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Etapa rural da campanha contra Raiva termina na quarta (21)

Técnicos da Gerência de Zoonoses de Teresina continuam percorrendo a zona rural Sul e Sudeste de Teresina imunizando cães contra a raiva. A etapa rural começou no último sábado (17) e 7.785 animais foram vacinados. Nessa fase não são montados postos fixos de vacinação. As equipes saem de casa em casa. 

A raiva é uma doença sem tratamento e cuja única forma de prevenção é por meio da vacina, constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol. A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal.

“Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção”, explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Capital.

A etapa rural se encerra na quarta-feira (21). Tutores que não conseguiram vacinas seus pets durante a campanha devem levar os bichos até a Gerência de Zoonoses, localizada na Rua Minas Gerais, Nº 909 – Bairro Matadouro, zona Norte, no horário de 8h às 17h. 

 

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Vacinação antirrábica na zona rural começa neste sábado (17); veja locais

A Prefeitura de Teresina dá início neste sábado (17) à segunda etapa da campanha de vacinação antirrábica, desta vez contemplando a zona rural. Neste primeiro dia serão contemplados cinco povoados nas zonas rurais Sul e Sudeste.

De acordo com a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra, a logística da vacinação na zona rural se difere da urbana, onde são montados postos fixos. “Nos povoados rurais, nós vamos nas residências de cada localidade para vacinar os cães e gatos”, explica ela. A equipe vai visitar 37 localidades nas regiões do Alegria, Chapadinha Sul, Cerâmica Cil e Altamira.

A etapa urbana teve seu dia D no último 03 de dezembro, com reforços em alguns bairros realizados até ontem (14). A campanha teve sua meta alcançada, com resultado parcial de 80,36% de cobertura vacinal no dia D da zona urbana. Foram 264 postos em toda a cidade, que imunizaram 94.442 cães e gatos.

“Há mais de 20 anos, Teresina não registra casos da doença em humanos residentes no município. Este é o resultado da boa cobertura vacinal que a cidade apresenta todos os anos. A vacina é a forma de prevenção mais segura contra a raiva, e para que possamos continuar com essa estatística positiva da doença em nossa cidade a melhor forma é a vacinação, que é disponibilizada para toda a população de forma gratuita”, explica Oriana.

A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

A única forma de prevenção da raiva é por meio da imunização. A vacina animal, que é segura e gratuita, é constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol.
 
Vacinação contra a Raiva – zona Rural Sul e Sudeste
 
Região: Alegria     
Povoado Alegria
Vila Santa Cruz
Beco Da Eturb
Granja Avinor
Vila Do Sossego
Matadouro
Recanto Dos Pássaros
Fazenda Nova (Humaitá)
Porções Ii
Torrões
Caminho Do Sol
São Lourenço
Santa Teresa
Ictel
Projeto Casulo
           
Região: Chapadinha Sul

Serafim
Sambaiba / Cocal / Cipó Enrolado
Cebola
Fazenda Junco / Buritizinho
Balneario
Assentamento
Chapadinha Sul
Remanso           
Pernudas
Salobro
           
Região: Ceramica Cil
           
Cerâmica Cil (Lado A)
Cerâmica Cil (Lado B)
Loteamento Maria Alice (Vila)
Loteamento Cil I
Loteamento Cil Ii
Piripiri Dos Galdino
Sumaré
Alto Formoso / Paraíso
           
Região: Altamira
 
Santa Teresinha
São Francisco
Fazenda Altamira
Fazenda Nova

 

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Touro invade avenida e assusta motoristas no centro de São José, SP

Um touro invadiu a avenida Adhemar de Barros e assustou motoristas e pedestres que passavam pela via na região central de São José dos Campos nesta quinta-feira (15).

O touro apareceu por volta das 5h30 na avenida Adhemar de Barros e teria escapado após um roubo em uma propriedade na zona oeste. Ele caminhou livremente pela via e assustou motoristas e pedestres que passavam pelo local. O Corpo de Bombeiros foi acionado e o animal foi resgatado por volta das 9h.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o touro é de um produtor rural da zona oeste da cidade. Ele foi acionado e providenciou um caminhão para retirar o animal que foi contido, mas permanecia no centro.

Aos bombeiros, ele contou que durante a madrugada sete touros foram furtados de sua propriedade, e esse teria se perdido durante a fuga dos criminosos. O caso está sendo apurado pela polícia.

 

Fonte: G1.

