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Vídeo: cão rouba a cena ao invadir concerto musical

Um cãozinho, literalmente, roubou a cena durante um concerto de música clássica na cidade turca de Izmir, região oeste do país da Ásia Menor. O vídeo mostra o animal 'invadindo' o palco quando era tocada a Quarta Sinfonia de Mendelssohn (muito provavelmente atraído pelas notas musicais...rs).

Nas imagens é possível perceber que o cachorro segue tranquilamente no palco até se acomodar aos pés de um dos violinistas, o qual não deixa de esboçar um sorriso. A surpresa e magia do momento acabaram surpreendendo a todos, arrancando aplausos e risos da plateia.

Rapidamente, o vídeo viralizou nas redes sociais. Na Turquia é muito comum ver cães e gatos vivendo livremente, tanto nas ruas quanto nos espaços públicos.

No Twitter, o pianista turco Fazil Say se referiu ao episódio como "o momento mais encantador da música clássica".


Cachorro dorme enquanto banda toca

 

O vídeo registrado na Turquia lembra o caso protagonizado por um  'cachorrinho musical' do Brasil. Durante apresentação da banda Santa Cecília, a mais tradicional de Paraty, no Rio de Janeiro, o animal dorme como uma pedra, com direito a barriguinha para cima e tudo. Nada impediu a soneca do cachorro, nem mesmo a batida da música. A cena foi registrada no ano passado, mas ainda arranca risos dos internautas.

 

Com informações Blastingnews e Portaldog
bicharada@cidadeverde.com

Juíza usa memes com animais para explicar leis e faz sucesso na web

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A juíza Carolina Malta, da 36ª Vara Federal de Pernambuco, utiliza uma maneira no mínimo inusitada para explicar as complexas leis do Direito Penal a usuários do Twitter. A magistrada faz tuítes divertidos utilizando animais e já reúne milhares de seguidores.

Cães e gatos são os animais preferidos do público e, portanto, os mais utilizados pela juíza. Porém, pássaros, elefantes e vários outros bichos também aparecem nas postagens. Eles simulam réus na prática de delitos, vítimas e outras funções.

Apesar do caráter didático do conteúdo publicado, Malta não trabalha com educação. Ela usa a internet para estimular estudos com exemplos divertidos e de fácil compreensão do mundo animal.

A conta está fazendo tanto sucesso que mais do que duplicou os seus seguidores neste mês de junho. De 29 de maio a 29 de junho, os seguidores saltaram de cerca de cinco mil para mais de 12,5 mil.

Com informações Noticiasaominuto
bicharada@cidadeverde.com

Homem de 84 anos tem 180 colmeias e cria abelhas como 'animais' de estimação

Abelhas são criadas como animais de estimação em Artur Nogueira (Foto: Reprodução / EPTV)

Hermelindo Sandri, de 84 anos, foi na contramão da criação de cães, gatos e outros bichos fofos e tomou uma decisão inusitada há sete décadas. Com 180 colmeias espalhadas pelo quintal de casa em Artur Nogueira (SP), ele se apaixonou pelos insetos desde o primeiro contato e cuida deles como animais de estimação.

O "amor à primeira vista" pelas abelhas aconteceu aos 8 anos, quando ele construiu uma caixa para preservar os insetos que encontrava. Com o tempo ele se tornou meliponicultor - criador de abelhas sem ferrão.

“Eu falei: ‘pai, eu estou com dó da abelha, dó do bichinho, eu vou guardar’”, relembra Sandri.

O idoso cultiva insetos que não possuem ferrão, uma alternativa encontrada por Sandri para criar as abelhas em casa. Com muitas variedades de espécies, ele possui raridades nas colmeias, como a segunda menor abelha do mundo, e uma batizada por ele próprio.

“Eu conheço variedade de abelha que não está catalogada. Tanto é que tem uma que eu coloquei o meu nome. Meu sobrenome é Sandri, coloquei Sandrina”, conta.


