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Friboi quis fazer um churrasco de presidente

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O presidente Michel Temer faz novo pronunciamento

O presidente Michel Temer precisará de fôlego de sete gatos para sobreviver ao tsunami que invadiu o Palácio do Planalto desde quarta-feira à noite.

A sua renúncia era dada como certa para quinta-feira, depois que a Rede Globo divulgou, no plantão do Jornal Nacional, a notícia de que o presidente fora grampeado em uma conversa comprometedora com o empresário Joesley Batista, dono da JBS, proprietária do frigorífico Friboi.

Divulgada a gravação do diálogo, na noite de quinta, não confirmou-se o presidente dando aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha para obstruir a Lava-Jato, como havia sido noticiado na véspera. Nem se confirmaram outras acusações feitas e repetidas contra ele na imprensa durante 24 horas.

Sobrevida

Isso deu uma sobrevida ao presidente, como outros fatos que se sucederam nas horas seguintes. Um deles deu conta de que o delator que tocou fogo no país, quis fazer um churrasco do presidente da República e se mandou para os Estados Unidos, lucrou fábulas com a crise política gerada por ele mesmo.

Antes de entregar a gravação ao Ministério Público, o grupo JBS comprou 1 bilhão de dólares porque sabia que o escândalo provocaria o caos no câmbio. Sabendo também que a divulgação da gravação reduziria o valor das ações da empresa,tratou de vendê-las antes da queda da Bolsa, conforme denunciou ontem o presidente, em novo pronunciamento.

Outro ponto a favor de Temer: uma perícia encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo descobriu que a gravação de sua conversa com o empresário recebeu mais de 50 edições. Portanto, um material adulterado supostamente para incriminá-lo.

Também favorece a defesa do presidente o fato de a gravação ter sido feita antes da delação, portanto, sem valor legal. Algo semelhante ao que aconteceu naquele diálogo da presidente Dilma com o ex-presidente Lula, gravado fora do horário coberto pela autorização da Justiça e sem o aval do Supremo.

Delação premiada

Também foi novidade para os brasileiros, nesse episódio envolvendo o dono da Friboi, a homologação da delação com benefícios jamais vistos durante todo processo da Lava-Jato. Um deles é que a delação foi feita sem que os delatores tenham sido presos. O outro foi a permissão para eles deixarem o país.

Ainda não se sabe qual é a estratégia do Ministério Público Federal para o caso, mas ela terá que valer a pena.

Bombardeio não para

Ontem, em seu novo pronunciamento, que pouco acrescentou ao primeiro, de quinta-feira à noite, o presidente reafirmou que não renuncia. De novo mesmo foi o anúncio de que pediria a suspensão do inquérito aberto contra ele pelo Supremo.

Como tem convicção de sua inocência, Michel Temer teria se saído melhor se tivesse reiterado que a investigação deve ser realizada o quanto antes, com o máximo rigor, para elucidar os fatos.

As provas concretas contra o presidente, se existem, ainda não apareceram, mas muitas dúvidas pairam em torno do episódio. Ele ainda não explicou, por exemplo, por que recebeu na calada da noite, na residência oficial, um empresário bichado na Lava-Jato.Nem porque se sujeitou a ouvir tudo o que ele disse.

É certo que o bombardeio contra Temer não cessará. O Planalto passa o fim de semana com uma força-tarefa para tentar recompor a base parlamentar do presidente, que, por enquanto, se sustenta em sua teimosia e no fato de que pela via legal sua queda não se faz num piscar de olhos.

Diferente, porém, da presidente Dilma, ele é um político matreiro, que conhece o Congresso e as leis como a palma da mão. Aí está a sua chance.

Delatores da JBS espalham lama para todos os lados

Foto: Divulgação/STF

O ministro Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo

O Supremo Tribunal Federal liberou ontem o conteúdo das delações premiadas dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS (Friboi), no âmbito da Operação Lava Jato. As delações foram homologadas pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da operação na Corte.

Os delatores espalharam lama para todos os lados: Temer, Lula, Dilma, Aécio, Serra, Marta, Palocci, Mantega, Eunício e Cid Gomes estão entre os nomes citados como beneficiários de esquemas de propinas pagas pela empresa. Ricardo Saud, diretor da JBS, entregou planilha com doações a 28 partidos e 1.829 candidatos, no total de R$ 600milhões. E garantiu que quase tudo é propina.

Joesley Batista afirma que o presidente Michel Temer solicitou, em 2017, o montante de 5% do lucro obtido com o afastamento do monopólio da Petrobras no fornecimento de gás, assim como destravamento das compensações de créditos de PIS/COFINS com débitos do INSS.

Lula e Dilma

A JBS afirma também que o grupo fez pagamentos de propina de US$ 50 milhões depositados em uma conta no exterior para o ex-presidente Lula e de cerca de US$ 30 milhões em outra conta em benefício da então presidente Dilma Rousseff.

Os depósitos teriam sido feitos por intermédio do então ministro da Economia, Guido Mantega, em razão de esquema criminoso do BNDES e em fundos de pensão (Petros e Funcef) para beneficiar JBS. O saldo dessas contas somavam US$ 150 milhões em 2014. Joesley Batista contou ainda que negociou a compra de cinco deputados contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff por R$ 3 milhões.

Propinas tucanas

Ele afirma também que fez pagamento de propina, em 2017, no valor de R$ 2 milhões, ao presidente do PSDB, senador Aécio Neves, em razão da aprovação da lei de abuso de autoridade e anistia ao Caixa 2.

Em outro trecho, a JBS afirma que deu R$ 60 milhões em propina para Aécio em 2014. Também relata que houve repasse de R$ 20 milhões ao senador tucano José Serra a pretexto de campanha eleitoral. A operacionalização dos pagamentos teria sido feita pelo Sr. Furquim, já falecido, amigo de José Serra.

Foto: Jota.com.br

No STF, a distribuição dos HD's da delação da JBS à imprensa

No varejo

A JBS contou ainda que fez repasse de R$ 1 milhão para senadora Marta Suplicy (ex-PT e hoje no PMDB) a pretexto de campanha eleitoral de 2010 e repasse de R$ 3 milhões em 2014 em troca de possíveis negócios caso ela vencesse a eleição para a Prefeitura de São Paulo.

Outro repasse, no valor de R$ 30 milhões, foi feito ao ex-ministro Antônio Palocci, para a campanha de Dilma em 2010. O delator conta que fez pagamento de R$ 20 milhões ao ex-governador do Ceará, Cid Gomes, em troca da liberação de créditos de ICMS.

Mais um pagamento, no valor de R$3,6 milhões, foi feiro ao governador de Minas, Fernando Pimentel, na época em que comandava o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, no governo Dilma. Também o atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), teria recebido R$ 5 milhões da JBS, como pagamento da Medida Provisória que disciplinava créditos de PIS/Cofins.