Capivaras invadem clube e tomam banho de piscina no Rio de Janeiro

Uma família bem diferente das que costumam frequentar o Marina Barra Clube, na Barra, tem chamado a atenção dos sócios. São 22 capivaras — 12 adultos e dez filhotes — que, nos últimos meses, vêm invadindo as instalações. 

Num primeiro momento, os roedores apareciam só à noite e em pequenos grupos, gerando curiosidade e até certo encantamento. Depois, começaram a dar as caras de dia e passear não só pelo gramado, mas também pelas quadras e até na área de lazer das crianças. A gota d'água, no entanto, foi quando um dos animais mergulhou na piscina do clube.

— Não sabemos mais o que fazer. As capivaras já frequentam o clube há tempos, mas agora esses 22 animais começaram a andar por aqui dia e noite em bando. Não podemos tirá-los de lá por conta própria, mas acho que o ideal seria levá-los para o Parque Chico Mendes, no Recreio — sugere Valéria Wright, mulher do presidente do conselho do clube.

A preocupação aumentou no fim de semana, quando Valéria notou que um dos animais estava machucado e, ao tentar se aproximar, achou-o agressivo. E capivaras são hospedeiras de carrapatos.

— Eu me afastei, mas fico imaginando uma criança de 2 ou 3 anos. Eles (os bichos) podem atacar — diz Valéria, que reclama do jogo de empurra dos órgãos públicos: — O clube entrou em contato com o Ibama, mas disseram que não podem fazer nada por ser habitat natural deles. Ligamos para o Corpo de Bombeiros, para ver se tinham veterinário, mas mandaram ligar para a zootecnia da prefeitura. O clube fez contato com a Secretaria especial de Proteção e Defesa dos Animais há um ano. Nunca recebeu resposta.

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) não respondeu ao EXTRA. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente diz que os animais pertencem à fauna local. “Por se tratar de área particular, a segurança (cercamento) cabe ao clube, bem como a contratação de biólogo para o remanejamento da fauna que deve ser autorizada pelo órgão competente”.

 

Fonte: Extra.

Campanha contra a raiva em Teresina se estende até quarta (14)

Por Graciane Sousa

Tutores da zona urbana de Teresina terão até a próxima quarta-feira (14) para vacinar seus pets em um dos postos extras de vacinação contra raiva. Após problemas no dia 'D' da campanha na semana passada, a  Fundação Municipal de Saúde (FMS)  disponibilizou novos pontos, ao todo mais de 22, nas quatro zonas da cidade. 

Os postos funcionarão das 8h às 17h, a partir desta sexta-feira (09), e serão disponibilizados de acordo com cronograma elaborado pela Gerência de Zoonoses de Teresina. (confira o cronogram abaixo).

“As pessoas que por algum motivo não puderem levar os animais no sábado, podem procurar um desses postos fixos que estamos instalando na cidade”, informa a gerente Oriana Bezerra.

No dia 'D' da campanha, cerca de 94 mil animais domésticos foram imunizados. A previsão era imunizar 132 mil bichinhos e os mantê-los livres da raiva.

Após o fim da etapa urbana, ocorrerá ainda a etapa rural da campanha, com data ainda a definir.

 

Segurança da vacina antirrábica
 
A raiva é uma doença sem tratamento e cuja única forma de prevenção é por meio da vacina, que é segura e gratuita. A vacina contra a raiva animal é segura. Ela é constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol. 

“Antes de sua aplicação, elas são submetidas a testes de potência, inocuidade (que verifica se a vacina causa algum efeito adverso não esperado) e esterilidade (que detecta se há contaminação por bactéria ou fungo)”, explica a gerente de zoonoses Oriana Bezerra.
 
A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.
 
 
Postos extras de vacinação contra a raiva

                 
Dia 09


C.S Augusto Castro (Santo Antonio), E.M.Lizandro Tito - Rua “C”  (Vila Dagmar Maza), CMEI Sta Cruz (Santa Cruz), Centro de Convivência Vila Wall Ferraz (Santa Cruz) e Creche Tia Francisquinha - Q 19 (Santa Fé)
 
Dia 12 


Verdão (Centro), Praça Cristina Leite - Ipase (Primavera), Posto de Saúde da Água Mineral (Água Mineral), SASC (Aeroporto), Creche Tia Alice (São Joaquim), Comercial Carvalho (Sta Maria)
 
Dia 13        

      
Praça Gerardo Vasconcelos (Fátima), Unid. Esc. Noé Fortes (Ininga), Praça Violeta - Posto 6 (Horto Florestal), Praça do Prefeito (São Cristovão), Praça E. Veras - Vilmary (São Cristovão)
 
