Cidadeverde.com

Jumento cai em buraco de 3 metros e é resgatado no litoral piauiense

Colaboração Carlienne Carpaso
bicharada@cidadeverde.com

Um jumento caiu em um buraco, de aproximadamente 3 metros, em uma residência na Praia Peito de Moça, no litoral piauiense. Ele foi encontrado por um grupo de turistas que estavam passando pelo local e acionaram o Corpo de Bombeiros de Parnaíba.  

O animal foi resgatado na manha de ontem (28) e não há informações de quanto tempo ficou no buraco, que era uma espécie de fossa. 

Os bombeiros conseguiram retirar o jumento utilizando um sistema de ancoragem com redução de forças. 

Apesar da gravidade, felizmente, o animal apresentou apenas alguns ferimentos na cabeça, possivelmente causados no momento da queda. 

 

 bicharada@cidadeverde.com

Cão-bomba coberto de explosivos é salvo no Iraque

Um vídeo perturbador que circula na Internet mostra o que seriam jihadistas do Estado Islâmico envolvendo o dorso de um cachorro com quatro garrafas contendo explosivos. De acordo com o site do Express, o vídeo foi carregado por combatentes das Unidades Populares de Mobilização do Iraque, que lutam contra a milícia. Os soldados conseguiram desarmar o dispositivo e salvaram o filhote, visivelmente assustado.

Na filmagem, os supostos milicianos falam sobre ataques suicidas enquanto terminam de montar os explosivos. Essa não é a primeira vez que se tem notícia de que o Estado Islâmico estaria usando cães-bombas em ataques — no Iraque, os principais líderes do grupo terrorista foram capturados pela coalização americana e os jihadistas tentam sobreviver às custas de práticas improvisadas.

Segundo os combatentes das Unidades Populares de Mobilização do Iraque, caso os explosivos não tivessem sido retirados do cãozinho, a bomba poderia ter matado até quatro pessoas.

 

Blog Mais Bichos
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Brincar carnaval com os cães é uma delícia, mas requer cuidados

Cachorro fantasiado de lutador  (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

O carnaval, uma das festas mais populares do Brasil, já chegou. Nesta época, as pessoas cantam, dançam, pulam, se divertem. Como já são parte da família, nada melhor do que fantasiar os cães para acompanhar seus donos na folia. Mas vale lembrar que colocar fantasia nos pets satisfaz o gosto dos donos, porém nem sempre é uma escolha do animal. Por isso, é importante tomar alguns cuidados.

Para o especialista em comportamento canino Ricardo Tamborini, o uso de fantasias e roupas muito quentes, tecidos e adereços pesados causam desconforto e calor em excesso, o que pode prejudicar o animal. “É importante priorizar o limite do pet, não exagerando na fantasia, respeitando principalmente aqueles que não se sentem à vontade usando roupinhas ou adereços”, destaca.

As festas e bloquinhos geralmente acontecem na rua, então evite sair entre 10h e 16h, período em que o sol está mais quente, pois o calor em demasia pode desidratar o animal e o chão quente pode queimar suas patas. Além disso, é muito importante hidratar o cão. Leve bastante água fresca ou ofereça a ele água de coco. Cães idosos, filhotes e raças de focinho muito curto (braquicefálicos) merecem cuidado e atenção redobrados, pois desidratam muito rapidamente.

Cães e seus donos (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

Locais muito movimentados, com pessoas estranhas e outros animais, podem ser muito excitantes ou aterrorizantes para o cão. Portanto, nunca saia sem guia e coleira. “Usar o material de passeio vai prevenir a fuga do animal caso ele se assuste com pessoas ou com o barulho, além de evitar que ele se envolva em alguma briga com outro cão ou que fique pulando nas pessoas ao redor”, explica Tamborini.

O especialista também aconselha os donos de cães antissociais e desobedientes a não frequentar locais públicos e muito movimentados. “Caso o seu cão seja agressivo, procure circular com ele em locais menos movimentados e, de preferência, fora dos horários de maior movimentação”, ressalta.

Bruce com um chapéu parecido com o do Chaves  (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

Que tal uma juba de leão? Benjamim parece ter curtido a fantasia (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

Procure também ficar afastado das caixas de som. Músicas muito altas também são incômodas para os cães, já que a audição deles é muito mais apurada que a nossa e, por isso, eles conseguem captar sons que para os humanos são imperceptíveis. Esse barulho pode irritá-los e causar estresse ou medo, levando-os a tentar fugir.

