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Piauí tem 1º clube hotel para cães

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Por Graciane Sousa

Para muita gente, fim de semana é dia de diversão, família e aquela piscina para matar o calor nesse B- R-O BRÓ. Mas quem já não se deparou com aquela situação de ir para um lugar e não poder levar seu bichinho de estimação? E foi pensando nisso, que a empresária Gabriele Pessoa construiu o primeiro clube hotel para pets do Piauí, inaugurado neste fim de semana, em Teresina.

“Faltava um lugar onde os donos pudessem levar seu cachorro e deixá-lo à vontade. Por exemplo, se você vai à Potycabana tem que deixar o bichinho preso. Já em uma praça, os donos têm medo de soltá-los e eles atravessarem a rua. Daí, eu senti a necessidade de fazer um clube”, explica Pessoa.

O hotel pet conta com 35 canis espaçosos. Já no clube, há uma piscina, dois espaços para recreação, com dezenas de bolinhas coloridas e lógico: muitos pneus para que os cães possam fazer xixi à vontade.

“O local é espaçoso e bastante arborizado. A ideia é que o animal não fique o dia todo preso. Uma das piscinas é pequena e rasa, para que os cães que nunca entraram na água, sintam o chão e perdam o medo, além de se refrescarem”, explica a empresária.

Em entrevista ao Bicharada, ela contou ainda que a ideia de agregar clube e hotel surgiu da necessidade de encontrar vagas para os próprios cães, quando precisava viajar durante algum feriado. Mas o local não é um espaço apenas para os pets. Há uma piscina onde adultos podem aproveitar para se refrescar e nadar com seus bichinhos, além de uma lanchonete, inclusive com almoço, e também espaço ao ar livre para descansar em redes.

“O clube é dos cães, os donos estão apenas acompanhando”, brinca Pessoa.

O preço da diária no hotel canino ( que funciona de terça à domingo) custa R$ 35. Já no clube- que fica aberto aos fins de semana e feriados- o valor por cão é de R$ 25 por dia. O espaço fica situado na estrada Vale Quem Tem, após o clube de ultraleve, na zona leste da Capital.
 

Animais sofrem com incêndios e altas temperaturas em Teresina; veja 6 dicas

Por Maria Romero
bicharada@cidadeverde.com

 

Água gelada? Banho todos os dias? O tempo quente e seco nos últimos meses do ano, em Teresina, afeta também os animais e muitos tutores buscam alternativas para deixar seus bichinhos mais confortávels. Este ano, foram registradas ainda centenas de focos de incêndio e a fumaça e a fuligem também afetam os pets. Contudo, nem todas as medidas são as mais recomendadas pelos profissionais. 

O médico veterinário Selmar Moreira falou ao blog Bicharada e deu dicas para aliviar os sintomas como calor intenso, desidratação e até mesmo queimaduras.

Veja se você está fazendo tudo certo e como pode tornar os dias dos animais menos desconfortáveis. 

Antes de qualquer coisa, caso seu animal apresente dificuldade para respirar e comportamento diferente neste período, o recomendado é uma visita imediata ao médico veterinário!

1. Água gelada e frutas congeladas:

Muitos tutores costumam oferecer água gelada e até frutas congeladas para os animais. O médico diz que não há exatamente um problema em oferecer o líquido em temperatura mais baixa, mas isso pode ter um efeito contrario caso torne-se um hábito: o animal pode deixar de beber a água em temperatura ambiente. 

"A gente mora em uma cidade muito quente. Quando você coloca a água gelada, rapidamente ela está em temperatura ambiente e ele não vai querer. Ele está com sede e não bebe, então pode desidratar. Eu particularmente não recomendo, porque pode ter uma reação contrária", explica.

Quanto às frutas, o médico recomenda apenas que se evitem as frutas cítricas, como laranja, tangerina e abacaxi. 

2. Roupinhas para animais: 

Selmar conta que os tutores de animais de pequeno porte costumam gostar de "vestir" os bichinhos. Porém, cães e os gatos não perdem calor como os seres humanos: eles não produzem suor para reduzir a temperatura corporal. Usar roupinhas para pets pode causar um enorme mal estar nos animais. 

"Principalmente os animais de pequeno porte, as pessoas têm mania de vestir com roupinhas, mas elas têm que ser usadas com muito critério, porque esquentam muito. Como eles perdem calor de outra forma, com roupinhas eles superaquecem com facilidade", diz.

3. Banhos diários: 

Embora pareça uma excelente alternativa para amenizar o calor dos pequenos, o médico alerta para os riscos de dar banho nos animais todos os dias e, principalmente, de manter os pelos úmidos.

