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Quem vai ceder para 2018: PP ou PT?

.Na foto de Wilson Filho do cidadeverde.com está tudo certo entre o PMDB de João Mádison e o PP de Júlio Arcoverde para 2018, na composição só falta o PT.

Alguém vai ter de ceder, para que a composição que quer trabalhar a eleição do governador Wellington Dias seja mantida para 2018.  o alerta é do deputado estadual Júlio Arcoverde do presidente do PP no Piauí. Mais uma vez PP e PT disputam espaço estão se acotovelando dentro do Governoe, mais especificamente no campo político, o que pode causar problemas  para Wellington  Dias. 

O presidente do PP afirmou que os dois partidos tem abrir espaço na chapa majoritária, para que se possa construir um palanque  forte para o governador e atrair o PMDB. Mesmo sem Arcoverde confirmar, no momento o que ocorre é uma queda de braço velada e silenciosa por espaço para 2018. “Nos queremos a participação de todos pattidos na chapa, para se eleger o governador”. O deputado frisou que dever ser cumprido o acerto de Wellington Dias e Ciro Nogueira. Ele reforça  se o PT abrir mão da candidatura  ao Senado, o PP abriria mão de indicar o vice na chapa e isso atenderia a vontade do PMDB em indicar o vice de Wellington e a outra vaga do Senado ficará para a composição. 
 
O entrave para a vontade do PP foi a decisão da senadora Regina Sousa que quer disputar no ano que vem a reeleição  como senadora, isso tem um apoio forte dentro PT. O problema que isso fez com que a  vice governadora Margarete Coelho também  despertasse a vontade de disputar a reeleição no cargo, e criando mais um embarasso político para Dias e Nogueira. 

O problema  que no acerto dos caciques dos dois partidos, Wellington Dias e Ciro Nogueira, apenas as reeleições de Dias e Nogueira ficaram acertadas. É no PP já havia um entendimento tácito  que Margarete abriria mão do direito de disputar a vice. É por isso que Júlio  diz que os partidos  devem ceder para garantir  a eleição  de Wellington Dias. 

Este não foi o primeiro choque entre o PP e o PT, aconteceram problemas nas eleições municipais do ano passado, em seguida foi o desgaste no episódio da secretaria de Saúde com o quase rompimento  entre os dois partidos. Agora são as  discussões sobre a composição da chapa majoritária.
 
Enquanto isso o PMDB que já está no governo petista fica esperando uma definição. Lembrando que PP e PMDB decidiram que seus deputados estaduais vão tomar uma decisão conjunta para 2018, que até hoje é ficar com Wellington Dias. No PP o presidente da sigla Júlio Arcoverde já aponta uma solução para o problema, falta uma manifestação do deputado federal Assis Carvalho, presidente do PT no Piauí, será que ele pensa como o PP?