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Quatro cães morrem após vacina contra raiva e Ministério da Saúde será notificado

Por Graciane Sousa

Quatro cães morreram em Teresina, supostamente, após reações alérgicas da vacina contra raiva. A gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra, informou que amostras das doses foram recolhidas e serão encaminhadas ao Ministério da Saúde. 

"O procedimento normal é, quando se aplica uma vacina e há relatos de reação, notificar ao Ministério da Saúde que consequentemente aciona o laboratório. Hoje à tarde, vamos nos reunir com a veterinária, ver qual o lote da vacina e onde ocorreram esses casos, se foram todos em uma mesma região", explica Bezerra.

Na Capital, mais de 94 mil animais foram imunizados no último sábado (03). A gerente de Zoonoses explica que a vacina é segura e  rigorosamente testada antes de ser liberada. Ela ressalta que a quantidade de animais que apresentaram possíveis reações alérgicas está dentro do esperado. 

"A literatura inglesa fala que o percentual de reação adversa esperada em uma vacinação contra raiva é de 0,004%, exatamente, dentro do que ocorreu em Teresina. A gente lamenta porque não queríamos ter nenhuma morte, mas sabemos que não é assim. É a mesma coisa quando se aplica vacina em uma pessoa: eu espero que ela fique imunizada. Tem animais que não respondem a vacina. Contudo, a vacina é segura e os benefícios são enormes", explica Bezerra. 

Ela destaca ainda a possibilidade dos animais, que vieram a óbito após a vacinação, estarem com uma virose inaparente.

"Toda aplicação de uma vacina- que é composta por antígeno mais conservantes- gera uma reação adversa. A gente trabalha para que não ocorra. Não podemos confirmar se esses animais tiveram ou não alguma reação alérgica, como também não podemos descartar.  Quando se aplica uma vacina, o sistema imunológico do animal é sobrecarregado. Esse animal já podia estar com uma virose inaparente que, com o stresse do organismo na produção de anticorpos, levou a uma reação", disse Oriana Bezerra. 

Ela frisa que os tutores de animais devem ficar tranquilos e reforça que a vacina é segura.

"Antes de sua aplicação, elas são submetidas a testes de potência, inocuidade (que verifica se a vacina causa algum efeito adverso não esperado) e esterilidade (que detecta se há contaminação por bactéria ou fungo.O prazo para que o animal apresente alguma reação é de até 24h após a aplicação  e esse período já expirou. Os donos podem ficar tranquilos, pois se o cão ou gato não teve nada até agora, não vai ter mais, por conta da imunização contra a raiva", finaliza.


A importância da vacinação contra raiva

A raiva é uma doença incurável que atinge o sistema nervoso. Ela causa salivação excessiva, mudança repentina de humor e paralisia. Pode se apresentar em três formas: raiva furiosa, raiva muda e raiva intestinal. Neste último caso, provoca sintomas como cólicas e vômitos constantes.

Além de afetar seu cachorro, a raiva pode ser transmitida para você pela mordida do animal. A doença atinge qualquer mamífero e é preciso ficar atento aos primeiros sinais. Para evitá-la, vale a pena checar a ficha do seu cão para ter certeza de que a vacinação contra a raiva está em dia.

Se você for mordido, lave o ferimento com água e sabão e procure orientação médica. Identifique o dono do cachorro para saber se já é vacinado e observe o animal por 10 dias, verificando se ele apresenta os sintomas da doença. Caso o animal não tenha dono, desapareça ou morra, procure imediatamente orientação com o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade.

 

bicharada@cidadeverde.com

Vacinação contra a raiva na zona urbana acontece neste sábado (03)

Hoje (03) é o dia D da etapa urbana da Campanha de Vacinação Contra a Raiva em Teresina. Mais de 260 postos estarão espalhados por toda a cidade para a imunização de cães e gatos, das 8h às 17h. Em Teresina, a campanha é organizada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Veja os postos.

A meta é imunizar mais de 140 mil cães e gatos contra a raiva, uma doença aguda do sistema nervoso central que pode acometer todos os mamíferos. “A vacina é a forma de prevenção mais segura contra a raiva, e é disponibilizada para toda a população de forma gratuita”, informa a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra. 
 
Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado. “Para que possamos continuar com essa estatística positiva da doença em nossa cidade, pedimos que todos levem seus cães e gatos ao posto mais próximo, e chamem seus amigos e familiares que também possuam animais de estimação”, chama Oriana Bezerra. 
 