Todos os acusados negaram o recebimento das propinas informadas pelo dono do Friboi. Mas como ficam, agora, os que nos últimos dois dias festejaram euforicamente por todos os meios ao seu alcance as acusações do delator da Lava-Jato contra Temer e Aécio, legitimando a delação da JBS? (Com informações do site jota.com.br)

Temer descarta renúncia e enfrenta a crise

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Michel Temer descarta renúncia

O presidente Michel Temer optou ontem por manter uma tradição da política brasileira. Ela mostra as autoridades, em momentos de grave crise, resistindo à ideia da renúncia o seus cargos quando esta lhes é apresentada como o único caminho a seguir para evitar traumas maiores.

Na história contemporânea, bateram o pé e resistiram teimosamente à renúncia o presidente Fernando Collor, em 1992; o então presidente da Câmara Federal, Severino Cavalcanti, em 2005; e o então ministro José Dirceu, também em 2005.

Mais recentemente, também enfrentaram a mesma situação, entre outros, a presidente Dilma Rousseff e o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, no ano passado. No fim, todos acabaram, no entanto, perdendo os seus mandatos.

A gravação

O presidente Michel Temer se pronunciou ontem à tarde sobre a divulgação de um áudio gravado pelo dono da JBS (Friboi), Joesley Batista, delator da Lava-Jato, na qual ele supostamente dá aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) e, por consequência, obstruir a Justiça.

Temer fez o seu pronunciamento, no Palácio do Planalto, antes de ouvir o áudio. Mas garantiu que não renunciará, pois não se envolveu em qualquer ato incorreto, e tem uma missão a cumprir. O presidente pediu rigor e pressa na investigação aberta pelo Supremo contra ele.

A gravação foi liberada pelo STF no início da noite. Sua qualidade não é boa, mas o seu conteúdo não chega a comprometer Temer irremediavelmente como foi a princípio divulgado. As primeiras notícias sobre a gravação davam conta de que o presidente tratava de dinheiro para calar Eduardo Cunha. Isso não apareceu no áudio.

O desafio maior

Nesse episódio, pesa, contudo, contra Michel Temer, o fato de ele receber em casa, reservadamente, um investigado pela Lava-Jato. Que assunto republicano ele teria a tratar com um sujeito dessa espécie? Na gravação, o visitante passa o tempo todo contando vantagens e falando de armações para se ver livre da operação e obstruir a Justiça. Nela, porém, o presidente não se compromete pelo que falou e sim pelo que ouviu.

Se não existe algo a mais e mais grave contra o presidente, ele não terá tanta dificuldade em se defender na Justiça. Se o que existe contra ele for apenas o que está no áudio, o seu desafio maior será mesmo o de recuperar o apoio político, pois desde quarta-feira à noite a sua base parlamentar derrete aceleradamente. Até ministros estão em debandada.

Como o próprio presidente ressaltou em seu pronunciamento, a nova crise tem consequências imprevisíveis.

Economia nervosa

A nova crise política que irrompeu no país teve impacto negativo na economia. A Bolsa de Valores de São Paulo caiu ontem mais de 10%, o dólar subiu quase 8% e uma onda de desânimo invadiu as empresas.

A economia vinha em uma boa semana, com a abertura de quase 60 mil novos postos de trabalho e esperança na superação da recessão.

Empréstimos

Como a corda arrebenta sempre do lado do mais fraco, o Piauí será um dos primeiros a pagar a conta da nova crise política.

Os novos empréstimos que o governador Wellington Dias está suando para conseguir ficam agora distantes do alcance de sua mão.

Investigação

A propósito, o governador está na Europa e ontem se pronunciou da Itália sobre as denúncias contra o presidente Michel Temer, em vídeo gravado para as redes sociais.

Ele defendeu que tudo seja devidamente apurado e que os eventuais culpados sejam responsabilizados, dentro da lei.

Fórum

Wellington Dias chega amanhã ao Brasil e terá um encontro ainda neste fim de semana com os integrantes do Fórum de Governadores para avaliar a crise política e discutir saídas.

Ele informou que ainda na quarta-feira à noite passou a conversar com governadores e outros líderes políticos brasileiros, pelo telefone, sobre a situação do Brasil.

Baixa no Ministério

O ministro da Cultura, Roberto Freire (PPS), foi a primeira baixa no governo, depois da delação do dono da JBS.

Roberto Freire deixou o cargo logo depois de o presidente anunciar que não renunciará.

O outro ministro do PPS, Raul Jungman, permanece no cargo. O partido justificou que ele era por "relevância para o Estado".

Em outras palavras, Roberto Freire não era relevante. Ou o seu cargo não era. 

*Os caciques  tucanos entregaram outra vez a presidência do PSDB ao senador Tasso Jereissati.

*O Salão do Livro do Piauí 2017 foi lançado ontem à noite, no Cine-Teatro da Ufpi.

*Até ontem à noite, oito pedidos de impeachment do presidente Michel Temer já estavam protocolados na Câmara Federal.

*Os primeiros que correram para pedir o afastamento do presidente foram os que mais lutaram contra o impeachment da presidente Dilma.

Diretas, Já!

Do deputado Robert Rios (PDT), ao se pronunciar ontem na Assembleia Legislativa sobre a nova crise política brasileira e voltar a pregar eleições já:

- É impossível a pátria entrar em comunhão, nesse momento, se não for pelas eleições diretas.

Uma longa noite ou um golpe em Temer

Foto: Agência Brasil

O presidente Michel Temer recebe duro golpe

O presidente Michel Temer começou ontem a atravessar a sua mais longa noite no Palácio do Planalto. Talvez uma noite que não termine. A divulgação de um áudio gravado por um delator da Lava-Jato, no qual o presidente supostamente dá aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) e, por consequência, para obstrução da Justiça, explodiu como uma bomba.

A gravação foi feita no Palácio do Jaburu, residência oficial de Temer, em março passado, pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta. O empresário foi recebido pelo presidente em encontro fora da agenda.

Na conversa de aproximadamente 40 minutos gravada pelo visitante, que já era bichado na Lava-Jato, o presidente teria indicado o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS).

Filmagem

Depois, Rocha Loures foi filmado pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer teria incentivado: "Tem que manter isso, viu?".

A bomba estourou uma semana depois de o presidente comemorar o seu primeiro ano de governo e a poucos dias do julgamento, no TSE, da ação que pede a cassação da chapa Dilma/Temer. Esse julgamento será retomado no próximo dia 6.

Em Brasília, especulava-se que, diante do episódio tornado público ontem, a cassação no TSE abreviaria a agonia do presidente. Outra saída seria ele renunciar. Em qualquer dos casos, o Congresso elegeria um novo presidente. Mas aventou-se também o impeachment.

Planalto nega

O Planalto divulgou uma nota oficial negando o envolvimento do presidente em qualquer ato ilegal e pedindo a investigação do fato e punição para os eventuais culpados.

A revelação documentada e autorizada pela Justiça do dono da JBS contra o presidente pode não ser a deleção do fim do mundo, mas tem tudo para ser a do fim do governo Temer. Foi o mais duro golpe que o presidente sofreu, com chances remotas de sobreviver.

 

Assembleia faz audiência sobre obras inacabadas

Quantas e quais são as obras de mobilidade urbana do Governo do Piauí? Por que muitas delas foram paralisadas e abandonadas? Quais estão em andamento e qual é o ritmo do serviço? Quando essas obras ficam prontas? Estas e outras perguntas serão feitas hoje, a partir das 9h30, na Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa.

