cae. 

"Mesmo longe, sei que nunca vai me esquecer. Hoje mora com a vó em Parnaíba onde também é muito mimado", disse o jornalista. 

 

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Piauí tem banco de sangue animal, mas estoque está zerado

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Assim como acontece com os humanos, os animaizinhos também sofrem à espera de doadores de sangue. Recentemente foi inaugurado o banco de sangue de animal que funciona no Hospital Veterinário Universitário (HVU), na Universidade Federal do Piauí (Ufpi), em Teresina. 

O sangue coletado de cães e gato doadores ficam armazenados em um freezer que tem capacidade para até 100 bolsas. Contudo, infelizmente, o estoque está zerado, o que acaba atrasando procedimentos cirúrgicos. 

"Temos esse freezer, mas não temos nenhuma bolsa. Acredito mesmo que por falta de informação. Quando algum animal precisa de sangue, os próprios donos têm que ir atrás. A doação espontânea é zero", lamenta o veterinário João Macedo, diretor do HVU. 

Para tentar incentivar a doação, ele explica que o 'HVU' vai até à residência do tutor pegar o animal para que seja colhido o sangue.

"As pessoas podem ligar dizendo que querem doar e nós vamos lá buscar. Temos carros preparados para isso. Só pedimos que o dono do animal doador acompanhe", orienta Macedo. 

Para que ser doador o animal precisa se enquadrar dentro de alguns pré-requisitos: ser saudável e calmo, ter idade entre um e oito anos, peso superior a 25 kg (cães) e 3,5 (gatos), ser vacinado e desparasitado, não ser obeso e não ter histórico de doenças graves. No caso das fêmeas, não podem estar prenhes ou no cio.

"Às vezes o animal passa algum tempo esperando porque o proprietário não conhece nennhum cão doador. Asssim, o paciente precisa aguardar a transfusão sanguínea para poder entrar no centro cirúrgico. Com o banco de sangue, o tempo de espera pode ser muito menor", disse a veterinária Andressa Kelly. 

No Hospital Veterinário Universitário são realizados 12 mil atendimentos e 48 mil procedimentos por ano, além de 158 cirurgias por mês. 

 

Por que doar sangue?

 

Primeiro porque é um ato de amor e solidariedade a quem necessita de ajuda. A transfusão é um procedimento realizado em casos emergenciais e tenta corrigir uma anemia ou disfunção sanguínea severa.

As principais indicações para a realização de uma transfusão são:

Acidentes ofídicos (picadas por animais peçonhentos como cobras);

Atropelamentos;

Doenças transmitidas pelo carrapato;

Insuficiência renal

Pancreatite;

Intoxicações;

Coagulopatias (incluem distúrbios de coagulação e hemorragia. Nas hemorragias, o sangue não coagula rápido o suficiente, resultando em um sangramento contínuo ou excessivo. Nos distúrbios de coagulação, o sangue coagula muito rápido e pode resultar na formação de coágulos nas veias ou artérias.

Existem outros motivos que necessitam de transfusão também, mas esses são mais comuns.

 

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Pesquisa inédita revela que vira-lata é o cão preferido dos brasileiros

Filhote de vira-lata, o cão preferido dos lares brasileiros é também o animal mais abandonado nas ruas. Foto: Arquivo

Se você é dono de um simpático vira-lata, pode comemorar. O seu pet é não somente o mais popular entre os brasileiros, como é aquele que menos apresenta problemas de saúde, com apenas 15% de incidência.

Já se você mora com um Lhasa Apso ou um Poodle, prepare o bolso: em ambos os casos, os exemplares da raça não costumam consumir menos do que cinco serviços a cada ida ao pet shop.

Os dados figuram em uma pesquisa online inédita realizada pelo Instituto QualiBest, de São Paulo, que ouviu 7.084 homens e mulheres, de 18 anos ou mais, das classes A, B, C, D, E, de todas as regiões do País. A margem de confiança da pesquisa é de 95%.

Entre os entrevistados que possuem e são responsáveis por pets, 79% têm cães, 39% gatos, 19% aves e 10% peixes.