A gerente dá ainda algumas orientações para o transporte seguro dos animais até os locais de vacinação, que deve ser feito por pessoas que tenham condições físicas de contê-los nos postos, para prevenir acidentes entre animais e pessoas. “Para gatos, recomendamos que sejam levados na caixa de transporte ou sacos de estopa ou nylon. Para cães, o ideal é o uso de guia ou corrente”, recomenda a gerente. Ela orienta ainda que a população dê preferência ao horário da manhã, por ser mais fresco e confortável, assim como evita a formação de filas ao fim do dia e eventual estresse entre os bichinhos.
 
Nas próximas semanas será realizada ainda a etapa da vacinação correspondente à zona rural, cuja logística se difere da etapa urbana. “Na etapa rural não são montados postos fixos de vacinação; as equipes da FMS vão de propriedade em propriedade imunizando os animais”, informa Oriana Bezerra.
 
A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

 

bicharada@cidadeverde.com

Vacinação contra a raiva na zona urbana acontece amanhã (3)

Amanhã (03) é o dia D da etapa urbana da Campanha de Vacinação Contra a Raiva em Teresina. Mais de 260 postos estarão espalhados por toda a cidade para a imunização de cães e gatos, das 8h às 17h. Em Teresina, a campanha é organizada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). 

Veja lista de postos de vacinação nas zonas:

Sul

Norte

Leste/Sudeste

A abertura da campanha será na Praça Santa Teresinha, que fica em frente à igreja católica do bairro Satélite, zona Leste da capital. A meta é imunizar mais de 140 mil cães e gatos contra a raiva, uma doença aguda do sistema nervoso central que pode acometer todos os mamíferos. “A vacina é a forma de prevenção mais segura contra a raiva, e é disponibilizada para toda a população de forma gratuita”, informa a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra. 

Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado. “Para que possamos continuar com essa estatística positiva da doença em nossa cidade, pedimos que todos levem seus cães e gatos ao posto mais próximo, e chamem seus amigos e familiares que também possuam animais de estimação”, chama Oriana Bezerra. 

A gerente dá ainda algumas orientações para o transporte seguro dos animais até os locais de vacinação, que deve ser feito por pessoas que tenham condições físicas de contê-los nos postos, para prevenir acidentes entre animais e pessoas.

“Para gatos, recomendamos que sejam levados na caixa de transporte ou sacos de estopa ou nylon. Para cães, o ideal é o uso de guia ou corrente”, recomenda a gerente. Ela orienta ainda que a população dê preferência ao horário da manhã, por ser mais fresco e confortável, assim como evita a formação de filas ao fim do dia e eventual estresse entre os bichinhos.

Nas próximas semanas será realizada ainda a etapa da vacinação correspondente à zona rural, cuja logística se difere da etapa urbana. “Na etapa rural não são montados postos fixos de vacinação; as equipes da FMS vão de propriedade em propriedade imunizando os animais”, informa Oriana Bezerra.

A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

 

redacao@cidadeverde.com

Cão anda de ônibus sozinho para visitar o dono no trabalho

Ele tem nome de cantor de sofrência, mas em Fernando de Noronha Pablo também é sinônimo de cachorro esperto. O cão é visto sempre nas paradas de ônibus da ilha esperando o transporte coletivo. Pablo sabe o que faz, ele pega o ônibus sozinho para visitar o dono, Erick Nascimento, conhecido como Galego.

Foto: Andressa Togeiro)

O cão Pablo circula no ônibus sem a companhia do dono 

O animal não se perde, espera na parada e vai  do bairro dos Três Paus, onde mora, até a Vila dos Remédios, local onde desce do coletivo e segue até a Praia do Cachorro,  endereço do trabalho de Erick.

O fato do cão ficar desacompanhado na parada chamou atenção de Andressa Togeiro, gerente de loja na Vila dos Remédios. "Eu vi o cachorro sentado só no ponto de ônibus e não entendi, aí um amigo me falou que ele era Pablo, o cão que andava de ônibus sozinho.  A partir daí passei a observar , é muito interessante, então  comecei a divulgar", disse Andressa.  

O motorista do ônibus da ilha já conhece o animal. "Este cachorro pega ônibus só, ele sabe bem onde descer, sempre na Vila dos Remédios. É um cão inteligente, só não pagou passagem até hoje, como é morador da ilha tem direito a gratuidade, mas ele nunca mostrou a carteira", disse o motorista Eduardo Azevedo.