Dia 14


ASALPI (Jardim Europa), 21 Distrito Policial (Usina Santana), Res. ACS. Sra Bené (Usina Santana), Comércio do Sr. Carlos - Pedro Balsi (Flor do Campo), Res. Da Sra Auzerina (Quadra “D”, casa 48 Conj. Novo Milenium), CRAS Sudeste III (Parque Colorado)

"Cães que morreram após vacinas podiam estar doentes" diz médico

Por Graciane Sousa

A morte de quatro animais após vacinação antirrábica deixou muitos tutores apreensivos. Alguns, até pensam em deixar de imunizar os bichinhos nas campanhas gratuitas de imunização. Contudo, o médico veterinário José Wilson, ressalta a importância de se manter o calendário vacinal em dia, mas alerta para a necessidade de uma avaliação clínica do cão ou gato, antes de serem imunizados. 

"Todo animal a ser vacinado, deve ser avaliado previamente. Se possível, por um veterinário. Os animais devem ser avaliados, mesmo que seja antes da vacinação em campanhas gratuitas, para que não ocorra o que sempre acontece: casos de óbitos de animais que naquele momento não deveriam receber imunização", explica o veterinário.

A morte dos cães teriam sido decorrentes de reações alérgicas da vacina contra raiva. O Ministério da Saúde será notificado sobre os casos.  A Gerência de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que os registros estão dentro do esperado.

A questão é que ninguém quer perder seu bichinho de estimação. 

O médico José Wilson reitera a informação repassada pela Gerência de Zoonoses de que os animais que vieram a óbito já poderiam estar doentes. Segundo ele, reações alérgicas pós-vacinas são comuns, mas é imprenscindível a ida ao veterinário para diminuir os riscos. 

"Qualquer animal está sujeito a uma reação pós-vacinal que pode ser leve, moderada ou severa. Para que a gente possa minimizar os riscos de uma reação, o animal vai ter que estar extremamente saudável, antes de ser vacinado. Na maioria dos casos em que há reações, os animais estão imunossuprimidos, ou seja, com redução do sistema imunológico, com alguma doença que causa baixa imunidade. Ao serem vacinados, eles apresentam uma reação que pode chegar até o nível severo", explica. 

 

A importância da vacinação contra raiva

A raiva é uma doença incurável que atinge o sistema nervoso. Ela causa salivação excessiva, mudança repentina de humor e paralisia. Pode se apresentar em três formas: raiva furiosa, raiva muda e raiva intestinal. Neste último caso, provoca sintomas como cólicas e vômitos constantes.

Além de afetar seu cachorro, a raiva pode ser transmitida para você pela mordida do animal. A doença atinge qualquer mamífero e é preciso ficar atento aos primeiros sinais. Para evitá-la, vale a pena checar a ficha do seu cão para ter certeza de que a vacinação contra a raiva está em dia.

Se você for mordido, lave o ferimento com água e sabão e procure orientação médica. Identifique o dono do cachorro para saber se já é vacinado e observe o animal por 10 dias, verificando se ele apresenta os sintomas da doença. Caso o animal não tenha dono, desapareça ou morra, procure imediatamente orientação com o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade.

Após problemas, Teresina terá postos extras de vacinação contra raiva

Por Graciane Sousa

Problemas no dia da campanha de vacinação antirrábica, ocorrida no último sábado (03), levaram a Fundação Municipal de Saúde (FMS)  a disponibilizar posto extras para imunização dos animais. Tutores deixaram de vacinar seus animais porque não havia profissionais para a aplicação das doses. O posto de vacina do bairro Santo Antônio, na zona Sul de Teresina, foi um dos locais afetados.

"Eu levei minha cadela ao posto pela manhã, no horário entre 11h e meio dia, e não tinha ninguém para aplicar. Fui para casa, retornei às 16h30 e o local já estava fechado. O outro posto na minha região ficava no bairro Santa Fé e não tinha como ir caminhando. Assim como aconteceu comigo, vários vizinhos voltaram para casa sem vacinar os bichinhos", conta o assistente financeiro, Marcílio Lima.

A gerente da Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Oriana Bezerra, admitiu o problema e atribuiu a situação à mudança de data da campanha e também à realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

"A vacina contra raiva a dinâmica e diferente de vacinação de crianças e idosos, onde as pessoas vão as UBS e são imunizadas. Os animais são vacinados em praças, escolas e outros postos. Todos os anos, fazemos a distribuição nos postos e lotação de profissionais, mas acreditamos que com a mudança de data da campanha e a coincidência com o Enem- alguns profissionais escalados para trabalhar fizeram provas- ocorreu esse problema", explica Bezerra. 

