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Abate da mãe de touro que matou toureiro na Espanha gera revolta

Como manda a tradição das touradas da Espanha, quando um touro mata o toureiro na arena a mãe dele é abatida para “matar aquela linhagem”. O fato, noticiado pelo “El Pais” causou revolta nas redes sociais, mas o jornal de Teruel, “ABC”, informou que a vaca já havia sido sacrificada alguns dias antes do incidente por conta da idade avançada.

A prática de sacrificar os touros causou a fúria dos defensores de animais, que alegam que a vaca não deveria pagar pela morte do toureiro. Victor Barrio, de 29 anos, morreu na tarde do último sábado (09) em Teruel, quando foi atingido no peito. A morte dele foi transmitida ao vivo na TV Espanhola, e as imagens são chocantes. A vaca, mãe do touro Lorenzo, se chamava Lorenza. No Twitter, defensores dos animais começaram a usar a #salvemaLorenza para que o animal não fosse sacrificado, mas a vaca já morreu.

Segundo o jornal "El pais", embora as mortes em corridas de touro da Espanha sejam relativamente comuns, em todo o mundo a última morte de um toureiro profissional foi em 1987 quando José Eslava Caceres teve os pulmões perfurados. No século passado, dos 134 toureiros profissionais, 33 morreram por conta de ferimentos causados nas arenas.

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Extra

Após polêmica, Conselho suspende multa a veterinário que atendia animais de rua

O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) do Piauí suspendeu a multa que havia expedido contra o médico veterinário Milton Ramos Henrique. Ele havia sido punido porque, na visão do Conselho, o atendimento gratuito a animais de rua pode configurar conduta antiética caso não seja seguido protocolo correto. A ação foi alvo de intensos protestos nas redes sociais e foi suspensa. 

"Já está tudo resolvido, nós já conversamos e resolvemos a situação. Nosso código de ética impede que eu comente mais alguma coisa agora, isso foi até um dos pontos conversados. Mas a multa foi suspensa", declarou o médico ao Cidadeverde.com. 

Apesar de preferir não comentar mais o assunto em detalhes, o médico informou que atendia animais em Timon (MA) e em Teresina. Ele é proprietário de uma clínica veterinária e fazia o atendimento gratuito a animais de rua resgatados por protetores voluntários. 

O presidente do CRMV/PI, José Welighton Dias, comentou o motivo da decisão. Segundo ele, mesmo as ações consideradas de utilidade pública devem ser devidamente comunicadas ao Conselho. 

Ele destacou que o motivo da punição para este tipo de conduta é uma possível tentativa de conquista de notoriedade. "O profissional tem que dar ciência do que vai fazer, porque essa ação às vezes pode ser apenas para que sua clínica seja cada vez mais procurada", disse. 

Ativistas e protetores divulgaram notas de repúdio (leia abaixo) e se manifestaram contra a decisão. Muitos dos animais resgatados pelas entidades de proteção levavam os animais feridos para serem atendidos pelo profissional. 

"NOTA DE REPÚDIO 

Um veterinário de Teresina foi multado pelo Conselho Regional de Veterinária. O motivo? Ele atendia animais resgatados por ONGS e protetores independentes, ajudando cães e gatos abandonados, que sofriam maus tratos, violência etc... ELE FOI DENUNCIADO, terá que pagar multa e poderá até passar um período sem poder exercer a sua função. Isso é um verdadeiro absurdo ! Esse não é o primeiro caso de profissionais que buscam ajudar os animais, os protetores, e que acabam sendo prejudicados. Isso tem que parar. Já sofremos com o descaso dos governantes, que não olham para causa animal, já sofremos com a falta de verba destinada a eles, com a falta de abrigo, com a falta de apoio da maioria da população, não podemos nos calar diante de desse fato. Todas as ONGs e protetores independentes estão juntos nessa luta, somos todos a favor da JUSTIÇA. Devemos nos preocupar é com a melhoria de vida para esses animais, não tentar puxar o tapete do próximo, isso é mesquinho. Não se calem.. Vamos manifestar a favor desse médico, e de vários outros que já sofreram o mesmo no Brasil, por tentar ser alguém melhor. 
?#?SeNãoAjudaNãoAtrapalha?"

