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Vídeo de maus tratos no set de 'Quatro vidas de um cachorro' causa polêmica

Um vídeo vazado do set de "Quatro vidas e um cachorro" está causando polêmica. Nele, um cão da raça pastor alemão, chamado Hercules, é obrigado a entrar numa piscina com correnteza apesar de parecer apavorado.

Na cena, o cão salva uma criança de um afogamento em um rio. Assustado, Hercules tenta fugir e se desvencilhar da água, mas o treinador força sua entrada na piscina. Em um momento, o animal fica completamente submerso e membros da equipe gritam, tentando tirá-lo da água.

O vídeo foi gravado clandestinamente por um membro da equipe, em novembro de 2015. Dirigido por Lasse Hallström e estrelado por Britt Robertson e Dennis Quaid, o longa está previsto para estrear no dia 26 de janeiro no Brasil.

Segundo fontes do "TMZ", que conseguiu a gravação, o diretor interrompeu a gravação e, na volta, o cachorro gravou a cena normalmente, sem precisar ser novamente jogado na água.

Os estúdios Amblin Partners e Universal Pictures, responsáveis pelo filme, divulgaram um comunicado: “Promover um ambiente seguro e garantir o tratamento ético de nossos animais atores foi de extrema importância para aqueles envolvidos na realização deste filme, e vamos analisar as circunstâncias em torno deste vídeo”.

No Twitter, Hallstrom se defendeu: “Eu não testemunhei essas ações. Todos nós estávamos empenhados em proporcionar um ambiente amoroso e seguro para todos os animais no filme. Me prometeram que uma investigação completa desta situação está em andamento e que qualquer irregularidade será relatada e punida”.

A Peta (People for the Ethical Treatment of Animals, que defende a causa animal) já convocou boicote ao longa. "A Peta está convocando os que amam cães a boicotar o filme para enviar a mensagem de que cães e outros animais devem ser tratados com humanidade e não como adereços de filmes".

No filme, um cachorro morre e encarna várias vezes, sempre mantendo o sonho de reencontrar seu primeiro dono e melhor amigo.

*Com informações de O Globo

Cachorrinhos preferem que você fale com eles como fala com bebês

Muita gente tenta se segurar, mas é difícil não mudar o tom de voz ao falar com um bebê. Além de olhares tortos, esse tom pode atrair algo bem mais positivo: cachorrinhos. Uma pesquisa publicada na Proceedings of the Royal Society B indica que os filhotinhos tendem a ficar mais atentos quando usamos um tom agudo e falamos mais lentamente com eles.

Os pesquisadores mostraram fotos de cachorros a um grupo de adultos e pediram que eles falassem diretamente com os animais - alguns filhotes, outros mais velhos. Para comparar, gravaram as mesmas frases em tom normal, falando diretamente com um ser humano. Depois de analisarem diversos aspectos das gravações, como tom de voz e frequência, os pesquisadores perceberam que a forma de falar muda ainda mais quando nos dirigimos aos filhotes.

Então foi a vez de um grupo de cachorros ouvir os áudios. Enquanto os mais idosos responderam igualmente às gravações direcionadas aos humanos e às direcionadas aos cães, os filhotes ficaram bem mais atentos ao ouvir as gravações direcionadas a eles - com tom de voz mais agudo e fala mais lenta.

Não foi possível concluir exatamente por que isso acontece, mas os pesquisadores arriscam dizer que, assim como os bebês, falar com os cahcorrinhos dessa maneira "pode ser eficiente para promover aprendizado de palavras - uma habilidade demonstrada pelos cães." Eles ainda ressaltam que nossa mente acaba juntando cachorros e bebês na mesma categoria de "companhias não-verbais", ou seres que apenas 'meio que entendem' o que estamos dizendo.

 

Fonte: Estadão.

