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Trailer de Quatro vidas de um cachorro emociona internautas

O longa-metragem Quatro vidas de um cachorro tem previsão de estreia em janeiro de 2017. Desde já, o filme já conquistou popularidade. Pelo menos, na internet. O primeiro trailer divulgado- na semana passada- e já emocionou uma legião de internautas. Dirigido por Lasse Hallstrom (sempre ao seu lado), a produção é baseada no best-seller homônimo de W. Bruce Cameron.

A história acompanha um cão que reencarna em outras vidas para conquistar um objetivo divino. A saga pela descoberta do sentido da vida, Bailey (Josh Gad) convive com diferentes donos, mas nunca esquece o primeiro, Ethan. A “fala” do animal protagonista já revela qual é a pegada do mais novo trabalho de Hallström: “Se eu posso conquistar você com lambidas e amor, eu tenho meu propósito.”

O filme promete ser um prato cheio para quem tem relações próximas com animal. O tema já foi abordado em produções como Sempre ao seu lado e Marley e eu.


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Como evitar os perigos de deixar animais sozinhos

Divulgação/'Pets'

No filme 'Pets', o cãozinho Max espera durante muito tempo que sua dona volte do trabalho - o que poderia ser um sintoma da síndrome da ansiedade da separação. (

O filme Pets: a Vida Secreta dos Bichos chegou aos cinemas brasileiros na última semana e atingiu o topo das bilheterias, arrecadando mais de 14 milhões de reais. apenas na semana de estreia. Não é para menos, já que o longa explora o que os animais de estimação fazem quando ficam sozinhos em casa – algo que todos os donos querem descobrir. Essa curiosidade em conhecer o que cães e gatos fazem quando estão desacompanhados pode ser fundamental para a saúde dos bichinhos: existem muitos perigos aos quais eles se expõem e saber como agem pode não apenas evitar graves acidentes com também prevenir transtornos de comportamento.

“Temos que pensar nos cães e gatos como crianças que ficam em casa. Os gatos são mais independentes, mas isso não significa que os cuidados são menores. É preciso limitar alguns acessos, passar produtos de limpeza e plantas para o alto e, se possível, distrair o animal com brinquedos e, inclusive, treiná-lo”, afirma o médico veterinário Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo.

Solidão

Além dos perigos físicos, cães e gatos, em diferentes graus, sofrem com a solidão. Para os cachorros, animais extremamente sociáveis, longos períodos de isolamento podem trazer tristeza e stress. Alguns gatos também enfrentam problemas devido à ausência dos proprietários. Comportamentos como se coçar ou se lamber até que a pele fique ferida e miar ou latir o dia todo podem indicar que seu animal não está muito saudável: a síndrome da ansiedade da separação está se tornando um transtorno cada vez mais comum entre os animais domésticos.

“Um estudo da pesquisadora americana Debra Horwitz mostra que 20% a 40% dos atendimentos veterinários feitos por especialistas em comportamento animal, hoje em dia, são decorrentes desse transtorno. Mas, se os sintomas forem percebidos no início, existem maneiras bem simples para ajudar o bicho a superar o problema:”, afirma a especialista em comportamento animal Carolina Rocha, da clínica veterinária Pet Anjo, de São Paulo.

 

Confira abaixo alguns comportamentos que os animais têm ao ficar muito tempo sozinhos, quais os perigos a que se expõem e como evitá-los:

 

1. Sintomas de ansiedade

Cães saudáveis costumam esperar o dono voltar, mas o tempo dedicado a essa atividade não pode exceder cinco a dez minutos – mais que isso pode indicar a síndrome da ansiedade da separação, um transtorno cada vez mais comum nesses animais. De acordo com Carolina Rocha, especialista em comportamento animal da clínica veterinária Pet Anjo, de São Paulo, os bichos com esse problema podem destruir móveis, fazer necessidades em locais inadequados e latir excessivamente. É comum ainda que o animal fique muito agitado quando o dono começa a se arrumar para sair e siga-o compulsivamente.