Senhor de 84 anos cria abelhas como animais de estimação em Artur Nogueira

Abelhas que ensinam

Com 76 anos de convivência com as abelhas, Sandri adquiriu muito conhecimento sobre as espécies. O meliponicultor passou, então, a fazer experiências para testar a inteligência dos insetos.

“Eu queria saber se ela sabia o vertical e o horizontal perfeito, e sabe. Você tomba a colmeia um pouco, ela muda todo o esquema da casa dela. Você vira de novo, e muda tudo de novo”, explica.

O idoso também decidiu compartilhar todo o aprendizado e começou a fazer palestras sobre a sua criação. Requisitado, ele não cobra nada e já foi inclusive para outros estados para falar sobre o assunto.

“A última palestra que eu dei tinha 120 pessoas, das quais tinha de quatro países diferentes. O mais gostoso é que ninguém me ensinou nada, eu aprendi manipulando as abelhas”, conta.

Saudável

Entre os ensinamentos, ele explica aos participantes das palestras como pegar o mel de colmeias de abelhas perigosas sem precisar de proteção.

“Eu tiro mel da abelha com ferrão de cara limpa, só de sunga. Você faz uma fumaça, de preferência de algodão, com roupa velha. [...] Aí, acaba circulando fumaça dentro da colmeia e abelha nenhuma te ataca mais”, diz.

Sem precisar se preocupar com ferrões dentro de casa e utilizando um simples canudo, ele consegue tomar o mel de suas criações direto da colmeia. O que a família do meliponicultor não consome, ele doa para amigos e conhecidos, e faz um alerta para o poder medicinal do produto.

“Tenho 84 anos e eu tenho saúde, graças a Deus e graças às minhas meninas”, garante Sandri.

 

 

Fonte: G1 

Cachorrinhos vestidos de Harry Potter homenageiam 20 anos da série

Eles chegaram apressados à Plataforma 9 ¾. Afinal, não podiam perder o trem para Hogwarts. Mas, antes de embarcar rumo à mais famosa escola de magia do planeta, uma paradinha para a foto. Levados por seus trouxas — humanos desprovidos de poderes —, bruxinhos e bruxinhas arrasaram no visual. Tirando um rosnado ou outro, uma tentativa de fuga, e alguns xixis fora do lugar, tudo correu perfeitamente bem, e todos conseguiram se transportar para o mundo que, há 20 anos, encanta crianças, adultos e, por que não, cachorros.

Para comemorar as duas décadas do lançamento do primeiro livro da série Harry Potter, um grupo de “pottermaníacas” e “cachorreiras” teve ideia de fazer um ensaio diferente do bruxinho. No lugar de se vestirem como os personagens, elas resolveram que os cães encarnariam esse papel. Assim, na tarde de domingo, a Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB), com seus tijolinhos expostos, virou cenário para um desfile de magos e magas de patas e focinhos.

Esse não foi o primeiro ensaio temático de um grupo que se conheceu graças às contas do Instagram de seus pets, e que se autointitula “Cachorrada de Brasília”.

“Sempre gostei muito de brincar, tive uma infância muito lúdica. Dentro dos meus pacotes profissionais, principalmente para crianças, coloco sempre um ensaio temático, onde os pais escolhem um tema e eu vou atrás de cenário, fantasia… É um dos que mais gosto de fazer”, conta a fotógrafa Paula Leon, que clicou o ensaio de Harry Potter. No Natal passado, ela teve a ideia de levar esse mundo de faz-de-conta para outro público, o canino. “Tínhamos esse grupo de amigos, e resolvemos fazer um ensaio temático com os cachorros”, diz.

Desde então, a cachorrada já posou de rena, papai Noel, coelho de Páscoa, caipira; fez ensaio de dia das mães e namorados… O próximo já está sendo animadamente discutido pelas integrantes da turma. Provavelmente, labradores, goldens, salsichas, vira-latas, pugs e shihtzus, entre outros, vão protagonizar cenas em uma galáxia muito distante… “Estamos pensando em fazer Star Wars”, conta Paula.