Depois do vira-lata, presente em 41% dos lares, vêm as raças Poodle (11%), Pinscher (7%), Labrador (5%), Pit Bull (3%) e Lhasa Apso (3%)

Além de ser o mais saudável, o vira-lata é o cão mais presente nas casas das classes C e D e 33% deles foram encontrados abandonados nas ruas.

Os Lhasa Apsos, por sua vez, são os que mais viajam com seus donos (26%) e aqueles que mais dormem com eles na cama (52%).

"Nós estamos sempre de olho nas tendências do mercado para realizar estudos de opinião pública. Nunca vimos tantos lançamentos de serviços para o mundo PET e era um assunto que nunca havíamos investigado por conta própria. Tinha também poucos dados de pesquisas disponíveis", diz Daniela Chammas Daud Malouf, diretora-geral do Instituto.

"Foi a primeira vez que pesquisamos este mercado por conta própria e ficamos impressionados com a adesão "

Curiosidades

Dados curiosos não faltam no estudo:

30% dos cães brasileiros têm porte pequeno (5kg a 10kg)

93% dos labradores são criados em casa (apenas 2% em apartamento)

62% dos Pit Bulls presentes nos lares brasileiros são machos

37% dos donos de Lhasa afirmam que sempre comemoram o aniversário do cão

34% dos donos de Poodle ganharam o pet de alguém

"Graças à internet, conseguimos obter um valor competitivo. Queríamos lançar algo especial, que nem mesmo os fabricantes de rações encomendariam. Iniciamos a pesquisa com 14 000 internautas e chegamos a uma amostra robusta de 7.000 donos de pet, amostra essa que possibilitou entender os hábitos dos donos de PET em todo o Brasil, incluindo o interior de cada Estado, e com um olhar especial por raça", complementa Daniela

Quem ama cuida

A comida é outro fator destaque no levantamento: 12% dos cães que figuram na pesquisa comem a mesma comida que é preparada para o dono/outras pessoas da casa; 32% ingerem ração comum e, 38%, ração específica para seu porte.

Em média, os animais são alimentados de duas a três vezes ao dia.

Surpreendentemente, 80% dos cães de estimação não apresentam nenhum problema de saúde. Entre aqueles que os têm, as doenças mais comuns são alergia cutânea, dermatite, catarata, sobrepeso e otite.

Como quem ama cuida, a pesquisa revela que 56% dos entrevistados levam seus cães para vacinação de uma a duas vezes ao ano; 58% levam para o banho de uma a duas vezes ao mês; 34% levam para a tosa uma vez ao mês e 44% compram produtos de higiene uma vez ao mês.

Donos de pets que "sentem falta de algum produto ou serviço no mercado" alcançam 61% e algumas queixas são: falta de alimentos isentos de conservantes, corantes, sabores artificiais e subprodutos; inovação em produtos e serviços; falta de soluções em diversão e relaxamento; e aplicativos específicos para seus pets.

Ficam aí as dicas aos empreendedores de plantão.

 

Com informações Estadao
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Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente é inaugurada no Piauí

O Piauí agora contará com uma Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente. A unidade será inaugurada, nesta quinta-feira (10), em solenidade na Nova Potycabana. Além de promover a proteção ambiental, a delegacia irá apurar crimes ambientais e atuará na repressão de atos e condutas lesivas ao meio ambiente ocorridos em âmbito estadual.  

Outra novidade é que esta delegacia irá investigar os inqueridos já instaurados pela Delegacia do Silêncio, que será extinta. Os casos estão relacionados à poluição sonora. 

A delegada Bruna Fontenele, coordenadora da unidade, ressaltou que as atividades policiais judiciárias a serem desenvolvidas atenderão as necessidades previstas na Lei 9.9605/98, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. 

A delegada acrescentou que em breve serão divulgados os números de telefone para que a população entre em contato, registrando suas denuncias. Enquanto isso, a população poderá registrar boletins de ocorrências e tirar dúvidas diretamente na delegacia, que está localizado ao lado da Nova Potycabana, na Avenida Raul Lopes. 