“Algumas maneiras de ajudá-lo a vencer a ansiedade é sair para passear por 30 minutos com o cão, o que fará com que ele gaste energias e durma mais durante o período em que fica sozinho. Outra dica é espalhar muitos brinquedos na casa, assim ele não vai morder o sofá, mas os brinquedos”, diz a especialista. Também é possível treiná-lo: o dono se arruma, faz o ritual de saída, mas fica em casa. Isso quebra a ansiedade do animal e o ajuda a se acostumar. Outro método é fazer saídas rápidas e ir aumentando a duração do período fora de casa. Ao chegar, a dica é ignorar o animal até que ele se acalme. Com gatos, a estratégia é cansá-lo: basta brincar durante 20 minutos com ele para garantir que ele durma por períodos mais longos.

2. Comer objetos estranhos

Um dos comportamentos que os cães herdaram de seus antepassados é a capacidade de exploração. “Antigamente os cães caminhavam até dez quilômetros por dia para buscar alimentos. Hoje, eles mantêm o comportamento de caça e exploração na curiosidade com coisas novas, checando as sacolas com compras ou cheirando móveis e sapatos novos”, diz o médico veterinário Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo.

Foto: iStock/Getty Images

O ato de bisbilhotar, no entanto, pode fazer com que os animais comam objetos estranhos. “Quando o cão está sozinho, vai buscar meios de se distrair e procurar algo para comer ou brincar. Por isso, se houver qualquer pequeno objeto no chão (ou sapatos), é bem possível que ele o mastigue. A melhor maneira de evitar isso é também espalhar brinquedos pela casa para que eles se divirtam sem perigos”, explica Marcondes. Evite deixar produtos de limpeza ao alcance dos animais, guardando-os em um armário alto e fechado, e retire lixeiras de casa ou mantenha-as vazias. Assim, os animais não correm risco de ingerir produtos tóxicos, alimentos estragados ou objetos pontiagudos.

3. Mastigar plantas

Cães e gatos também podem buscar distração com plantas. “É preciso saber escolher as espécies vegetais da casa, já que algumas podem causar intoxicação nos bichos e, em alguns casos, até a morte”, diz Marcondes. Atenção com flores como as azaleias que, se forem ingeridas por cães podem provocar fraqueza, colapso cardíaco e levar ao coma. Lírios podem causar a falência dos rins; hortênsias, depressão, aumento da frequência cardíaca e da temperatura corporal; e as violetas podem causar vômitos.

Foto: iStock/Getty Images

Entre as folhagens altamente tóxicas estão a “comigo ninguém pode”, espirradeira, mandioca-brava, pinhão-roxo e taioba-brava. A maior parte das plantas que são ingeridas por nós (alecrim, hortelã ou camomila) também são indicadas para os animais.

4. Saltar de móveis, escadas ou janelas

Escadas e janelas, mesmo aquelas com as quais os animais estão acostumados, precisam ser protegidas quando eles estão sozinhos. “O ideal é bloquear o acesso a áreas que podem oferecer riscos, pois os bichos vão caminhar muito por elas quando estão sem o dono. Colocar telas nas janelas e grades nas escadas são boas opções para evitar quedas fatais”, diz Marcondes.

Foto: iStock/Getty Images

A cozinha também precisa ficar com a porta fechada, pois ali os bichos podem ter acesso a coisas bastante nocivas, como panelas quentes e facas, que causam muitos acidentes. O melhor é escolher um local da casa protegido, bem ventilado e na sombra para que o animal possa permanecer durante o dia.

5. Danificar fios elétricos

Alguns animais – principalmente até os dois anos – costumam roer alguns objetos da casa, incluindo fios elétricos que podem causar queimaduras sérias. “Para evitar que esse tipo de acidente ocorra, o ideal é reformar a fiação, manter os fios embutidos e as tomadas com protetores. Isso evita que o animal possa ter acesso à rede elétrica”, explica o veterinário.

6. Nadar

Algumas raças de cachorros, como labrador e golden retriever, adoram água. Contudo, se a piscina estiver um pouco vazia, com a água longe das bordas, os cães podem ter dificuldades para sair e acabam se afogando pelo cansaço. Para evitar acidentes assim, o ideal é instalar cercas protetoras ao redor dos lugares com água, evitando o acesso do bicho.

