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Detentos escalam paredes e são surpreendidos por guarda na penitenciária

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Uma fuga de 28 detentos na Penitenciária Regional de Bom Jesus foi abortada de um dos pavilhões da unidade, na noite desta sexta-feira(20). A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi). 

Os presos serraram as grades de duas celas, confeccionaram uma corda feita de lençóis (teresa) e ainda colocaram um gancho na ponta para escalar as paredes do local. 

Agentes penitenciários e a guarda externa surpreenderam os fugitivos e conseguiram evitar a fuga em massa. Além da corda, uma serra foi apreendida na revista ao pavilhão.  

A penitenciária tem capacidade para 89 detentos e hoje abriga 197. 

 

Da redação
redacao@cidadeverde.com

Caminhão com enxofre tomba na BR-135 e pista é interditada

Um caminhão carregado de enxofre tombou na BR-135, próximo à cidade de Bom Jesus, a 632 km de Teresina. O acidente ocorreu no fim da tarde desta terça-feira (17). Com o tombamento, a carga perigosa ficou espalhada pelo asfalto e a pista totalmente interditada por 12 horas. 

"A PRF conseguiu liberar a via por volta de 5h15 de hoje e o fluxo de veículos segue normal", informou Santos, inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Bom Jesus. 

O veículo carregava aproximadamente 51 toneladas de enxofre e parte foi ao chão.

Análise preliminar aponta que as más condições da pista tenha ocasionado o acidente. 

"A via tem uma faixa de rolamento curta e quando passam dois veículos de grande porte, um sempre tem que ceder. Com isso, se o veículo é de carga, geralmente, tomba devido ao desnível entre a faixa de rolamento e o acostamento que não existe na pista", acrescenta o inspetor. 

Felizmente, o acidente não deixou vítimas.


Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Projeto usa horta e plantas medicinais na ressocialização de presos

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Implantado desde 2005 na Unidade Prisional de Bom Jesus, o projeto Farmácia Viva desenvolve o cultivo de plantas medicinais e de uma horta que traz benefícios para os próprios presos e para a comunidade em geral.

A iniciativa foi desenvolvida e aplicada pela especialista em Educação do Campo e da Prisão, Isaira Maria Rodrigues Feitosa, e tem mostrado eficiência tanto no uso das plantas medicinais, quanto dos fitoterápicos.

A metodologia impulsionou acessibilidade a população carcerária e do município como um todo, servindo de modelo a ser aplicada em várias regiões do país."No começo era para suprir a necessidade de medicamentos - e na época eu era voluntária. Um ano depois eu fui contratada como coordenadora de saúde e foi aí que conheci a Farmácia Viva. Como eu gosto muito de plantas desde a minha adolescência, não me canso de ler e não me canso disso. é minha paixão", explicou Isaíra.

Todo o cultivo é feito pelos presos que trabalham com serviços administrativos da penitenciária e o resultado deste trabalho vira alimento e medicamentos que beneficiam a comunidade. "Nós distribuímos plantas mediciais de forma in natura e temos ainda um laboratório em parceria com a prefeitura que produz os medicamentos. O uso é interno e outra parte vai para o laboratório. Hoje até a médica da penitenciária já substitui alguns remédios pelos nossos fitoterápicos", comemora Isaíra.

O resultado é o Fornecimento mensal em torno de 400 kg de plantas medicinais in natura; Uso dos internos e da farmácia de Manipulação da Prefeitura Municipal de Bom Jesus, que trabalha em parceria com a Secretária de Saúde, melhoria na qualidade de vida dos internos; Redução do aparecimento de doenças, de rápida proliferação como gripe, febre, problemas intestinais, insônia e outros; Criação politicas pública que favorecem acesso a medicamentos a baixo custo para população; Oportunidade de geração de renda para os egressos, vez que conseguiu estabelecer um mercado para consumo da meteria prima produzida. 

Veja os produtos produzidos pela farmácia:

Rayldo Pereira
rayldopereira@cidadeverde.com

Festival de Rabecas muda realidade em escolas públicas de Bom Jesus

Pouco mais de três dias de aula foram suficientes para revelar grandes talentos entre jovens de Bom Jesus. Eles participaram das dez oficinas do Circuito Cultura Viva, que aconteceram em duas escolas da cidade. Os resultados, foram apresentados no palco do Queijinho, nesse sábado (14), último dia do X Festival de Rabecas de Bom Jesus. Antes disso, um cortejo cultural percorreu as ruas de Bom Jesus, levando alegria por onde passava.