A cadela Alice, vestida de Branca de Neve (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

 

bicharada@cidadeverde.com

Impaciente, cachorro mete a pata na buzina ao ficar preso em carro

Cansado de esperar pelos tutores, um cachorro protagonizou uma cena “fofínea” em Grove City, Ohio. Ele simplesmente começou a buzinar e latir, o que chamou a atenção do casal Tim e Yvonne Blankenship. Eles passavam pela estação quando viram a cena e não pensaram duas vezes: filmaram e jogaram no Youtube. Yovnne contou que uma mulher chegou apressada, respondendo aos chamados do cãozinho. Ela explicou que o pet sempre fica muito #chateado quando não está ao seu lado.

Pelo Facebook, moradores da região contaram que o cachorro, que se chama Dimond, é muito bem tratado e “mimado como um anjo ou uma criança”. E revelaram que essa não é a primeira vez que o bravinho se descontrola no banco do motorista: vários usuários relataram que já viram Dimond dando suas buzinadas por aí.

O canal de TV WSYX ABC 6, que publicou a história, garantiu que o cão ficou poucos minutos sozinho. Mas é sempre bom lembrar que essa não é uma boa ideia. Além de sofrer com calor, o animal pode ser roubado,  caso levem o carro.


Com informações Correiobraziliense
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Cães abandonados serão gandulas de torneio de tênis

Depois do sucesso que fizeram em 2016, os CãoDulas estão de volta ao Brasil Open de Tênis, que acontece entre os dias 27 de fevereiro e 5 de março no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. Um time de seis cachorros vai entrar em quadra no sábado, dia 4 de março, durante a Semifinal do torneio. Eles vão fazer o que mais gostam: pegar bolinhas - e provar que podem ser grandes companheiros do homem! Depois participam cerimônia de premiação que acontece no domingo, dia 5 de março, para receber os aplausos.

Foto: Brasil Open/Divulgação

Cindy, Nanda, Pretinha, Mia, Arlete e Ovelha, cães das ONGs Projeto Segunda Chance (São Paulo) e Cão Sem Dono (Itapecirica da Serra), foram selecionados para participarem do projeto. O que esses cães têm em comum? Além de uma história de abandono e estarem em busca de adotantes, amam correr atrás de bolinhas e têm energia e saúde de sobra para isso. "Ao levar os CãoDulas às quadras, queremos mais uma vez mostrar ao público que os cães que aguardam por um lar só necessitam de afeto, cuidado e nutrição de alta qualidade. Não importa sua origem ou idade, quando são amados e alimentados corretamente podem ser maravilhosos companheiros, brincar, aprender coisas novas e realizar grandes feitos", afirma Madalena Spinazzola, diretora de marketing corporativo e planejamento estratégico da PremieR pet.

Cachorros que participarão do torneio estão disponíveis para adoção

Madalena destaca que o objetivo da ação é incentivar a adoção por meio de uma abordagem alegre, olhando para frente. "São cães que tiveram uma trajetória difícil, sim. Porém, o que queremos evidenciar não é a história sofrida do passado, mas provar que, independentemente do que eles passaram, podem ser grandes companheiros hoje e no futuro", defende.

E o sucesso desta ação já está mais do que comprovado! No Brasil Open 2016, os CãoDulas Frida, Mel, Costela e Isabelle conquistaram o público e suas imagens em quadra ganharam o mundo. Estados Unidos, Inglaterra, Espanha, Índia, Austrália e até China noticiaram a iniciativa. E o melhor: todos eles ganharam um lar amoroso.

 

Com informações Brasil Open/ divulgação
redacao@cidadeverde.com

Cão com microchip some da porta de casa e dona oferece recompensa

Por Graciane Sousa

Yuriu, um cãozinho da raça Maltês, sumiu da porta de casa há dois dias na rua desembargador Adalberto Correia Lima, próximo aos condomínios Santa Marta e Santa Mônica, zona Leste de Teresina. A proprietária do animal, Deborah Oliveira, conta que ele tem um microchip e pede a quem encontrar, levá-lo até a uma clínica veterinária que será recompensado. 