De acordo com Marcondes, o ideal é que o animal nade apenas na presença do dono. Ainda assim, existem cuidados necessários. “Coloque uma rampa especial ou escadinha própria para cães na piscina. O produto auxilia o animal a sair”, diz.

7. Comer a ração de uma só vez

Cães de grande porte tendem a comer todo o seu alimento rapidamente. Por isso, se o dono trabalha o dia todo, não é indicado deixar o pote de ração cheio. “Se o animal ingerir toda a refeição em uma única ocasião pode ter dilatação gástrica, um problema que em alguns casos pode evoluir para torção do estômago, uma grave emergência”, explica o médico veterinário Mário Marcondes. O ideal é dividir a quantidade diária de alimento em duas ou três refeições - para isso, existem comedouros eletrônicos que permitem a programar para o horário desejado a liberação dos alimentos.

 

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Com informações Veja

Governo reconhece Peixe Boi, Tartaruga e Cavalo-Marinho como patrimônios do Piauí

O governo reconheceu como Patrimônio Natural do Estado do Piauí o Peixe-Boi Marinho, a Tartaruga Marinha e o Cavalo-Marinho. Os animais são encontrados no litoral piauiense e constantemente são alvos de caçadores e ações de maus tratos. O decreto foi publicado no último dia 29 no Diário Oficial do Estado. 

Além disso, o governador Wellington Dias sancionou conjuntamente o projeto que institui no dia 28 de agosto o Dia Estadual da Conservação da Biodiversidade Marinha e Costeira. 

A data, segundo a publicação, servirá para promover "ações e atividades que divulguem o potencial socioeconômico e ambiental resultantes da proteção ambiental natural, da cultura e da história das comunidades e suas relações com a biodiversidade marinha, que devem apresentar um dos pilares do turismo na região". 

O Dia Estadual entra para o calendário oficial de eventos do Estado e o poder público, por meio do artigo 3º do decreto, fica obrigado a realizar ações para conservação das espécies marinhas e conscientização da comunidade para a preservação, por meio de eventos e de implementação de projetos junto à educação formal e não-formal. 

 

Maria Romero
redacao@cidadeverde.com

Idoso e cego, cavalo é abandonado e protetores de Teresina buscam adoção

Por Maria Romero
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Agostinho foi o nome dado ao cavalo já idoso e cego de um dos olhos que foi abandonado no fim do mês de agosto no conjunto Vila Maria, zona Leste de Teresina. Protetores estão comovidos com a situação, pedem ajuda para cuidar do animal e buscam adoção para o cavalo, que possui marcas no corpo indicando que um dia já foi usado na tração animal em carroças. Qualquer ajuda pode ser informada por meio do telefone (86) 9 9996-0668. 

A médica veterinária Roselma Moura é uma das protetoras que está alimentando e ajudando Agostinho. Ela conta que o animal está bastante machucado e estava vagando pelas avenidas, depois de ser abandonado. 

"Ele tem no corpo vários traumas sugestivos de que foi usado em carroça, ele tem problemas articulares que indicam esse histórico. Nós tiramos ele do meio da rua, colocamos ele um terreno baldio e estamos dando água e comida por enquanto. Mas queremos arrumar uma adoção para ele, para não ficar na rua abandonado", explica a veterinária. 

Segundo ela, o animal é idoso e deve ter sido deixado na rua depois de anos puxando veículo de carga. Ele já não tem dentes, possui vários ferimentos, tem uma das orelhas quebrada e está cego de um olho. De longe, a magreza extrema é que chama atenção.

"Ele está uma carcaça ambulante, pelas fotos não dá para ter ideia do quanto ele está magro, abatido", lamenta. 

Roselma destacou que está mobilizando entidades para ajudar o animal, mas que no momento está buscando qualquer tipo de ajuda financeira para custear alimentação e medicamentos para Agostinho. "Qualquer doação de ração já nos ajuda demais", disse ela. 

