Cidadeverde.com

Macaco indefeso é amarrado e humilhado em público na Índia

A cena é de cortar o coração, mas foi testemunhada por vários moradores de Mumbai, na Índia, que zombaram do fato.Um macaco foi amarrado na rua acusado de “bagunçar” a vizinhança, roubando alimentos e quebrando alguns objetos, como é de se esperar do comportamento de um animal fora de seu habitat.

Os residentes, por sua vez, decidiram linchar o animal publicamente em um ato cruel de humilhação. Para isso, contrataram um especialista em capturar macacos, que preparou uma armadilha utilizando uma cesta de frutas como isca e em seguida o amarrou, exibindo o animal no meio da rua como se fosse um troféu.

Foi preciso expor o animal a tamanha crueldade para que as autoridades responsáveis tomassem a iniciativa de levá-lo de volta à selva.

O caso gerou revolta e está impulsionando a luta pelos direitos animais no país, exigindo leis que protejam todas as espécies. Tratar um animal inocente e indefeso dessa forma é totalmente inaceitável.

Ativistas lançaram uma petição para que macacos e outros animais recebam tratamento digno e para que o governo conscientize a população sobre como agir em encontros com animais selvagens. Já são mais de 10 mil assinaturas e a meta é de 20 mil, podendo ser facilmente alcançada com a contribuição de todos – essencial para que cenas como essa jamais se repitam.

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Anda

Homem recria foto clássica para se despedir de seu cão

O jovem Gordon Delacroix e seu cachorro Birdy compartilharam a vida nos últimos 15 anos. No entanto, recentemente, o cachorro foi diagnosticado com câncer.

Para homenagear seu velho amigo e eternizar essa amizade, o rapaz resolveu recriar fotos icônicas que tiraram juntos desde que o cão chegou à casa da família, quando ainda era filhote. As imagens foram feitas no jardim da casa de sua avó - a primeira quando o rapaz tinha 15 anos e a última aos 30.

“Ele pode continuar bem por mais seis meses, mas também pode adoecer novamente bem rápido, e desta vez seria a última vez”, disse Gordon ao Bored Panda. “Meu coração fica em pedaços só de pensar uma coisa dessas, mas nós temos tantas aventuras nesse tempo todo. Eu sou grato por ele ter feito parte da minha vida”.

 Foto: Gordon Delacroix

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Anda

Polícia flagra carneiro roubado no Piauí dentro de mochila

Um adolescente de 16 anos foi conduzido por policiais militares por suspeita de envolvimento no furto de um animal, em Pedro II, a 195 km de Teresina. O carneiro foi levado de uma propriedade rural e colocado dentro de uma mochila. O caso foi denunciado por moradores que acharam estranho o volume dentro da bolsa. 

A delegada Camila Miranda explica que as investigações apontam que o menor de idade não seria o responsável pelo furto. O autor do delito seria um adulto que já é investigado por alguns crimes na cidade e está sendo procurado. 

"Não temos provas concretas de que o adolescente participou da ação. Ele conta que esse maior de idade o chamou para dar uma volta e viu esse animal em um cercado. O adolescente disse que esse adulto puxou o animal pelas pernas e o colocou dentro da bolsa. O rapaz disse que a todo momento dizia para ele que aquilo não ia dar certo", explica a titular da Delegacia de Pedro II. 

Ao avistar a viatura da PM, o suspeito se evadiu do local e deixou o adolescente sozinho com a mochila. O caso- que ocorreu no início da semana- continua a ser investigado. O carneiro foi restituído ao proprietário. 

 

Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Família adota gatinha e cria álbum para celebrar sua chegada

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O que acontece quando uma fotógrafa adota uma gatinha? Uma sessão de fotos cheia de fofura, é óbvio! Pelo menos foi assim que a fotógrafa Cassie Borcherding, de Missouri, nos Estados Unidos, celebrou a chegada do novo membro da família, a gatinha Elsa.