O profissional havia sido multado em cerca de R$ 3 mil e poderia ser impedido de exercer a profissão por um determinado período. 

 

Maria Romero
redacao@cidadeverde.com

Zoonoses recebe cadastros para castração de animais de pessoas de baixa renda


A castração garante o controle de natalidade, abandono e doenças

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) e a Universidade Federal do Piauí (UFPI) estão conveniadas para a realização de castrações em cães e gatos pertencentes a pessoas de baixa renda. O Centro de Zoonoses da FMS está recebendo cadastros para a realização do procedimento.

Segundo a veterinária Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses, o principal benefício da castração é o controle reprodutivo dos animais. "Evitando a procriação não-planejada de cães e gatos, evitamos também o abandono por proprietários que não têm condições de criar", esclarece. "Desta forma, reduziremos o risco de transmissão de zoonoses, pois animais sem dono não têm o manejo veterinário apropriado, podendo assim transmitir doenças como a leishmaniose e ectoparasitas como pulgas, carrapatos e sarnas", diz a gerente.

A saúde dos animais também é beneficiada. No caso das fêmeas, a castração previne a formação de problemas em nível de sistema reprodutor, como tumores de mama. A remoção dos ovários também evita que ela entre no cio, tente sair de casa para a reprodução e corra riscos como atropelamento ou envolvimento com brigas com outros animais. Já o macho geralmente fica mais tranquilo e reduz ações como a marcação de território por meio da urina.

Dados da FMS informam que até o dia 03 de julho, 325 animais foram castrados e outros 681 estão cadastrados para a realização do procedimento. “As cirurgias de castração acontecem no Hospital Veterinário Universitário aos sábados e domingos de acordo com agendamento prévio após cadastro da família do animal junto à Zoonoses”, informa a gerente.

O dono do animal que desejar realizar o procedimento de cadastro para a castração precisa se dirigir até a Gerência de Zoonoses portando RG, CPF, comprovante de residência e algum comprovante de situação de vulnerabilidade. Oriana lembra que a pessoa não precisa levar o animal até a Gerência de Zoonoses para fazer o cadastro, apenas documentos. “O animal só deverá ser levado para a realização do procedimento cirúrgico, que acontece na UFPI”, orienta Oriana Bezerra.

A prioridade é para famílias com até um salário mínimo; as que estão em situação de vulnerabilidade social (falta de saneamento básico, moradia inadequada, desemprego e em áreas de situação de risco epidemiológico) e as inscritas em programas sociais do Governo Federal (Bolsa Família, Passe Livre, Tarifa Social de Energia, Minha Casa Minha Vida, PETI, Projovem Adolescente, outros). Idosos e/ou portadores de necessidades especiais também são prioridade no programa de castração, além de famílias de áreas consideradas prioritárias conforme analise técnicas da Zoonoses.

O Centro de Zoonoses de Teresina fica localizado na Rua Minas Gerais, Nº 909 – Bairro Matadouro, zona Norte. O cadastro para castração se dá no turno da manhã, de 8h às 12h.

 

Da Redação
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Pegadinha de cão de três cabeças viraliza na web

O programa do Silvio Santos exibiu uma pegadinha em que um cachorro com três cabeças corria atrás dos pedestres. A situação inusitada ocorreu em diversas regiões de São Paulo. O vídeo viralizou entre os internautas e já teve mais de 400 mil visualizações.

A produção do programa acoplou em um cachorro da raça pinscher duas cabeças falsas para confundir quem passava pelo local, provocando situações embaraçosas nas vítimas e arrancado risadas dos telespectadores.

As vítimas são surpreendidas pelo cão de três cabeças, latindo alto, e correm assustadas. A câmera escondida foi gravada à noite no metrô Jardim São Paulo (zona norte) e em frente ao Teatro Municipal (centro).