Das 132 mil doses disponibilizadas, 94 mil foram aplicadas. A falta de profissionais nos postos de aplicação atingiu, pelo menos, as zonas Sul e Sudeste de Teresina. Com a disponibilização de postos extras, a campanha de vacinação na zona rural que deveria acontecer no próximo sábado (10) foi adiada, sem data definida. 

Nesta terça-feira (06), seis postos extras de vacinação serão instalados no bairro Porto Alegre (confira lista abaixo).

Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado. "Diante de casos como o falecimento de uma pessoa por raiva no Ceará, e outros episódios pontuais de raiva animal no interior do estado, podemos dizer que o vírus está circulando e por isso precisamos nos proteger", diz a diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba.

A gerente de Zoonoses acrescenta que a vacina contra a raiva animal é segura. Ela é constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol.

“Antes de sua aplicação, elas são submetidas a testes de potência, inocuidade (que verifica se a vacina causa algum efeito adverso não esperado) e esterilidade (que detecta se há contaminação por bactéria ou fungo)”, diz a gerente.

A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.


POSTOS DE VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA 

 

Sítio do IPMT
Endereço: Residencial Teresa Cristina - Angelim III

Sede Prov. do Cons. Com. Portal da Alegria III e IV
Endereço: Próximo ao Terminal de Ônibus - Vila Palitolândia

Escola M. Ofélia Leitão
Endereço: Av. Principal - Porto Alegre

Escola Municipal Velho Monge
Av. Principal Loteamento - Porto Alegre II

CEU Centro de Artes e Esportes Unificados
Endereço: Quadra L Casa 6 - Portal da Alegria

Creche de N. Srª Aparecida
Endereço: Rua Agricolândia - Vila da Glória - Porto Alegre

Quatro cães morrem após vacina contra raiva e Ministério da Saúde será notificado

Por Graciane Sousa

Quatro cães morreram em Teresina, supostamente, após reações alérgicas da vacina contra raiva. A gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra, informou que amostras das doses foram recolhidas e serão encaminhadas ao Ministério da Saúde. 

"O procedimento normal é, quando se aplica uma vacina e há relatos de reação, notificar ao Ministério da Saúde que consequentemente aciona o laboratório. Hoje à tarde, vamos nos reunir com a veterinária, ver qual o lote da vacina e onde ocorreram esses casos, se foram todos em uma mesma região", explica Bezerra.

Na Capital, mais de 94 mil animais foram imunizados no último sábado (03). A gerente de Zoonoses explica que a vacina é segura e  rigorosamente testada antes de ser liberada. Ela ressalta que a quantidade de animais que apresentaram possíveis reações alérgicas está dentro do esperado. 

"A literatura inglesa fala que o percentual de reação adversa esperada em uma vacinação contra raiva é de 0,004%, exatamente, dentro do que ocorreu em Teresina. A gente lamenta porque não queríamos ter nenhuma morte, mas sabemos que não é assim. É a mesma coisa quando se aplica vacina em uma pessoa: eu espero que ela fique imunizada. Tem animais que não respondem a vacina. Contudo, a vacina é segura e os benefícios são enormes", explica Bezerra. 

Ela destaca ainda a possibilidade dos animais, que vieram a óbito após a vacinação, estarem com uma virose inaparente.

"Toda aplicação de uma vacina- que é composta por antígeno mais conservantes- gera uma reação adversa. A gente trabalha para que não ocorra. Não podemos confirmar se esses animais tiveram ou não alguma reação alérgica, como também não podemos descartar.  Quando se aplica uma vacina, o sistema imunológico do animal é sobrecarregado. Esse animal já podia estar com uma virose inaparente que, com o stresse do organismo na produção de anticorpos, levou a uma reação", disse Oriana Bezerra. 

Ela frisa que os tutores de animais devem ficar tranquilos e reforça que a vacina é segura.

"Antes de sua aplicação, elas são submetidas a testes de potência, inocuidade (que verifica se a vacina causa algum efeito adverso não esperado) e esterilidade (que detecta se há contaminação por bactéria ou fungo.O prazo para que o animal apresente alguma reação é de até 24h após a aplicação  e esse período já expirou. Os donos podem ficar tranquilos, pois se o cão ou gato não teve nada até agora, não vai ter mais, por conta da imunização contra a raiva", finaliza.


A importância da vacinação contra raiva

A raiva é uma doença incurável que atinge o sistema nervoso. Ela causa salivação excessiva, mudança repentina de humor e paralisia. Pode se apresentar em três formas: raiva furiosa, raiva muda e raiva intestinal. Neste último caso, provoca sintomas como cólicas e vômitos constantes.