“A delegacia é de suma importância e vai atender uma expectativa mundial que é a proteção ao meio ambiente. Serão objetos de investigação desta delegacia especializada crimes contra os animais, a flora, poluição, crimes contra o patrimônio histórico, dentre outros”, disse a delegada.

Já o secretário de segurança, Fábio Abreu, reforçou o trabalho integrado que deverá ocorrer entre a delegacia especializada e outros órgãos de fiscalização.

“Buscamos manter esse compromisso atendendo a demanda da população. A equipe composta por cinco agentes, uma delegada e um escrivão, participou de capacitações no estado do Pará e Mato Grosso do Sul. A delegacia vai funcionar em parceria com Policiamento Ambiental da Polícia Militar, Secretarias do meio ambiente estadual e municipal, Ibama e outros órgãos para facilitar o serviço de fiscalização por parte do poder público”, enfatizou.

 

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Cachorro escapa e devora bolo de R$ 500 horas antes da festa de casamento

A história de Bella, uma labradora de 2 anos que mora no Reino Unido, conquistou a internet por ela ter deixado a sua marca em um casamento: a cachorra escapou do local onde estava e comeu o bolo na madrugada anterior ao dia da festa. 

A foto que mostra o flagrante (e a cara de culpada de Bella) se tornou viral no Facebook, onde a imagem foi compartilhada. 

Segundo o site The Sun, Bella pertence a Liam e Donna McMahon, que eram os responsáveis por guardarem o bolo (que teria custado cerca de R$ 500 para os noivos ). O casal, no entanto, havia esquecido de fechar a caixa onde a cachorra deveria passar a noite. 

Na manhã do casamento, Liam e Donna se desesperaram ao ver o ocorrido horas antes da cerimônia. Outra confeiteira, no entanto, conseguiu  fazer um novo bolo em tempo recorde e os noivos só descobriram da confusão no final do dia. 

Fonte: O Popular

Jiboia de quase 2 metros é achada escondida em motor de carro

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

O funcionário de um hotel em Luís Correia, a 338 km de Teresina, levou um tremendo susto ao verificar a água do radiador. Ao abrir o veículo, ele encontrou uma jiboia no motor do carro. A serpente- que tinha menos de 2 metros de comprimento- foi resgatada pelo próprio funcionário e colocada em um saco plástico. 

A jiboia não é venenona, pode chegar até 4 metros de comprimento e mata por sufocamento. Durante os períodos mais quentes do ano e sem chuvas é comum o aparecimento de sapos, cobras e escorpiões em áreas urbanas devido a procura por alimentos. 

O funcionário do hotel foi corajoso, mas a recomendação é não manusear o animal e acionar o Corpo de Bombeiros ou a Polícia Ambiental para a remoção. 

Após o resgate, a jiboia foi entregue aos policiais do Centro Integrado de Segurança Pública e solta em seu habitat natural. O caso foi registrado durante a semana. 


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Hospital Veterinário Universitário passa a operar animais de grande porte

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Foto: ilustrativa

Uma boa novidade para os donos de bichos. O Piauí passou a ofertar procedimentos cirúrgicos de alta complexidade em animais de grande porte,  no Hospital Veterinário Universitário (HVU), situado na Universidade Federal do Piauí (Ufpi). O diretor do HVU, João Macedo, explica que as instalações têm capacidade para atender até 40, entre equinos, bovinos, caprinos e ovinos. 

"O hospital completa 14 anos de existência esse ano. Durante esse tempo, atuávamos mais na parte de pequenos animais, pois a procura é maior e temos mais profissionais qualificados e instalações apropriadas para esses animais. Agora passamos a fazer cirurgias complexas em animais de grande porte, o que não era feito aqui", explica o veterinário João Macedo, diretor do HVU. 

Para cuidar dos 'grandalhões', foram contratados médicos veterinários e realizadas reformas como a construção de  baias para a internação de cavalos. 

"Antigamente, o atendimento era feito por professores que tinham que se dividir com as funções de sala de aula. Agora contratamos profissionais só para fazer esses atendimentos, além de termos adquirido equipamentos para procedimentos complexos", explica o médico.