O animal foi encontrado na garagem da casa em que Cassie vive com o marido e seus quatro filhos. A princípio, eles não pensaram em adotá-la, até que Emma, sua filha de 4 anos, insistiu para que mantivessem o animal. Após tentar localizar possíveis donos, a família chegou à conclusão de que a gatinha estava realmente abandonada e decidiu adotá-la.

Como Cassie é uma fotógrafa profissional e costuma fazer álbuns de bebês, sua filha pediu que o felino também ganhasse a sua própria sessão de fotos – o que foi prontamente atendido. Após compartilhar as imagens no Facebook, fotografias contaram com mais de 9 mil compartilhamentos.

O lado triste da história é que a gatinha desapareceu após a sessão de fotos… Através da rede social, a família garante que ainda está em busca do animal.

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Hypeness

Maurício de Sousa posa com Bidu "de verdade" e fãs vão à loucura

Maurício e o encontro entre os Bidus Foto: Reprodução / Instagram

Maurício de Sousa, o pai da Turma da Mônica, recebeu uma visita especial no estúdio em que trabalha, em São Paulo, e chamou a atenção dos fãs: o cãozinho Bidu, da raça Scoth Terrier, um dos mascotes do empresário, que fez um registro segurando o filhote.

"Exclusivamente direto das dependências da Mauricio de Sousa Produções segue imagem que atinge todos os limites possíveis e imagináveis de fofura extrema! Apresentando: Mauricio e Bidu", dizia na legenda da foto. 

Com mais de 12 mil curtidas e mil compartilhamentos, os fãs mostraram-se animados com o clique do desenhista. Entre os comentários, os fãs ficaram emocionados ao ver que o cachorrinho, que nos gibis é azul e pertence à Magali, existe de verdade. “Olha o Bidu verdadeiro!”, “Que lindo, o Bidu existe!”. Outros fãs declararam que, na verdade, Bidu parecia o cachorro do personagem Cebolinha, da raça Lhasa Apso. “Nossa, acho que é o Floquinho, hein?”, disse outra seguidora.  "Oun que coisa mais fofa!", babou uma internauta. "Como assim… O Bidu não é azul? Acabando com a minha infância em 3,2,1…", brincou outra. 

Este é o segundo cachorro de Maurício com o nome de “Bidu” e chegou à casa do empresário em setembro de 2014, mas logo ganhou o coração de todos e está presente com a família em todas as viagens.

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Extra

Polícia encaminha à Justiça caso de maus-tratos a cão no Piauí

Por Graciane Sousa

Uma mulher de 57 anos- que não teve a identidade revelada- prestou depoimento por ter sido acusada de maus-tratos. Sansão foi resgatado pela protetora de animais e gerente comercial, Jamille Vasconcelos. O cachorro estava bastante debilitado e com um ferimento na cabeça infestado de larvas. A situação do cão comoveu internautas que se mobilizaram para ajudar o animal. 

                                          

Sansão no dia do resgate e após um mês de tratamento

Em depoimento, a  suspeita disse desconhecer as causas do ferimento no animal. Vizinhos relataram que a ferida no bicho teria sido causada por golpes de faca e pedradas. 

"Ela disse que não sabe como foi produzida a lesão e imagina que o cachorro pode ter se ferido brigando com outro animal. Ela também não descarta a possibilidade do bicho ter sido agredido fora de casa", disse delegado Antônio Madson, titular do 10º Distrito Policial.

Ao chegar ao Hospital Veterinário Universitário (HVU), no início do mês de maio, Sansão foi atendido em caráter emergencial, estava prostado e com parte da região do crânio exposta. O veterinário que o atendeu disse que o animal corria risco de vida devido a grande quantidade de larvas no ferimento. (relembre o post).

As características com que Sansão foi resgatado denotam que ele sofreu maus-tratos. Interrogada, a ex-tutora do animal alegou que  borrifava um antisséptico caseiro no cachorro e que não o encaminhou ao hospital por falta de dinheiro. Por outro lado, o veterinário que atendeu Sansão ressaltou que os ferimentos no animal são característicos de descuido. 