"Como eles têm o corpo coberto de pelos, isso mantém um excesso de umidade que pode causar lesões de pele. Cães como o labrador e o golden retriever gostam muito de água, mas é preciso tomar um certo cuidado. Na hora que molhar o animal, o ideal é que seque o pelo. Se deixar úmido, pode atrair fungos, bactérias e causar dermatites", alerta

4. Horários dos passeios:

Além do calor excessivo, levar um animal para passear em um horário inadequado ou mesmo após a incidência solar diminuir, pode não ser uma boa ideia em Teresina, especialmente nesse período. Os tutores, sempre calçados, não percebem tanto, mas o solo pode manter uma temperatura muito alto durante um longo período e causar queimaduras nas patas dos animais. 

"Além de o cão, que é levado mais para passear, manter o corpo muito perto do chão e poder sentir muito calor, é preciso tomar muito cuidado. Se o horário for de muito calor e o asfalto e a calçada estiver muito quente, eles queimam as patas. Os animais são pacientes que não colaboram, eles não ficam quietos e esse local é de difícil tratamento", explicou.

5. Raças mais afetadas:

O médico disse ainda que é preciso ter cuidado especial com os animais braquicefácilos - que possuem cabeças e pescoços menores, como bulldogs e pugs. Estes animais são os mais propensos a sofrer com o calor, porque seus focinhos são achatados e a estrutura óssea da cabeça dificulta a respiração. 


Bulldog e Pug

"Esses animais precisam de uma atenção especial, é importante não deixar que passem muito calor e principalmente evitar que fiquem expostos a condições ruins do ar, porque eles e os animais idosos são os que mais sofrem com problemas respiratórios", explicou o médico. 

6. Fumaça e fuligem:

Com um índice de quase 300 ocorrências atendidas pelos bombeiros na capital piauiense, em apenas três dias, os animais estão bastante expostos a fumaça e fuligem de incêndios e queimadas. A recomendação é evitar o contato do animal com o ar poluído.

"A gente recomenda que animais de pequeno porte sejam colocados dentro de casa, para evitar o contato com a fuligem e a fumaça. Os grandes, que sejam mantidos num ambiente fechado e mantê-los sempre hidratados, com muita água disponvel e de boa qualidade. Ela não precisa ser gelada, mas fresca, que seja trocada duas ou três vezes por dia", comentou.

Em caso de contato de fumaça intensa com os olhos do animal, é importante lavar com soro fisiológico imediatamente. Manter o animal em local umidificado também pode aliviar os sintomas ruins do tempo seco. 

 

bicharada@cidadeverde.com

Cão policial morto em ação tem cerimônia fúnebre de honra

Cão policial lituano morto em ação tem cerimônia fúnebre de honra (Foto: Rokas Pukinskas/ State Border Guard Service via AP)

O cão policial lituano Ramzis teve uma cerimônia fúnebre de honra nesta quarta-feira (12), na cidade de Pagegiai, após ter morrido durante uma operação de combate a contrabandistas na fronteira do país com Kaliningrado, na Rússia.

Ramzis morreu no dia 27 de setembro, baleado. O pastor belga tinha 3 anos. Seu corpo foi cremado.

 

Com informações G1
bichararada@cidadeverde.com

Criança no Piauí troca presentes por ração e dá lição de bondade

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Por Graciane Sousa


Ele é pequeno e tem apenas nove anos de idade, mas o coração... é gigante. Nele cabem palavrinhas que Antônio Ribeiro talvez nem conheça, como altruísmo e empatia, mas que pratica muito bem. Como toda criança, ele adora brinquedos. Mas sabe o que ele quis ganhar de presente no dia do seu aniversário? Ração para cães. 

A festa de Antônio até teve bolo, doces, brinquedos e muitas outras coisas de criança, mas a imagem que não sai da cabeça dele é a da Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa), uma ONG protetora dos animais sediada em Teresina e que foi escolhida pelo garoto para receber as doações. 

"Eu fiquei com pena deles... porque, coitadinhos! Muitos deles estavam doentes, com sarna,  eu senti uma pena deles e tive vontade de doar mais e mais ração. Tinha um todo feridinho, sangrando, machucado, sem pelo. Eu quis tanto ajudar eles. Eu só pensei em ajudar e salvar, só", disse Antônio.