Foto: Ana Clara Marinho/ TV Globo

O cachorro já fez amizade com o motorista do ônibus 

O dono do cão fica orgulhoso com o amor do animal. "O cachorro me escolheu, quando eu saí da ilha ele era menino, novinho, aí eu voltei para Noronha e Pablo me escolheu. Eu estou criando e também gosto muito dele, dou carinho e amor.  Ele dorme dentro de casa, tem uma cama especial, o cantinho dele", contou Erick Nascimento.

Mas quando vai trabalhar, o dono precisa deixar Pablo preso. O problema é que, pela lei em vigor em Fernando de Noronha, os cães não podem circular nas praias, e ainda tem uma ironia, que o local é justo a Praia do Cachorro. "Tenho que deixar o cão preso em casa, ele fica chorando, é triste. Quando Pablo consegue se soltar ele pega o ônibus e vem me visitar", revelou o dono.

Foto: Ana Clara Marinho/ TV Globo

O cão é visto sempre nas paradas de ônibus da ilha esperando transporte coletivo

Ao chegar à praia o cão corre, se diverte. Se o dono entrar no mar,  Pablo também entra na água, encara as ondas. Os turistas querem que cão tenha autorização para visitar o dono. "Eu conheci este cachorro na praia, ele é manso. Esse é o lugar dele, o nome já diz, é a Praia do Cachorro.  Na verdade os turistas é que estão invadindo", falou o turista Adriano Formi . "Eu acho ele lindo, adoro cachorro, ele não me incomoda, vou fazer a campanha #ficapablo", disse a turista Jaqueline Carvalheiro.

Foto: Ana Clara Marinho/ TV Globo

O cachorro Pablo e o dono Erick em Fernando de Noronha

 

O dono do cachorro já planeja criar um perfil, nas redes sociais, para mostrar o dia a dia do cão Pablo Noronha. 

 

Com informações Globo
bicharada@cidadeverde.com

Protesto contra fim das vaquejadas mobiliza protetores de animais no Piauí

 

Dezenas de ativistas e representantes de ONGs de proteção aos animais se mobilizaram contra a realização de vaquejadas no Estado. O ato ocorreu ontem (27) em várias cidades do país. Em Teresina, o protesto foi organizado pela Federação da Associação de ONGs de Proteção Animal no Piauí (FAOS) e contou com apresentações culturais e caminhada pela avenida Raul Lopes, na zona Leste da Capital. 

“Vaquejada não é cultura, nem esporte. A cultura está presente na capoeira, nos grupos folclóricos e em tantas outras manifestações que favorecem o bem comum. O Piauí precisa se unir contra as vaquejadas. Apoiamos a decisão do STF (Superior Tribunal Federal), que considera esta prática inconstitucional. Vamos seguir juntos em defesa dos nossos animais”, destaca a vereadora Teresa Britto, defensora da causa animal.

Por meio de cartazes, os manifestantes pediram respeito aos direitos dos animais. 

“Vamos mostrar que o Piauí é um estado que ama seus animais, que aqui nós temos proteção animal. Vamos fazer nosso movimento e a nossa parte”, diz a presidente da FAOS, Zélia Soares.

Representantes da Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa) e Guardiões dos Direitos dos Animais no Piauí (Gdapi) também levantaram a 'bandeira' da causa animal. 

“Não existe bem-estar animal nas vaquejadas. Quem fala isso não sabe o que está dizendo. Vamos lutar para manter esta prática ilegal”, defende a médica veterinária Roseli Klein, da Apipa.
 
A manifestação também contou com representantes de ONGs de outros municípios como a 'Corrente do Bem', do município de Parnaíba.

“Nós trabalhamos preventivamente e uma das nossas ações é a castração de animais, para tentar conter aumento de cães e gatos nas ruas. Viemos em defesa dos animais que sofrem maus tratos nas vaquejadas e estamos juntos nesta causa”, disse Rilza Amália Meireles.

 

Inconstitucionalidade

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em 6 de outubro derrubar uma lei do Ceará que regulamentava a vaquejada. Por 6 votos a 5, os ministros consideraram que a atividade impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente.

O governo do Ceará dizia que a vaquejada faz parte da cultura regional e que se trata de uma atividade econômica importante e movimenta cerca de R$ 14 milhões por ano. Apesar de se referir ao Ceará, a decisão servirá de referência para todo o país, sujeitando os organizadores a punição por crime ambiental de maus tratos a animais. 