Diferentemente do cérbero, cachorro de três cabeças da mitologia grega, o cãozinho do SBT, com duas cabeças toscas presas ao pescoço, é pequeno e aparentemente inofensivo.

 

Com informações SBT
bicharada@cidadeverde.com

Pai diz que criança foi atacada por dois jacarés na Disney

Menino Lane Graves, de 2 anos, foi morto por jacaré em resort da Disney (Foto:  Orange County Sheriff's Office/Twitter)

Uma reportagem do jornal Orlando Sentinel sugere que um segundo jacaré estaria envolvido no ataque que matou um menino de dois anos em um parque da Disney.

Segundo registros do Corpo de Bombeiros obtidos pelo jornal, o pai do menino, Matt Graves, teria dito que foi atacado por um segundo animal quando tentou salvar seu filho.

A criança foi arrastada para a água por um jacaré no dia 24 de junho sob os olhos da família, que passava férias no Disney Grand Floridian Resort and Spa, perto do parque Magic Kingdom, em Orlando.

O corpo de Lane Graves, do estado do Nebraska, foi encontrado dois dias depois do ataque. Até então, apenas um jacaré havia sido mencionado no incidente.

É a primeira vez que se conhecem detalhes do ataque sob a perspectiva do pai.

Os registros do Corpo de bBombeiros local descrevem as tentativas do pai de salvar o menino da boca do animal, enquanto a mãe gritava por socorro.

Segundo os documentos, Matt Graves estava tão atônito que se recusava a deixar a área do ataque enquanto equipes de resgate buscavam a criança - apesar de precisar de pontos e antibióticos contra mordidas de jacaré.

No caminho para o hospital, o pai descreveu o "horror" da experiência e disse que foi atacado por um segundo jacaré quando tentava salvar seu filho da boca do primeiro.

O porta-voz da polícia de Orange County, Angelo Nieves, disse ao Orlando Sentinel que uma testemunha também viu o segundo jacaré que atacou o pai de Lane.

Imediatamente após o incidente, cinco animais foram aprisionados e mortos na tentativa de achar os restos de Lane. O animal que arrastou o menino foi capturado dias depois.

 

Fonte: G1

Ativistas temem aumento de vendas de "Dory" após filme

O filme Procurando Dory — sequência de Procurando Nemo (2003), da Disney e da Pixar — acabou de estrear no Brasil. Mas o que deveria ser motivo de empolgação para todos tem preocupado biólogos e ativistas ambientais. Quando a primeira animação foi lançada, há 13 anos, resultou em duas reações. Uma foi o aumento das vendas de peixe-palhaço, a espécie do Nemo. O carisma e a beleza do personagem que, mesmo com uma barbatana curta, superou tantas adversidades, fez com que todo mundo quisesse um para tomar conta e para enfeitar a casa. Outra foi a libertação de alguns peixes de aquário. Comovidos com a tristeza de Nemo e de seus amigos na ficção, as pessoas começaram a jogar seus peixes no mar.

Aparentemente mais altruísta, a atitude de libertar o peixinho se mostrou problemática.

“Um animal em cativeiro pode eventualmente contrair doenças que, depois, levará para o ambiente natural, contaminando outros exemplares. Além disso, acaba-se soltando um animal em um local que não é o de sua origem — espécimes domesticados, em geral, não saberão mais se alimentar sozinhos e morrerão após a soltura”, explica a bióloga marinha Suzana Ramineli, mestra em ciência ambiental, coordenadora da Naturaulas Cursos Ambientais e presidente da Comissão Organizadora do Congresso de Conservação Marinha.

Teoricamente, a compra e a venda de peixes-palhaços não gera resultados tão ruins ao meio ambiente, porque são peixes que se reproduzem facilmente em cativeiro. Com os blue tangs (Paracanthurus hepatus), espécie da Dory, é diferente. O aumento nas compras é pernicioso por si só. Tais peixes, de coloração azul-royal, não se reproduzem em cativeiro de forma alguma. Isso significa que cada peixinho à venda foi tirado diretamente de seu hábitat, o mar, o que tem preocupado ativistas ambientais. A Care2, comunidade que colhe petições on-line, está divulgando um vídeo pedindo aos pais que não comprem Dorys para os filhos. Até o momento, a iniciativa conta com 113.918 apoiadores.