As palavras ingênuas do garoto- que se diz um bom aluno na escola, onde cursa o 3º ano do Ensino Fundamental- são carregadas de amor. Interrogado sobre a boa ação ele acrescenta:

"Foi muito bom. Quando eu doei aquela ração para os cachorros, deu um alívio em meu coração. Me senti muito feliz. Poder ajudar foi uma das melhores sensações da minha vida", disse. 

Pelas palavras do menino, dá para imaginar que a decisão de trocar presentes por quilos de ração foi fácil, mas não foi bem assim. Na verdade, a ideia foi da mãe dele, a empresária Lizieux Ribeiro. Antônio disse que não aceitou de imediato, mas conta que algo falou mais alto. 

"Minha mãe que disse para eu pedir ração ao invés de brinquedos. No começo, fiquei muito magoado, eu quis tanto, mas tanto os brinquedos... depois, comecei a pensar melhor nos cachorrinhos morrendo, nos cachorrinhos doentes, nos cachorrinhos sofrendo. Aí quando eu vi os bichinhos, bateu a vontade. Não tinha como aguentar. Ainda mais eu que tenho um quarto cheio de brinquedos. Para que vou precisar de mais? Melhor ganhar ração para doar", ensina a criança. 

Antônio mora no município de Bom Jesus com a família e mais três cães: Natascha, Bob e o Ossinho. Todos os animais são adotados e se dependesse do garoto, a casa teria mais bichos: ele é do tipo que todo animalzinho que vê na rua quer cuidar. 

“Eu sinto muita vontade de adotar. O problema é que meus cães são bravos. Então, prefiro pegar o cachorro na rua, cuidar dele e depois dar para outra pessoa. Todos os meus cães moravam na rua, estavam muito feridos e a minha mãe adotou eles. O Ossinho estava muito doente e veio aqui para casa. Eles chegaram ainda pequenininhos. Mas minha mãe cuidou deles, alimentou, até todos ficarem grandões”. 

A mãe lembra que o pequeno participou de resgate até de pássaros. Para Antônio, os cães não são apenas animais, mas amiguinhos.“Eles são muito bonzinhos. Eu acabei de dar um abraço no Bob que é gigante. Às vezes, ao invés de ficar na internet ou na TV, eu faço carinho e dou uns beijos neles e ainda brinco", disse o garoto. 

Foto: Arquivo pessoal

No próximo ano, Antônio completará 10 anos de idade e parece que a escolha dos presentes não será difícil. Conversar com o garoto é aprender várias lições e enxergar a bondade. 

“No meu próximo aniversário, vou doar ração para gato. Já decidi. Eu tenho muitos brinquedos. Se der, eu dou até para as crianças carentes, pois alguns eu nem uso. Se pudesse, eu daria um brinquedo para as crianças que não têm e quero que elas ajudem os animais, pois se elas ajudarem os animais junto comigo, eles vão ficar fortes e saudáveis e vão demorar muito a morrer...

Eu quero que os animais vivam. Pode ser até um leão, eu quero que ele viva, que ele seja feliz, que aproveite a vida”, sonha o pequeno. 

Como toda mãe coruja, Lizieux confirma que o menino é um bom filho e que ao falar sobre o futuro diz apenas: “Mãe, eu terei um futuro brilhante”.

Dia das Crianças

Antônio Ribeiro não para de dar lições de bondade. Neste Dia da Crianças, comemorado em 12 de outubro, ele participa de uma ação solidária para crianças carentes em sua cidade. Quem conta o que ele fez é a própria mãe. 

"Aqui em Bom Jesus ocorre há 8 anos uma campanha de arrecadação de brinquedos para doar a crianças carentes. A organizadora da ação social também faz um grande lanche coletivo. Todos os anos, nós contribuímos com alguma quantia em dinheiro para ajudar nas despesas. Este ano, Antônio doou o valor do presente como um reforço de caixa, nem chegou a pedir presente. Acho que ainda estava no espírito do aniversário", disse Lizieux Ribeiro. 

 

bicharada@cidadeverde.com

Cães policiais viram atração em festa da criança

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Por Graciane Sousa

Saymon e Titan, respectivamente um labrador e um pastor belga malinois, foram atração do evento da Ordem dos Advogados do Brasil no Piauí, ocorrido neste sábado (08). A festa era voltada para crianças, mas os pais também se divertiram com os cães do Grupo de Operações com Cães da Polícia Rodoviária Federal (PRF). 

Os cães são bem treinados e com habilidades que impressionaram o público que não perdeu a oportunidade de registrar o momento em imagens. 

Além de interagir com os animais, as crianças também conheceram viaturas da PRF. Já os pais receberam orientações sobre trânsito e cidadania. 