Por ano, no HVU são atendidos 12 mil animais e feitos 38 mil procedimentos cirúrgicos. João Macedo ressalta que, em média, os valores cobrados são 40% menores, se comparados a clínicas veterinárias particulares. Ele cita, por exemplo, uma cirurgia abdominal para tratamento de cólica equina que custa em média R$ 12 mil e no HVU cerca de R$ 4 mil. 

"O HVU funciona como hospital-escola, mas temos que cobrar para fazer a manutenção. Para algumas pessoas, cobramos valores menores como os beneficiários do Bolsa-Família", explica Macedo.

O Hospital Veterinário Universitário fica situado na Rua Dirce Oliveira, bairro Ininga, zona Leste de Teresina. 

 

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Com informações Rádio Cidade Verde

Cartório emite 'certidão de nascimento' com sobrenome do dono

O cão Gaspar Lapóla foi o primeiro pet registrado em Boa Vista (Foto: Valéria Oliveira/G1 RR)


Donos de animais domésticos agora podem obter o registro de guarda, uma espécie de certidão de nascimento, dos bichos que muitas vezes são tratados como integrantes da família. O documento- que custa R$ 70-  passou a ser oferecido no Cartório do 1º Ofício, em Boa Vista, e pode até ter o sobrenome dos guardiões para provar o 'parentesco'.

Com 6 anos, Gaspar, um cão sem raça definida, foi o primeito pet da capital a ter o 'Identpet', como também é chamado o registro de guarda.

O documento foi emitido no nome da Yawara, uma associação de proteção animal, mas levou o sobrenome da estudante Letícia Lapóla, que a partir de agora assume a guarda dele.

Letícia é uma das voluntárias da Yawara e se apegou a Gaspar em uma das ocasiões em que visitou o abrigo, por isso resolveu adotá-lo. Para a estudante, que também é dona de outros três cães, o registro dá segurança ao dono e se torna algo que 'ninguém pode tomar'.

"É uma maneira de provar que o animal é nosso, até porque eu considero os animais como membros da família. Me sinto mãe deles. No meu coração o Gaspar já era registrado. Hoje foi só a oficialização", disse.

O 'Identpet' é emitido com o nome do animal, raça, cor, tamanho, data de nascimento e o nome do dono. Caso o bicho tenha cicatrizes ou outras características, essas informações também são acrescentadas ao documento.

No cartório, segundo explicou o tabelião Josiel Loureiro, ficam arquivadas fotos do animal em casos de perda, por exemplo.

"Hoje, para muitas pessoas, os animais domésticos são mais importantes até que alguns seres humanos. Então ter um documento que prove essa relação é muito importante. Nossa intenção é valorizar essa relação e dar segurança tanto ao dono quanto ao animal", disse Loureiro.

O registro de guarda de animais domésticos é um documento que também auxilia na busca por animais perdidos ou roubados e até em casos de disputa de guarda.

Documentos para registro do animal de estimação

Para registrar o animal de estimação é necessário todos os documentos pessoais do dono, comprovante de residência e fotos do animal. No cartório, o interessado preenche um formulário e aguarda um dia para receber o 'Identpet'.

"De preferênca que os donos tragam foto do bichinho com o guardião. A emissão demora em média 24 horas, pois fazemos uma verificação prévia no sistema para ver se o animal não possui algum outro registro", explicou o tabelião.

Parte da taxa de registro será doado a Yawara

Conforme José Loureiro, a cada animal registrado no cartório serão doados R$ 5 para a ONG Yawara. A ideia é contribuir para que a associação continue com o trabalho de resgatar animais de rua.

Atualmente o grupo cuida de 40 animais, entre cães e gatos.

"Nosso trabalho é resgatar das ruas e disponibilizar os animais para adoção. Com isso temos muitas despesas, principalmente com clínicas veterinárias. A partir de hoje, além de incentivarmos a adoção dos nossos bichos, também vamos orientar para que os donos oficializem o registro no cartório", frisou a diretora-geral da Yawara, Débora Almeida.

 

Com informações G1
bicharada@cidadeverde.com

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