Abandono é crime 

A médica disse ainda que o grupo pretende formalizar denúncia por abandono e pelos ferimentos causados a Agostinho, que configuram maus tratos,

A ação constitui violação do artigo 32 da Lei 9.605/1998, Lei de Crimes Ambientais, que descreve como crime "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos". A pena é de detenção, de três meses a um ano, e multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

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PM apreende quase 80 galos e prende duas pessoas em rinha

Por Maria Romero
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Duas pessoas foram presas e quase 80 galos foram apreendidos na noite deste sábado (27) na cidade de Piracuruca (196 km de Teresina). Segundo as polícias militar e civil, havia cerca de 100 pessoas no local no momento da abordagem, mas apenas duas foram presas. Um animal foi encontrado já morto. 


Fotos: portal Piracuruca Ao Vivo

O agente de polícia civil Jefferson Paulo informou que apenas duas pessoas foram presas porque muitos fugiram e chegaram ainda a apedrejar a viatura da PM que foi ao local. 

"Eles pediram reforço à cidade de Piripiri e então conseguiram fazer as prisões e as apreensões", disse Jefferson.

Segundo a polícia militar, os crimes aconteciam nos fundos de um clube na localidade Carapuças. Três policiais chegaram primeiro ao local e dezenas de apostadores fugiram. Alguns dos identificados são naturais do Ceará e do Maranhão, além de outros de Teresina, Piripiri, Pedro II e Parnaíba, no Piauí. 

Ao todo 78 aves foram encontradas, a maioria em gaiolas e outras nos espaços chamados de "tambores", onde ocorrem as disputas até a morte de um dos animais. A polícia encontrou também esporas e bicos de metal, que tornam as lutas ainda mais agressivas. 

Rinhas

As rinhas, lutas ou brigas de de galo são ilegais e consistem em estimular a disputa entre dois animais até que um deles morra no "torneio".  O público normalmente aposta grandes quantias de dinheiro nos animais que acreditam que vencerão as lutas. A ação é tipificada como crime de maus-tratos, previsto pela Lei Federal Nº 9.605, conhecida como Lei de Crimes Ambientais. A pena é de detenção e multa.

 

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Cão coberto de piche comove protetores e busca família em Picos

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Protetores estão comovidos e torcendo pela recuperação completa de um cãozinho que apareceu coberto de piche em Picos (306 km de Teresina), na última segunda-feira (22). Guerreiro, como foi batizado, foi encontrado com a lateral esquerda do corpo inteira tomada pelo material, que deixou queimaduras. O grupo tenta agora buscar os possíveis donos ou um lar para o bichinho. 

Fátima Miranda, diretora jurídica da entidade Amigos dos Protetores dos Animais de Picos (Apapi), disse que inicialmente acharam que alguém havia jogado o piche no animal, mas os veterinários acreditam que ele mesmo deitou no asfalto quente. 

"Disseram que jogaram nele, mas os médicos acham que ele caiu ou rolou no asfalto, que foi um acidente", disse. 

Ela destacou que o responsável pela obra de asfaltamento foi procurado e, mesmo sem saber se um de seus funcionários havia sido responsável pela situação, assumiu os custos do tratamento. 

"Ele nem questionou, quando fomos conversar, para investigar a situação, ele prontamente disse que custearia tudo e que se alguém tivesse visto algo, que avisasse para ele tomar as providências", informou. 

Na clínica veterinária, Guerreiro passou pelo procedimento de retirada do piche. Para isso, é necessário um banho com água e óleo, que por vezes retira os pelos do animal e pode ser doloroso. 

"Em alguns lugares ele ficou sem pelo, mas pelo menos protegeu. Nos locais onde pegou só na pele, ele ficou mais ferido, porque queimou, por conta do asfalto quente. Ele também tentou lamber para tirar, aí queimou a boca. Agora ele está em tratamento com antibióticos e pomadas e se recuperando bem", disse. 

Os protetores acreditam que o animal tem cerca de 4 anos e tem uma família, porque está bem cuidado. Ele continua internado e possui lar temporário.

Integrantes da Apapi buscam agora os tutores de Guerreiro ou uma família que possa adotá-lo ao fim do tratamento. Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo (86) 9 9996-0668. 