"O Sansão estava vivendo em uma situação de total descaso. Não é questão financeira; isso tem a ver com coração. Ela poderia ter comprado uma pomada para tratá-lo e com isso gastaria no máximo R$ 10", disse Mille, após resgatar o bichinho", disse Mille.

A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público. A suspeita- que cria de outros quatro animais- assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). 

"Tudo o que foi apurado já foi encaminhado ao representante do MP do juizado especial criminal da Zona Sul, no bairro Bela Vista, que juntamente com um juiz avaliarão se há provas suficientes para apontar essa senhora como autora do crime", reitera o delegado. 

Após um mês do resgate, a melhora do quadro de saúde de Sansão é visível e o ferimento está praticamente curado. Temporariamente, ele continua sob os cuidados da Jamille Vasconcelos que salvou o cachorrinho, literalmente, sentenciado à morte. 

Sansão um mês após os cuidados da protetora Mille

 

bicharada@cidadeverde.com

Cão amputado inspira projeto para ajudar animais de rua no Piauí

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Por Graciane Sousa

Para os incrédulos no poder de transformação do amor, a história da Felícia e do cão Bob é a mais verdadeira prova de que isso existe, sim! O cãozinho teve uma das patas amputadas após um acidente doméstico. Sem dinheiro para pagar o tratamento do cachorro, a fotógrafa usou a criatividade para conseguir custear os gastos médicos. Mas a ideia não parou, e ela transformou a ideia de ajudar o animal em um projeto bem maior em prol de outros bichinhos que vivem nas ruas. 

Tudo começou quando Felícia fez uma cadeira de rodas improvisada para Bob, que morava com sua antiga tutora em Timon-MA. Após um atropelamento, o cãozinho ficou com sequelas na coluna vertebral e andava com dificuldades. 

"A antiga tutora o resgatou após ele ser atropelado. Ela disse que após o acidente, o Bob foi deixado em um matagal e provavelmente morreria, porque precisaria de cuidados. Através das redes sociais, eu conheci a história dele e resolvi  confeccionar uma cadeira de rodas. Nunca tinha feito uma e me inspirei em algumas que vi na internet. Tenho muitas habilidades artesanais e me arrisquei a fazer uma cadeirinha com canos PVC. Após uns dias, a antiga tutora dele, disse que não tinha mais condições de criá-lo e eu me dispus a dar um lar temporário para o Bob, mas acabei ficando com ele", relembra a fotógrafa Felícia Mendes. 

Até chegar a ser amputado, Bob sofreu um outro acidente, desta vez, na casa da Felícia. Ele se machucou ao correr atrás de um gato. Nisso, acabou ferindo uma das patas. O ferimento evoluiu para uma necrose e em seguida amputação.

"Quando ele veio morar comigo, ele já era deficiente, mas tinha apenas uma limitação no andar. Já após o acidente doméstico, ele teve que amputar a perna, mas não foi descuido da minha parte, quando eu percebi, ele já tinha corrido atrás do gato e se machucado. Cuidei dele, mas não consegui evitar a necrose. Todas as pessoas que têm animais que são deficientes e não fazem o uso da cedeira de rodas, sabem que eles se machucam por qualquer coisa, porque caminham de uma forma errada, são descuidados", explica a fotógrafa, que também é ilustradora e slow designer.

@parabob

De cão pré-destinado a morte, Bob virou garoto-propaganda do projeto @parabob. Hoje, o cãozinho (que como a mãe dele diz: rir para as fotos), estampa chaveiros, toys. Nos objetos, o cachorro é retratado em várias situações e versões, encarnando vários personagens, artistas como Frida Kahlo, imagens religiosas como São Francisco e Iemanjá, e até cantores.

Fotos: Felícia Mendes

“O primeiro desenho dele foi o Bob tradicional (ele sentadinho, com a perna para frente, sorrindo e de fraldas) mas depois eu pensei: será que vou agradar? não queria que as pessoas comprassem meu produto por pena dele ou só para ajudá-lo. Eu queria que as pessoas comprassem os chaveiros porque gostaram do produto", disse.