O veterinário Renato Leite Leonardo, especializado em animais silvestres exóticos e responsável pela empresa Dr. Fish, acredita que as vendas devem ser limitadas por causa do preço. 

“Acho que muitas pessoas virão olhar, curiosas, mas não comprarão. Enquanto um peixe-palhaço pequeno custa cerca de R$ 60, um blue tang do mesmo tamanho vale, em média, R$ 400”, revela. Segundo ele, não há blue tangs nos mares do Brasil. Os peixes vendidos aqui são capturados na região que vai dos Estados Unidos até o Caribe. Renato diz que, lá, as capturas e as importações são feitas de forma correta e bem controlada, o que também reduz os danos.

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os blue tangs não sofrem ameaça iminente de desaparição — na classificação do órgão, o risco é “pouco preocupante”. “Dentro da IUCN, essa é uma categoria de ameaça. Significa que P. hepatus não é das espécies mais ameaçadas, mas que, sim, já demonstra algum grau de risco de extinção”, esclarece a bióloga Suzana Raminelli.

Independentemente da polêmica, o fato é que, em aquário, Dory é bem mais sensível a doenças, se comparada a outras espécies. Para viver, ela precisa de parâmetros de água (nitrito, amônia, pH e temperatura) sempre estáveis. Um exemplo de peixe mais resistente é o beta, que prefere aquários menores (portanto, de limpeza mais simples) e não precisa de companhia. São fatores óbvios a se considerar na hora de adquirir um animal de estimação. Mas há outros aspectos éticos igualmente importantes, como saber de onde eles vêm. 

 

ONG pede que fãs de ‘Dory’ protejam peixes da espécie de capturas ilegais

 

A ONG Saving Nemo, da Austrália, lançou uma campanha pela proteção dos peixes da espécie. Os ativistas preveem um aumento da captura ilegal do animal devido à estreia da continuação do filme nos cinemas.

De acordo com a ONG, mais de 90% de todas as espécies dos aquários marinhos são retiradas do meio natural - até 30 milhões de peixes são fornecidos a partir de 45 países do mundo e cerca de 65% deles são capturados na Indonésia e nas Filipinas. 

Os Estados Unidos são o maior importador de espécies ornamentais marinhas, representando 80% do mercado, seguido da Europa e do Japão.

O cirugião-patela (Royal Blue Tang, em inglês) não é criado em cativeiro no momento. Por isso, caso seja visto para venda, terá sido capturado da vida marinha, alerta a ONG. Estima-se que 400.000 unidades sejam retiradas do meio natural todos os anos para virar peixes de estimação.

De acordo com o jornal “Vancouver Sun”, as técnicas para captura desses peixes também fazem mal aos recifes. Os exemplares da “Dory” vivem em águas costeiras, perto dos recifes de coral. 

A espécie se alimenta de algas, usando dentes afiados para rasgá-las das rochas e corais. A dieta é importante não só para o cirugião-patela, mas também para os recifes, que não são afetados por uma superpopulação de algas.


Com informações Correiobrazilense e G1
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Homem morre ao contrair bactéria após mordida de gato

Um homem de 68 anos, natural de Toronto no Canadá, morreu na sequência de uma infeção bacteriana causada por uma simples dentada de gato. O caso deu origem a um estudo sobre os perigos de dentadas de animais não-tratadas. 

O homem, não identificado, foi mordido no polegar enquanto brincava com o felino. Não tratou a ferida e, em menos de duas semanas, apareceu nas urgências do Hospital Geral de Toronto com queixas de fortes dores abdominais. Em um curto espaço de tempo, ele tinha perdido mais de 10 quilos e sentia tremores. Estes e outros sintomas apontavam para septicémia (infecção do sangue) mas uma ecografia revelou o pior: um aneurisma de 10 centímetros na aorta, na zona abdominal, em alto risco de rutura.