Piauí

No Piauí, a vaquejada como prática desportiva e cultural no Estado do Piauí é regulamentada desde 2012 ( artigo 2º da Lei 6.265/2012). Agora, o deputado estadual João Madison (PMDB) enviou um novo projeto de lei para a Assembleia Legislativa do Piauí que visa unificar as regras da Vaquejada e Cavalgada no Estado do Piauí, estabelecendo normas de realização dos eventos, do bem-estar animal, além de definir procedimentos e estabelecer diretrizes que garantam o bom andamento do esporte, através do controle e prevenção sanitário-ambientais, higiênico-sanitárias e de segurança em geral.

Mesmo sendo prática permitida no Estado, outras ações poderão ser apresentadas ao STF para derrubar a regulamentação.

 

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Grupo fará protesto contra a vaquejada no próximo domingo (27) em Teresina

A cidade de Teresina adere ao Movimento Crueldade Nunca Mais e realiza no próximo domingo, dia 27 de novembro, uma manifestação contra a vaquejada. Organizado por defensores dos animais, o evento acontecerá, simultaneamente, em diversas cidades brasileiras. Na capital teresinense, a manifestação será a partir das 16 horas, no complexo cultural da Ponte Estaiada, localizado na Avenida Raul 

O Movimento Crueldade Nunca Mais tem a intenção de colocar, nesse domingo (27), milhares de pessoas nas ruas, distribuídas em dezenas de cidades brasileiras. A ação acontece em apoio à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considera a vaquejada uma prática cruel e um desrespeito à Constituição Federal, que proíbe expressamente em seu artigo 225, § 1º, inciso VII, a crueldade para com os animais. 

A decisão da Suprema Corte brasileira sobre a vaquejada é recente, decorre da finalização, no último dia 06 de outubro, do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4983. Na ocasião, o STF julgou procedente a referida ADI contra a Lei 15.299/2013, do estado do Ceará, que regulamentava a vaquejada como prática desportiva e cultural naquele estado. Portanto, a decisão do STF torna a “lei cearense da vaquejada” inconstitucional porque a crueldade e os maus tratos estão intrinsecamente ligados à prática da vaquejada. 

Senado aprova projeto contrariando o STF

Apesar da decisão do Supremo, o Plenário do Senado aprovou este mês o Projeto de Lei da Câmara nº 24, de autoria do Deputado Capitão Augusto, que eleva o Rodeio e a Vaquejada à condição de manifestação cultural nacional e de patrimônio cultural imaterial. Tal projeto segue, agora, para sanção presidencial. A decisão do Senado contraria inclusive a consulta pública disponibilizada na página virtual da Casa Legislativa. 

A pesquisa, que teve o seu resultado apurado em 22/11/16, diz que 51.490 (cinquenta e um mil, quatrocentos e noventa) votos rejeitam a vaqueja e o rodeio como atividades culturais. Contra 17.845 (dezessete mil, oitocentos e quarenta e cinco) daqueles que entendem que a vaquejada e rodeio são manifestações culturais. Outros Projetos de Lei relacionados a tais práticas estão em tramitação. 

Há ainda uma Proposta de Emenda Constitucional. Trata-se da PEC 50, a qual altera a Constituição Federal ao acrescentar o § 7º ao art. 225 à Carta Magna. O texto diz: “§ 7º Para fins do disposto na parte final do inciso VII do § 1º deste artigo, não se consideram cruéis as manifestações culturais previstas no § 1º do art. 215 e registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, desde que regulamentadas em lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos". 

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) lançou nota se posicionando contra a prática de vaquejada, afirmando que a atividade causa maus tratos aos animais. 

Serviço: MANIFESTAÇÃO “CRUELDADE NUNCA MAIS” 
Data: 27 de Novembro de 2016 (domingo) 
Horário: 16h00 Local: Teresina – Complexo Cultural Ponte Estaiada.
http://www.somoscontravaquejada.com/.

 

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Campanha de vacinação contra raiva em Teresina acontece dia 3

A etapa urbana da Campanha de Vacinação Contra a Raiva acontecerá no sábado (03), das 8h às 17h, em Teresina. A meta é imunizar mais de 140 mil cães e gatos contra a Raiva, que é uma doença aguda do sistema nervoso central, que pode acometer todos os mamíferos e a única forma de prevenção é a vacinação dos animais domésticos, que podem ser transmissores da doença. 

Veja aqui a lista de postos de vacinação. 

