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Ciro Nogueira acha natural Margarete Coelho pleitear reeleição como vice

A posição da vice governadora Margarete Coelho em defender seu nome para  a reeleição como vice de Wellington Dias em 2018, pode abrir uma nova frente de atrito com o PMDB, mas foi bem vistas pela direção do seu partido o PP. No final de semana os pemedebistas lançaram o nome do deputado estadual Themístocles Filho, presidente da Assembleia como um dos nomes para compor a chapa de vice-governador na chapa de Wellington Dias para 2018.

O posicionamento de Margarete Coelho foi considerado normal pelo senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP. Ele afirmou que mesmo entendendo a posição de Margarete, só vai conversar sobre eleições no ano de 2018. "Eu tenho um acerto com governador que só discuto com ele a eleição e o restante da composição da chapa, vice e a outra vaga  de senador vamos discutir em 2018", afirmou.

"Eu acho mais que justo a vice goveradnro pleitear a sua reeleição",  e segundo senador é perfeitamente normal que tanto Margarete Coelho como a senadora Regina Sousa desejem concorrer à reeleição aos cargos que exercem atualmente. "A senadora Regina Sousa já manifestou a sua vontade de concorrer à reeleição ao Senado". Mas o senador, deixou bem claro que o compromisso firmado com governador Wellington Dias é claro: a discussão sobre eleições deve acontecer somente em 2018. E segundo ele, o que está fechado segundo senador é que o Wellington Dias será candidato à reeleição para o Governo do Estado que ele, Ciro Nogueira será candidato à reeleição para o Senado da República.

Ciro Nogueira acha que não há problema  do seu partido o  PP indicar candidato a vice e um candidato a senador para chapa majoritária de 2018, desde que haja respaldo dentro da coligação para isso. " O PP é o partido para o PP hoje é o maior partido no estado do Piauí foi o que mais cresceu nas últimas eleições, se for possível e se couber dentro da coligação é perfeitamente viável essa montagem", mas o senador afirmou que pactuou com Wellington Dias só discutir isso no ano que vem.

Senado coloca o nome de Jovita Feitosa no Livro de Heróis da Pátria

Nas comemorações do dia internacioanl da Mulher, o Senado fez um reconhecimento importante a mulher nordestina. Os senadores aprovaram nesta terça-feira(07) o Projeto de Lei da Câmara 122/2013, que inscreve o nome de Antonia Alves Feitosa, conhecida como Jovita Feitosa, no Livro dos Heróis da Pátria. Matéria vai à sanção presidencial. A homenagem foi proposta na Câmara, pela da deputada Sandra Rosado (PSB-RN), e justifica pelo fato de Jovita ter sido voluntária nas tropas brasileiras durante a Guerra do Paraguai.

Jovita teve que se disfarçar de homem para se alistar e, ainda que sua identidade tenha sido descoberta, insistiu em ir para o campo de batalha como combatente e não como auxiliar de enfermagem. No entanto, o então ministro da Guerra, Visconde de Cairu, acabou impedindo sua ida à frente de combate. Mesmo sem lutar, Jovita foi reconhecida como heroina nacional, pela vontade de defender o Brasil. Jovita é cerarense, mas morou cidade na piauiense de Jaicós.

Oposição afina o discurso e eleva o tom contra o governo

Este é o retrato do que deve se configurar como grupo de oposição ao governo de Wellington Dias. A foto acima é o registro do final da palestra do ex-ministro e Presidente Nacional do Senai João Henrique de Almeida Sousa no PSB que aconteceu na noite desta segunda-feira(06).

Ele foi convidado pelo PSB para participar de uma reunião que é chamada café com política e aqui acontece todas as segundas-feiras na sede do partido em Teresina. O ex minstro João Henrique afirmou que o estado está em queda em seus índices. Investimentos, saúde, segurança, segundo ele mostram que o Piauí parou no tempo. Ele exemplificou com a obra das transcerrados que está abandonada e apenas 40 quilômetros foram executadas numa estrada de 340 quilômetros. Ele afirmou que o governador Wellington Dias quer transformar o estado do Piauí no Rio de Janeiro por causa do seu comprometimento financeiro, por causa dos empréstimos contraidos pelo Estado.