Apesar de destacar que é um desafio manter os cães não adestrados quietinhos no cenário, quando segura a câmera, a fotógrafa parece incorporar o Harry Potter, fazendo mágica. A

s poses não duram mais que um minuto, e a cachorrada está liberada para se desfazer dos personagens.

A consultora de órgão internacional Gerlânia Moraes, 31 anos, diz ter realizado um sonho, fazendo o ensaio com o labrador Vitão. Ela gosta tanto dos filmes e livros de Harry Potter, que fez questão de encomendar a roupa do bruxinho sob medida na grife de roupas pets Oh Dog.

“Toda a história do Harry Potter me encanta. A questão da amizade, das diferenças, a questão paterna do Harry, que é tratada mais amplamente nos livros, sendo que as figuras paternas dele todas morrem. Mas, em especial, me encantam as criaturas mágicas, os feitiços, os fantasmas, os objetos mágicos… Eu queria todos eles em casa”, brinca. “O próximo sonho é um ensaio temático também do universo Harry Potter, mas com o meu filho e o Vitão. Aí, sim, será a realização completa do sonho”, revela Gerlânia, que espera engravidar em breve.

Também “fã número 1” do bruxinho, a militar Thayná Barbosa, 27 anos, vestiu, com orgulho, a shihtzu Mel e a spitz Cloé para o ensaio.

“Conheci a série Harry Potter quando tinha uns 12 anos. Vi o primeiro filme, me apaixonei pela história, fiquei curiosa com o que viria depois, e aí comecei a ler os livros. Acredito que o que mais me faz gostar da série é o fato da maior parte da história se passar numa realidade paralela. Fora que os próprios personagens nos ensinam várias coisas ao longo dos livros. O próprio Harry, que cresceu sem receber nenhum tipo de amor ou afeto, mas ainda assim se tornou uma pessoa boa e honesta”, explica.

Já a médica Thereza Racquel Mello Nogueira, 30 anos, começou a gostar da série graças aos livros, ainda na infância. Esse amor nunca se desfez. Na lua de mel, fez questão de conhecer dois pontos turísticos do bruxinho, no Reino Unido: a plataforma 9 ¾, em King’s Cross, e o passeio de trem pelo viaduto de Glenfinnan.

No ensaio, levou a SRD Sushi vestida da personagem Hermonie Granger. Acostumada aos cliques, a cachorrinha, que já participou de diversas sessões de fotos, não economizou nas poses. Enquanto isso, a pug Mafalda fazia sua estreia à frente das câmeras.

“Quando soube que o tema da vez seria Harry Potter, não pude perder. Tenho uma irmã louca pelo tema, meu marido também ama, e, embora tenha resistido, hoje já virei fã também. A experiência de ver minha filha de quatro patas toda vestida foi muito divertida, adorei e já quero participar de todas as próximas”, derrete-se a psicóloga e empresária Júlia Hueb Perez, 29 anos.


Fonte: Correio Braziliense - Texto de Paloma Oliveto / Fotografias: Paulina León 

Delegacia atuará no combate ao tráfico ilegal de animais no Piauí

O Piauí contará com um Núcleo Especializado em Meio Ambiente (NEMA-PI), um distrito voltado ao combate a esse tipo de crime. De acordo com o secretário estadual de Segurança, Fábio Abreu, o Núcleo também irá atuar no combatedo tráfico ilegal de animais no Estado, principalmente os que estão em processo de extinção.  

No último final de semana, policiais militares, civis e especialmente os do batalhão ambiental participaram de um curso especializado no combate aos crimes ambientes, que foi ministrado por uma equipe do Pará estado que possui referência no combate a esse tipo de crime no país.  

“Nosso objetivo é primeiro qualificar os profissionais que irão participar dessa delegacia. Participaram do curso policiais militares, do batalhão ambiental, e policiais civis. Trouxemos uma equipe do Pará, que é referência no país, para repassar o conhecimento deles aqui”, comentou o secretário estadual de Segurança, Fábio Abreu. 

Além disso, Fábio Abreu destacou que é preciso um trabalho de conscientização da população para que os crimes ambientais sejam evitados. 