 

bicharada@cidadeverde.com

Pesquisa revela nomes de cães mais comuns no Brasil

Para as fêmeas, Mel. Para os machos, Thor. Esses são os nomes mais comuns dos cães de estimação, segundo aponta levantamento da DogHero, plataforma digital de hospedagem domiciliar para cachorros, feito com cadastro de 108 mil animais no Brasil.

Além do nome, o “Censo Canino” também analisou idade, sexo e raça. E os vira-latas representam um a cada quatro bichinhos. O levantamento identificou mais de 3,7 mil nomes diferentes de cães brasileiros, vários deles em referência a personagens de filmes e programas de TV, mas também há nomes e apelidos usados por humanos.

Para os fundadores da plataforma, as escolhas sinalizam que o animal de estimação é visto como um membro da família. Entre as fêmeas, o ranking dos nomes mais populares é liderado por Mel, sendo seguido por Nina (2.º), Luna (3.º), Lola/Lolla (4.º e Meg/Maggie (5.º). Na lista, também aparecem Frida (10.º), famosa pintora mexicana do século 20; Fiona (22.º), a namorada de Shrek dos desenhos animados; e Amy (23.º), cantora de soul morta em 2011.

Já para os machos, o nome mais escolhido é Thor, deus da mitologia nórdica que virou super-herói de história em quadrinhos e depois ganhou as telas do cinema. Vêm na sequência Bob (2.º), Fred (3.º), Billy (4.º) e Marley (5.º - este último, inspirado no cantor jamaicano de reggae Bob Marley, também era o nome de um labrador dos Estados Unidos, cuja biografia foi narrada em livro e filme. O ranking tem Ozzy (13.º), Simba (21.º), Bidu (23.º e Scooby (25.º).


Foto: Juliana Pinna / EGO

 

Com informações Globo
bicharada@cidadeverde.com

Abelhas entram para a lista de espécies em extinção

Já faz tempo que as abelhas estão, lentamente, sumindo. O mundo está preocupado com o que pode acontecer se as pequenas polinizadoras forem varridas da Terra - tanto que até apareceram algumas soluções pouco ortodoxas, como uma abelha-robô.

E, pelo jeito, é melhor corrermos, porque esses insetos acabam de ser colocados na lista de espécies em extinção pelo US Fish and Wildlife Service (FWS) - o Ibama dos EUA.

Sem abelhas, não vai faltar só mel. É que elas funcionam como se fossem órgãos sexuais de plantas. Uma parte considerável do Reino Vegetal conta com abelhas para espalhar seu pólen.

Sem abelhas, você castra essas plantas. E elas deixam de existir também, o que é um péssimo negócio, mesmo para quem tem alergia a abelhas: pelo menos dois terços da nossa comida vem direta ou indiretamente de vegetais que precisam de abelhas para se reproduzir.

Ainda não se trata de um apocalipse. Existem 25 mil espécies de abelha. Para a lista, entraram sete: Hylaeus anthracinus, Hylaeus longiceps, Hylaeus assimulans, Hylaeus facilis, Hylaeus hilaris, Hylaeus kuakea, e Hylaeus mana - todas abelhas de cara amarela, parecidas com a abelhinha comum aqui do Brasil.

As abelhas em perigo são todas nativas do Havaí, e a hipótese do FWS é que a razão principal tenha sido a inclusão de espécies de plantas e animais invasores, que desequilibraram a fauna local.

Outro problema é a urbanização cada vez maior das ilhas, o que favorece o turismo descuidado e a destruição do habitat natural dos insetos.

Mas o problema não se restringe ao Havaí, claro: desde 2006, apicultores do mundo inteiro têm reclamado que as populações do inseto caíram. De 2012 para 2013, 31% das abelhas dos EUA tinham desaparecido; na Europa, naquele período, o número chegou a 53%, e no Brasil, a quase 30%.

O pior é que ninguém sabe exatamente o que está causando essa catástrofe. Alguns cientistas acham que é a poluição; outros apostam nos pesticidas.

Existe, também, uma doença chamada Síndrome do Colapso da Colônia, na qual as abelhas simplesmente abandonam suas colmeias sem que nada de errado aconteça, mas a síndrome ainda é um mistério, o que deixa os cientistas de mãos atadas.