O cortejo foi recebido pelo batuque do grupo Patubatê, de Brasília-DF, que também ministrou oficina de percussão para alunos da rede pública. “É a primeira vez que temos essa oportunidade dentro da escola. O teatro me ensinou a perder a vergonha e a interagir mais com meus colegas”, diz a estudante Maylane Duarte de 17 anos, que se apresentou junto com a turma da oficina de teatro ministrada pelo professor Adalmir Miranda.

No palco, em meio aos olhares atentos das crianças, um teatro de bonecos chamava a atenção e arrancava gargalhada do público. O hip hop, oficina ministrada por Francisco Machado, também se apresentou no Palco do Queijinho, assim como a dança, coreografada pelo professor Sidy Ribeiro, que não escondeu a emoção.

“Há talentos por toda parte e em Bom Jesus não seria diferente. Quando um gestor tem essa preocupação e essa visão privilegiada de trabalhar com arte ele oportuniza a esses jovens algo muito maior, ajuda a torna-los grandes homens e grandes mulheres. Tenho 30 anos de dança, já dei aula fora do país, tenho vários prêmios internacionais, mas o mais gratificante é ver essa meninada se interessar pela arte”, disse, abraçado pelos 60 alunos inscritos na oficina.

A praça também recebeu os brinquedos confeccionados durante a oficina do professor Wilson Cordeiro, que chamou a atenção para a importância de se frequentar a escola. “Mais de 30% de crianças e jovens da cidade não estão frequentando a escola. Não façam isso. Acreditem nos seus sonhos e no estudo”, afirmou.

As dez oficinas realizadas durante o Festival aconteceram em duas escolas de Bom Jesus: José Lustosa Elvas Filho e Joaquim Parente. Além de despertar o encanto pela arte, neste ano o Festival veio com uma responsabilidade social a mais. O valor arrecadado com a venda de camisas do evento será investido na melhoria dessas duas escolas. Artistas que passaram por Bom Jesus, durante o evento, como as cantoras Solange Almeida e Roberta Miranda, fizeram questão de comprar a camisa e ajudar a melhorar as escolas.

“Todo ano o festival vem com uma ação social e neste ano escolhemos as escolas. Eu estudei nessas escolas e tenho responsabilidade sobre elas também. Todos devem dar as mãos para construir escolas melhores para Bom Jesus, só assim poderemos formar pessoas melhores”, afirmou o secretário estadual de Cultura, Fábio Novo. 

A décima edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus atraiu mais de 30 mil pessoas em três dias de festa. Montado na Avenida Josué Parente, o palco  "Mestre Joaquim Carlota" recebeu grandes nomes da música nacional.

Nesse sábado (14) quem se apresentou foi a cantora baiana Margareth Menezes, que levou sucessos da sua carreira para a avenida. Antes dela, os mestres rabequeiros se apresentaram, além dos Bandolins Mirins de Oeiras. A banda Patubatê, de Brasília-DF, também subiu no palco Mestre Joaquim Carlota, dando um show de percussão na avenida.

A cantora Joelma, uma das atrações mais esperadas pelo público, também se apresentou na noite de sábado. Fãs da cantora, de várias cidades do Piauí, fizeram questão de prestigiar o show.

O 10º Festival de Rabecas é uma realização da Associação de Filhos e Amigos de Bom Jesus com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura e patrocínio da Caixa Econômica e do Governo Federal.

Fonte: Ccom

Oficinas de teatro, dança e rabeca revelam grandes talentos de Bom Jesus

Quase 100 crianças e jovens são atendidos pelas oficinas permanentes de teatro, dança e rabeca que acontecem no Espaço Cultural Joaquim Carlota, em Bom Jesus. O resultado desse trabalho, que já completa três anos, está sendo apresentado na X edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus. A programação foi iniciada nessa quarta-feira (11), no Palco do Queijinho, onde os alunos mostraram seus talentos.