Além dos policiais civis e militares, participaram do curso de formação os bombeiros lotados na capital e no interior do Piauí, guardas municipais, técnicos que atuem nas Secretarias de Meio Ambiente e demais agentes públicos do IBAMA, PRF-PI, MPE-PI e STRANS.

O curso de formação foi ministrado os policiais civis do Estado do Pará, Marcos Antonio de Queiroz Lemos (Delegado da Polícia Civil) e Edelvan Soares da Silva (Agente de Polícia Civil) serão os palestrantes do curso.

Feminicídio

Durante a entrevista, o secretário comentou sobre os últimos registros dos crimes de feminicídio, que chocaram a população piauiense, como o que aconteceu com a estudante Iarla Barbosa. Fábio Abreu destacou que a conscientização do homem é fundamental para evitar esse tipo de crime, que vitima centenas de mulheres. 

 “O feminicídio tem sido um grande problema. É preciso se trabalhar com mais conscientização. A conscientização do homem, e não somente uma questão de direitos da mulher”, argumentou o secretário, alertando que também é preciso conscientizar o homem que ele não tem o direito de praticar esse tipo de crime contra a vida de uma mulher. A ação é fruto de uma sociedade machista. 

 

Carlienne Carpaso
carliene@cidadeverde.com 

Mercado da cannabis nos EUA passa a atuar no tratamento de pets


Brett Hartman discute o uso de cannabis animais ao lado de seu cachorro Brutus, um Dachshund de 13 anos (Foto: Robyn Beck / AFP)

É bem cedo, acaba de passar a hora da refeição matinal e Cayley, de seis anos, se mostra inquieta enquanto espera por sua dose de cannabis.

Cayley, um labrador preto fêmea, balança o rabo e dá voltas enquanto seu dono, Brett Hartmann, coloca na sua boca umas gotas da substância líquida que ela toma de manhã e à noite para aliviar a ansiedade.

"Desde que passamos a lhe dar o CBD (Canabidiol, um extrato de maconha), a ansiedade da separação acabou", conta Hartmann, de 30 anos, sobre seu animal de estimação, uma cadela de serviço que o acompanhou durante seus anos universitários porque ele sofria de epilepsia.

Hartmann, que vive perto de Los Angeles, explicou que começou a dar maconha medicinal à Cayley quando sua doença foi controlada e ele deixou de precisar que ela o acompanhasse a todos os lados.

"Eu a aposentei, e ela não soube lidar bem com a transição, mas o CBD realmente funcionou", explica Hartmann, que tem, ainda, um cão salsicha que também recebe o tratamento.


Brett Hartman caminha com seus cachorros Brutus e Cayley (Foto: Robyn Beck / AFP

Assim, enquanto a indústria bilionária da maconha medicinal e recreativa segue crescendo nos Estados Unidos, os consumidores se multiplicam, e os animais também estão no radar.

"Estamos buscando crescer 20% a cada mês", diz Alison Ettle, fundadora da Treat Well, uma companhia com sede na Califórnia que se especializa em produtos não psicoativos de cannabis para animais e humanos.

Ettle explicou que os donos de animais de estimação -- cães, gatos, lagartos, tartarugas, alpacas, cavalos e animais de criação, entre outros -- recorrem cada vez mais à cannabis para tratar doenças que vão desde cânceres e sopros no coração até artrites e infecções de ouvido.
E os resultados são mais que animadores, indicou a empresária.

"Recebemos entre um e cinco pacientes com câncer por dia e os resultados que estamos vendo são impressionantes", explica. "Estamos vendo os tumores desaparecerem ou diminuírem, estendendo a vida" do animal, acrescentou.


Frasco do TreatWell para animais de estimação, gotas extraídas da cannabis (Foto: Robyn Beck / AFP)

Realmente funciona?

Quando começou neste negócio, há mais ou menos uma década, Ettle tratava cerca de 20 animais por ano, em sua maioria cachorros.