Os médicos operaram-no de emergência, temendo uma hemorragia interna. Ao substituírem parte da aorta com um tubo e válvula sintéticos, notaram que esta estava inflamada. O homem foi tratado com antibióticos, mas mesmo assim, não resistiu e morreu de choque séptico. 

A análise à parte da aorta fragilizada revelou depois o culpado: a bactéria Pasteurella multocida, comum na boca dos animais de estimação. "Há muitos sítios onde estas bactérias se podem alojar, o que é assustador. As consequências a longo-prazo muitas vezes são detectadas tarde demais. Qualquer pessoa que seja mordida por um animal deve procurar sempre tratamento", afirma o médico Dennis Cho, do hospital geral de Toronto e autor do estudo sobre o perigo das dentadas doa animais de estimação.

 

Com informações Correio da Manhã
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Cadelinha é entregue por engano na casa de secretário

Uma cadelinha da raça poodle foi entregue por engano na casa do secretário de Comunicação de Teresina, Fernando Said, na manhã desta quarta-feira (29). O jornalista acredita que o equívoco ocorreu porque ele tem um cão com as mesmas características físicas do animal perdido. 

"Eu tenho um cachorro poodle que, de vez em quando, foge de casa. Então, as pessoas acharam que era o meu. A cadelinha é muito dócil e estamos em busca dos donos", disse Said. 

O animal- que está com lacinhos azuis e coleira rosa- estava perdido no bairro Ininga, Zona Leste de Teresina, em uma rua nas proximidades do bar Cantinho do Jambo. 

A cadelinha permanece na residência do secretário. Informações sobre o dono do animal podem ser repassadas pelo (86) 3233 6497. 

 

Zoológico de Buenos Aires será fechado após 140 anos

A orangotango Sandra, do zoológico de Buenos Aires, em foto de 22 de dezembro de 2014; inaugurado em 1875, local será transformado em parque (Foto: Natacha Pisarenko/AP)

Após denúncias de maus tratos e de que animais corriam risco de morte, o governo da cidade de Buenos Aires anunciou o fechamento do zoológico da cidade, uma construção do século XIX. No local funcionará um moderno eco parque. Com isso, 1,5 mil animais serão tirados da área. Deverão ficar em Buenos Aires apenas aqueles cujo transporte signifique um risco à saúde. 

O projeto, que não tem prazo para ser concluído, marca a retomada pelo Estado da administração do local, que fica no bairro de Palermo, área urbana no norte da capital argentina.

"Estamos tomando uma decisão histórica de começar um processo de transformação. Estamos convencidos de que este não é o lugar adequado para manter estes animais", disse o prefeito de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, ao anunciar o projeto.

O zoológico fechará suas portas durante algumas semanas e depois será reaberto sob a administração do Estado, ainda com sua aparência original, antes de ser submetido ao processo de transformação.

"O preço das entradas será destinado, em sua totalidade, a financiar o traslado dos animais", disse ao canal TN o ministro de Modernização da Cidade, Andy Freire.

Segundo Freire, a prefeitura convocará um concurso público para paisagistas "que terão o desafio de projetar um moderno eco parque que conviva com as 52 estruturas arquitetônicas que são patrimônio histórico" da cidade.

Rinocerante pasta no zoo de Buenos Aires, que será fechado para virar um parque ecológico

 

O zoológico de Buenos Aires, inaugurado em 1875, possui suntuosas jaulas e pérgolas, e foi declarado Monumento Histórico Nacional em 1997.

O ministro negou que a decisão tenha sido tomada "porque todo o zoológico esteja em situação crítica", e afirmou que "só onze animais estão" em tais condições,  como um urso e um leão.

Sociedades protetoras dos animais questionam há anos a existência do zoológico que, com o crescimento urbano do último século, ficou rodeado de edifícios e avenidas movimentadas, em uma zona muito valorizada pelo setor imobiliário.