 

Maria Romero
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Carteiro escreve cartas para não decepcionar cadela

Foto: Reprodução/ Facebook

Esqueça a birra entre cães e carteiros. A cadela Pippa de Brisbane, na Austrália, é fã do carteiro do bairro e gosta de pegar a correspondência de sua família todos os dias. Mas nem sempre há cartas para a casa e, para não decepcioná-la, o carteiro Martin Struder escreve cartões postais e entrega a ela.

Martin compartilhou a história em seu facebook e, rapidamente, encantou milhares de pessoas que compartilharam as fotos da cadela feliz com sua cartinha. “Às vezes, Pippa sai para receber as cartas, mas não há nada para ela recolher. Então, eu tenho que improvisar”, escreveu o carteiro. No texto escrito para a cadela, ele demonstrou o carinho ao escrever “Carta para Pippa” ao lado de dois corações. Pippa, claro, pareceu bem contente com a iniciativa.

 

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Com informações Jornanlextra

Tutora pede ajuda para encontrar cadela que a ajudou em caso de depressão

Por Maria Romero
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A bancária Camila Silveira é tutora da pequena Lila, uma cadelinha da raça Shih-tzu de apenas dois anos e pouco mais de 3kg, que sumiu de casa na tarde de ontem (23). Camila conta que estava sofrendo de uma grave depressão quando adotou Lila, que hoje é sua grande companheira. Ela pede ajuda para quem possa ter visto o bichinho em Teresina. Uma das preocupações de Camila é porque a pequena sofre de um problema cardíaco. 

Lila saiu de casa - na região da Ufpi, bairro Ininga, zona Leste - às 17h30 de ontem. Ela fugiu quando encontrou o portão aberto, por conta de uma reforma que está acontecendo em sua casa. "Ela nunca saía sozinha de casa, nunca fugia. Mas está acontecendo uma obra na minha casa, deixaram o portão aberto e ela saiu", informou. 

Ela contou que Lila precisa de um acompanhamento especial. "Ela tem um problema cardíaco, precisa tomar os remédios, não pode ficar longe de casa", destacou. 

De acordo com a tutora, a cadelinha é bastante dócil e não costuma ser agressiva com pessoas desconhecidas, o que pode facilitar para que ela tenha sido levada por alguém. 

"Eu peço que me devolvam ou me informem se virem ela pela rua, quero ela de volta, ela me ajudou em um momento muito importante, eu estava em depressão grave e me foi recomendado adotar um bichinho, então adotei ela", relatou Camila, emocionada e sofrendo com a ausência da companheira. 

Lila teria sido vista pela última vez em uma praça próximo à Ufpi, onde há uma banca de revistas. Ela sumiu de casa com dois lacinhos vermelhos na cabeça. Qualquer informação será recompensada e pode ser repassada pelos telefones (86) 9 8153-5308, 9 8858-4442 e 9 9909-0220. 

 

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Cão é eleito para 3º mandato como 'prefeito honorário' de cidade americana

O cão chamado Duke, de 9 anos, alcançou seu terceiro mandato de um ano como "prefeito honorário" de uma pequena cidade no estado de Minnesota (EUA).

Duke foi reeleito prefeito honorário de Cormorant Township. O cachorro foi eleito pela primeira vez em 2014.

A votação aconteceu durante o festival anual Cormorant Daze, no qual os “eleitores” doam um dólar para poder participar da eleição.

 

Fonte: G1.

Adele convida cão a subir ao palco durante concerto em Los Angeles

Após ter sido forçada a cancelar um concerto devido a uma constipação, Adele regressou aos palcos no passado fim de semana, tendo atuado no Staples Center, em Los Angeles.

Na noite de domingo (21), a cantora britânica voltou a convidar um sortudo fã ao palco, algo que tem sido seu apanágio durante a digressão em torno de 25.

Contudo, neste caso o fã tinha quatro patas e uma t-shirt minúscula de Adele, tendo subido acompanhado pelo seu dono...

Casper, um cachorrinho simpático, recebeu prontamente um beijo da cantora - que imediatamente se "arrependeu", dizendo "nem sequer sei onde esteve a língua dele!".

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Com informações Blitzsapo

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