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Pastor e esposa devem se encontrar com padre Marcelo Rossi

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A polêmica em torno da música “Noites Traiçoeiras”, que se chama, na verdade “Deus te quer sorrindo”, tem sido motivo de especulação em torno da autoria da música.

Segundo o pastor Francisco Felipe, pastor da Igreja Assembléia de Deus da Missão, de Santana do Piauí, a música foi composta pela sua esposa, Marinalva Ferreira (37) em 1999, na ocasião, o hino evangélico teria sido composta para um evento religioso, que tinha como tema “Deus te quer sorrindo”.

O que levou o casal de evangélicos a divulgarem o suposto plágio, foi o fato de outros artistas, além do Padre Marcelo Rossi, terem gravado a música. Bandas como Chiclete com Banana, Chicabana, o cantor Belo e muitos outros, cantam essa música em seus shows, o que desagradou o pastor Felipe.

“Estive em Teresina e passando próximo a uma festa ouvi determinada banda cantar a música da minha esposa. Foi desagradável ver aquelas pessoas, bebendo, se prostituindo e completamente fora de si, cantando uma música que foi composta para Deus”, afirma o pastor.

Segundo o pastor Felipe, apenas uma pessoa tem autorização para gravar a música “Deus te quer sorrindo”, trata-se do cantor do Estado do Acre, Marcelo Leite, que telefonou para o casal e pediu autorização para gravar a referida musica e foi atendido.

Questionado sobre como o padre teve acesso a essa música, o pastor diz que não sabe, mas acredita que, como a música não foi registrada como de autoria de Marinalva Ferreira e Vânia Nunes, alguém a ouviu e a apresentou ao padre Marcelo Rossi como sendo de sua autoria, causando toda essa confusão.

A música “Deus te quer sorrindo” é a faixa número 4 que foi gravada no 1° CD de Marinalva Ferreira em 07 de maio de 2001, pela gravadora “Pardal Produções”. O pastor afirmou que até o dia 15 de outubro deve ir a Santo Amaro (SP), conversar com o padre Marcelo e sua assessoria, para que a autoria da canção seja reconhecida.

Alunos da RSA fazem manifesto pacifico reivindicando laboratórios de prática

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A idéia da manifestação partiu dos estudantes do 7º período de Comunicação Social (Jornalismo) e ganhou força com a participação de outros estudantes de todos os cursos da Instituição. Os acadêmicos aderiram à causa, entendendo que o movimento diz respeito a todos que integram o corpo docente da Instituição de ensino superior.

A manifestação dessa segunda-feira (31) teve inicio, por volta das 18:00h no estacionamento da Faculdade R.Sá. Os estudantes se juntaram, e com o apoio de um carro de som contratado, cartazes, apitos, narizes de palhaço, pediram atenção da direção. Durante mais de duas horas, nenhum responsável quis se pronunciar ou convocar os estudantes para uma conversa. O Diretor-Geral, o empresário e político, Raimundo Sá Urtiga Filho, o R. Sá, foi até a Faculdade, entrou e logo saiu sem dar nenhuma explicação aos alunos e afirmou que só conversaria nessa terça-feira.

A 1ª turma de Jornalismo se forma em julho de 2010 e ainda não possui laboratórios de pratica de rádio, TV e on line. Essas foram as principais reivindicações dos acadêmicos de Comunicação. Os demais cursos reivindicam ainda contratação de mais professores para completar o corpo docente, livros na biblioteca, melhor atendimento por parte dos funcionários da Faculdade, condicionadores de ar, vidros nas janelas, dentre várias outras reivindicações, destacando a necessidade da Instituição firmar convênios para estágios.

Os alunos, insatisfeitos com o descaso, tentaram ir até o NAE (Núcleo de Atendimento ao Estudante), mas foram barrados e quase machucados pelo segurança, que recebeu ordens para fechar o portão e não permitir a entrada de ninguém.

Inconformados, seguiram em carreata até a Praça Felix Pacheco no centro da cidade, passando pela Avenida Severo Eulálio, onde continuaram a manifestação. A decisão dos estudantes é de continuar com o manifesto até que seja dada uma resposta aos anseios e reivindicações de todos os cursos: Jornalismo, Serviço Social, Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia, Computação e Direito.

Os acadêmicos informam que muitas conversas já foram mantidas com a Instituição e que muitas promessas de melhorias foram feitas, mas nenhuma foi cumprida. A Faculdade R. Sá teve seu primeiro dia de aula no dia 16 de agosto de 2006. Muito tempo e muito dinheiro investido pelos alunos…

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