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Cão morde bandido em tentativa de assalto e salva dono no interior do Piauí

 

Por Graciane Sousa

O cães não são só os melhores amigos dos homens, como também podem ser seus salvadores. Um caso assim ocorreu no município de José de Freitas, na madrugada desta quarta-feira (27). O jovem Josiel Costa, 22 anos, foi salvo pelo cão Spike e a cadela Xena, dois cães mestiços. Ele conta que foi abordado por um bandido perto de casa, no bairro São Sebastião, e além de não ter tido nenhum pertence roubado, saiu praticamente ileso, porque quando gritou, os animais o socorreram. 

"Era por volta de 1h30 e eu voltava para casa de bicicleta do ensaio da quadrilha. Um homem parou na minha frente e pediu o celular e eu falei que não tinha. Então, joguei a bicicleta em cima dele e ele reagiu e me atacou com uma faca de mesa, mas só pegou de raspão. Com isso, eu corri gritando e meus cães apareceram, correram atrás e o Spike mordeu o bandido", disse Josiel. 

O rapaz conta que Spike e Xena costumam ficar presos dentro de casa, mas por sorte, ontem os dois estavam soltos. Ele acredita que se não fosse a ação rápida de seus melhores amigos, a história teria tido um desfecho diferente. 

"Na hora que fui abordado, não consegui reagir. Se o Spike e a Xena não tivessem aparecido, eu teria corrido, mas podia ter sido esfaqueado. Eles me salvaram", conta o dono dos cães. 

Spike tem apenas oito meses e Xena um ano e seis meses. Ambos foram doados por um amigo de Josiel. 

Elefante morre após carregar turistas em meio a calor de 40 graus

Foto: Facebook/Reprodução - Yem Senok

Ontem (26), o Bicharada contou a história do golden retriever Dayko que morreu de exaustão após sofrer com altas temperaturas durante trabalho de resgate no Equador, devido ao terremoto. Infelizmente, o post é mais uma vez triste. Desta vez, vamos contar a trágica morte da elefante fêmea chamada Sambo, que morreu no Camboja depois de trabalhar 40 minutos sob uma temperatura de 40ºC. Sua função era transportar turistas para o tradicional templo de Angkor Wat, na cidade de Siem Reap.

Segundo o veterinário que a examinou, Sambo sofreu um ataque cardíaco depois de enfrentar "altas temperaturas, alto nível de exaustão e falta de vento e ar fresco que teriam auxiliado sua respiração". A elefante tinha cerca de 45 anos e trabalhava no Angkor Wat desde 2001. 

Depois de sua morte, uma petição começou a recolher assinaturas para colocar fim aos passeios de elefante na região do templo de Angkor Wat e já conseguiu mais de 14 mil adeptos em 48 horas. 

Oan Kiri, gerente da Angkor Elephant Company, empresa dona de Sambo há 15 anos, disse ao jornal local "Phnom Penh Post" que a companhia lamenta a perda – ele não comentou o abaixo-assinado nem as críticas das campanhas de conscientização contra o uso de animais em atividades turísticas. 

Segundo Jack Highwood, um dos líderes da Elephant Valley Project, instituição cambojana que protege elefantes em atividade exploratória, a Angkor Elephant Company ainda é proprietária de 13 elefantes, todos trabalhando em condições similares às de Sambo. 

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações IG

Cachorro que ajudou a resgatar vítimas de terremoto no Equador morre de exaustão

A história de hoje no blog não é tão feliz. Segundo publicação de O Globo, o golden retriever Dayko, de apenas quatro anos, morreu de exaustão após sofrer com altas temperaturas durante trabalho de resgate no Equador, devido ao terremoto. O animal sofreu com uma desidratação intensa. 

"Desde pequeno, Dayko foi treinado a buscar e a salvar pessoas em situações de catástrofe. E foi tentando resgatar as vítimas do terremoto no Equador que o golden retriever chegou ao fim de sua vida. Dayko, do corpo de bombeiros da cidade equatoriana de Ibarra, morreu de exaustão na última sexta-feira, numa história que comoveu o mundo.

Ele ajudou seus instrutores no resgate de sete pessoas, mas sofreu nas últimas horas de desidratação, em um ambiente de altas temperaturas. Dayko chegou a receber um tratamento de soro, sem êxito.

O corpo de bombeiros de Ibarra declarou luto e expressou no Facebook seu agradecimento ao cachorro. Dayko tinha 4 anos e entrou na escola canina com apenas um ano e meio. Nesse tempo, ele obteve várias certificações nacionais e internacionais", informou o site. 