Picolés para cães ajudam a reduzir o calor; veja o que dizem especialistas

O Rio de Janeiro começou o ano com 11 dias seguidos de sensação térmica acima dos 40ºC. Se a vida cotidiana está difícil para os seres humanos e seus poucos pêlos, para os cães a sobrevivência no clima quente é ainda mais complicada. O G1 ouviu donos de animais e veterinários em busca de dicas de cuidado para evitar, entre outros problemas, a hipertermia - a elevação da temperatura interna do corpo.

Em locais com grande circulação de animais, como no Parcão da Lagoa Rodrigo de Freitas, os donos trocam dicas sobre como amenizar os efeitos da temperatura.

“No calor, a gente tenta deixar eles em casa no período de 10h às 17h, que é muito quente para eles. E quando a gente volta da rua, a gente tenta umedecer, passar um paninho molhado para eles refrescarem, além de deixar o ar ligado o maior tempo possível”, explicou a advogada Fernanda Mattos, que cuida de Bebel, Mag e Thor.

“Diferente da gente, os cães não transpiram como nós. A gente transpira, está suando, a gente troca calor. Esfriando o corpo pela perda de água. O cão também perde água, mas de uma forma diferente, através da respiração. Ou seja, ele transpira, basicamente, pela língua. Não é uma transpiração, é uma troca de água, uma troca de calor. O animal tem que respirar bem para ter uma troca de calor definida e bem feita”, explica o veterinário Rubem Bittencourt, membro do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro.

Como respirar bem é fundamental para o bem estar dos animais, de acordo com Rubem, os donos de raças com focinho chato, como buldogue e boxer, devem prestar atenção à respiração de seus animais. Mas as dicas de cuidado com os bichinhos valem para todos as raças.

“É importante observar a hora que sai com os cães. Não sair em um horário de calor, procurar andar na sombra, levar uma vasilha com água é interessante, para ele poder beber. Se for preciso, jogar água no cão também. São medidas preventivas que ajudam a evitar acidentes mais graves. Lembrando também que as patas também sofrem com o calor”, explicou Rubem.

Segundo ele, é preciso estar atento aos primeiros sinais de que o cachorro precisa de ajuda. Respeitar o limite do animal é fundamental.

“Sentiu que o cachorro está respirando muito forte, muito rápido, a melhor coisa é: acalme o cachorro, dê água para ele e jogue uma água para esfriar a temperatura corporal.”

Caso o animal não se recupere, os donos devem procurar o serviço médico veterinário imediatamente.

Picolé de água de coco

Na clínica onde Rubem Bittencourt trabalha, o número de atendimentos por hipertermia aumenta 30% no verão. Jogar água no cão e fazer agrados com água ou água de coco congeladas também são ideais para fazer com que o bicho fique mais confortável.

Essa estratégia já é usada pela comerciante Taissa Vaillé. Seus dois cães, Sansão e Vida, são alucinados em picolés de água de coco congelada.

“Um dia que estava muito quente eu dei uma pedrinha de gelo para eles, que adoraram. Passei a dar gelo sempre. Um dia resolvi testar o picolé. Comprava um para mim e outro para eles. O veterinário sempre falou que tinha que ser fruta e que não fosse cítrica. Aí a gente passou a fazer em casa o picolé de água de coco. A gente faz na forminha de coco ou de picolé. Eles adoram. É a sensação aqui em casa”, explica Taissa. 

As fotos dos animais não deixam dúvidas sobre como eles gostaram. Agora, quando alguém abre o congelador, os cães ficam atentos, esperando pela guloseima.

 

Fonte: G1.

Teresina contará com delegacia para apurar crimes contra animais

Por Graciane Sousa e Maria Romero
Colaboração de Carol Santana

Teresina deve conta a partir de fevereiro com um núcleo especializado em crimes ambientais. Entram na lista, por exemplo, maus tratos a animais incluindo abandono e agressões físicas. O delegado geral de Polícia Civil, Riedel Batista, disse que a unidade deverá ser instalada em um novo prédio que vai abrigar delegacias especializadas ou mesmo no Batalhão Ambiental após reforma.