Foram convidados para falar aos deputados o secretário de Transportes,  Guilhermano Pires, e o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Piauí (DER-PI), Castro Neto. O requerimento propondo a reunião e solicitado a presença dos dois auxiliares do governo foi apresentado pelo deputado Luciano Nunes (PSDB).

Obras não andam

Há um ano, tanto o secretário Guilhermano Pires quanto o então diretor do DER, José Dias, estiveram na Assembleia falando sobre as obras de mobilidade urbana e estabeleceram um cronograma, marcando data para a conclusão e data para a entrega dessas obras.

“Infelizmente, algumas dessas obras se encontram paradas até hoje. Esse é o objetivo da vinda dos dois secretários, para prestar esclarecimento sobre o andamento dessas obras que são fundamentais para  mobilidade urbana na nossa capital”, explicou Luciano Nunes.

Há dois anos, no começo da atual legislatura, a Assembleia criou uma Comissão Especial de Obras Inacabadas, cuja coordenação foi entregue ao deputado Firmino Paulo (PSDB). Um de seus objetivos era fiscalizar e acompanhar as obras do Governo do Estado.

Não se tem conhecimento de qualquer ação dessa comissão. Ou seja, inexplicavelmente, a Comissão das Obras Paradas também parou.

Foto: Pablo Cavalcante

O prefeito de Oeiras nos estúdios da Rádio Cidade Verde

Água municipalizada

O prefeito de Oeiras, Raimundo Sá Lopes, disse que iniciou entendimentos junto ao Governo do Estado para que o município assuma a gestão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário local.

Para tanto, será criado o Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (Saae). No Piauí, apenas Campo Maior administra o seu próprio sistema de água.

O prefeito informou que a concessão da Agespisa em Oeiras caducou há 20 anos.

Vara Agrária

O Tribunal de Justiça desistiu do projeto para a transferência da Vara Agrária do Piauí, do município de Bom Jesus para Teresina.

A proposta recebeu senões na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa.

O TJ vai procurar dar melhores condições de funcionamento à Vara.

Senador clonado

O senador Elmano Férrer teve o celular clonado e esta tendo dores de cabeça com isso, como informou ontem em mensagem: “O meu celular de Teresina foi clonado. Informo que não pedi nenhuma quantia em dinheiro e também não pedi para sair de nenhum grupo. Peço que comuniquem ao máximo de pessoas. Estou tomando todas as providências junto à Polícia Legislativa do Senado.”

Foto: Divulgação

O deputado Paes Landim com prefeita paranaense, na Liderança do PTB

Cassação

No Piauí, só agora o TRE concluiu o julgamento de um dos prefeitos eleitos em 2016 e denunciados à Justiça Eleitoral. O julgamento resultou na cassação do mandato do prefeito de Miguel Leão.

No município de Quatingué, no Paraná, o prefeito foi cassado em fevereiro passado e em abril a nova prefeita já era escolhida pela população.

A prefeita paranaense Adelita Moraes visitou em Brasília a Liderança do PTB na Câmara, onde foi recebida pelo deputado Paes Landim (PTB).

Investigação

O corregedor da Câmara Federal, deputado Carlos Marun, deve pedir em ofício para que a Polícia Federal identifique quem são os manifestantes que agrediram psicologicamente e fisicamente o deputado Marcelo Castro (PMDB), no aeroporto de Teresina, na segunda-feira passada.

Há a suspeita de que entre os manifestantes havia criminosos procurados pela polícia, segundo o deputado Silas Freire (PR), vaiado na ocasião.

Solidariedade

O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, prestou solidariedade ao deputado Marcelo Castro pelas agressões sofridas quando embarcava em Teresina.

Serraglio, que é também deputado federal pelo PMDB, foi ao gabinete de Marcelo Castro levar a sua solidariedade.

Desemprego

No momento em que o governo comemora a criação de 60 mil empregos com carteira assinada no país, em Teresina a rede de farmácias Big Bem fecha a suas portas.

Em comunicado à praça, a Brasil Pharma, holding que controla a rede, confirmou o fechamento das 14 lojas que estavam em operação no Piauí. O mesmo acontece no Ceará, Maranhão e Paraíba.

Só no Piauí são mais 400 desempregados.

Odontologia

Começa hoje e prossegue até sábado, em Teresina, o 7º Congresso Internacional de Odontologia.

O evento conta com mais de 2.500 inscritos, entre professores, estudantes e profissionais da área.

Marcha dos Prefeitos

O deputado federal Heráclito Fortes (PSB) recebeu prefeitos para almoço em sua residência em Brasília. Eles participam da Marcha dos Prefeitos.

Estiveram no almoço os prefeitos Marcos Elvas, de Bom Jesus; Murilo Ribeiro e a primeira-dama (Corrente); Dr. Ângelo (Redenção do Gurguéia); Netão  e o vice Adailson (São José do Piauí).

Foto: Divulgação

O deputado Heráclito Fortes recebe prefeitos em Brasília

* O Ministério Público deu 30 dias para a Prefeitura de Teresina resolver o problema da falta de fisioterapeutas no HUT.

* Uma boa iniciativa, sem dúvida. E quem obriga o MP a mandar promotores de Justiça para onde faltam esses profissionais?

*A soltura de presos da Operação Infiltrados, que investiga fraudadores de concurso, foi a pedido da própria polícia.

* O presidente da Fecomércio, Valdeci Cavalcante, vai assumir o comando do River a partir de outubro.

O Brasil como ele é

Do humorista Fraga:

- Brasil. Num dia, semiaberto; no outro, semifechado.

Prefeitos não voltam de Brasília de mãos vazias

Foto: Divulgação/CNM

Michel Temer atende prefeitos e renegocia dívidas

Os milhares de prefeitos que participam da XX Marcha a Brasília, aberto ontem, retornam para seus municípios na certeza de que fizeram uma das viagens mais produtivas à capital da República.

O presidente Michel Temer assinou, no evento, Medida Provisória que prevê a renegociação das dívidas dos municípios com a Previdência Social. Os pontos principais do texto são o parcelamento em até 200 meses, a redução dos juros em até 80% e a redução de 25% nas multas e encargos.

A edição de um Refis para que os municípios possam parcelar suas dívidas previdenciárias com desconto nos valores de multas e juros vai reduzir o débito dessas prefeituras em cerca de R$ 30 bilhões, calcula o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski.

Atualmente, cerca de 4.000 municípios devem R$ 75 bilhões ao INSS. Agora, com os abatimentos, a previsão é de que essa dívida caia a R$ 45 bilhões. O governo estima que nas novas condições os municípios terão condição de retomar os pagamentos da dívida previdenciária.

O parcelamento desse débito foi um dos tópicos prioritários nas negociações com o governo, mas os prefeitos pleiteiam também mais financiamentos da União para desafogar a crise econômica nos municípios..

