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Que ano de aprendizado!

É tchau pra 2015! Assim mesmo, na bucha! O primeiro ano da Nina na escola, quanto aprendizado! Mas passou rápido demais e eu não sei se lamento ou se comemoro. 
 
O lamento é pelo velho dilema de não ter tanto tempo acompanhando isso tudo como gostaria. Aquela sensação de nunca estar suficientemente perto, apesar de ir na escola de vez em quando, de ajudar nas tarefas todos os dias, de ser vigilante, de mandar o lanche mais saudável possível... Enfim, apesar da ausência materna durante o dia, acho que fizemos um bom trabalho este ano.
 
Nina se mostrou uma garotinha responsável, adorável com colegas e professores. Não materializou o medo que eu sentia no início do ano (de ser a mentora da bagunça na sala). 
 
Presenciamos um desenvolvimento incrível! Escreve as palavras solicitadas quando soletramos ou quando mostramos a grafia, faz desenhos compatíveis com o desenvolvimento motor esperado pra idade, tem uma ótima socialização (eu diria que é um aspecto encantador da personalidade dela) e está virando uma garotinha muito esperta e curiosa. E isso é motivo de sobra para comemorar!
 
As férias chegaram, enfim! Estamos agora lidando com a falta do que fazer nesse período. Uma criança cheia de energia, em casa o dia todo. Muito prazer, estou agora no time das desesperadas em busca de solução! E já chorando quando penso na lista do material escolar pra 2016... 
 
Que venha o ano novo! Estamos preparados!

Amamentação e intolerância. Até quando?

Estamos cada vez mais intolerantes com o amor. Todo tipo de amor, principalmente aquele que salta aos olhos, aquele que é demonstrado com gestos. 

A intolerância é tão exacerbada que não podemos sequer suportar uma mãe alimentando sua criança em público. Coloque o seio pra fora e tente amamentar pra ver o que lhe acontece. No mínimo, um olhar te crivando de uma crítica feroz.

Isso acontecerá mil vezes. E essas manifestações, por incrível que pareça, partem de gente com filhos. Talvez isso ainda seja uma herança de um tempo em que amamentação era coisa sem importância. Muitas mulheres não tinham essa consciência sobre a riqueza do leite materno. 

Mas a questão não é essa. É que amamentar é um ato que vem no "pacote filho", é direito e dever, é a primeira atitude que uma mulher pode fazer pelo ser que pariu. Alimentar. É simples. E se for em público, que mal há? Um seio à mostra não é vergonhoso. Vergonhoso é o que passa pela cabeça de gente que julga e quer distância do amor.

O que aconteceu em um restaurante de Teresina teve uma reação imediata. Uma cliente foi constrangida enquanto tentava amamentar seu bebê por pessoas que estavam na mesa ao lado. O apoio veio de outras mães. Elas se uniram e promoveram um mamaço no local. 

A intolerância deve ser combatida com amor. Uma sociedade que não suporta ver um bebê sendo alimentado ao seio não tem capacidade para conviver com os direitos alheios. 

Então, para cada ato de constrangimento, um mamaço! Causa apoiadíssima!

Você cede aos apelos dos seus filhos por presentes?

Nina aprendeu a pedir presentes. Isso é uma consequência do tempo de exposição aos canais infantis na TV. Eu sei. Mea culpa. Máxima culpa. Mas ainda prefiro permitir que ela assista aos programas infantis nos canais fechados do que os exibidos na TV aberta. Mas isso é pauta para outro post. 

O que me preocupa é como lidar com a propaganda. Inevitável! Se seu filho não passa tanto tempo em frente ao televisor, sempre tem os coleguinhas da escola que o atualizam sobre as novidades no ramo da indústria de brinquedos.

A propaganda é desleal. Mesmo que ilegalmente, usa locução com vozes infantis, apelos de cores e animações que os brinquedos são incapazes de reproduzir. Seduzem seu filho e o que ele faz? Pede o brinquedo! Instintivo! Tadinhos, eles não têm consciência. 

Há um mês mais ou menos Nina vem me pedindo uma boneca Barbie. Entre os mil modelos, ela escolheu uma que se diz super princesa. Falava na boneca o dia inteiro. Depois surgiu um novo modelo: uma que tem forma de sereia e faz bolhas de sabão com a cauda. Agora é essa a eleita. Além dessas, pediu uma Polly, uma daquelas bonequinhas pequenininhas que vêm com mil peçinhas pra montar.

