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Educação e Mobilidade Urbana serão os marcos de Teresina na atual gestão

O prefeito Firmino Filho (PSDB) está iniciando a sua quarta gestão  à frente da Prefeitura de Teresina com o desafio da inovar para fugir ao risco da acomodação que sucessivos mandatos costumam trazer.  A população conferiu a ele mais um voto de confiança e, certamente, há de cobrá-lo por isso.

Ele começa a administração enfrentando uma grave crise econômica que já dura pelo menos dois anos e que deve permanecer agora também em 2017. Mas, nem por isso, o prefeito deixa de fazer planos e projetos para entregar à cidade a estrutura de modernização  que os tempos exigem.

A educação e a mobilidade urbana, segundo palavras do próprio Firmino, deverão ser o carro-chefe deste quarto mandato. O modelo educacional que vem sendo realizado em Teresina já provou que está dando resultados, tanto que a capital do Piauí, a despeito de ter um dos menores PIBs do Nordeste, foi a que mais se destacou na região. E para que assim continue, o secretário que comandou esse processo, Kléber Montezuma, continua à frente da pasta para dar sequência ao trabalho que vem sendo realizado no ensino público municipal.

A mobilidade urbana irá receber um impulso significativo para marcar os próximos quatro anos. A conclusão dos oito terminais de integração que estão sendo construídos deve acontecer até dezembro do próximo ano. Mas os terminais, como faz questão de frisar o prefeito, são apenas parte de um projeto muito maior, que envolve a construção de pontes, viadutos e avenidas para melhorar o fluxo de veículos na cidade.

Estão previstas as construções de duas novas pontes, uma ligando a zona norte à zona leste; e outra, sobre o Rio Poty. Além disso, devem ser construídos os viadutos da Tabuleta, um outro em frente à Fundação Bradesco, no Dirceu, e mais um em frente à Usina Livramento.  Duas novas e importantes avenidas também serão abertas para desafogar o trânsito: a Ulisses Marques, na zona leste, e a primeira fase da Via Sul, ligando o CFAP à ponte Anselmo Dias.

Para tocar todas essas obras, a Prefeitura aposta em financiamentos externos, a exemplo do empréstimo de R$ 160 milhões obtido junto ao Banco Latino Americano de Desenvolvimento. A cidade precisa de respostas rápidas para problemas imediatos. E o da mobilidade urbana, sem dúvida, é um deles.