"A porta ficou aberta e acreditamos que ele saiu para xixi e alguém deve ter pego. Ele não tem hábito de sair de casa, está sem coleira, é muito pequeno e até parece um poodle toy. Ele tem um microchip e quem encontrá-lo, pode ligar para o telefone (86) 9 9571 0732 ou levar até a clínica veterinária na avenida Nossa Senhora de Fátima, que tem um leitor de microchip e assim poderão me localizar.", disse a professora Deborah Oliveira.

A proprietária explica que o microchip foi implantado no pescoço do animal e, apesar de ser do tamanho de um grão de arroz, pode ser sentido através do toque. 

Yuri saiu de casa no último sábado (18) e foi visto atravessando a rua por volta das 16h.  

Padre se recusa a casar noiva que queria entrar com cachorro na igreja

Imagem ilustrativa

A atitude de um padre causou repercussão entre donos de pets. Em Napóles, cidade da Itália, um religioso se recusou a realizar o casamento de uma noiva após ela pedir para levar ao altar um cachorro no dia da cerimônia.

“Ela me disse que era o afeto mais importante que tinha e que queria levá-lo ao altar no momento mais importante de sua vida, eu não posso dizer o que respondi”, contou à ANSA o padre dom Franco Rapullino, da igreja napolitana de San Giuseppe a Chiaia.

O padre, que tem mais de trinta anos de experiência, é conhecido pelo convite feito aos jovens para escapar de Nápoles nos anos noventa, durante o funeral de uma criança morta pela máfia.

Entretanto, o sacerdote salienta que não há desprezo pelos animais, mas preza pela manutenção de uma tradição, onde a noiva entra na igreja com seu pai.

 

Padre Franco Rapullino | Foto: Divulgação / Ansa


”É uma característica dos tempos em que vivemos hoje” – disse ele – “O distanciamento dos seres humanos faz que a proximidade com os animais aumente, mesmo em uma ocasião solene como o casamento. Mas você não pode confundir os animais com as pessoas.”

O pároco levou a história a público durante uma recente homilia dominical. “Posso dizer apenas que depois disso eu precisei confessar. Eu não acredito que aquelas pessoas (mãe e filha) vão voltar na minha igreja. Não fui diplomático em dizer não”, concluiu Franco.


Com informações Anda
bicharada@cidadeverde.com

Estudo diz que cães refletem a personalidade dos donos

Tal dono, tal cão. Essa crença de que o cachorro tem a mesma personalidade de quem o cria acaba de ganhar um suporte científico. Se o seu animalzinho é brincalhão, nervoso ou agitado, saiba que isso pode estar relacionado com o seu jeito de ser.

Um estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Viena, descobriu que os cachorros podem “herdar” algumas características de seus donos. Animais que vivem com pessoas neuróticas, por exemplo, têm menos capacidade de lidar com o estresse. Já os que são adotados por donos “zen”, tendem a ser mais relaxados e até mais amigáveis.

Mais de 130 cachorros – e seus respectivos donos – participaram de um experimento com vários testes, incluindo a medição da frequência cardíaca e a resposta que os bichinhos têm diante de ameaças (como a aproximação de um estranho mascarado ou atravessar uma ponte que balança). Amostras de saliva também foram analisadas para medir o nível de cortisol – um marcador de estresse.

Os donos foram avaliados de acordo com cinco traços de personalidade: neuroticismo (tendências a emoções negativas, como raiva, ansiedade ou depressão), extroversão (grau de sociabilidade), abertura à novas experiências, agradabilidade e conscienciosidade (de consciência e ética). A personalidade dos cães foi analisada por meio de um questionário.

Com os dados coletados, um cruzamento de informações mostrou que, de fato, humanos e caninos interferem no humor uns dos outros, mas que a influência humana é mais marcante. “Os animais são sensíveis aos estados emocionais de seus companheiros humanos”, explicou a pesquisadora Iris Schoberl à BBC . Segundo ela, os cachorros ajustam seu comportamento em função dos sentimentos que captam de seus donos.

Com a capacidade de ler as emoções, os cães de pessoas negativas pensam que o mundo é mais perigo e têm menos variação nos níveis de cortisol – sinal de que eles são ansiosos e não conseguem lidar com situações estressantes. Lamber os lábios do dono, bocejar ou se afastar de objetos ameaçadores são os principais sintomas.