"Estamos na fase de conversação com a Polícia Militar, Ministério Público Estadual e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente para ver o melhor local de instalação do núcleo", disse Riedel Batista, acrescentando que já existe uma equipe definida (delegado, agentes e escrivão) para atuar no novo núcleo. 

Em Teresina, um dos crimes mais comuns é o de abandono de animais domésticos. Cães e gatos são deixados na porta de residências, abrigos e até mesmo clínicas veterinárias.

"São pessoas que deixam os animais em imóveis fechados ou sob sol e chuva. Existem casos de atropelamentos até propositais... agressões físicas como pauladas, facadas e outros casos de humilhação, que também são considerados maus tratos. Os animais não podem ser desrespeitados e a maneira como os tratamos é muito importante. Eles não merecem sequer serem xingados", disse Jane Haddad, uma das diretoras da Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa).

No Hospital Veterinário Universitário (HVU), na Universidade Federal do Piauí, o número de bichos abandonados só reduziu após a instalação de câmeras de segurança há três meses na área externa do prédio.

"Em casos de abandono no HVU, a gente faz BO, mas não tem adiantado. Enquanto não tiver uma delegacia especializada essa situação não vai ser resolvida", disse o diretor do HVU, João Macedo.

Atualmente, qualquer denúncia de crime ambiental pode ser registrada em qualquer delegacia da Capital. Mas sem uma equipe especializada em direito ambiental, muitos casos deixam de ser apurados. 

Jane Haddad reforça a importância de um núcleo especializado na investigação de crimes contra animais. 

"Essa delegacia vem nos socorrer muito. Em algumas as situações, as pessoas recorrem à Apipa para que sejam tomadas providências. Precisamos de um lugar específico para registrar BO, para que os casos sejam apurados e haja a materialidade do caso através de fotos, vídeos, depoimentos de vizinhos que reconhecem o que está acontecendo. Essa delegacia vai nos ajudar e acredito que vai ser muito procurada. A delegacia tem que ser inagurada e tem que ter pessoas aptas para o trabalho, treinadas, que conheçam a causa animal, além de veterinários que possam receber os animais fazendo os primeiros cuidados", sugere Haddad.

Desafio do 'Mannequin Challenge' com cães diverte internautas

Cães já são lindos por natureza imagina vários deles no desafio do Mannequin Challenge. Na mais nova sensação da internet, os participantes congelam no meio de uma atividade cotidiana e ficam completamente imóveis na posição, como manequins, durante todo o vídeo.

 

Nas redes sociais existem vários vídeos com seres humanos e, lógico, com cães também. Um dos mais lindos (veja abaixo) foi postado há cerca de dois meses e já tem mais de 51 milhões de acessos no Facebook. No desafio, os cães aparecem em cenas cotidianas como na cozinha, sala e até mesmo no banheiro. 

 

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Abandonados no hospital, cães aguardam adoção e sofrem com ausência

Por Graciane Sousa
Colaboração Carol Santana

Sabrina

O que era para ser só uma visita ao veterinário, virou um drama na vida de quatro animais que foram abandonados no Hospital Veterinário Universitário (HVU), na Universidade Federal do Piauí. A Sabrina, por exemplo, mora no canil de internação há oito meses e sofre com a ausência de uma família. 

Atualmente, há três cães e um gato que moram no hospital. O diretor do HVU, João Macedo, explica que os animais estavam doentes, foram levados para uma consulta e ficaram internados. O que se esperava é que- após o tratamento- os tutores retornassem para pegá-los, o que não aconteceu e, ainda hoje, eles esperam o dia que vão voltar para casa. 

A Sabrina é SRD e chegou ao hospital com um problema ortopédico. Agora, ela já caminha normalmente e está disponível para adoção, assim como os outros três animais. 