Hoje, com a maconha medicinal legalizada em 29 estados e no Distrito de Colúmbia, o número de pacientes quadrúpedes já chega a milhares, apesar da substância continuar sendo considerada ilegal pelas autoridades federais e das leis que a legalizaram nos estados não se aplicarem a animais de estimação.

Os veterinários não podem receitá-la, de modo que os donos a compram com uma prescrição em seu nome, como se fosse para consumo próprio.
E nesta brecha legal, é preciso ter cuidado com as doses, porque não há estudos substanciais sobre os efeitos da cannabis nos animais.

"Começamos aos poucos, muito devagar para tentar encontrar a dose apropriada", aponta Melinda Hayes, fundadora do Sweet Leaf Shoppe, um serviço de entrega de cannabis. "A última coisa que queremos é que o cão ou o animal de estimação se sinta desconfortável".

Hays assegura que, se for usada de forma adequada, a maconha para os pets doentes não tem efeitos colaterais como os analgésicos ou medicamentos tradicionais, além de ser mais barata.

Mas em meio a todo esse entusiasmo, os veterinários insistem em que não se trata de uma droga milagrosa.

"Não há estudos em cães ou gatos, muito menos em cobaias ou outras espécies, e não sabemos quais são os benefícios potenciais, se é que eles existem", indica Ken Pawlowski, chefe da associação veterinária da Califórnia, assegurando que o fato de que o animal se sinta melhor não quer dizer que ele esteja se curando.

"A doença subjacente está realmente sendo tratada ou está piorando?", questiona Pawlowski. "O cachorro pode se sentir melhor porque está drogado, enquanto outro tratamento que poderia realmente ajudá-lo está sendo negligenciado".

Mas apesar das advertências, muitos donos de animais de estimação não poupam elogios para a maconha medicinal, como Hartmann, embora ele reconheça que as pessoas precisam se informar bem para usá-la.

"Temos muitas histórias de sucesso", diz Hartmann, que trabalha como consultor de cannabis.

"Durante muito tempo eu fui contra a cannabis, até que comecei a usá-la para a minha epilepsia. Me ajudou a reabilitar meu corpo, e faz todo o sentido que eu a use para os meus cachorros", afirmou.


Fonte: G1 

Elefantes realizam 'trabalho em equipe' e resgate de filhote tem final feliz em zoo

Uma dupla de elefantes realizou um trabalho de equipe excelente ao resgatar um filhotinho que havia caído em um lago do zoológico de Seul, na Coreia do Sul. O vídeo, gravado por uma câmera de segurança do local, mostra todo o incidente.

Após cair na água, o filhote parece estar em apuros, prestes a se afogar. Eis que os dois elefantes adultos prontamente se mobilizam e entram no lago para salvar o bebê. Um elefante chega a "cutucar" o outro antes da dupla entrar na água.

Enquanto isso, um outro animal adulto aparece ao fundo, indócil, certamente angustiado com o risco que o filhote estava correndo. 

 

Fonte: Extra 

Após engordar quase 8 quilos, onça que matou 41 galinhas é devolvida à natureza


Onça ficou por 12 dias em tratamento no Zoológico de Bauru (Foto: Zoológico de Bauru / Divulgação )

A onça que matou 41 galinhas após invadir e ficar presa no galinheiro de um sítio em Duartina foi devolvida à natureza na segunda-feira (19). A fêmea jovem ficou quase duas semanas em tratamento no zoológico de Bauru (SP) e engordou quase 8 quilos nesse período. “Ela chegou com 22,40 kg e na última pesagem estava com 30,1 kg”, destacou o diretor do Zoológico Luiz Pires.

A onça foi capturada no último dia 6 de junho. Os bombeiros foram acionados pelo dono do sítio que foi surpreendido pela visita inesperada. “Foi uma surpresa. Eu entrei no galinheiro e vi uma galinha morta, depois outra, aí quando percebi estava a belezinha andando para lá e pra cá”, contou Célio Biaggi em entrevista ao TEM Notícias no dia seguinte.

Antes de ser devolvida à natureza, a onça foi sedada para passar por uma bateria de exames. Os veterinários do zoológico fizeram a pesagem, medição e outras checagens da saúde da onça.