Os participantes da marcha também pleiteiam reajustes no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), no Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) e no atual incentivo para custeio das unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Os prefeitos não retornam às suas cidades com os bolsos cheios de dinheiro, mas, pela primeira vez, nos últimos anos, também não voltam de mãos vazias.

O protesto no aeroporto

O deputado federal Marcelo Castro (PMDB) esclareceu ontem que não chutou ninguém, no protesto de sindicalistas, durante seu embarque no aeroporto de Teresina, na segunda-feira à tarde.

Ele disse que recebeu uma pancada na cabeça, com bandeirada, por trás, e instintivamente ia revidar à agressão física com um chute. No mesmo instante, porém, recobrou a sua razão e deu um meio chute, que não atingiu ninguém.

O parlamentar relatou que ficou profundamente desapontado com as agressões que sofreu no aeroporto, as quais considerou inconsequentes. Ele lembrou que votou contra o impeachment da presidente Dilma e, mesmo assim, era chamado de golpista pelos manifestantes.

Marcelo Castro disse que concorda com manifestação, protesto, vaia e até xingamento, mas não pode aceitar agressão física e obstrução ao seu direito de ir e vir.

Fim da mamata

Já o deputado Silas Freire (PR), vaiado na mesma ocasião, comentou: “Vivemos em uma democracia e o povo tem liberdade para se manifestar. Só que esses sindicalistas não estão representando de verdade as classes trabalhadoras. Eles estão defendendo seus próprios interesses. Eles estão com medo de perder a “mamata”.

Foto: Cidadeverde.com

Centro de Convenções de Teresina: obra que não acaba

Símbolo do atraso

O símbolo do atraso do Governo do Piauí é o Centro de Convenções de Teresina. As obras de reforma e ampliação do espaço já se arrastam há quase dez anos.

Nesse período, o Estado teve quatro governadores, incluindo o atual, que começou a obra.

No Ceará, não tem disso, não!

Enquanto o Piauí se engancha para fazer uma simples ampliação e reforma do Centro de Convenções, o Ceará construiu em tempo recorde um moderno e gigantesco Centro de Eventos que custou R$ 350 milhões.

A primeira licitação do Centro de Convenções de Teresina estava orçada em R$ 17 milhões.

Sem cobrança

É fato, porém, que até hoje ninguém reclamou enfática e reiteradamente do atraso nas obras do Centro de Convenções de Teresina. Nem mesmo os deputados estaduais, que são vizinhos da obra.

Como ninguém reclamou, o governo se sentiu no direito de dar o mesmo ritmo para outras obras, como terceira ponte da JK. Para que é mesmo que aquilo serve?

E a reforma do HGV, que custou o dobro da obra do HUT, já foi concluída?

A tão propalada nova maternidade de Teresina, que fim levou?

Devagar com o andor

A prévia do PIB mostra alta de 1,12% no primeiro trimestre de 2017. Isso animou o governo. Alguns ministros calcularam que a recessão terminou.

De fato, é um prenúncio do fim da mais grave recessão da história, mas ainda não é o fim.

Pensando o Piauí

A Associação Indusrrial do Piauí (AIP) e a Associação Piauiense das Empresas Construtoras de Obras Públicas (Apeop) iniciam hoje à tarde, na sede da Fiepi, uma série de discussões com empresários e políticos.

A ideia é formatar uma proposta de desenvolvimento para o Estado.

Faça o que eu digo

Um dos mais ativos críticos da terceirização e da reforma trabalhista é o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB).

Pois bem! É ele também um dos governadores que mais terceirizam serviços.

Foto: Reprodução

*Será de 6 a 8 de junho o julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no TSE.

*A pedido do relator do caso, ministro Herman Benjamin, o presidente do Tribunal, Gilmar Mendes, reservou quatro sessões para o julgamento.

*Se o TSE decidir pela cassação da chapa, o presidente Michel Temer perde o mandato e, junto com Dilma, fica inelegível por oito anos.

*Nessa hipótese, o Congresso realizará eleições indiretas para a Presidência da República. Votam na eleição indireta os 513 deputados e 81 senadores.

O troco

Na campanha eleitoral de 2010, durante um debate na TV, a presidente do PCO no Piauí, Lourdes Melo, aproveitou para vender o seu jornal “Causa Operária”. E saiu entregando o jornal de mão em mão. Quando notou que havia entregue um exemplar ao senador e empresário João Vicente Claudino, presidente regional do PTB, ela recuou e tomou o jornal:

- Você, não! Você é burguês. Aí não tem nada que lhe interesse. Vá atrás de um jornal que fale de sua turma.

JVC, sem esquentar a cabeça:

- A senhora tá enganada. Eu quero é seu jornal. Da minha turma eu já sei. Mas quero saber da sua.

Manifestantes vaiam e xingam parlamentar

 

Os manifestantes cercaram o deputado Marcelo Castro no aeroporto de Teresina

 

Um grupo de manifestantes ligados à CUT, ao PT e a partidos aliados deu ontem o tom de como abordarão os parlamentares piauienses favoráveis às reformas trabalhista e previdenciária: será  na base do constrangimento público e da agressão. O primeiro alvo foi o deputado federal Marcelo Castro (PMDB).

Quando embarcava à tarde para Brasília, no aeroporto de Teresina, parlamentar foi cercado por um grupo de manifestantes, vaiado e insultado. O protesto foi gravado e imediatamente circulou através das redes sociais.

Na gravação, um dos manifestantes encosta o deputado contra a parede, perguntando, aos gritos: “Vai votar na reforma da Previdência, vai? Vai votar na reforma trabalhista, vai? Vai votar contra o povo?” E o parlamentar, em meio à gritaria, responde: “Já votei!”

Ao se dirigir ao portão de embarque, entre os manifestantes e debaixo dos gritos de golpista, o parlamentar chegou a dar um chute quando foi chamado de bandido e ladrão.

Outros na mira

Os manifestantes portavam também cartazes com fotos de outros parlamentares piauienses, mas eles não estavam no aeroporto no momento do protesto contra Marcelo Castro.

O deputado Silas Freire (PR) estava embarcando no mesmo horário, porém não foi acossado. Ele votou a favor da reforma trabalhista e na semana passada anunciou que, se ficar na Câmara, votará contra a reforma da Previdência. Silas é suplente convocado.

Nove dos dez deputados piauienses aprovaram a reforma trabalhista. Só Assis Carvalho (PT) votou contra e virou "heroi do povo brasileiro". Pelas declarações de votos dos parlamentares, oito deles apoiam a reforma previdenciária.

Virada

Durante o processo do impeachment da presidente Dilma Rousseff, no ano passado, um movimento idêntico conseguiu mudar o voto do senador Elmano Férrer, à época filiado ao PTB. Ele chegou a divulgar uma nota pública anunciado voto a favor do afastamento da presidente e explicando os motivos.

Depois de ser acossado no aeroporto de Teresina por um grupo de manifestantes pró-Dilma, durante um desembarque, ele mergulhou e só reapareceu depois de mudar o voto, que foi contra o impeachment. Hoje Elmano está filiado ao PMDB e apóia as reformas do governo.