Lola

Fred

João Macedo explica que, no momento da internação, os tutores assinam um termo de responsabilidade pelo animal e as despesas decorrentes do tratamento médico. 

"Após sete dias da alta, o dono deve voltar para pegá-lo. Passado esse prazo já é considerado crime pois configura-se como abandono. Se isso acontece, enviamos um documento para que o dono compareça ao hospital. Se ele não vier, registramos BO e a conta do animal vai para a dívida ativa da União", explica Macedo que defende a criação especializada de crimes ambientais. 

Chena

Ele ressalta que devido ao número de animais abandonados foi necessário a instalação de câmeras de segurança nas imediações do HVU. Só assim, os casos diminuíram. 

 

HVU 

O Hospital Veterinário Universitário é referência no tratamento de animais não só no Estado, mas também em toda a região nordeste. Inaugurado no ano de 2003, o hospital atende animais de companhia (cães e gatos), de produção e silvestres, oferecendo serviços como consultas, cirurgias, internação, vacinação, necropsia, exames laboratoriais, radiográficos e ultrassonográficos. 

Com funcionamento de regime de plantão 24 horas, o Hospital Veterinário possui uma unidade de remoção hospitalar. No ano passado, o sistema de atendimento do hospital foi modernizado com a aquisição do Sistema de Gestão para Clínicas e Hospitais Veterinários que permite que, a qualquer momento, o prontuário do animal estará disponível, facilitando o trabalho dos médicos.

O preço da consulta é em média 40% menor do que o valor cobrado em clínicas particulares. Além disso, tutores com baixa renda e que tenham o cartão do Bolsa Família, pagam um valor ainda menor por atendimento. 

As instalações do HVU se localizam no Centro de Ciências Agrárias (CCA), localizado na Rua Dirce Oliveira, bairro Ininga, zona Leste de Teresina.

 

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Vacinação contra a raiva em Teresina encerra sábado (07)

A vacinação contra a raiva em Teresina chega a última etapa neste sábado (07), imunizando cães e gatos nas zonas rurais Leste e Norte. Mais de 300 profissionais da Fundação Municipal de Saúde (FMS) visitarão 105 localidades de nove povoados do município. (confira lista abaixo).
 
Devido a distância entre as localidades, a logística da vacinação antirrábica na zona Rural é diferente da zona Urbana, que acontece em postos fixos.

A gerente de Zoonoses Oriana Bezerra orienta que, no dia da vacinação, os moradores das regiões deixem cães e gatos em casa para que possam ser vacinados. “É comum os animais serem criados soltos na zona rural e até mesmo acompanharem os donos em trabalhos na roça. Mas pedimos que neste dia eles os mantenham presos e com um responsável até que as equipes de vacinação cheguem”, lembra a gerente.
 
A vacina é a forma de prevenção mais segura contra a raiva.  Teresina não registra casos da doença em seres humanos desde o ano de 1986, e em animais desde 2011, com um cão que foi infectado no interior do Estado.
 
“Para que possamos continuar com essa estatística positiva da doença em nossa cidade a melhor forma é a vacinação, que é disponibilizada para toda a população de forma gratuita”, explica Oriana.
 
Sintomas
 
A raiva é transmitida aos animais domésticos através da mordedura de outro animal contaminado. O contágio se dá pela saliva, que transmite o vírus da raiva. Ao morder o ser humano ou nossos animais de estimação, o vírus é inoculado rapidamente, ocorrendo dessa forma o contágio.
 
O período de incubação nos animais é, em geral, de 15 dias a dois meses. Eles apresentam mudança de comportamento, escondem-se em locais escuros ou mostram uma agitação inusitada. Após um a três dias, ficam acentuados os sintomas de agressividade e a salivação torna-se abundante, uma vez que o animal é incapaz de deglutir sua saliva, em virtude da paralisia dos músculos da deglutição.

