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TCE faz evento para orientar prefeitos na região Norte

Partindo da ídeia que é melhor orienter do que punir  o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) iniciou na noite da quinta-feira (16), em Parnaíba (340 quilômetros ao norte de Teresina), a programação de seminários e outros eventos que serão realizados este ano para orientar e qualificar prefeitos, vereadores e outros gestores públicos piauienses, a fim de promover a boa gestão pública. Esses eventos serão promovidos até o final do ano, nos municípios-polo do Estado.

Realizado por meio da Escola de Gestão e Controle (EGC), o III Seminário Para Novos Gestores e Ouvidoria Itinerante em Parnaíba lotou o auditório do Campus Ministro Reis Velloso, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), na abertura e primeiro dia de palestras. O evento prossegue nesta sexta-feira, reunindo prefeitos, vereadores e secretários municipais de Parnaíba e outros 12 municípios da região Norte do Estado. Representantes de sindicatos, conselhos e entidades comunitárias e cidadãos em geral também participam. 

O evento consta de palestras e minicursos sobre controle externo e interno, contratos e licitações, transparência e prestação de contas, execução de obras e penalidades para quem infringir as normas que regem a administração pública. A abertura do seminário ocorreu na noite desta quinta-feira, com a palavra do presidente do TCE-PI, conselheiro Olavo Rebelo. Ele destacou que o objetivo é contribuir para a melhoria da gestão por meio da qualificação técnica dos prefeitos e outros gestores.

O prefeito de Parnaíba, Mão Santa, disse que, com o seminário, o TCE-PI alerta os gestores para a necessidade de administrar seus municípios com conhecimento e responsabilidade. Participaram da abertura magistrados, procuradores da República e representantes do Ministério Público Estadual e da Polícia Federal. Estavam presentes o presidente da APPM (Associação Piauiense de Municípios), Gil Carlos, os prefeitos de Cajueiro da Praia, Girvaldo Albuquerque da Silva; de Joaquim Pires, Genival Bezerra; de Juazeiro do Piauí, Zé Valdo; de Ilha Grande, Herbert Silva; de Esperantina, Vilma Amorim; de Caxingó, Washington Luis Brito; de Murici dos Portelas, Ricardo Sales; e de Caraúbas, João Coelho de Santana, o “Caburé”. 

O vice-prefeito de Parnaíba, Marcos Samaronne, e o presidente da Câmara Municipal, José Geraldo Alencar, o Geraldin, também participaram. A palestra de abertura foi feita pelo presidente da Amapi (Associação dos Magistrados Piauiense), juiz Thiago Brandão, que falou sobre Transparência Pública: Efeitos sobre a Prestação de Contas no Exercício do Controle Social. Em seguida, o procurador do Ministério Público de Contas José Araújo Pinheiro Júnior falou sobre Julgamento de Contas do Prefeito – Câmaras Municipais ou Tribunais de Contas.

PT pode dificultar a relação entre a Assembleia e o Governo

O PT pode inviabilizar a gestão de Wellington Dias, no que diz respeito a sua base na Assembleia Legislativa e a composição para 2018. A resistência do Partido dos Trabalhadores em entregar as secretárias com a Saúde e Sasc para que o Governador Wellington Dias faça sua reforma e componha a base para 2018,pode criar uma crise com partidos  que dão sustentação ao Governo, como o PMDB e o PP.

O caso está ficando em tom de crise e o presidente da Assembleia, deputado Themistocles Filho fez uma observação que o governador Wellington Dias deve levar em conta. Segundo THemístocles, a decisão é do governador para modificar a sua equipe. O PT tem uma bancada pequena no lesgistaivo e a mudança de posicioanmento do governador pode dificultar a relação entre a Assembleia e o Governo.

No Palácio de KarnaK , Dias bateu o martelo e não fala mais em reforma de secretáriado, desfazendo o que tinha acordado com toda base aliada. Quando o governador Wellington Dias voltou atrás e manteve o  secretário de Saúde Francisco Costa, indicado pelo deputado federal Assis Carvalho, na pasta, abriu um precedente muito perigoso, o da resitência dos petistas para entregar seus cargos. Na manhã desta quinta aconteceu uma manifestação contra a saída do secretário de Assistência Social, Henrique Rebelo (PT), em frente ao Palácio de Karnak. Seguindo o exemplo da camapmnha para que Costa ficasse na Saúde.

O fato repercutiu na Assembleia Legislativa. Durante a sessão o deputado Robert Rios (PDT) foi o primeiro a tocar no assunto. Elea falou que:“neste momento tem lá em frente e cercando o Palácio de Karnak um grupo de militantes com faixas e cartazes, e isso demonstra uma falta de autoridade do governador, um secretário de Estado,  com livre nomeação do governador mandar cercar o Palácio de Karnak para não ser exonerado?”, questionou o deputado.

O presidente da Assembleia, deputado Themístocles Filho (PMDB) se manifestou sobre o assunto.  “Eu acho que a campanha está errada, eu acho que a campanha é fica meu DAS, a campanha está errada, é como deputado, deputado a cada quatro anos o povo pode tirar e secretário quem decide é o governador. Eu entendo que a campanha está errada, deveria ser fica meu DAS”, afirmou o presidente. 

No Piauí, a história diz que  ninguém ganham uma eleição sozinho, por isso governador deve ficar atento para não erra no jogo político. A eleição de 2014 é o exemplo recente deste fato, onde Dias se beneficou a auto-suficiencia política do ex-governador Wilson Martins.