Entre eles, estava João Victor Santa, de 14 anos, que frequenta as aulas de rabeca do espaço. “Sempre gostei de música. Um dia, voltando do colégio, passei por uma rua diferente e vi o Espaço Cultural. Entrei e pedi informação sobre cursos de música. Soube das aulas de rabeca e logo me inscrevi. Me identifiquei com o instrumento, que já toco há dois anos. Quero ser mestre rabequeiro e um dia poder ensinar outras crianças a tocar o instrumento”, diz João Victor, considerado um dos melhores alunos do curso.

O mérito é dado pelo professor, Mestre Valdeci Araújo, que dá as aulas de rabeca no Espaço Cultural Joaquim Carlota. Ele conta que foi o Festival de Rabecas de Bom Jesus que estimulou seu desejo em aprender a tocar o instrumento. Desde então, o Mestre participa das edições do evento. “Só faltei um Festival”, se orgulha. Valdeci é de Teresina, mas todos os finais de semana vem a Bom Jesus ensinar e ajudar a formar uma nova geração de rabequeiros. “Eu espero que eles levem essa cultura adiante”, completa. 

Pelo Palco do Queijinho, também passou professor que já foi aluno um dia. É o caso do Francisco Rodrigues, coordenador do Espaço Cultural, e professor de dança. Ele começou a dançar aos 8 anos de idade e hoje ajuda a formar novos dançarinos na cidade. O talento desses jovens já ficou evidente na primeira apresentação da noite, “Os acordes de uma rabeca”. Em seguida, a apresentação “Meu pé de serra, minha vida” levou o forró para o palco. Alunos e alunas do espaço mostraram as coreografias montadas especialmente para o festival.

A professora de dança, Bete Battaly, que ministra as aulas aos finais de semana, também falou da evolução deste trabalho na cidade. “É uma experiência maravilhosa. Já estou dando aulas há dois anos e os resultados são incríveis. A arte abre espaços para muita coisa boa”, diz. Além dela, a professora Adelina Barbosa, também vem à cidade todos os finais de semana para dar aulas de teatro.

“Meninos que hoje são homens, mas continuam sendo meus meninos. É um orgulho ver o crescimento dos alunos. O teatro ajuda a perder a timidez, afasta os problemas e abre novas portas. Hoje tem aluno que já assumiu a direção de espetáculos”, conta a professora. Até sábado (14), várias apresentações culturais vão acontecer no Palco do Queijinho, na Praça do Fórum, a partir das 17 horas. Além disso, Bom Jesus também recebe o Circuito Cultura Viva, com realização de dez oficinas nas escolas públicas do município.

Os resultados serão apresentados no último dia de festival. Já os shows, que acontecem no palco “Mestre Joaquim Carlota”, começam nesta quinta-feira (12) e se estendem até o sábado, com várias atrações locais e nacionais.

O X Festival de Rabecas de Bom Jesus é uma realização da Associação de Filhos e Amigos de Bom Jesus, com apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura – Secult.

 

cidades@cidadeverde.com

Oficinas de teatro, dança e rabeca revelam grandes talentos de Bom Jesus

Quase 100 crianças e jovens são atendidos pelas oficinas permanentes de teatro, dança e rabeca que acontecem no Espaço Cultural Joaquim Carlota, em Bom Jesus. O resultado desse trabalho, que já completa três anos, está sendo apresentado na X edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus. A programação foi iniciada nessa quarta-feira (11), no Palco do Queijinho, onde os alunos mostraram seus talentos.

Entre eles, estava João Victor Santa, de 14 anos, que frequenta as aulas de rabeca do espaço. “Sempre gostei de música. Um dia, voltando do colégio, passei por uma rua diferente e vi o Espaço Cultural. Entrei e pedi informação sobre cursos de música. Soube das aulas de rabeca e logo me inscrevi. Me identifiquei com o instrumento, que já toco há dois anos. Quero ser mestre rabequeiro e um dia poder ensinar outras crianças a tocar o instrumento”, diz João Victor, considerado um dos melhores alunos do curso.

O mérito é dado pelo professor, Mestre Valdeci Araújo, que dá as aulas de rabeca no Espaço Cultural Joaquim Carlota. Ele conta que foi o Festival de Rabecas de Bom Jesus que estimulou seu desejo em aprender a tocar o instrumento. Desde então, o Mestre participa das edições do evento. “Só faltei um Festival”, se orgulha. Valdeci é de Teresina, mas todos os finais de semana vem a Bom Jesus ensinar e ajudar a formar uma nova geração de rabequeiros. “Eu espero que eles levem essa cultura adiante”, completa. 