“Ela foi contida quimicamente para exames clínicos e laboratoriais, sendo considerada apta para a soltura. Ela recebeu uma dosagem de antiparasitário e teve o material coletado para levantamento genético que será realizado pela Unesp de Rio Claro”, completa Luiz Pires.

A soltura foi acompanhada por equipes da Polícia Ambiental e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Uma estrutura foi montada no local para garantir a segurança de todos e também do felino.


Onça retornou para o habitat natural após os cuidados no zoo (Foto: Zoológico de Bauru / Divulgação 

 

Fonte: G1 com informações Lucas Alonso / TV TEM

Comércio ilegal: Pássaros, espingardas e munições são apreendidos em Pedro II


Avoantes são usadas na culinária piauiense; prática é ilegal (Foto: Rômulo Maia/arquivo pessoal)

 

Uma operação policial realizada em Pedro II, nesta quinta-feira (15), apreendeu uma grande quantidade de munição, espingardas e pássaros silvestres. Um comerciante, que não teve a identidade revelada, foi preso; ele deverá responder por crime ambiental e comércio ilegal de armas e munição.  Os pássaros já foram entregues para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). 

O delegado Hugo de Alcântara, que deu apoio operacional a Delegacia de Pedro II, informou também que alguns pássaros foram encontrados já armazenados na geladeira.

A apreensão das aves - algumas identificada como avoante - evidencia que ela permanece sendo usada na culinária piauiense, mesmo que ilegalmente. Algumas especies em extinção também foram apreendidas. 

A busca e apreensão ocorreram na oficina e na residência do comerciante. Duas pessoas também foram conduzidas para prestar esclarecimento ao delegado.

Além dos pássaros, armas e munições, uma pequena plantação de maconha foi encontrada na residência do comerciante. 


Pássaros apreendidos pela Polícia Civil

 “O cumprimento dos mandados de busca e apreensão ocorreu em dois endereços: em uma oficina e na casa do comerciante. Na oficina foi encontrado espingarda e muita munição, intactas e deflagradas, pólvora, espoleta. Na casa achamos uma pequena quantidade de droga pra consumo próprio, espingardas e mais munições”, disse o delegado.

Ao que tudo indica, o armamento era usada para a caça ilegal dos pássaros na região. 

O Cidadeverde.com tentou contato com o Ibama, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.  


Armas e munições apreendidas durante operação (foto: Polícia Civil)

 

Festival de Inverno

Um Centro Integrado de Segurança será montado na cidade de Pedro II durante a 14ª Edição do Festival de Inverno que acontece a partir de hoje (15) até o próximo dia 18. A tropa - formada pelo Corpo de Bombeirose e Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal - já embarcou para o interior do Estado. 

 

Carlienne Carpaso
carliene@cidadeverde.com 

Tutora fica acamada após desaparecimento de cachorro no Centro de Teresina

Os tutores do cachorro Maylon estão desesperados desde que o bichinho desapareceu, na última terça-feira (13). Ele fugiu da casa deles, localizada na Rua Firmino Pires- Centro Sul de Teresina, à tarde e não retornou mais.

Taismara Alencar, irmã da tutora de Maylon, conta que o cachorro tinha costumar de passear, mas que sempre voltava para casa. 

"Ele saia à tarde e, com pouco tempo, voltava para casa. Na terça ele saiu e não voltou mais. Já procuramos em todo lugar e não encontramos ele", conta a dona de casa. 

Taismara conta, ainda, que a irmã, tutora de Maylon, está acamada desde que o cachorro sumiu. Segundo ela, a família toda está abalada psicologicamente com o sumiço do animal.

"Todo mundo está triste. Todo mundo é apegado a ele", acrescenta Taismara. 

O Maylon é um cão sem raça definida, de médio porte. Ele tem três anos de idade e a família pede que, qualquer informação sobre ele, seja repassada aos telefones (86)994469575 ou (86)99432-7721.

Izabella Pimentel
redacao@cidadeverde.com 

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