A campanha que estava programada para acontecer no último dia 19 foi adiada. O adiamento, segundo a Secretaria de Saúde do Estado do Piauí, foi por conta da empresa responsável pelo fornecimento dos insumos (seringas e agulhas) não os ter entregue em tempo hábil, o que inviabilizou a vacinação. 

“Pedimos que todos levem seus cães e gatos de estimação ao posto mais próximo no dia 3 de dezembro, e chamem seus amigos e familiares. Desta forma, poderemos manter a doença longe de nossa cidade. Lembramos que a vacina é gratuita e qualquer animal sadio acima dos dois meses de idade pode receber sua dose”, explica a veterinária Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado.

A etapa da vacinação correspondente à zona rural ainda não tem data definida, mas assim que houver definição a FMS divulgará amplamente à população. “Diferente do que ocorre na zona urbana, não são montados postos fixos de vacinação na zona rural; as equipes da FMS vão de propriedade em propriedade imunizando os animais”, informa Oriana Bezerra.

Oriana orienta a população para que dê preferência ao horário da manhã, por ser mais fresco e confortável, assim como evita a formação de filas ao fim do dia e eventual estresse entre os bichinhos. Eles devem ser transportados de forma segura e por pessoas que tenham condições físicas de contê-los nos postos, para prevenir acidentes entre animais e pessoas. “Para gatos, recomendamos que sejam levados na caixa de transporte ou sacos de estopa ou nylon. Para cães, o ideal é o uso de guia ou corrente”, recomenda a gerente.

 

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Por que os cães comem grama?

Se você tem um cão, já deve ter ficado intrigado quando vê o bicho comer grama em um parque ou no jardim de casa. Mas será que esse é um comportamento normal? Segundo Ricardo Tamborini, especialista em comportamento canino, é comum cães comerem grama ou qualquer vegetal que esteja por perto.

“Uma das explicações mais interessantes é que os parentes selvagens de nossos cães domésticos –lobos, raposas e cachorros do mato- têm como base de sua alimentação animais herbívoros. Por isso, acabam ingerindo, indiretamente, plantas e gramas que estavam no estômago desses animais”, destaca.

Outro fato bastante curioso é que os cães comem grama enquanto estão correndo e caçando. Eles fazem isso para juntar mais informações de cheiro e gosto do “animal” que estão caçando.

Os cães também comem grama e plantas quando estão com algum desconforto estomacal, isso porque a grama age como um irritante no estômago, fazendo o animal vomitar a comida indesejada. A grama também adiciona fibra à dieta do animal, melhorando o trato intestinal e reduzindo as chances de câncer de intestino.

O mais interessante é que quando os cães comem algum tipo de planta, mesmo que involuntariamente, estão consumindo clorofila, que é de extrema importância para a saúde deles, pois atua no organismo limpando impurezas e toxinas. Alguns estudos indicam que 80% dos cachorros domésticos comem grama ou outros tipos de mato, mas que não fazem isso necessariamente por problemas estomacais.

A clorofila também inibe o crescimento bacteriano em feridas, combate as infecções de gengiva, garganta, ulceras gástricas e inflamações de intestino, além de ser responsável pela renovação de tecidos, promovendo uma flora intestinal saudável e ativando enzimas para produzir vitaminas A, E e K.

Apesar de todos os benefícios encontrados na clorofila, presente nas plantas, o especialista alerta quanto ao cuidado em deixar o cão solto, comendo grama em qualquer lugar. “Esses matinhos podem estar contaminados pela poluição ou agrotóxicos, e a ingestão pode intoxicar o seu amigão, sem contar que ele ainda pode ingerir vermes e parasitas”, explica.

Portanto, ter cautela é sempre importante. Evite que o seu cão coma plantas em locais suspeitos. Ter um jardim em casa é a melhor opção.

 

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Tráfico de animais é o 4º negócio ilegal mais lucrativo do mundo

Filhote de tigre siberiano de apenas um mês e meio de vida em zoológico particular na Hungria (Stringer/Reuters/VEJA)

 

Estima-se que entre 20.000 e 30.000 elefantes são abatidos por ano ilegalmente. Desde 2007, o comércio ilegal de marfim mais do que duplicou. O tráfico de vida selvagem ameaça a biodiversidade do planeta e coloca em perigo de extinção espécies como os elefantes, os rinocerontes e os tigres. O tráfico de espécies selvagens é, de acordo com a Comissão Europeia, o quarto negócio ilegal mais lucrativo do mundo, atrás apenas do tráfico de drogas, de seres humanos e do comércio de armas. Estima-se que o lucro anual da atividade gire em torno de 8 bilhões a 20 bilhões de euros.