Já os que têm proprietários mais calmos, apresentam maiores alterações no cortisol, são mais resilientes e conseguem se adaptar bem a diferentes situações – podem, inclusive, transmitir tranquilidade para os seus donos.

“As pessoas esquecem que os bichinhos nos observam e nos estudam para aprender a se comportar, principalmente em ambientes novos”, explicou Carolyn Menteith, especialista em comportamento de cachorros, ao Daily Mail. “Quanto mais confiança demonstramos, mais segurança passamos ao cãozinho”, pontuou.

A pesquisa foi publicada em janeiro no jornal Plos One.

 

Com informações Superinteressante
bicharada@cidadeverde.com

 

Polícia investiga atropelamento que deixou cadela cega em Teresina

Por Maria Romero
redacao@cidadeverde.com

 

Os policiais do 11º Distrito Policial estão investigando uma denúncia de maus tratos que revoltou moradores do Vale do Gavião, zona Leste de Teresina. A cadela Branquinha ficou cega após um atropelamento e seus tutores acreditam que um vizinho, responsável pelo acidente, agiu de forma intencional. 

Maria das Graças, autônoma, conta que passou mal quando viu Branquinha após o acidente, que chorava muito e estava coberta de sangue. 


Foto: reprodução/arquivo pessoal.

"Ela estava o tempo todo com a patinha em cima do olho, que já não estava no lugar. Só quem viu sabe o quanto foi horrível. Eu comecei a passar mal, porque crio ela desde filhote, eu gosto muito dela, é uma cadelinha que onde eu vou me acompanho, muito mansa", relembra. 

Segundo Maria das Graças, seu irmão presenciou o momento do acidente. A cadela estava deitada na rua de casa, próximo à calçada, quando o suspeito teria desviado o carro, que conduzia, na direção do animal. Um dos pneus atingiu a cabeça de Branquinha e ela ficou cega de um dos olhos. 

Inicialmente, a autônoma disse que a família tentou negociar com o vizinho, para que custeasse o tratamento médico. 

"Só que ele não quis, foi grosseiro, então meu marido decidiu prestar queixa. Agora eu quero indenização, quero que ele responsa pelo que fez, porque isso é coisa de gente ruim, todo mundo aqui ficou revoltado, porque viram que foi de propósito", relata. 

A motivação para o ato teria sido porque Branquinha teria ameaçado morder a esposa do suspeito. Uma audiência foi marcada para a última segunda-feira, mas o investigado não compareceu. Um novo encontro foi agendado para o dia 15. 

O atropelamento aconteceu há cerca de 15 dias e a família está fazendo o tratamento com medicação em casa, mas a cadela precisa passar por cirurgia, pois corre risco de infecção. 

A polícia está apurando o caso e a família aguarda indenização para cobrir os custos do tratamento. Somente a cirurgia custará R$ 400 no Hospital Veterinário Universitário, que oferece os serviços com os menores custos. 

 

bicharada@cidadeverde.com

Impasse judicial mantém gato por 8 meses no Hospital Veterinário da UFPI

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Um impasse judicial manteve um gato preso em uma gaiola por cerca de oito meses no Hospital Veterinário Universitário (HVU), da Universidade Federal do Piauí. A situação do animal - chamado Leo- sensibilizou funcionários que só podiam manter contato com o bichinho para colocar ração, água e fazer a limpeza, pois o dono entrou com uma ação na Justiça para ficar com o gato, mas sem pagar as despesas do tratamento médico. Recentemente, o juiz Emanuel José Matias Guerra, da 7ª Vara Federal, negou a guarda do animal para o antigo tutor e finalmente Leo foi colocado para a adoção.  O caso é inédito no Piauí.

O diretor do HVU, João Macedo, explica que tudo começou porque o antigo tutor se recusou a pagar as despesas do tratamento do animal, mas entrou com uma ação no juizado especial para tentar recuperar o animal. Em tentativa de acordo entre as partes, a UFPI pediu o pagamento das despesas em troca da liberação do animal. O proprietário, contudo, disse considerar abusivo o valor cobrado pelo tratamento médico.