O revide

Na sexta-feira passada, o deputado federal Heráclito Fortes (PSB), que vota a favor das reformas combatidas publicamente pelos manifestantes, afirmou em entrevista à Rádio Cidade Verde que esse tipo de movimento é financiado com o “imposto sindical”, cujo fim já foi aprovado na Câmara Federal.

Ele disse que a raiva dos sindicalistas contra os políticos aumentou porque, com o fim da contribuição sindical obrigatória, os parlamentares estão mexendo no caixa dos sindicatos e no bolso deles. “É com esse dinheiro que eles ficam hostilizando os políticos dentro de aviões, em locais públicos e onde mais for possível”, denunciou.

Se os manifestantes hostilizaram com tanta indignação e revolta o deputado Marcelo Castro, o mais petista dos parlamentares piauienses, depois do deputado Assis Carvalho, presidente regional do partido, imagine como abordarão os demais!

Foto: Reprodução

Manifestante exibe cartaz com foto da deputada Iracema Portella

Foto: Reprodução

No aeroporto de Teresina, manifestantes protestam contra reformas

Foto: Pablo Cavalcante

Emanuel Veloso Filho nos estúdios da Rádio Cidade Verde

Transição

O novo presidente da Agespisa, Emanuel Veloso Filho, disse ontem que vai procurar fazer a transição na empresa na base do diálogo e do respeito.

Ele disse que a empresa passará a gestão da água e do saneamento da capital para a Aegea, mas continuara administrando os sistemas do interior do Estado.

Café com Ciro

Já no aquecimento para entrar na campanha pela sua reeleição, o senador Ciro Nogueira recebeu ontem para café os vereadores de Teresina que formam a base do prefeito Firmino Filho.

Se a Câmara entendesse de realizar uma sessão ontem na casa do senador, o quórum estava garantido, pois compareceram 23 dos 29 vereadores.

Foto: Agência Câmara

Deputado Paes Landim: homenagem a Bona Medeiros

Bona Medeiros

O deputado federal Paes Landim (PTB) registrou, na semana passada, da tribuna da Câmara, o falecimento do ex-governador José Raimundo Bona Medeiros, “um grande piauiense, um dos homens mais honrados da história da política do Piauí”.

Ele pediu a transcrição, nos Anais da Câmara, do artigo que escrevi para o Cidadeverde.com sobre Bona Medeiros, após a morte dele.

Conforme o parlamentar, o artigo reproduz fielmente a grande personalidade que foi José Raimundo Bona Medeiros.

Em liberdade

Como esperado, já estão soltos os presos da Operação Infiltrados acusados de fraudar concursos.

A Justiça converteu em medidas cautelares a prisão temporária de 15 pessoas que foram presas na operação.

A quadrilha, formada por policiais civis, foi presa pelo Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) no dia 9 de maio.

Ao todo foram cumpridos 23 mandados de prisão, 28 mandados de busca e apreensão que foram cumpridos em cidades do Piauí, Ceará e Pernambuco.

Sem risco

“O magistrado estabeleceu medidas cautelares para 15 suspeitos e somente uma prisão temporária foi convertida em preventiva. Oito pessoas continuam presas enquanto as investigações seguem. O juiz entendeu que a liberdade destas pessoas não iria comprometer o trabalho da polícia e estabeleceu algumas restrições, como por exemplo, algumas pessoas não poderem viajar ou fazer concurso público”, detalhou o delegado Willame Moraes, coordenador do Greco.

Foto: Divulgação/Alepi

A defensora pública Alynne Patrício recebertá título na Assembleia

Homenagem

A defensora pública Alynne Patrício receberá, na próxima quinta-feira, 18, às 10 horas, na Assembleia Legislativa, o título de cidadã piauiense. A proposição é do deputado Georgiano Neto.

A homenagem ocorrerá dentro da programação da Semana Nacional da Defensoria Pública, em reconhecimento aos serviços prestados pela Dra. Alynne durante quase 13 anos de atuação na Defensoria Pública do Piauí.

A homenageada é cearense, mas fez toda a sua carreira profissional no Piauí.

Exposição

Começa hoje na Alemanha a exposição sobre o Parque Nacional Serra da Capivara, assinada pelo fotógrafo André Pessoa, contendo imagens da natureza e cultura da Serra da Capivara; exibição do documentário “Descoberta sensacional no Brasil – os primeiros americanos” e painel de informações sobre o projeto “Fundação Viveiro Mata Branca”, dedicado à preservação ambiental e reflorestamento de espécies nativas. 

O governador Wellington Dias estará presente à abertura oficial do evento.

 

*Morreu ontem, em Água Branca, o ex-prefeito José Ferreira Soares (Dedino). Ele tinha 86 anos e morreu em casa, de causa natural.

*Dedino administrou a cidade entre 1977 e 1983. O prefeito Jonas Moura decretou luto oficial por três dias no município.

* O TRE cassou ontem o primeiro prefeito da safra de 2016. Foi Joel de Lima (PSD), de Miguel Leão.

* Ele foi acusado de inaugurar obra em período proibido pela legislação eleitoral. O município fará nova eleição para prefeito.

De olho no Planalto

O prefeito de Parnaíba, Mão Santa, já quis ser candidato a vice-presidente da República. E quer de novo, numa chapa encabeçada pelo juiz Sérgio Moro. Mas ele não descarta concorrer nem à presidência:

- Só não posso ser candidasto é a papa, porque não sou padre. Além disso, o nosso papa, Francisco como eu, está aí vivo e vendendo saúde, graças a Deus!

Governadores do Nordeste jogam para plateia

Foto: Manu Dias/Governo da Bahia/CCom-PI

Os governadores do Nordeste reunidos em Salvador

 

Reunidos no VII Fórum de Governadores do Nordeste, realizado em Salvador, na quinta-feira passada, os governadores nordestinos saíram do encontro dispostos a levar o Governo Federal outra vez à Justiça.

Eles anunciaram que vão ingressar com ações junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para obter o cumprimento da lei federal que prevê o aumento do tempo para o período de carência das dívidas dos estados junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).

“Esse acordo foi aprovado há bastante tempo. O Governo vem já há um ano, desde que costuramos esse entendimento, sem cumprir essa regra. O Piauí perdeu cerca de R$ 150 milhões apenas nos últimos 12 meses. Dinheiro que seria aplicado em investimentos. Essa é uma situação que não pode continuar”, argumentou o governado Wellington Dias, um dos patrocinadores da ideia de levar o governo ao STF.

A “Carta de Salvador”, redigida e divulgada pelos governadores ao final do encontro, enumera como tópico número 1 justamente a questão da dívida dos Estados junto ao BNDES. O documento cobra “o cumprimento da Lei Complementar 156/16, que estabeleceu a dilatação, com carência, do prazo para pagamento das dívidas refinanciadas pelos estados e Distrito Federal.”

Então, “Diante da recusa do BNDES e da União em cumprir o disposto na lei, os estados nordestinos deliberaram no sentido de tomar as medidas judiciais cabíveis, seguindo o mesmo caminho adotado nos casos da renegociação das dívidas com a União e das multas com a repatriação.”