Veja, abaixo, algumas das fotos do Corpo de Bombeiros da cidade equatoriana onde Dayko morava: 

 

Bicharada, com informações de O Globo
bicharada@cidadeverde.com

Com dívida de quase R$ 20 mil, APIPA faz show beneficente pelos animais

Por Maria Romero

A Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa) vai promover o show Soltando A Voz Pelos Animais no próximo dia 1º, para ajudar a manter o abrigo da entidade, que hoje possui mais de 360 animais, entre cães e gatos. O ingresso antecipado custa R$ 20 e todo o valor arrecadado vai ser destinado aos animais mantidos pela Associação, que acumula dívidas de quase R$ 20 mil. 

Jane Hadhad, que integra a entidade, diz que as dívidas tiveram um bom abatimento desde a última campanha de arrecadação, mas que a situação ainda é crítica. 

"Fizemos o pedágio, conseguimos um bom dinheiro, mas ainda falta cerca de R$ 18 mil. É bastante dinheiro, mas estamos confiantes de que a festa vai ser boa, vai ter bastante gente e vamos conseguir reduzir esse valor", declarou. 

Hoje, a Apipa acumula dívidas com fornecedores, material gráfico para ações da entidade, gasto com pessoal - que chega a quase R$ 10 mil -, clínicas veterinárias e mão de obra para a construção do Centro de Castração da Apipa. 

Jane destaca que grande parte dos animais da entidade estão castrados, saudáveis e prontos para adoção. A adoção responsável tira animais das ruas, garante um lar para os bichinhos e reduz os custos da entidade com resgate e abrigos de cães e gatos que sofrem maus tratos. 

O show

O evento vai ter as apresentações de Dandinha, do grupo Sambatom e dos DJs Marg Toledo, Gustavo e Luana Marques. A festá terá início às 18h do dia 1º, no Espaço Cultural Ar Livre, localizado na Avenida Marechal Castelo Branco, próximo à ponte JK. 

 

bicharada@cidadeverde.com

Time cita 14 gatos na lista dos 100 animais mais influentes de 2016

Xodós nas redes sociais, os gatos chamam a atenção sempre. A revista norte-americana Time publicou na última quinta-feira (21) uma lista dos 100 animais mais influentes de 2016. Os gatos, claro, não poderiam passar despercebidos e ocupam 14 das 100 posições. Clique aqui e veja a lista completa.

Em primeiro lugar na lista da Time não aparece um gatinho doméstico, mas sim um felino maior: Cecil, o leão que foi caçado e morto no Zimbábue pelo dentista norte-americano Walter James Palmer.

A morte de Cecil chocou o mundo e provou que a caça desportiva não é mais socialmente aceitável: o Fish and Wildlife Service, departamento que defende a vida selvagem nos EUA, incluiu duas subespécies de leões na lista de animais ameaçados de extinção; a França proibiu a importação de leões mortos e levados para o país como “troféus” e mais de 40 companhias aéreas proibiram o transporte do corpo desses bichos. A repercussão da morte de Cecil foi tão grande que o apresentador Jimmy Kimmel chorou no ar ao falar sobre o assassinato desse gatão.

Quanto aos gatinhos influentes que aparecem na lista, o leitor já pôde ler as histórias de alguns deles aqui no blog: Nitama, a gata que é chefe de uma estação de trem no Japão; Meredith e Olivia, as gatas da cantora Taylor Swift; Thula, a gata que é a melhor amiga de uma garota autista; Bubba, o gatinho que não perde uma aula em uma escola na Califórnia e os três gatos que decidiram participar de uma reunião do G20, na Turquia.

Para definir quais bichos entrariam na lista, a Time disse que montou uma comissão julgadora com Ingrid Newkirk, presidente da PETA, Rich Ross, presidente do grupo Discovery Channel, Animal Planet e Science Channel, Philippe Cousteau, ambientalista, Gene Baur, presidente do Santuário Farm, Chelsea Marshall, editora do BuzzFeed Animals, e  Phil Johnston, co-autor do filme “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho”, e o músico vegano Moby.

 

Com informações da Folha
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Piauí registrou movimentação de mais de 700 mil animais no ano passado

O transporte de bovinos, ovinos, caprinos e suínos dentro do nosso Estado segue uma série de exigências. Entre estas, a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento OBRIGATÓRIO, emitido pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adapi), através do Sistema Informatizado da Integração da Agropecuária (Siapec). No Piauí, somente no ano passado, foi registrado o trânsito de mais de 700 mil animais e emitidos quase 67.486 mil guias, sendo que 54% eram relacionadas ao transporte de bois e vacas. 