 

Zona Norte
 
Área: Dois Irmãos
 
Gurupá de Cima, Gurupá de Baixo, Canaã, Ave Verde, Alegria, Fazenda São Geraldo, Nova Laguna, Morro do Calnad, Santo Antônio (JET), Boa Fé (Fazenda), Fazenda Soares, Dois Irmãos, Mantiqueira, Caueiro (Baixa Escura), Assentamento Santo Antônio, São Vicente de Cima, São Vicente de, Baixo, São Luís (Fazenda), Marambaia, Canindé, Jaguaribe, Esperança;
 
Área: Campestre

Campestre Norte, Assentamento, Tamboril, Novo Boqueirão;
 
Área: Bela Vista

 
Chapadinha, Santo Agostinho, Lírio do Campo, São Raimundo, Bela Vista, Esperança, Cajazeiras, Santo Antônio II, Portal do Parnaíba, São Domingos, Santa Helena, Mata Pasto, Traíras, Morada Nova;
 
Área: Boa Hora
 
Boa Hora, Santa Maria, São Francisco da Esperança, Boa Vista (CONVAP), Boa Vida (COMVAP), São José (COMVAP),São Raimundo (COMVAP), Santa Inêz, Comvap, Centro do Sítio;
 
 
Zona Leste
 
Área: Soinho
 
Povoado Soinho, Povoado Tapuia;
 
Área: Coroatá
 
Coroatá,Coroatá de Dentro, Bulena, Amparo, Lagoinha, Girassóis,Canto do Romão;
 
Área: Santa Luz
 
Povoado Santa Mônica, Baixão do Carlos, Povoado Mundo Novo, Anajás, Centro de Santa Luz, Povoado Santa Luz, Santa Luz, Povoado São Geraldo, Santa Luz de Baixo, Nova Laguna, Coqueiro Verde, Povoado Palmeira, Boqueirão, Cajaíba;
 
Área: Cacimba Velha
 
Fazenda Nova, Cacimba Velha, Baixão, Rua Nova, Taboquinha, Taboca, São Raimundo, Serra do Gavião, Povoado São Francisco, Lagoa da Mata, Nova Cajaíba, Cajaíba, Assentamento MST;
 
Área: Santa Teresa
 
Árvores Verdes, Assentamento Pimenteiras, Beco da Raposa, Calengue, Cancela, Trabalhosa, Mundo Novo, São João, Assentamento Gastpá, Santa Rita, Papagaio, Lagoa de Dentro, Fazenda Nova, Santa Tereza, Cantinho, Serra Dourada.


Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Levar o cachorro à praia requer cuidados extras

Por Graciane Sousa

O melhor amigo do homem é companhia inseparável também durante as férias, não é mesmo! Mas levar o bichinho para a praia requer alguns cuidados, alerta a veterinária Rosa Melo. Se o cão for viajar de carro, a atenção deve começar ainda durante a viagem, pois o animal pode sofrer com náuseas e enjôos. 

"Alguns animais ficam calmos, mas alguns podem apresentar estresse ou mesmo enjôo e para isso existem alguns remédios que podem ser levados na bagagem. A recomendação é procurar um veterinário pois a automedicação não é válida", explica Melo. 

Dependendo da duração da viagem, serão necessárias paradas na estrada para que o animal possa se alimentar, tomar água e também fazer xixi. 

Independente do destino da família, se a viagem é para campo ou para a praia, os donos têm que manter o calendário vacinal dos pets em dia, além da vermifugação. Outra orientação importante é sobre o uso de carrapaticidas.

"Os tutores devem se lembrar que o animal vai para um ambiente totalmente diferente e os cuidados devem ser redobrados. Há casos em que as pessoas se descuidam e o cão volta para casa cheio de carrapato, por exemplo", explica Rosa Melo.