Na primeira coleção do @parabob estão sendo lançados chaveiros e toys. Felícia adianta que pretender investir em outros produtos como estojos, camisas, mochilas, cadernos, bem como comercializar os produtos em uma loja virtual. 

“Eu comecei a vender para pagar a dívida dele. Hoje em dia virou o @projetoparabob. Eu vi a aceitação das pessoas em relação a ele, por conta das ilustrações e por ser uma coisa bastante divertida, lúdica. As pessoas criaram uma simpatia muito grande por ele. Tem muita gente que me para na rua para perguntar se ele está bem. Eu percebi que a ilustração aliada à produção animal seria bastante eficiente. Então, eu enfie a cara e a coragem para fazer o projeto @parabob, para todos”.

Os chaveiros e toys comercializados são confeccionados, desenhados e pintados à mão. Parte da renda adquirida com a venda será destinada para pagar a cirurgia de amputação do Bob; a outra metade será investida dentro do atelier para custeio com a compra de materiais, divulgação e outros. 

"O projeto é recente e consegui em média R$ 300 a venda de chaveiros. A dívida do Bob na clínica é de R$ 765", reitera. O projeto acabou de existir. Recentemente, eu fiz o instagram para divulgar o projeto que vai ser muito grande e bonito. Eu ainda estou dormente com tudo o que está acontecendo. Sei que é só o início. É um projeto ousado. Só sei que me sinto bastante feliz e realizada quando faço a ilustração. Naquele momento, acho engraçado e fofo...acho que eu mesma tenho que ter todos e vou fazer uma coleção. Eu não sei se vai dar certo, se o Brasil (porque  nós vamos fazer uma loja virtual)  vai acolher a proposta, se as pessoas vão acreditar na gente", vislumbra. 

Cada chaveiro custa em média de R$ 15 a R$ 25, dependendo da arte. Já os toys- um espécie de chaveiro em tamanho maior- custa R$ 35. Os produtos podem ser adquiridos em bazares beneficientes, pela rede social @parabob ou através do telefone  (86) 9 9992-0196.


Para Bob, para todos

O que era o projeto @parabob se transformou no projeto Para Bob, para todos. A renda adquirida com a venda também será utilizada para ajudar outros bichinhos de rua, não apenas animais com deficiência, mas que precisam de algum tipo de ajuda. Outro foco do projeto está voltado para a adoção. 
 
"Quero ajudar outros animais que estão em situação delicada, que sofreram muito, que ninguém quis adotar... que está bastante machucado e com sequelas. Isso foi o que ocorreu com o Bob. Ninguém quer um cachorro deficiente. É muito difícil. Quero ajudar animais de difícil adoção. A ideia sempre foi pagar a conta do Bob, mas houve uma aceitação muito grande e eu vi nisso a possibilidade de ajudar outras pessoas. Estamos começando agora, mas com certeza vai atingir muitos animais, ajudar bastante. Na minha cabeça, não adianta apenas pagar a conta do animal e deixar ele sem adoção, sem um lar ou devolver para as ruas ou colocar em um abrigo, pois abrigos não são lares. Quero ajudar a vida dos animais, ressignificar e dá uma vida melhor para eles", reitera. 

História de vida

A história de superação de Bob se confunde com a história de vida da fotógrafa. Ela relembra que, quando criança, foi acometida por uma doença conhecida como febre reumática, que a fez ficar seis meses sem caminhar. 

"Descobrimos a doença quando eu tinha cinco anos de idade. Cresci ouvindo os médicos dizerem que eu não ia caminhar, pois a doença não tem cura. Fiz tratamento dos cinco aos 21 anos de idade. Essa doença é provocada por uma bactéria que atinge o coração e as articulações. A febre reumática não me causou deficiência, mas fiquei seis meses sem andar", desabafa. 