É diferente

Não está claro como os governadores nordestinos levarão o governo Temer à Justiça. A ação judicial anunciada por eles, para a questão do alongamento do pagamento das dívidas dos Estados, não tem similitude com a que resultou, no ano passado, na liberação de recursos correspondentes às multas e aos juros da repatriação.

Aquele era um direito líquido e certo dos Estados e Municípios, pois os recursos pleiteados integravam os impostos recolhidos com a vinda dos recursos externos. Isso é básico no direito.

Agora, não, é diferente. Os governadores querem entrar na Justiça contra uma regra que é puramente política de governo. O Supremo pouco ou nada tem a fazer nesses casos. Por que a Justiça baixaria uma norma para uma região sobre um tema que tem regras gerais para todos os Estados?

Sem processo

Além do mais, no acordo firmado pelos governadores com a União, no ano passado, na renegociação do alongamento das dívidas, logo no artigo 1º, inciso 8, está escrito que se o Estado tiver alguma ação contra o governo federal de qualquer natureza não estará apto aos benefícios da Lei Complementar a que eles se referem na “Carta de Salvador”.                    

Os governadores sinalizam, portanto, que estão apenas jogando para a plateia.

Foto: Jornal de Notícias

Hackers atacam organizações de mais de 160 países

Ataque de hackers

A Agência de Tecnologia da Informação do Estado do Piauí (ATI) adotou como medidas de segurança e prevenção o bloqueio de todo o acesso externo e interno à rede mundial de computadores (Internet).

Tal medida impede que os servidores do datacenter do Estado e os computadores institucionais dos órgãos sejam afetados por invasões de hackers.

Acesso limitado

Segundo nota da ATI, mesmo com o bloqueio de acesso à internet, os computadores que estiverem dentro da rede de dados do Estado conseguem acessar os sistemas estaduais sem prejuízos.

A ATI garante que tão logo seja confirmado, seguramente, o fim dos ataques hackers será normalizada a situação do serviço de Internet para os órgãos do Estado do Piauí.

Ciberataque

As medidas foram tomadas em função do ataque mundial dos hackers, na sexta-feira, a organizações de 160 países, inclusive ao Brasil.

Trata-se de um ataque cibernético mundial no qual informações corporativas e de estado estão sendo cooptadas e usadas para fins não legais. 

Arapongagem 

Em Mato Grosso, a Procuradoria-Geral da República investiga a instauração de um estado de vigilância irrestrita. O inquérito foi aberto para apurar denúncias do ex-secretário de Segurança do Estado, Mauro Zaque, de que a Polícia Militar do Estado montou um esquema para fazer com que a Justiça a autorizasse a grampear diversas pessoas por motivações políticas.

"Barriga de aluguel"

De acordo com informações do site de notícias Folhamax, de Cuiabá, a PM de Mato Grosso dava apelidos a quem pretendia grampear e informava ao juiz do caso que o inquérito tratava de uma quadrilha de traficantes de drogas.

O esquema foi apelidado de “barriga de aluguel”.

Grampos

Na denúncia feita à PGR, Mauro Zaque afirma que os grampos aconteciam livremente e com conhecimento do Governo do Estado. Entre os que tiveram suas comunicações monitoradas, estão políticos de oposição, advogados que prestam serviços a adversários do partido do governo (PSDB) e até jornalistas ligados a partidos de oposição ao governador, o ex-senador Pedro Taques.

Foto: Divulgação/Alepi

O deputado Robert Rios desconfia de arapongagem no Piauí

No Piauí

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Robert Rios (PDT), informou que no Piauí existem as mesmas suspeitas. “A Inteligência está abarrotada de PMs”, critica o parlamentar, que já foi secretário de Segurança de dois governos – do PT e do PSB –, além de ser delegado federal.

Escuta clandestina

Seria oportuna uma investigação sobre a suspeita do deputado Robert Rios. Uma vez, quando ele era secretário de Segurança, o então deputado Leal Júnior (PFL) fez uma denúncia na Assembleia Legislativa sobre um possivel esquema de arapongagem no Piauí.

Divulguei a denúncia do deputado e a Polícia Civil me intimou para falar sobre o esquema, mesmo sem eu ter nada a ver com o peixe.

Naquele tempo ainda não existia o famoso “Guardião”.

A luz mais cara

O Brasil tem a energia elétrica mais cara do mundo, conforme levantamento feito pelo deputado federal Júlio César, mostrado no infográfico abaixo:

*Em Teresina, há uma chiadeira contra a redução de velocidade em algumas avenidas, para 60 e até 50 quilômetros.

*Em cidades como Londres e Paris, o limite de velocidade em muitas avenidas foi estabelecido em 30 quilômetros por hora.

*O secretário de Governo, Merlong Solano, garantiu que não faltará água em Pedro II, por causa da crítica situação do Açude Joana.

*Ele participou de audiência pública na Câmara Municipal de Pedro II e afirmou que o governo está tomando as providências para assegurar o abastecimento da cidade.

O troco

O deputado federal Heráclito Fortes (PSB) garantiu que o fim do “imposto sindical” é uma posição amplamente majoritária no Congresso Nacional. Ele disse que ao longo dos tempos os parlamentares foram e são muito agredidos pelos sindicados, que recebem dinheiro e não prestam contas de seus gastos:

- Os sindicatos, em sua maioria, jogaram dinheiro pelo ladrão para atacar a honra de quem não seguia a cartilha de seus dirigentes, quase todos partidários.

Piauí não inicia novas obras nem conclui as velhas

A situação das finanças públicas do Piauí é crítica. Quanto a isso, não se trata de um problema exclusivo do Governo do Piauí. Todos os estados estão em crise. Alguns, já no caos, como o Rio de Janeiro, o Rio grande do Sul e Minas Gerais, três potencias econômicas do país.

O Piauí, pela voz de suas autoridades, vangloria-se de ter feito o ‘dever de casa’. Por isso, não vive a situação de penúria de outros Estados, que atrasam e parcelam o pagamento dos salários do funcionalismo, não pagam aos fornecedores e mandam para as calendas gregas as cobranças dos prestadores de serviço.

O Piauí vem tomando vultosos empréstimos nos últimos anos a pretexto de fazer investimentos em infraestrutura. Eles já passam de R$ 5 bilhões. Mas que investimentos foram efetivamente feitos no estado nesse período? As poucas obras apresentadas como estruturantes andaram pouco depois do seu início.

Quantos quilômetros foram feitos da Transcerrados, o “Corredor da Soja”? Apenas 50. A estrada tem 340 quilômetros, ligando os municípios de Sebastião Leal e Santa Filomena, em linha reta. Ou seja, essa estrada ainda tem quase 300 quilômetros de lama e atoleiro, na época do transporte da safra, que este ano é recorde.

O Rodoanel de Teresina, obra de 28 quilômetros iniciada há seis anos, nunca ficou pronto. Nem a duplicação das BRs de acesso à capital, embora cada trecho a ser alargado seja de menos de 10 quilômetros para um lado e também menos disso para o outro.