Hora de entrar no mar

 

Quando o assunto é permitir se o cãozinho entra ou não no mar, alguns veterinários divergem. A veterinária Rosa Melo não vê problema em deixar o animal entrar na água, desde que sejam obedecidas algumas regrinhas. "Imediatamente ao sair do mar, o animal deve tomar banho com água corrente, pois deixar o sal na pele dele, pode ocasionar algum problema de pele", alerta. 

Rosa chama atenção também ainda para os cuidados com alimentação e orienta: NADA DE FRUTOS DO MAR, pois assim como acontece com humanos, o cão pode desenvolver alergias. 

 

Mais algumas dicas 

- Você deve saber que apesar da praia ser um lugar muito atrativo para você, ela pode não ser tão agradável para seu cão. Não são todos os animais que gostam de água, de areia, de calor e você deve observar bem a tolerância de seu cão a todos eles.

- Apesar de todos os cuidados os cães estão propícios a transmitirem doenças aos seres humanos. Você jamais deve levar seu animal para um local público se ele não estiver com todas as vacinas, vermífugos e anti-pulgas em dia.

- Você deve sempre ter em mão o cartão de vacinação do seu cachorro, pois em algumas cidades existem fiscalizações para poder minimizar os riscos contra a integridade e saúde da população.

- Somente você conhece seu cão completamente, ou seja, lembre-se de analisar os riscos que este cão pode oferecer as pessoas do local. Por exemplo, se seu animal for bem agressivo, certamente o passeio na praia é uma péssima opção, mas se mesmo assim você optar por levá-lo, você deve estar atento e tomar todos os cuidados.

- Você deve estar bem atento a isso e pesquisar antes de viajar, pois em algumas cidades é proibido levar o cachorro até a areia.  Para evitar eventuais dores de cabeça você deve ler atentamente as leis municipais da cidade pra onde você está indo.

– Os cães são curiosos e podem querer entrar no mar, portanto, fique atento e não presuma que seu cachorro sabe nadar. Eles precisam aprender! Por isso, tenha muita atenção.

– A água salgada não faz muito bem para o cachorro, por isso, não permita, que ele a beba. Ela pode provocar vômitos e até intoxicação devido ao sal. Para manter o seu melhor amigo hidratado e saudável, dê a ele água comum.

– Você quer correr na praia com o seu cachorro? Vá com calma e respeitando o ritmo dele, porque correr na praia pode ser muito cansativo. Inicie a corrida devagar e aumente o ritmo aos poucos.

– Lembre-se de que o seu cachorro precisa descansar, também. Por isso, não se esqueça de reservar uma sombra fresca e água saudável.

– Outra dica, é tomar cuidado com a areia quente. Já pensou em ensinar o comando vem para o seu cão? Desta forma, ele vai saber quando ficar próximo a você.

– As praias costumam estar lotadas, certo? Use uma coleira de identificação no seu cão com o nome, telefone, entre outras informações, que considerar útil. Os cães são muito curiosos por isso é preciso se prevenir para o caso de perda ou fuga.

– Se o seu melhor amigo tiver com menos de quatro meses, evite-o levar a praia, porque existe um risco dele ficar doente ou até mesmo se machucar. Converse com o veterinário antes de levar o seu cão para a praia, principalmente, se ele filhote.


Não custa nada lembrar 

- O animal vai fazer suas necessidades, então você deve juntar todas as fezes do seu cão. Isso não devia nem ser lembrado aqui, mas como vimos cada absurdo por ai não custa nada relembrar.

- RISCO DE AFOGAMENTO: Você deve lembrar que o mar não é piscina e nem lagoa, o cão pode cansar muito mais rápido e também ser levado pela maré, a não ser que seu cão seja um exímio nadador, você jamais deve deixá-lo entrar sozinho e no local muito fundo. Muitas pessoas saem para passear e acabam por provocar uma tragédia enorme, para evitar este tipo de situação você deve estar sempre preparado para emergências e precaver todos os riscos.