A GTA é um documento oficial e federal, de emissão obrigatória tanto para o trânsito intraestadual como interestadual de animais independente da finalidade, seja para abate, engorda, reprodução, leilão, esporte e exposição. Para cada espécie de animal existe um modelo específico de guia, que contém informações a respeito da origem do animal, tais como o código do estabelecimento e da exploração pecuária, nome do produtor rural, nome do município e o destino para o qual o anima está sendo transportado.

A guia permite aos serviços de defesa agropecuária acompanharem a movimentação de animais, evitando assim a introdução de doenças que possam pôr em risco a população ou causar prejuízos aos produtores.

O gerente de defesa sanitária animal da Adapi, Idílio Moura, explica que para adquirir a guia, o produtor e a propriedade devem estar adimplentes com todas as obrigações sanitárias, principalmente, em relação as vacinas de aftosa e brucelose dos animais, entre outros requisitos. Para retirar a GTA, os proprietários devem procurar o escritório da Adapi em seu município.

Quem for flagrado transportando ou comercializando animais sem a GTA pode ser multado e ter a carga apreendida. 


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Stefhany Absoluta e marido criam ONG para proteger jumentos no Piauí

Após anunciar que está esperando seu primeiro filho, Stefhany Absoluta está se dedicando a outra atividade além da maternidade e da música. Juntamente com o marido, Roberto Cardozo, ela criou uma ONG de proteção a jumentos no Piauí, onde mora o casal.

O projeto surgiu há três meses e ainda não tem um nome porque, de acordo com a cantora gospel, eles ainda esperam a ideia ganhar mais corpo. Mas já são 50 animais atendidos pela iniciativa. “Tratam-se de animais que são jogados na rua ou que sofreram algum tipo de acidente. Eles chegam feridos e a gente cuida”, disse ela.

Segundo o marido, Roberto Cardozo, a ideia é antiga: “Vim de uma família muito pobre. Sempre viajava pelas estradas e presenciei muitos acidentes com jumentos por onde eu passava. Queria fazer algo por eles”.

Roberto revela ainda que um momento em especial o fez ter certeza de que o desejo se concretizaria: “Quando eu vi a Stefhany chegando no nosso casamento em cima de um jumento, eu percebi que era um sinal. Um conhecido me falou que ela chegaria desse jeito, mas achei que era brincadeira. Então, foi uma surpresa. Naquela hora, Deus confirmou tudo”.

E foi exatamente após um mês do tão polêmico casamento, que o casal começou a colocar em prática o projeto de proteger os jumentos. Eles são levados para a Fazenda Bom Jesus, na cidade de Valença do Piauí, onde são vacinados contra a raiva, alimentados e lá recebem os devidos cuidados. De acordo com a cantora, “tudo por conta de Deus”. Roberto disse ainda que paga R$ 50 para o frete transportar cada animal para sua fazenda, onde um casal também ajuda a administrar a recente ONG.

Mas apesar da boa ação, Stefhany diz que ainda recebe críticas. “Muitas pessoas criticam, perguntam porque a gente não cuida de vaca, porque daria dinheiro com a produção de leite. Mas não ligamos. O projeto era um segredo de Deus que foi confirmado no nosso casamento”, afirmou a cantora.

E os planos para o futuro já estão sendo pensados. “Queremos algo mais organizado. Estamos pensando em comprar outro terreno para oferecer mais espaço para os animais", adiantou ela.

 

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Com informações Ego

Gatos abandonados fazem morada em hospital público no Piauí

Por Graciane Sousa

A superpopulação de cães e gatos nas ruas é bem comum em todo o país. Abandonados e sem tutores, os bichinhos sofrem e passam os dias perambulando em busca de abrigo e alimentos. Um caso que mostra bem essa situação estaria acontecendo em um hospital público no Piauí. De acordo com o  Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Piauí de Picos (Sindespi), no Hospital Regional Justino Luz, em Picos, os animais ficam debaixo das camas da enfermaria, na porta da cozinha e até no necrotério Sem questionar se isso é ou não falta de gerência da Organização Social, responsável pela administração do hospital, o fato é que a situação se torna um problema de saúde pública e cabe lembrar que os gatos NÃO TÊM CULPA. 