Depois do recuo de Wellington Dias, para o PP, reforma pode ficar para depois

O governador Wellington Dias vai ter explicar para sua base aliada, o porquê de sua mudança de opinião em relação a reforma admistrativa. O que existia e havia sido conversado há 15 dias, não existe mais. A afirmação do governador, dada na última terça-feira (14), de que não tem mais reforma administrativa e que Francisco Costa vai continuar na Secretária de Saúde, pôs uma interrogação em quem estava com tudo já definido. O que aconteceu com o governador? O que fez ele mudar de opinião?

Para o o Partido Progressista, a situação é imprevisivel. "Por mim continuamos com os nossos dois cargos, Detran e Setrans e depois poderemos sentar à mesa para discutir a ampliação dos nossos espaços", afrimou o presidente do PP do Estado, deputado Júlio Arcoverde. Ele disse que o se o governador está revendo a indicação do PP, que seria a secretária de Saúde, deve rever de todos os partidos da base aliada.

"Para que fique bem claro, o PP nunca pleiteou a Secretária de Saúde,a ideia foi do governador Wellington Dias, que ele disse que era pelo critério da proporcionalidade".  O deputado completou que o governador fez a indicação da pasta que seria ocupada pelo PP, bem como falou que o secretáriso seria Guilhemano Pires, que é indicado pelo PP e autalemnte está na Secretaria de Transportes.

O PP espera que Wellington explique para o partido o por quê da mudança de opinião. O governador foi deselegante com os partidos que ele quer fixar na sua base.  E fica claro que todo o problema é só a secretaria de Saúde. Para em uma primeira análise do PP, Dias não aguentou a pressão do seu partido e manteve  na Secretária de Saúde, Francisco Costa, indicado do deputado federal Assis Carvalho (PT). Mesmo o deputado federal falando que não exerceu qualquer tipó de pressão em Dias, o governador terá que explicar porque manteve Costa à frente da Sesapi.                    

Wellington Dias vai ter que trabalhar a relação com o PP com muio cuidado. O PP hoje é um partido diferente, ele está maior e foi o que mais cresceu na eleições de 2016. Em 2013, rompeu com o Governo de Wilson Martins e apoiou de Wellington Dias, ou seja, se  a situação não for bem esclarecida o PP pode repensar seu futuro ao lado do PT. E este tema deverá ser a pauta do evento de filiações que o partido fará no próximo de 20 fevereiro.

O PP não entedeu a ação do governador e espera uma resposta.
 

Refoma administrativa cria disputa entre PP e PMDB

Para quem achava que a maior dor de cabeça do governador Wellington Dias era tranquilizar o PT, com perda de cargos, pode estar enganado. O governador tem que administrar agora uma guerra de bastidores pelos cargos na Secretaria de Saúde e na recém anunciada Empresa Estadual de Serviços  Hospitalares. A Secretária  de Saúde  vai para o PP. O problema é que a empresa será criada, foi pensada para acomodar em um primeiro momento o Partido dos Trabalhadores, mas acabou sendo destinada ao PMDB. 


Segundo  o blog apurou, a queda de braço  entre o PP e o PMDB  passa pelo capital político  que se pode ter com a gestão  da saúde no Piauí. Isso  porque  o PP quer ficar com a área da saúde, inclusive com a gestão  da nova empresa, que vai administrar  todos os hospitais da rede estadual, mas qe agora foi ofertada para o PMDB. Esta  disputa  entre o PMDB e o PP, aparece como primeiro obstáculo  entre os dois partidos, que há  alguns  meses fecharam um acordo para 2018. No acordo as duas siglas lequtornariam a mesma decisão  sobre quem apoiar para o governo. Até  então  a aliança  deixava o PMDB e PP como  as maiores forças  políticas do Estado. Neste momento  de expectativa  pelo anúncio  da reforma administrativa está disputa vem bem a calhar  para desgastar o PP e o PMDB.


O detalhe  que mais incomoda  os aliados  de Wellington  Dias é  a demora  para fazer  a mudança  de secretariado, cerca de seis  meses. Neste período  a equipe  do governador montada e desmontada uma duas vezes,   mas continua a mesma.

 

Governo faz nova proposta para acabar com a greve dos professores

O governador Wellington Dias (PT) preparou, na noite desta segunda-feira (13), uma  nova proposta para o professores da rede estadual de ensino que deflararam greve por tempo indeterminado. A proposta deve ser apresentada  na terça-feira. O governo se propõe a pagar o restante do piso do magistério no mês de abril, caso o relatório  financeiro  do Estado fique positivo no primeriro qudrimestre de 2017. Segundo Wellington Dias, a medidda é para que o ano letivo dos alunos não seja prejudicado.

Na avaliação do governo, a greve convocada pelo Sinte - Sindicato dos Trabalhadores em Educação, só atingiu 15% das escolas. E o governo quer 100% das escolas funcionando neste inicio de ano letivo. 

No inicio do ano, o governador decidiu parcelar o reajuste do magistério determinados pelo governo federal em 7,64%. Foi pago no salário de janeiro a um acréscimo de 4%. Por causa disto, o Sinte convocou uma greve por ano aceitar o parcelamento do piso. Ainda em janeiro, o governo afirmou que o restante do reajuste 3,64% seria pago em junho. Os professores recursaram e iniciaram uma greve.

Na proposta de hoje, o governo afirma que as projeções do balanço do Estado permitem que os 3,64% sejam pagos já em abril. Resta saber se os professores vão aceitar.  A proposta deve passar por uma avaliação do Sinte e analisada em uma assembleia da categoria.

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