Agora você já pode viajar consciente e sabendo se é uma boa levar ou não seu cão para o tão desejado passeio na praia. Caso você opte por levá-lo, basta tomar todas as precauções citadas e certamente você evitará muita dor de cabeça.

 

bicharada@cidadeverde.com

Cavalo 'se despede' de vaqueiro morto e comove família na Paraíba


Fotos: G1 Paraíba.

Um cavalo comoveu a família e os amigos do vaqueiro paraibano Wagner Figueiredo de Lima, que morreu em um acidente de moto na madrugada do último dia 1º deste mês. O animal foi levado para se despedir do dono e ao ser colocado próximo ao veículo onde estava o corpo, deitou a cabeça sobre o caixão, um momento que chamou a atenção de todos que foram ao velório de Wagner de Lima. O enterro do vaqueiro aconteceu na tarde desta terça-feira (3) na cidade de Cajazeiras, Sertão da Paraíba. 

“Esse cavalo era tudo para ele [Wagner], era como se o cavalo soubesse o que estava acontecendo e quisesse se despedir. Durante todo o trajeto até o cemitério ele relinchava e batia com as patas no chão”, disse Wando de Lima, irmão de Wagner. Foi Wando quem teve a ideia de levar o cavalo para o enterro do irmão e organizou as homenagens junto com outros vaqueiros e amigos de Wagner.

Com a morte do irmão, Wando de Lima disse que vai assumir a responsabilidade de manter e cuidar do animal. Segundo ele, o cavalo que já estava há oito anos com Wagner vai ficar "para sempre" com a família.

Wagner de Lima Figueiredo tinha 34 anos e além de vaqueiro era funcionário da Prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Wagner morreu na madrugada do último dia 1º deste mês em um acidente de moto no estado do Rio Grande do Norte.

Ele estava sozinho na motocicleta no momento do acidente e chegou a ser socorrido para um hospital da cidade de Mossoró, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. 

 

Fonte: G1.

Barulho de fogos de artifício aumenta riscos de fuga de cães

Os fogos de artifício fazem parte das comemorações de boa parte das datas festivas, mas representam um tormento para os animais de estimação. A sensibilidade ao barulho os deixa desnorteados e um dos principais riscos é o de fuga. Por isso, é importante ter cuidados extras nesses períodos. Dar a eles um ambiente seguro e tranquilo deve ser a principal preocupação dos tutores.

"Por terem uma audição mais aguçada, em particular os cães, muitos deles entram em pânico e ficam desorientados. Fogem, se perdem ou são atropelados. Há riscos ainda como o enforcamento com a própria coleira, acidentes em janelas e portas, quedas de locais altos, como varandas de apartamentos, sem contar o perigo de queimaduras. Alguns animais apresentam até convulsões", alerta o ativista em proteção animal, Feliciano Filho. "Por isso, cuidados extras são indispensáveis nesses dias".

Para evitar o sofrimento dos animais, Feliciano aponta alguns cuidados que irão garantir sua segurança e bem-estar:

 

- acomodar os animais em ambientes em que já estejam acostumados, para que se sintam em segurança;

- fechar portas e janelas;

- alimentá-los com dieta leve para evitar distúrbios digestivos;

- cobrir gaiolas de pássaros;

- verificar se os abrigos dos animais estão bem fechados;

- evitar muitos animais em um mesmo abrigo, especialmente cães, para que não haja brigas;

- uma boa dica é acostumar aos poucos os animais ao barulho, levando-os para perto da TV ou do rádio e ir aumentando o som devagar. Assim, ele não será surpreendido de forma inesperada com o barulho dos fogos;

- evitar deixá-los amarrados para não provocar enforcamento;

- em casos extremos, alguns veterinários indicam o uso de tampões de algodão nos ouvidos. Nesse caso, é preciso atenção ao tamanho desses tampões, para que não entrem no duto auditivo do animal;

- e o mais importante: nunca medicar o animal sem orientação do veterinário.

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Dia a Dia

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