O Parlamento Europeu debate nesta quarta (23) e vota nesta quinta (24) um relatório que aborda a forma como a UE e os Estados-membros devem intensificar os esforços para combater o tráfico de espécies selvagens. O documento foi elaborado pela eurodeputada britânica Catherine Bearder, que defende a aplicação rigorosa das regras existentes de combate ao tráfico e o reforço na cooperação entre países de origem, consumidores e de trânsito.

“As causas são, sobretudo, a procura do mercado e a falta de conhecimento do comprador. É mais fácil traficar marfim e chifre de rinoceronte do que drogas. O marfim é mais valioso do que a platina. [Os criminosos] enviam o marfim para a China e regressam da China com drogas ou armas. É por isso que é necessário que a UE trabalhe em conjunto. Precisamos que a Europol (Serviço Europeu de Polícia) lide com esse tipo de crime como um crime organizado”, afirma Catherine.

Nos últimos anos, o tráfico de vida selvagem alcançou níveis sem precedentes e a procura global por fauna e flora selvagens e produtos derivados não para de aumentar, segundo informações do Parlamento Europeu. Além disso, o baixo risco de detenção e as elevadas contrapartidas financeiras atraem cada vez mais os criminosos organizados, que utilizam os lucros para financiar milícias e grupos terroristas. Os produtos traficados são vendidos por meio de canais legais e os consumidores, muitas vezes, não estão conscientes de sua origem ilegal.

Em fevereiro deste ano, a Comissão Europeia adotou um plano de ação para combater o tráfico de animais selvagens. A região é origem, trânsito e destino do tráfico de espécies ameaçadas de extinção e de espécimes vivos e mortos da fauna e da flora selvagens. A UE destinou 700 milhões de euros para a aplicação do plano, entre 2014 a 2020.

As prioridades do plano de ação são a prevenção do tráfico, a redução da oferta e da procura de produtos ilegais da fauna e da flora selvagens, a aplicação das regras vigentes e o combate à criminalidade organizada por meio da cooperação entre os serviços de polícia competentes, designadamente a Europol. Também é prioridade a cooperação entre os países de origem, de destino e de trânsito, incluindo apoio financeiro da UE para proporcionar fontes de rendimento a longo prazo às comunidades rurais que vivem em zonas de extensa fauna selvagem.

Espécies selvagens

Não são apenas os animais que sofrem com o tráfico de vida selvagem. Esse crime põe em risco também a sobrevivência de muitas espécies vegetais, como árvores de madeiras tropicais, corais e orquídeas. O tráfico ainda gera corrupção, faz vítimas humanas e priva as comunidades mais pobres de receitas que lhes são necessárias.

Dados do Parlamento Europeu mostram que enquanto em 2007, na África do Sul, foram mortos ilegalmente 13 rinocerontes, em 2015 o número subiu para 1.175 animais abatidos. A maioria dos 20.000 rinocerontes ainda existentes no mundo está naquele país. Os chifres do animal são usados na medicina asiática para tratamentos diversos, inclusive de câncer. Também são usados em joalheria e decoração.

Há um século, a estimativa é que a população de tigres no mundo chegava a 100.000. Hoje, se resume a 3.500 animais. Os dentes, os ossos e a pele são utilizados na confecção de artigos de decoração, enquanto os ossos são usados pela medicina tradicional asiática.

Os pangolins, que também correm risco de extinção, são os mamíferos mais traficados do mundo. Esses animais são consumidos como alimento e suas escamas são usadas para fins medicinais. Estima-se que, entre 2007 e 2013, mais de 107.000 foram confiscados como contrabando.

 

Com informações Agência Brasil

Criança faz apelo após ter cadela roubada na porta de casa

Imagine perder um membro importante de sua família? É assim que os donos da cadela "Belinha" estão se sentido neste momento. 

A Cocker Spaniel foi levada na tarde desta segunda-feira (21), por volta das 13h, da rua  Durvalino Couto, no bairro Jockey Clube, zona Leste de Teresina, bem próximo ao Uniplan.

A cadela pertence ao pequeno Victor Gabriel, que não para de chorar. A família registrou Boletim de Ocorrência. "Ela foi levada da porta de casa. Meu filho está inconsolável", afirma o pai, que garante recompensa para quem encontrar o animal.

"Ele pede que devolvam sua cachorinha", acrescenta.

Quem tiver alguma informação pode entrar em contato com a família pelo telefone 99516-9228.

 

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