 

Com informações Exame
bicharada@cidadeverde.com

Seguindo tradição, fiéis levam animais para receber bênção de São Francisco

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Colaboração de Rayldo Pereira
rayldopereira@cidadeverde.com

Dezenas de fieis lotaram a celebração do Dia de São Francisco de Assis levando seus animais para serem abençoados em Parnaíba, município no litoral do Piauí. A "Bênção dos animais", como é conhecida, é celebrada anualmente na paróquia de São Sebastião, assumida pelos frades franciscanos, logo após a missa campal em comemoração a data.  "São Francisco teve esse relacionamento muito profundo com todos os animais. Na realidade com as criaturas, mas com os animais em especial, ele dialogava com lobos ferozes porque ele tinha esse carinho, por isso nesse dia lembramos dos animais", explicou o frei Roberildo que preside a paróquia.

A celebração ocorreu as 6h da manhã desta terça-feira (04) e entre os animais foram levados, cachorros, coelhos, tartarugas, papagaios e até cavalos.  Frei Roberildo explica que o objetivo da igreja é lembrar o diálogo com os animais, mas ressaltar o carinho com a humanidade.

"Nós frizamos que dentre todas as criaturas o ser humano é o único que possui a misericórdia e que se estende sobre tudo. As pessoas devem cuidar dos animais mais de forma harmoniosa. Tem que ter cuidado com a natureza, as plantas e o meio ambiente de forma geral",  completou o pároco.

A programação dos festejos de São Francisco encerra hoje com a procissão onde são esperadas 80 mil pessoas e em seguida uma missa campal. Logo após, a programação social terá leilão, música ao vivo e barracas da paróquia.

Cão resgatado auxilia Secretaria em ações do Dia do Animal em Teresina

Em alusão ao Dia do Animal, comemorado nesta terça-feira (04), a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam) preparou uma semana intensa de comemorações. É a Mini Caravana Ambiental com foco nos animais que busca conscientizar as crianças sobre a importância do cuidado aos animais.

“Nossa Mini Caravana tem a presença ilustre do cachorro Tufão, que foi resgatado do lixão de Timom, que diverte as crianças e é uma forma de trabalhar com elas o amor aos bichinhos”, explica Delciana Arrais, Chefe do Núcleo de Educação Ambiental.

A Caravana conta com visita às creches com palestras sobre animais, maus tratos e adoção. Além de exibição de vídeos informativos, momento de pintura e entrega de kits educacionais.

Ela ainda acrescenta que o material educacional distribuído deve ser posteriormente entregue aos pais dos alunos. “O kit de educação ambiental com dicas de cuidados aos animais e adoção deve ser entregue aos pais. Ele faz parte da campanha da Prefeitura Municipal de Teresina contra abandono e maus tratos aos animais”, ressalta Delciana.

O primeiro dia de visitas aconteceu no Centro Educacional Espaço Kids, na Zona Leste. A caravana ainda vai visitar mais duas CEMEI durante a semana.

 

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Vídeo de mulher espantando crocodilo com chinelo viraliza na internet

O defensor dos animais Lyndon Anlezark gravou uma cena surpreendente no Parque nacional de Kakadu, no mês passado. Uma mulher, acompanhada de um cachorrinho, espantou um enorme crocodilo usando seus chinelos numa travessia do rio East Alligator.

Em entrevista à rede de TV “ABC”, Anlezark disse que o crocodilo estava perseguindo os dois, enquanto várias pessoas acompanhavam a cena chocadas. “A senhora apareceu com um cachorro pequeno e, como instinto, vários crocodilos foram chegando perto. Nós poderíamos ter tido uma morte naquele dia. Você não chega no cruzamento do rio com crianças pequenas, especialmente, e definitivamente não chega perto com animais de estimação”, afirmou.

No vídeo é possível ver o cachorro assustado, tentando se esconder atrás da mulher. A mulher tira um dos chinelos do pé e começa a bater palmas e espantar o animal. Surpreendentemente, o animal se afasta.

Durante uma pesquisa recente, uma equipe contou mais de 120 crocodilos num trecho de 6km ao sul do cruzamento de Cahill. O caçador de crocodilos Gary Lindner afirmou que regularmente é preciso avisar às pessoas que não fiquem na borda da água. “Graças a Deus (crocodilos) comem uma grande quantidade de peixes porque eles poderiam pegar uma pessoa aqui todos os dias da semana durante os períodos de pico de visitantes”, disse.

O local tem atraído muitos turistas, mas, segundo os especialistas, com mais pessoas no local há um risco maior de acidentes. “Há uma minoria de pessoas que ignoram os perigos e se colocam em uma situação onde um grande e perigoso predador vai agarrá-lo e comê-lo”, disse Lindner.

 

Fonte: Extra

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