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Vereadores vão discutir indicação de cargos

A primeira prova para os vereadores de Teresina em 2017 será  a composição dos gabinetes,  em relação a ocupação dos cargos comissonados. A questão deve ficar apenas para os seis vereadores que foram convocados pelo prefeito Firmino Filho, para ocupar secretárias municipais e os seus suplentes. 

Neste caso: Aluisio Sampaio (PP), Samuel Silveira (PSDB), Zé Filho (PTdoB), Levino de Jesus (PRB), Evandro Hidd (PDT) RIcardo Bandeira (PSL), que foram empossados como secretários do Município e serão substituidos respectivamente por  R. Silva (PP), Inácio Carvalho (PP), Nilson Cavalcante (PT do B), Marquim Monteiro (PRTB),  Pedro Fernandes (PRP) e Teresinha Medeiros (PSL).

O problema é que em tempos crise e austeridade financeira o presidente da Câmara Municpal de Teresina vereador Jeová Alencar afirmou que não vai instalar qualquer gabinete extra para vereador  e não vai permitir a contratação de comissionados para gabinetes de suplentes. "O suplente vai ocupar o gabinte do vereador titular", ratificou. 

Presidente da Câmara impôs limites

Segundo as normas da CMT que estão no Portal da Transparência, não há número fixo de assessores por gabinete parlamentar. Cada gabinete pode definir seu corpo funcional, desde que não ultrapasse o limite de 20 servidores e que a soma dos valores das respectivas remunerações não seja superior a R$30.000,00, esta é a norma.

Na prática, vai ter muita negociação entre suplente e titular, resta saber como cada um  vai fazer o "racha" nas indicações e principamente no momento das emendas para o orçamento do ano que vem.

No Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa os titulares dos mandatos voltam para o parlamento para inidicar suas emendas para o orçamento. E com os suplentes é deixada e negociada uma margem, para que cada um também indique um emenda parlamantar. Tudo isso fica a cargo de uma conversa do suplente com titular.