Pelo Palco do Queijinho, também passou professor que já foi aluno um dia. É o caso do Francisco Rodrigues, coordenador do Espaço Cultural, e professor de dança. Ele começou a dançar aos 8 anos de idade e hoje ajuda a formar novos dançarinos na cidade. O talento desses jovens já ficou evidente na primeira apresentação da noite, “Os acordes de uma rabeca”. Em seguida, a apresentação “Meu pé de serra, minha vida” levou o forró para o palco. Alunos e alunas do espaço mostraram as coreografias montadas especialmente para o festival.

A professora de dança, Bete Battaly, que ministra as aulas aos finais de semana, também falou da evolução deste trabalho na cidade. “É uma experiência maravilhosa. Já estou dando aulas há dois anos e os resultados são incríveis. A arte abre espaços para muita coisa boa”, diz. Além dela, a professora Adelina Barbosa, também vem à cidade todos os finais de semana para dar aulas de teatro.

“Meninos que hoje são homens, mas continuam sendo meus meninos. É um orgulho ver o crescimento dos alunos. O teatro ajuda a perder a timidez, afasta os problemas e abre novas portas. Hoje tem aluno que já assumiu a direção de espetáculos”, conta a professora. Até sábado (14), várias apresentações culturais vão acontecer no Palco do Queijinho, na Praça do Fórum, a partir das 17 horas. Além disso, Bom Jesus também recebe o Circuito Cultura Viva, com realização de dez oficinas nas escolas públicas do município.

Os resultados serão apresentados no último dia de festival. Já os shows, que acontecem no palco “Mestre Joaquim Carlota”, começam nesta quinta-feira (12) e se estendem até o sábado, com várias atrações locais e nacionais.

O X Festival de Rabecas de Bom Jesus é uma realização da Associação de Filhos e Amigos de Bom Jesus, com apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura – Secult.

 

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Festival de Rabecas começa nesta quinta com vasta programação

A 10ª edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus começa nesta quinta-feira (12) com uma programação que contempla shows, oficinas e exposições. O festival nasceu com o intuito de preservar o instrumento que já é tradição no município e promover o intercâmbio de diversas artes. A abertura oficial acontece a partir das 20 horas no Palco principal Mestre Joaquim Carlota, localizado na Av Josué Parente, com apresentação dos mestres rabequeiros e em seguida shows com Roberta Miranda e Chambinho do Acordeon.

A programação deste ano mantem a cultura popular com o foco na rabeca em apresentações culturais no palco principal. O segundo palco, denominado palco do Queijinho, recebe o resultado de oficinas permanentes, que acontecem durante todo o ano no município, e das oficinas do circuito Cultura Viva, que já passou pelas cidades de São João do Piauí, Cristino Castro e Uruçuí. Serão oferecidas oficinas de audiovisual, hip hop, grafite, libras, entre outras que acontecem nas escolas públicas de Bom Jesus.

Na sexta-feira (13) haverá a participação da Orquestra de Violões da cidade de Corrente e shows com Solange Almeida, Os Bambaz e Banda R10.  A rabequeira, cantora, atriz e poetisa Renata Rosa também se apresenta com um repertório focado nas tradições do nordeste.

O encerramento do festival no sábado (14) fica por conta dos Bandolins Mirins de Oeiras, com o grupo de percussão Patubatê, de Brasília, e dos shows das cantoras Margareth Menezes, Joelma e da Banda Palmos Oliveira.

O evento tomou grandes proporções e se expandiu para outras artes, possibilitando o acesso gratuito de crianças e jovens do município a oficinas de dança, teatro e outros instrumentos musicais. O município ganhou o Espaço Cultural Mestre Joaquim Carlota que se tornou o local fixo para as oficinas permanentes e também para a primeira orquestra de rabecas do Brasil, formada por jovens de escolas públicas.