Investimentos

Que projeto novo foi iniciado no Piauí nesse período? Nenhum. Só se fala nos mesmos – rodoanel, duplicação, Transcerrados, etc. Até parece que o desinteresse pela conclusão dessas e de outras poucas obras serve de pretexto para o Estado fazer mais empréstimos, pois o governo não lança projetos novos nem toca os velhos.

O Piauí aparece, no entanto, como um dos estados que mais investiram - 10%. Mas onde estão esses investimentos? Onde foi parar todo esse dinheiro e mais as receitas que entraram no estado?

Certamente que no custeio da máquina, incluindo a folha de pessoal e o déficit da previdência estadual, que chega a R$ 1 bilhão por ano, sem se falar na criação de cargos para distribuição generosa entre aliados e adesistas.

Temer chega ao seu primeiro ano em baixa

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O presidene Michel Temer: um ano no Planalto

O Governo Temer comemora o seu primeiro aniversário. O presidente Michel Temer assumiu o Palácio do Planalto em 12 de maio do ano passado, com o impeachment da presidente Dilma.

A principal bandeira do novo governo foi a da retomada do crescimento econômico. E ele entendeu que isso se daria a partir de um ajuste fiscal. Bancou, então, a aprovação da PEC do Teto dos Gastos, que limita as despesas públicas por 20 anos à inflação do período.

A seguir, partiu para as reformas. Começou pela terceirização, chegando à trabalhista e à previdenciária. Todas elas necessárias, sempre adiadas, mas em muitos pontos exageradas e em todos eles muito mal explicadas.

Nesse meio tempo, o presidente teve que despachar seis ministros que ou foram alcançados pela Lava-Jato ou se meteram em outras embrulhadas.

Batalha perdida

No embate para aprovar as reformas, o presidente perdeu terreno para os adversários, que estavam sem discurso e pegaram as propostas de reformas na unha para atacar o governo. Isso tem dado resultado. Temer chega ao primeiro ano com a popularidade abaixo do volume morto, por conta justamente da campanha da oposição contra as reformas.

Poucos lembram que a inflação está caindo, os juros baixaram, o Brasil recupera a sua credibilidade no mercado internacional e o FGTS inativo está sendo liberado para os trabalhadores, num volume superior a R$ 40 bilhões. Esquecem ainda que os investimentos são retomados aos poucos e que gradativamente, também, o país passar acumular outros indicadores econômicos positivos.

As reformas

Os que criticam o Governo Temer pela reforma trabalhista, denunciando que ela tira direito dos trabalhadores, não explicam, por exemplo, como arrastaram o país para uma recessão que já jogou mais de 14 milhões de brasileiros no olho da rua. O que é mais grave – a revisão da legislação trabalhista ou o desemprego?

Os que atacam a reforma da Previdência não explicam, também, como conseguiram quebrar os outrora bilionários Fundos de Pensão, como a Funcef (fundo de pensão de funcionários da Caixa), a Petros (Petrobras), a Previ (Banco do Brasil) e o Postalis (Correios), hoje alvos de investigação da Polícia Federal.

No transcurso deste primeiro ano do atual governo fica, porém, a sensação de que a chegada de Temer ao poder não contribuiu para superar nem a crise política nem a econômica.

Foto: Pablo Cavalcante

O deputado Heráclito Fortes nos estúdios da Rádio Cidade Verde

Sem retaliação

O deputado federal Heráclito Fortes (PSB) garante que o governo Temer não vai retaliar o Piauí por causa da votação da PEC da Previdência.

- Quem está retaliando é o governador, que promete mandar dois deputados-secretários a Brasília para votar contra o Planalto.

Silas é contra

O deputado federal Silas Freire (PR) garantiu que, se tiver oportunidade, votará contra a reforma previdenciária em tramitação no Congresso.

O Palácio de Karnak já avisou que pretende mandar os deputados Fábio Abreu (PTB) e Rejane Dias para a Câmara para ajudar a derrubar a PEC da Previdência.

Com isso, Silas e Mainha ficarão fora da Câmara.

Cartão

Os nove deputados federais do Piauí que votaram a favor da reforma trabalhista receberam um cartão pessoal de agradecimento do presidente Michel Temer.

Eles não estavam acostumados com esse tipo de mimo, mesmo sendo governistas de quatro costados há muito tempo.

Foto: Reprodução

O cartão de agradecimento do presidente aos parlamentares

Chumbo trocado

O juiz da Vara Agrária do Piauí, Eliomar Rios, enfrenta 75 processos, três sindicâncias e duas representações contra ele, movidas por poderosos envolvidos em grilagem de terras no Sul do Piauí. Algumas dessas ações já foram arquivadas. Já ganhou do juiz Sérgio Moro, disparado.

Só em uma decisão, o juiz mexeu com 124 milhões de hectares e um valor de aproximadamente R$ 1 bilhão e 200 milhões.

Literatura

A literatura brasileira perdeu ontem uma de suas grandes expressões, o crítico literário e sociólogo Antonio Candido. Ele morreu no Rio de Janeiro, aos 98 anos.

A cerimônia de cremação do corpo ocorrerá neste sábado e será fechada para a família.

De suas obras de crítica literária, a mais importante é "Formação da Literatura Brasileira", de 1959, sobre os momentos decisivos da formação do sistema literário brasileiro.

Foto: República de Livros

Crítico Antônio Cândido: morte aos 98 anos

Reforma política

O corregedor-geral do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, desembargador Edvaldo Moura, é um dos signatários da “Carta de Vitória”. O documento foi elaborado durante encontro do Colégio de Corregedores Eleitorais.

Na carta, os magistrados defendem a reforma político-eleitoral, desde que feita sob o norte dos legítimos princípios republicanos.

O desembargador Edvaldo Moura informou que o Piauí vai sediar o Encontro do Colégio de Corregedores marcado para novembro.

Tudo é possível

Do mesmo jeito que o publicitário João Santana, marqueteiro das campanhas de Lula e Dilma, saiu inventando mentira por aí para eleger postes, também não é difícil que na prisão ele tenha bolado histórias mirabolantes para facilitar a saída dele do xilindró. 

*O ex-vereador Paulo Roberto da Iluminação entra no governo na cota do senador Elmano Férrer (PMDB).

* Ele assumiu a Coordenadoria de Recursos Hídricos e Irrigação, recém-criada pelo governador Wellington Dias.

* A TV Cidade Verde exibe hoje, a partir do meio-dia, um especial sobre os 100 anos da aparição de Fátima, com duração de uma hora.

* A produção e apresentação do programa são da jornalista Nadja Rodrigues, diretora de Jornalismo da emissora.

Sobra de caixa

Do deputado federal Heráclito Fortes (PSB), sobre a presença de sindicalistas em Curitiba, no dia do depoimento do ex-presidente Lula na Lava-Jato:

- Aquilo foi sobra de dinheiro dos sindicatos.

Mudança na equipe do governador é curiosa

Foto: Divulgação/CCom

O governador Wellington Dias dá posse a novos auxiliares

O governador Wellington Dias deu posse ontem aos seus novos auxiliares, em mais uma mudança em sua equipe. Entender a mexida no time do governador não é para qualquer um, não.