E é neste sentido que a história de Felícia se confunde com a de Bob. Felícia conta que o cão também contradisse os médicos veterinários. Para mim, ele é sinônimo de persistência. 

“Quando ele fez a cirurgia, o médico me disse: olha, você não se preocupe se o Bob chorar, porque  é uma cirurgia delicada e que dói muito. É uma amputação. E eu disse: olha, meu cachorro não chora, ele não vai chorar. E quando eu fui dar o retorno, o doutor perguntou se o Bob tinha chorado muito e eu respondi: em nenhum dia, em nenhum momento, meu cachorro chorou. O Bob nunca chorou na vida. Ele é cachorro muito persistente e representa muita alegria. Eu aprendi muito com a persistência dele. Eu sou portadora de febre reumática e passei minha vida inteira ouvindo que eu ia ficar de cadeira de rodas, que eu  não caminharia. Hoje eu estou aqui, praticamente, com 24 anos e sou super saudável. Ele foi meu exemplo de persistência", disse. 


Arte que transforma

Atualmente, o ateliê é improvisado e funciona no próprio quarto de Felícia. "Tirei cama e outros móveis...deixei apenas algumas coisas que preciso para fazer os toys e chaveiros, desenvolver ilustrações", reitera.

Por outro lado, as dificuldades com a estrutura física, não desanimam a fotógrafa que ainda não têm dimensão da importância do projeto. 

"Ainda nem sei a importância do projeto para mim. Quando criança, todos me falavam que eu ia ser veterinária, mas sempre fui artista. Nunca soube, de fato, como ajudar os animais com a minhas habilidades e após o acidente do Bob eu vi uma oportunidade de ajudar não só meu cachorro, mas outros, através da ilustração. Não sei ainda o tamanho da importância que esse projeto vai ter em minha vida, mas já é uma emoção muito grande ter tido essa ideia, essa iniciativa, mesmo com medo e sabendo que vão haver dificuldades, uma vez que, as pessoas não são tão sensíveis à causa animal. O projeto é muito importante para mim como artista, ser humano e como tutora de um animal deficiente", finaliza Felícia Mendes. 
 

 

bicharada@cidadeverde.com

Donos usam web para arranjar "namorados" para seus pets

Por Graciane Sousa

E para quem pensa que só entre humanos é difícil encontrar a sua cara metade...a realidade não é bem assim. Neste domingo (12) dia dos namorados, o post do blog é sobre os perrrengues que muitos animais passam para achar sua alma gêmea. Sinceramente, difícil de entender como criaturinhas tão fofas ainda estão sozinhas.

Esses bichinhos- que vamos contar suas histórias- moram em Teresina e têm a sorte de terem donos muito antenados e que resolveram buscar na internet a outra metade da laranja de seus pets.  Eles recorreram  a um a site para encontrar um namorado para os bichanos.

O Max é um cãozinho da raça poodle e tem dois anos de idade. O dono dele, Alex Cavalcante, disse que copiou a idéia de colocar o cão na rede após ter visto anúncios semelhantes.

"Não é fácil arrumar namorada para o Max porque não conheço ninguém que tenha a mesma raça. Ele nunca namorou só teve um caso de um dia e por isso resolvi apelar para as redes sociais", disse Cavalcante. O sorriso é a arma de sedução de Max.

Já a madrinha do pinscher Montanha (que de grande mesmo não tem nada) conta que o tamanho do bichinho é o principal problema para ele estar na solidão.

"Ele ainda é virgem e estou justamente procurando a primeira namorada dele. O Montanha tem um ano e cinco meses e 30 centímetros de altura em pé. Ele é bem pequeno e por isso está tão difícil arranjar alguém), disse Milena  Kelly, madrinha do cãozinho.

Para seduzir, Montanha usa como ferramentas o charme, inteligência e a beleza. "Ele é esperto, supereducado e adora passear na Potycabana aos fins de semana", reitera Milena acrescentando também que o bichinho não é muito exigente e quer apenas uma parceira que seja da mesma raça, vacinada e do mesmo porte físico.