O 10º Festival de Rabecas é uma realização da Associação de Filhos e Amigos de Bom Jesus com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura e patrocínio da Caixa Econômica e do Governo Federal.


cidades@cidadeverde.com

Prefeitura realiza diagnóstico das áreas de preservação de Bom Jesus

A Prefeitura de Bom Jesus, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente  em parceria com a Universidade Federal do Piauí, deu início nesse final de semana à confecção do diagnóstico das áreas de preservação de Bom Jesus. O estudo foi iniciado no Povoado Corrente dos Matões e envolve engenheiros agrônomos, engenheiros florestais e biólogos, que analisam o solo para definir que áreas estão preservadas, quais precisam de intervenção urgente e as que necessitam de ações em longo prazo.

O prefeito Marcos Elvas (PSDB) destacou a importância do trabalho de diagnóstico das áreas de preservação do município. “Definiremos as ações a serem implementadas para a preservação de nossos recursos naturais em curto, médio e longos prazos, garantindo o aproveitamento sustentável de nossas riquezas. Cuidar do meio ambiente é plantar um futuro melhor para a cidade”, disse o gestor.


Fonte: Ascom

Jovem é preso com 17 pedras de crack em Bom Jesus

Foto: Polícia Civil

A polícia prendeu nesta quarta-feira (6), em Bom Jesus, o jovem Augusto Ivan Ferreira Abade, conhecido popularmente como “Ivanzim”, por tráfico de drogas. A prisão foi feita por volta das 09h. Com o suspeito foi encontrada uma lata de metal, com R$ 15, e 17 pedras de crack. Através de denúncias, a polícia conseguiu pegar o jovem em flagrante e mais três pessoas dentro de uma pequena residência alugada, no bairro Chapadinha. 

Augusto já tinha passagem pela polícia por furtos de residências, em sua adolescência, e agora maior de idade se envolveu há pouco tempo com o tráfico de drogas. Ele já vinha atuando com o irmão Marcos Lene Abade, o “Macaúba”, que atualmente se encontra preso. 

Dentro da casa foi encontrado Augusto, um ex – presidiário de nome Guto e uma menor, namorada de Augusto. A menina foi apreendida e levada para os pais. Uma quarta pessoa também foi encontrada na casa, mas não chegou a ser detida por não ter envolvimento com o tráfico de drogas. 

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Acidente mata cabeleireira na BR-135; três acidentes no fim de semana

Atualizada as 13h32

Mais um acidente foi registrado na BR-135, próximo ao povoado Melancias, há 12 quilômetros de Bom Jesus (a 632 km de Teresina), na noite deste domingo(03). Este foi o terceiro acidente somente neste fim de semana e vitimou fatalmente uma cabeleireira identificada como Raquel.

De acordo com o portal B1, ela estava em um veículo com o marido e o cunhado seguindo de Santa Luz para Bom Jesus, quando sofreram o acidente. O motorista, o esposo da cabeleireira, teria perdido o controle do carro e tombou. Raquel teria sido sacada para fora. 

Os dois homens tiveram ferimentos leves e ela foi socorrida pelo Samu e encaminhada ao hospital regional de Bom Jesus onde não resistiu aos ferimentos e morreu. 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não foi acionada para atender a ocorrência. No posto da polícia em Bom Jesus, outros dois casos foram registrados. No sábado(02), por volta das 23h50, no km 349 teve uma saída de pista de um veículo Gol e os dois ocupantes ficaram feridos levemente. 

Em outro acidente às 5h do domingo(03), um ônibus tombou no município de Alvorada do Gurguéia, após sair da pista. O ônibus seguia para o Maranhão quando o condutor perdeu controle, saiu da pista e ao tentar retornar o veículo tombou. A pista ficou parcialmente interditada até às 12h15, depois que o veículo foi retirado do local e a pista foi totalmente liberada.

De acordo com o inspetor Barros Filho, da Polícia Rodoviária Federal a pcausa dos acidentes é o conhecido desnível na rodovia, que provoca o capotamento de diversos veículos. Segundo ele, a PRF vem cobrando diretamente à bancada piauiense a liberação de recursos para que o DNIT realiza as obras e reparos necessários para o local.

Só em 2017 foram registrados 81 acidentes no trecho. Até o momento foram contabilizadas 41 mortes 41 mortes na BR-135. Caso seja confirmada que esta ocorreu em um acidente na rodovia, subirá para 42.  O número de feridos já chega a 111.

Caroline Oliveira
carolineoliveira@cidadeverde.com

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