O debate sobre zoológicos no país aumentou neste ano quando o governo da provínvia de Mendoza tornou públcia a informação de que vários animais estavam morrendo em decorrência de problemas que vão desde consaguinidade à falta de instalações para abrigar todos  no inverno. 

Ali, 70 animais morreram nos cinco primeiros meses desse ano. O governo anunciou que irá leiloar os animais exóticos em julho. Em La Plata, o zoo também será transformado em um parque.

O local, que ocupa 18 hectares, foi administrado pelo Estado durante décadas até 1991, quando foi cedido em concessão para empresas privadas.

Freire afirmou que a prefeitura "se encarregará dos 188 empregados" do zoológico, e que estes serão essenciais para o cuidado e traslado dos animais.

Em relação ao destino dos bichos, o ministro disse que serão feitos acordos com outros zoológicos e reservas do país e do exterior, e que os exemplares que não possam ser trasladados por questões de idade ou de saúde permanecerão no novo parque "até morrerem".

 

Fonte: G1 e Folha
Com informações France Presse

Donos pintam poodles e cães fazem sucesso em Teresina

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Por Maria Romero
 

Três poodles e uma mestiça de cofap com um Sem Raça Definida (SRD) fazem sucesso no bairro Promorar, zona Sul de Teresina. Romulo Chesna e DJ, como seu companheiro prefere ser chamado, estão juntos há cinco anos e têm em comum, dentre várias afinidades, o amor pelos animais e um tratamento diferenciado dado a eles. O casal possui quatro cachorros bem diferentes. Dois deles têm os pelos coloridos e uma das cadelinhas é criada quase como um bebê... Adora uma chupeta! 

"Eu ando com eles em todo lugar, boto vestido na Belinha, levo ela para o shopping. Já fui barrado em alguns lugares, mas eu insisto. Comecei a pintar os pelos deles já tem algum tempo, acho que fica mais bonito, colorido e hoje onde eu ando com eles, todos querem tirar fotos", conta Romulo, apaixonado pelos pequenos. 

Belinha é uma poodle de pouco mais de três anos que, hoje, está com os pelos tingidos de um rosa pink que chama atenção onde ela passa. 

Os outros bichinhos são a cadelinha Luna, também poodle, que é a caçula da turma, e tem apenas sete meses. Ela está, atualmente, com os pelos azuis. O macho, o terceiro poodle, tem pouco mais de um ano e não tem os pelos tingidos.

"Ele eu prefiro deixar assim, branquinho mesmo, mas às vezes pinto de outras cores, amarelo, verde", conta Romulo. 

A outra cadela adotada pelo casal, Pipoca, é criada quaA cadelinha tem um comportamento inusitado: gosta de dormir com sua chupeta. Ou seu "bico", como os tutores chamam. "A gente achou ela na rua muito feia, mal cuidada, e desde esse dia que eu cuido dela. A chupeta eu que acostumei desde pequena e ela adora, só dorme assim", conta DJ.

Uma das diversões dos cães é ficar no teto do carro do casal, um fusca. Do alto, os cães acompanham todo o movimento da casa. Os animais são o xodó do casal, que trabalham como músicos. Romulo e DJ são apaixonados por seus animais e não querem ficar apenas com os quatro. 

"Se quiserem me dar mais cachorros, eu quero criar", declarou Romulo. 

Cuidados 

Ela declarou ainda utiliza um corante em pó com o qual dá banho nos animais. "Eu fico dois minutos fazendo massagem suavemente e depois dou banho normalmente e pronto. Consultei um veterinário e ele disse que não teria problema", declarou.

A médica veterinária Vanessa Solano, contudo, alerta sobre o correto prodecedimento e diz que o uso de corantes artificiais pode causar danos ao animal caso o produto não seja de uso específico para animais. 

"Se não for o produto correto para tingimentos do pelo dos animais existe o risco de problemas de pele, problemas de visão. Já existem no mercado produtos à base de anilina, usados para tingir cães e gatos que segundo o fabricante não tem risco tóxico. De tudo que li a respeito, o teste de sensibilidade é recomendado", explica. 

 

bicharada@cidadeverde.com

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