Já Maitê- uma gata persa- tem um ano e quatro meses e também nunca se relacionou. O dono dela confessa que a razão da gatinha estar tanto tempo sozinha foi o ciúmes.

"Eu não queria que ela cruzasse...tinha ciúmes. Agora ela já está mocinha e na hora de entregá-la para o mundo", disse aos risos o empresário Alaiel Moura.

Ele conta que, em 24h após aparecer na web, a gatinha conseguiu um pretendente. A parte triste da história é que o futuro ex-namorado não apareceu.

"O pretendente foi quem perdeu, pois a Maitê é uma gata. Ela estava preparada para o encontro, mas não deu certo. Agora vamos escolher outro. Está chovendo de pretendentes", brinca Moura.

bicharada@cidadeverde.com

Pesquisa revela que gatos andam até 3 km de distância de suas casas

É claro que a melhor atitude é não deixar seu gato na rua, onde ele pode desaparecer e acabar pegando doenças, mas em alguns locais do mundo, onde os gatos e cães são microchipados e as vizinhanças são mais amigáveis, os felinos têm livre acesso à rua. Por isso, uma pesquisa na Austrália descobriu que, nesses "rolês", os gatinhos andam enormes distâncias apenas durante a noite. 

De hábitos noturnos, os gatos se movimentam e atuam, caçando, brincando e andando, muito mais à noite. Na pesquisa, através de um serviço de monitoramento por GPS, o percurso praticado pelos gatos pode chegar a até 3 km de distância de suas casas, ou até mais. Nem todos os gatinhos se contentam com um simples passeio pelo quintal, e acabam indo muito mais longe. O estudo foi realizado pela Central Tablelands LLS, um serviço governamental australiano que trata da gestão de recursos na cidade de Lithgow. 

"Quando você fala com vários donos de gatos, eles dizem: ‘Oh, meu gato apenas dorme na beirada da minha cama, não vai a lugar algum'”, comenta Peter Evans, um dos envolvidos na pesquisa. Agora eles sabem que não é bem assim. Esse mapeamento de "para onde nossos gatos vão?" mostra que os animais podem correr muito mais perigo do que imaginamos. Alguns gatinhos também podem se perder e gerar situações como a do gato que voltou para sua casa após 8 anos desaparecido.

Na ocasião, o senhor que o alimentava julgando que ele fosse um simples gato de rua, o levou para uma consulta no veterinário na Califórnia, Estados Unidos. Como por lá a maioria dos animais são microchipados, descobriram os verdadeiros donos do bichano, que foi devolvido à sua família. 

Da próxima vez que você vir um gatinho peludo deitado fofamente no sofá, não se engane, ele pode estar dando voltas gigantescas pela região, como ilustram as imagens abaixo:

bicharada@cidadeverde.com
Com informações SCL

Suspeito é preso com gato de estimação e diz: "ele é meu cúmplice

Por Graciane Sousa

O Bicharada conta hoje a história de como um gato foi parar em uma viatura da PM e chegou à Central de Flagrantes de Teresina. O caso foi registrado nesta terça-feira (07), na Zona Sul de Teresina. Um jovem suspeito de comercializar drogas foi preso em flagrante por policiais da 2ª Companhia do Promorar. No momento da abordagem, ele carregava uma sacola com entorpecentes e seu gato de estimação que também foi encaminhado à delegacia. 

O animal, que aparenta ser um filhote, era usado para tentar disfarçar a venda de drogas. 

"Ele foi pego comigo, então ele é meu cúmplice. Eu usava o gatinho para desdobrar, mas não deu certo. Olha só a cara do vagabundo", disse o suspeito apontando para o gatinho.  

Com o suspeito- que estava visivelmente sob efeito de alguma substância entorpecente-  foram encontrados cerca de 30 pedras de crack, dinheiro e um santinho de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.  Ele conta ainda que não tinha passagens pela polícia e era a primeira vez que cometia o delito. 

 

bicharada@cidadeverde.com

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