Ele tira da Secretaria de Saúde um auxiliar que estava dando certo, o médico e ex-prefeito Francisco Costa, para acomodar na pasta um petista derrotado nas urnas, o ex-prefeito de Parnaíba, Florentino Neto, que é advogado.

O ex-secretário de Saúde foi empossado na presidência do fantasmagórico Instituto de Águas e Esgotos do Piauí.

Uma curiosidade: Florentino Neto é servidor da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e talvez fosse mais lógico ele cuidar da área de água e saneamento. Mas este é um setor que está em grave crise no Piauí e, pelo visto, o governador não quis arriscar.

Tem mais: o ex-presidente do Instituto das Águas e Esgotos, Herbert Buenos Aires, vai presidir o Instituto de Terras do Piauí (Interpi).

Todos lembram que, no início de seu mandato, o governador moveu céus e terra para trazer o dr. Hebert para o Piauí, com a missão de presidir o Instituto das Águas. Ele é funcionário da Caixa Econômica e trabalhava fora do Estado.

O esforço desprendido pelo governador, na ocasião, dava a entender que Herbert Buenos Aires era o técnico mais gabaritado do Brasil nessa área. E está se vendo que não é, pois o governador se desfaz dele sem nem pestanejar.

Por fim, a novidade de ontem. O também economiário Emanuel Veloso Filho, ex-superintendente da Caixa Econômica no Piauí, assume a presidência da Agespisa, empresa que está só arquejando.

Ora, o que é mesmo que ele vai fazer no comando de uma companhia que está com os dias contados para fechar suas portas?

Está claro, pois, que entender todas essas mudanças não é tarefa para amador.

Colapso no abastecimento de água

Teresina está ameaçada de um colapso no abastecimento de água no segundo semestre. É que a Agespisa simplesmente está imobilizada. Nunca mais a empresa fez uma licitação para execução de obra ou serviço na capital.

O propalado Instituto das Águas do Piauí, criado há um bom tempo, até hoje ainda não se instalou. Ou seja, ainda não disse a que veio. E, antes mesmo de começar a funcionar, já está é mudando de diretor.

A empresa Aegea, que ganhou a concorrência da subconcessão da Agespisa em Teresina, ainda não assumiu a gestão dos serviços, apesar de já ter assinado o contrato com o Governo do Estado. A licitação ainda não recebeu o sinal verde do Tribunal de Contas do Estado e o caso está na Justiça.

Os representantes da Aegea que se apresentaram à Agespisa, para se inteirar da gestão da empresa e iniciar a administração compartilhada, foram expulsos de lá pelos funcionários da companhia. E não voltaram mais.

Assim, não se tem notícia de um plano de ação para Teresina, quando ao abastecimento de água, para o chamado período do br-o-bró. Como se sabe, é o período mais quente do ano, o de maior consumo e também o de maior problema na rede de abastecimento, com o estouro de canos a toda hora.

Foto: Pablo Cavalcante

O deputado Themístocles Filho nos estúdios da Rádio Cidade Verde

PEC dos Promotores

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho, afirmou ontem que recebeu com tranqualidade a decisão do ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendendo os efeitos da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) alterando o processo para eleição do cargo de procurador-geral de Justiça.

Ele garantiu que a Assembleia recorrerá da decisão, através de sua assessoria jurídica.

Os efeitos

Os efeitos da liminar estão mantidos até o julgamento do recurso dos promotores de Justiça o plenário do STF.

Conforme a decisão do ministro, a PEC aprovada pela Assembleia Legislativa do Piauí é inconstitucional.

Promotor fora

A PEC proibiu os promotores de Justiça de participar da eleição para o cargo de procurador-chefe do Ministério Público. Conforme a mudança, apenas procuradores podem votar para eleger o chefe da Procuradoria Geral de Justiça do Piauí.

A aprovação da PEC ocorreu no último dia 24, em segunda votação.

Reeleição

O promotor de Justiça Cleandro Moura, atual procurador-geral de Justiça, anunciou que será candidato à reeleição na lista tríplice que será apresentada ao governador. Mesmo com a aprovação da PEC, o direito dele de concorrer a um novo mandato já estava assegurado.

Ele se afasta hoje do cargo, para efeito de desincompatibilização.

Caminhada

Voluntários da Caminhada da Fraternidade estão com um quiosque de venda de kits no Teresina Shopping até amanhã. A 22ª edição do evento acontecerá este ano no dia 11 de junho e terá como tema “Somos da Paz”.

A renda obtida anualmente é revertida em doações para projetos sociais. Lar da Esperança, Lar da Fraternidade e Abrigo São Lucas foram alguns dos beneficiados nas últimas edições.

Carta de Salvador

Os governadores do Nordeste, reunidos ontem na Bahia, divulgaram a Carta de Salvador, dirigida ao Governo Federal cobrando a liberação de créditos para investimentos em infraestrutura em condições de gerar emprego e renda.

Os Estados deverão autorizar suas procuradorias a ingressar com ações junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para obter o cumprimento da Lei Federal complementar 94, que prevê o aumento do tempo para o período de carência das dívidas dos estados junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).

Acordo descumprido

“Esse acordo foi aprovado há bastante tempo. O Governo vem já há um ano, desde que costuramos esse entendimento, sem cumprir essa regra. O Piauí perdeu cerca de R$ 150 milhões apenas nos últimos 12 meses. Dinheiro que seria aplicado em investimentos. Essa é uma situação que não pode continuar”, posicionou-se o governador Wellington Dias.

Portas fechadas

A Igreja Católica fechou as portas da Catedral de Curitiba para os petistas que foram à cidade prestar solidariedade ao ex-presidente Lula, durante seu depoimento à Lava-Jato. Eles planejaram fazer sua vigília lá.

A senadora Gleisi Hoffman , que é do PT do Paraná, lamentou o gesto da Arquidiocese de Curitiba. Ela lembrou que a Igreja sempre apoiou os movimentos sociais.

Marcha dos Prefeitos

Antes de organizar mais uma Marcha dos Prefeitos a Brasília, a Associação Piauienses de Municípios deveria era promover um seminário aqui mesmo em Teresina para que os poucos prefeitos que estão com suas contas equilibradas ensinem aos demais como se consegue esse tipo de gestão.

Em Brasília, os prefeitos vão é gastar mais do pouco que os municípios têm.

*O presidente da Assembleia Legislativa, deputdo Themístocles Filho, disse que a PEC sobre a eleição no MP foi aprovada a pedido dos procuradores de Justiça.

*O Ministério Público Estadual tem 171 membros na ativa, sendo 20 procuradores e 151 promotores de Justiça.

* O deputado Robert Rios (PDT) anunciou que entrará com requerimento na Assembleia Legislativa pedindo informações sobre a viagem do governador a Curitiba.

* A assessoria de Wellington Dias informou que a viagem foi de caráter particular. O deputado quer as notas fiscais das despesas com passagem e hospedagem. 

Chapa branca

Do seu Malaquias, ouvinte da Rádio Cidade Verde 105.3, sobre o PMDB do Piauí:

- No PMDB, metade quer ser governo e a outra metade não aceita ser oposição.

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