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Que venha a Uber

Como em todas as outras capitais onde já desembarcou, a Uber, empresa que utiliza um aplicativo para o transporte de passageiros, chega hoje a Teresina debaixo de muito barulho. A empresa presta um serviço de reconhecida qualidade no mundo inteiro, com transporte de qualidade, rápido, barato e seguro.

Na hora em  que o passageiro aciona o serviço, informa o local de partida e o destino final, e fica sabendo na mesma hora quem é o motorista e quanto vai pagar pela corrida -  valor que é debitado no seu cartão de crédito. Tudo é monitorado por meio da tecnologia.  Quem já utilizou o serviço em outras cidades não poupa elogios.

Os únicos que torcem o nariz contra a novidade são os taxistas e mototaxistas já estabelecidos na capital, receosos de perderem mercado. Por conta disso, já protestaram e prometem continuar  fazendo oposição ao novo sistema. Em vão. O mercado é regulado pelo consumidor. Ele é quem define o que é melhor para o seu bolso e sua comodidade. Nenhum interesse corporativista pode atrapalhar essa evolução e condenar o público ao atraso, privando-o de um serviço eficiente e econômico.

Melhor que bradar ameaças pelos quatro cantos da cidade e fazer carreatas atrapalhando o trânsito, é aperfeiçoar o serviço prestado, com um bom atendimento ao cliente, a um preço justo. As autoridades devem ficar vigilantes para impedir e punir eventuais atos de violência que venham a ser praticados, como já foi alardeado, contra motoristas e passageiros. Vivemos em uma sociedade livre, onde o cidadão tem o direito de escolher o que vai consumir. Que o sistema seja regulamentado como deve e que venha atender aos interesses dos teresinenses que anseiam por um transporte de melhor qualidade que o já existente.