O blog apurou que a ação foi movida por um empresário que, por já estar inadimplente com o hospital, colocou um funcionário como responsável pelo animal. A dívida é de pouco mais de R$ 500. Como o pagamento não foi efetuado, Leo foi para a adoção, procedimento comum quando o animal fica mais de sete dias após alta médica, o que é considerado abandono. Assim, O gato foi adotado por uma família de Parnaíba, mas teve que ser trazido para Teresina após a ação judicial. 

"Com a ação, o HVU e o empresário foram colocados frente a frente durante audiência de instrução no Juizado Especial de Cível e Criminal, em Teresina. Ele é empresário, mas disse que estava desempregado e inclusive pediu dispensa da taxa da Justiça. Mas, a própria Justiça descobriu que ele tem empresa, inclusive, na Bahia, bem como tem motorista. Não entendo porquê  se recusou a pagar a conta do animal que foi quem pagou um preço alto por tudo isso", lamenta o diretor do HVU. 

De acordo com  a sentença, Leo ficou com o Hospital Universitário Veterinário, responsável por transferir a guarda do felino, uma vez que o animal já passou muito tempo internado e o confinamento demorado pode por em risco até mesmo a saúde deste animal. A decisão do magistrado é passível de recurso, embargos de declaração ou recurso inominado para a Turma Recursal da Justiça Federal. 

"A parte (antigo tutor) questionava o valor do débito e disse que era abusivo, mas a Justiça teve outro entendimento. Sabemos que pelo período de oito meses esse mesmo tratamento sairia muito mais caro em uma clínica particular. Como a situação judicial foi resolvida, o gato foi liberado e está aos cuidados do responsável pela internação do animal", apurou o blog Bicharada.

De acordo com o HVU, Leo foi cadastrado no nome de um funcionário do empresário. Após a decisão judicial, não há informações confirmadas sobre quem, de fato, está cuidando do gato. O que há confirmado é que o gato saiu do hospital em 26 de janeiro, mas voltou a ser internado três dias depois com problemas de saúde. 

"Antes do Leo voltar para casa foi feito um check up e estava tudo bem, mas ele voltou três dias depois com dificuldades para urinar. Não sabemos o que ocorreu, se ele ficou estressado devido a mudança de local ou ficou sem beber e sem comer. O gato permanece internado e sob avaliação", finaliza a veterinária Francisca Barros. Até o momento, não há informações se a dívida foi quitada.

 

Empresário responde

Em contato com o Cidadeverde.com, o proprietário do gato se identificou com José Eudes e contestou a versão repassada pelo HVU. O empresário pediu para esclarecer alguns e confirmou que o gato foi cadastrado no nome do funcionário, apenas porque ele estava viajando. 

"Eu não abandonei o Leo. A Justiça que decidiu que a guarda dele ficasse com o HVU. Ele chegou ao hospital em abril de 2016 e foi internado pois estava urinando sangue. No dia, estava viajando e pedi a um funcionário que levasse o gato que é da minha filha caçula. Ele foi levado para lá porque era um caso de urgência. Eu não sou inadimplente e o hospital distorceu a verdade", disse José Eudes. 

O empresário argumenta que Leo foi internado com um problema de saúde e, ao sair ho hospital, continuava para doente. 

"Nunca abandonamos o Leo. Me devolveram ele doente, cheio de pulgas, carrapatos, urinando sangue e com problemas no ouvido. Não tenho problema em pagar o valor cobrado. A questão é que o Leo foi e voltou doente e o HVU ainda quer cobrar? Ele chegou com sinais de maus tratos e tenho como provar tudo. Como hospital-escola, o HVU deveria cobrar apenas pelo material utilizado e não cobrar pelo anestesista, cirurgia e outros, como acontece em clínica particular. O juiz demorou a julgar e quando foi julgar indeferiu a liminar. Eu questionei a dívida e ele me disse que como o pagamento não foi feito, o gato ia ficar no lugar da dívida. Até questionei se se tratasse de gente, a pessoa ia ficar retida? Todo animal deve ter dignidade e ele faz parte da nossa família", disse José Eudes.

O empresário acrescenta ainda que, nesta quinta-feira (09), vai ao HVU para verificar se já foi dada alta médica do hospital e, assim, possa levá-lo para casa. 

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