Além de afetar seu cachorro, a raiva pode ser transmitida para você pela mordida do animal. A doença atinge qualquer mamífero e é preciso ficar atento aos primeiros sinais. Para evitá-la, vale a pena checar a ficha do seu cão para ter certeza de que a vacinação contra a raiva está em dia.

Se você for mordido, lave o ferimento com água e sabão e procure orientação médica. Identifique o dono do cachorro para saber se já é vacinado e observe o animal por 10 dias, verificando se ele apresenta os sintomas da doença. Caso o animal não tenha dono, desapareça ou morra, procure imediatamente orientação com o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade.

 

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Vacinação contra a raiva na zona urbana acontece neste sábado (03)

Hoje (03) é o dia D da etapa urbana da Campanha de Vacinação Contra a Raiva em Teresina. Mais de 260 postos estarão espalhados por toda a cidade para a imunização de cães e gatos, das 8h às 17h. Em Teresina, a campanha é organizada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Veja os postos.

A meta é imunizar mais de 140 mil cães e gatos contra a raiva, uma doença aguda do sistema nervoso central que pode acometer todos os mamíferos. “A vacina é a forma de prevenção mais segura contra a raiva, e é disponibilizada para toda a população de forma gratuita”, informa a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra. 
 
Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado. “Para que possamos continuar com essa estatística positiva da doença em nossa cidade, pedimos que todos levem seus cães e gatos ao posto mais próximo, e chamem seus amigos e familiares que também possuam animais de estimação”, chama Oriana Bezerra. 
 
A gerente dá ainda algumas orientações para o transporte seguro dos animais até os locais de vacinação, que deve ser feito por pessoas que tenham condições físicas de contê-los nos postos, para prevenir acidentes entre animais e pessoas. “Para gatos, recomendamos que sejam levados na caixa de transporte ou sacos de estopa ou nylon. Para cães, o ideal é o uso de guia ou corrente”, recomenda a gerente. Ela orienta ainda que a população dê preferência ao horário da manhã, por ser mais fresco e confortável, assim como evita a formação de filas ao fim do dia e eventual estresse entre os bichinhos.
 
Nas próximas semanas será realizada ainda a etapa da vacinação correspondente à zona rural, cuja logística se difere da etapa urbana. “Na etapa rural não são montados postos fixos de vacinação; as equipes da FMS vão de propriedade em propriedade imunizando os animais”, informa Oriana Bezerra.
 
A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

 

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Vacinação contra a raiva na zona urbana acontece amanhã (3)

Amanhã (03) é o dia D da etapa urbana da Campanha de Vacinação Contra a Raiva em Teresina. Mais de 260 postos estarão espalhados por toda a cidade para a imunização de cães e gatos, das 8h às 17h. Em Teresina, a campanha é organizada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). 

Veja lista de postos de vacinação nas zonas:

Sul

Norte

Leste/Sudeste

A abertura da campanha será na Praça Santa Teresinha, que fica em frente à igreja católica do bairro Satélite, zona Leste da capital. A meta é imunizar mais de 140 mil cães e gatos contra a raiva, uma doença aguda do sistema nervoso central que pode acometer todos os mamíferos. “A vacina é a forma de prevenção mais segura contra a raiva, e é disponibilizada para toda a população de forma gratuita”, informa a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra. 

Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado. “Para que possamos continuar com essa estatística positiva da doença em nossa cidade, pedimos que todos levem seus cães e gatos ao posto mais próximo, e chamem seus amigos e familiares que também possuam animais de estimação”, chama Oriana Bezerra. 

A gerente dá ainda algumas orientações para o transporte seguro dos animais até os locais de vacinação, que deve ser feito por pessoas que tenham condições físicas de contê-los nos postos, para prevenir acidentes entre animais e pessoas.

“Para gatos, recomendamos que sejam levados na caixa de transporte ou sacos de estopa ou nylon. Para cães, o ideal é o uso de guia ou corrente”, recomenda a gerente. Ela orienta ainda que a população dê preferência ao horário da manhã, por ser mais fresco e confortável, assim como evita a formação de filas ao fim do dia e eventual estresse entre os bichinhos.

Nas próximas semanas será realizada ainda a etapa da vacinação correspondente à zona rural, cuja logística se difere da etapa urbana. “Na etapa rural não são montados postos fixos de vacinação; as equipes da FMS vão de propriedade em propriedade imunizando os animais”, informa Oriana Bezerra.

A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

 

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