Ex-governador Wilson Martins, que é o presidente estadual do PSB, disse queo momento atual pede uma discussão política mais aprofundada. “Enquanto tem gente loteando cargos, a gente quer discutir as prioridades para o Estado e para a população piauiense. Estamos no terceiro ano do atual Governo e a cada dia são criados novos cargos e unidades gestoras que geram mais despesa para a máquina. É um governo desorganizado do ponto de vista de monitoramento. Se não fosse o dinheiro da repatriação, não haveria saldo nem para pagar a folha dos servidores. Não deram conta de terminar nem o que estava quase pronto”, argumenta.

CCJ começa atividades nesta terça e deve definir relatoria para projetos

 

A Assembleia Legislativa do Piauí instalou hoje (03) a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O deputado  Evaldo Gomes (PTC) foi escolhido como presidente. Como meta o novo presidente destacou dar continuidade aos trabalhos, evitando acúmulos de projetos, e principalmente discutir amplamente as matérias. A primeira reunião da CCJ está marcada para esta terça (07). As matérias que serão impressindíveis para que o governador Wellington Dias, sacramentre sua reforma politica-adminitrativada devem passar pela Comissão, como as criação das nove Coordenadorias de Programas e Investimentos Estratégicos e a criação da Fundação Hospitalar do Estado. O primeiro passo é determinar a relatoria das matérias.  

Por compor a segunda maior bancada na Assembleia, Evaldo Gomes assume a principal comissão da Casa, a CCJ, por onde passam todos os projetos que tramitam no lesgilativo. A CCJ analisa a legalidade de todas as matérias. Ele assume a função após um acordo entre partidos que formaram um bloco desde o início do ano legislativo.  “Fico feliz pela confiança dos colegas deputados. Tenho um bom relacionamento com todos, de todos os partidos. Nos do PTC fizemos um bloco formado pelo PP e pelo PTB, com cinco parlamentares.  Como o PMDB possui 6 deputados, nós ficamos em segundo lugar, com 5. E, naturalmente, entramos em entendimento pela CCJ e meu nome foi o indicado do bloco”, afirmou Evaldo.

São os membros titulares: deputados Evaldo Gomes (PTC) – presidente, Edson Ferreira (PSD) – vice-presidente, Antônio Uchoa (PRTB), João Mádison (PMDB), Gustavo Neiva (PSB), Aluísio Martins (PT) e Firmino Paulo (PSDB). Foram eleitos suplentes os deputados: Liziê Coelho (PTB), Antônio Félix (PSD), Fernando Monteiro (PRTB), Severo Eulálio (PMDB), Rubem Martins (PSB), Marden Menezes (PSDB) e João de Deus (PT).

Deputados vão trazer o debate das reformas trabalhista e previdenciária para os estados

O deputado estadual Luciano Nunes esteve na sede da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais - Unale, em Brasília, para debater a organização da 21ª edição da Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais. O evento da Unale vai discutir o Brasil e suas reformas      
 Reforma da Previdência e  a Reforma Trabalhista.

O objetivo era  formular estratégias para o evento, que reunirá parlamentares estaduais de todo o Brasil, para discutir temas que afetam diretamente a sociedade, como as reformas da previdência e trabalhista.

De acordo com Luciano Nunes, que é secretário-geral da entidade, será discutido e elaborado um documento para ser entregue posteriormente ao governo federal com sugestões dentro da realidade de cada região. “As reformas da previdência e trabalhista estão sendo discutidas no Brasil e é a pauta da vez no Congresso Nacional, estando, inclusive, em tramitação. A Unale e os legislativos estaduais tem que fazer parte dessa discussão porque estão mais próximos das bases e queremos levara a nossa contribuição para o Congresso”, destacou Luciano Nunes. Ele explicou que a ideia é que após o encontro os temas das reformas sejam discutidos nos Estados.

A 21ª Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (CNLE) será realizada no período de 7 a 9 de junho, em Foz do Iguaçu, Paraná. Estima-se um público aproximado de 1.800 participantes, dentre parlamentares estaduais e federais, governadores, agentes legislativos, prefeitos, vereadores, além de comitivas nacionais e internacionais.

Participaram da reunião o presidente da Unale, deputado Adjuto Afonso (PDT-AM), o tesoureiro-geral, deputado Sandro Locutor (PROS-ES), o conselho gestor, a assessoria jurídica, a gerência e a direção da entidade, além do presidente da Comissão da Reforma Previdenciária e da Secretaria  de Educação, Ricardo Barbosa (PSB-PB).

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