           Fotos: Reprodução/Facebook

"Na próxima semana, vou levar o caso ao conhecimento da Vigilância de Saúde e Epidemiológica- porque a situação é um caso de saúde pública- e também à Zoonoses,  ver se eles levam os gatos para um local indicado. A presença de animais lá é ruim tantos para as pessoas que estão doentes como para os próprios gatos", disse Eliete Pereira, diretora do Sindespi, em Picos. O Blog  tentou contato com a administração do hospital, mas não obteve retorno.

A solução para esta situação, bem como para controle populacional dos animais em geral, não é sacrificá-los. Entre as medidas viáveis para diminuir o número de cães e gatos abandonados nas ruas está a castração gratuita, o que já vem acontecendo em Teresina há alguns meses e que pode e deve ser copiado também em outros municípios do Piauí. 

Outra solução é a adoção, assim como ocorreu neste mesmo hospital no ano passado, quando a Associação de Amigos Protetores dos Animais de Picos (Apapi) resgatou gatos que estavam soltos pelo hospital e promoveu um mutirão de adoção. Um gesto lindo que o Bicharada torce para que ocorra novamente. 

           Fotos: Fátima Miranda/ A3portal

Animais que foram resgatados no hospital em 2015 durante mutirão da Apapi

 

Animais que foram resgatados no hospital em 2015 durante mutirão da Apapi

 

Vizinhos buscam lar para cão abandonado que espera volta de tutores há um mês

  • bidu9.jpg Ismênia NoletoArquivo Pessoal
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  • bidu5.jpg Ismênia NoletoArquivo Pessoal
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  • bidu3.jpg Ismênia NoletoArquivo Pessoal
  • bidu2.jpg Ismênia NoletoArquivo Pessoal
  • bidu1.jpg Ismênia NoletoArquivo Pessoal

Por Maria Romero

O cãozinho Sem Raça Definida (SRD) adulto, que ganhou dos vizinhos da rua Chico Doca, no bairro Acarape, zona Norte, o nome de Bidu, aguarda há mais de um mês o retorno de seus antigos tutores. Eles foram embora, deixaram o bichinho na rua e agora os vizinhos buscam um novo lar para ele.

Ismênia Noleto, uma das vizinhas do casal que deixou Bidu para trás, é quem coloca água e comida para ele. Ela ralata que desde que foi abandonado, o animal aguarda o retorno da família e está cada dia mais fraco. 

"Ele era um cachorro grande e forte, muito bonito, agora ele não come mais direito, está fraco, apareceram até sarnas dele, porque ele fica na rua o tempo inteiro. A gente se preocupa com ele, porque não sabemos onde ele fica quando chove, não sei se ele tem onde se abrigar", descreve Ismênia. 

Bidu passa seus dias deitado nas calçadas dos vizinhos e de sua antiga casa, com os olhinhos grudados no portão de entrada. "Acho que ele fica esperando alguém voltar", conta a vizinha. 

Ismênia diz que já tem três cachorros e, por isso, infelizmente não pode adotar Bidu. Ela diz que o cachorro é bastante dócil e aceita a aproximação de todos os vizinhos. Aos poucos, ele já reage àqueles que costumam lhe oferecer água e comida. 

"Ele aos poucos já fica mais alegrinho, balança o rabinho quando vê a gente, mas a gente percebe que ele está muito triste, deprimido, foi completamente abandonado. Não entendo como alguém faz uma maldade dessas", lamenta.

Adoção

Sem um lar, Bidu está disponível para ser adotado. Os que tiverem interesse e puderem se comprometer com uma adoação responsável de Bidu, podem entrar em contato com o blog Bicharada pelo número (86) 9 9994-0065. É importante que os futuros tutores de Bidu tenham bastante espaço, tempo para lhe dar carinho e companhia e condições de custear as despesas que um animal sempre oferece, como de alimentação. 

 

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Motorista é preso após ser flagrado transportando marrecos dentro de caixa

Em quatro dias, a Polícia Rodoviária Federal do Piauí (PRF-PI), resgatou 25 aves que eram transportadas ilegalmente pelas rodovias federais que cortam o Piauí. O último flagrante ocorreu na noite de ontem (20), no posto fiscal de Floriano, no Sul do Estado. Sete marrecos selvagens eram transportados em uma caixa dentro de um veículo modelo Gol de placas LVI-0623

Dentro do veículo, os policiais ainda encontraram redes e outros equipamentos de captura e caça de aves. Esse tipo de conduta é comum em todo o país, mas é CRIME, com pena de detenção, de seis meses a um anoa, além de multa.

Os animais apreendidos serão encaminhados para o Ibama. 

 

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