É a primeira vez que ela se mostra aficionada com alguma coisa. Pede todos os dias a boneca porque vê a propaganda passando a cada intervalo dos desenhos. É uma exposição hipnotizante. E a boneca é linda, claro. Um cabelão, bolhas de sabão, uma cauda rosa, nas cores que elas gostam. L I N D A ! Se fosse eu, aposto que ia querer também.

A questão é: ceder ou não ao apelo.

Acho que tudo na vida tem que ser encarado com comedimento. Não vejo mal em ceder uma vez ou outra aos olhinhos pidões. Não somos tiranos, somos pais. Comprar uma boneca que ela me pede não vai me fazer uma mãe permissiva demais. Não vou estragar minha filha se der o presente. A não ser que isso se torne uma rotina.

Temos que estabelecer regras. O presente não pode vir do nada, no momento em qua a criança quer, assim, sem critério, sem uma conversa, sem que seja em uma data especial. Vou dar a boneca no dia das crianças. E já expliquei que não podem ser várias, mas apenas uma. Pedi que ela escolhece apenas uma. E foi a tal da Barbie que faz bolhas. 

Pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indica que seis em cada 10 mães cedem aos apelos dos filhos. De acordo com o levantamento, quando falamos em passeio num centro de compras ou supermercado na companhia dos filhos estimula ainda mais o consumo. Nesse caso, quatro em cada 10 mães admitem gastar mais que o planejado.

Isso é um dado real. Veja como o consumo está afetando seu filho e sua relação com ele. Estabeleça regras e torne sua criança um consumidor ciente do que é certo e sobre até onde se deve ir. É na fase da infância que conseguimos criar essa consciência. E não pense que dando presentes caros, aqueles mais desejados, você conseguirá compensar a falta que faz a ele. Dê amor e atenção mais que tudo.

Novo espaço para as crianças em Teresina

O dia das crianças está chegando e a gente fica tentando programar umas coisas legais para fazer com os filhos, sobrinhos e netos. A inauguração do novo shopping, o Rio Poty, vai trazer para Teresina o espaço Villa dos Sonhos, uma brinquedoteca com uma proposta totalmente diferente do que temos em Teresina.

Podem frequentar crianças de seis meses a 10 anos. A proposta é aliar diversão a atividades lúdicas. Em uma mini cidade, as crianças podem imitar a vida adulta usando a imaginação. Também serão oferecidas oficinas de arte, pintura, leitura e teatro.

É uma proposta totalmente diferente dos plays tradicionais, que colocam à disposição das crianças apenas brinquedos de parques e jogos eletrônicos. Quando se alia o uso da criatividade e brincadeiras tanto tradicionais como modernas, as crianças têm a oportunidade de aprender brincando.

Além de tudo, a Villa dos Sonhos vai ter os serviços de festas de aniversário, peças de teatro e outras atividades para atrair a criançada.

Doce de buriti e farofa de ovo contra a gripe. Isso mesmo!

Pra variar, gripada, Nina está faltando a algumas aulas e, como está tendo febres em dias intercalados, resolvi não dar a vacina da pólio agora. A doutora Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde, recomendou que a levasse para vacinar depois, quando a febre for embora de vez. 

E me deu umas dicas ótimas para reforçar o sistema imunológico dela. Segundo a médica, o doce de buriti é um ótimo remédio. Ela recomendou que passe a dar o doce com frequência. Outra dica é dar farofa de ovo, entre 3 a 4 porções por semana. 

cerratinga.org.br

Na primeira semana da gripe, fiz um suco de abacaxi com gengibre e ela tomou um copo. Foi o suficiente para acelerar o processo de expectoração. Remédio sem tarja, natural, incluído no cardápio e sem cara feia da paciente. Ótimo!

Essa semana a gripe renovou. Corisa novamente, uma molezinha, falta de apetite. Morro de pena! 

Então, bom deixar a dica: tudo que tiver vitaminas C, A e E, as do complexo B, selênio, zinco e muita água são essenciais para manter o sistema imunológico fortalecido. Em caso de gripe, abuse da salsa, gengibre, guaco, hortelã, canela, pimenta e mostarda.

Em relação a vacina, nem se preocupem que eu não estou doida não. No Dia D da campanha ela teve febre. E como eu tenho apenas os finais de semana de folga dos trabalhos, levaria neste sábado. Porém, o fim de semana foi todo de febres, chegando a passar dos 38 graus. Por isso não levei. 

Mas Nina não vai escapar! Vai tomar assim que a febre cessar. A vacina da pólio está disponível durante todo o ano nos postos de saúde e nos hospitais. Por isso, se no próximo final de semana ela estiver bem, vai tomar as gotinhas. O cartão de vacinação vai ficar em dia.

Uma lei nos obriga a comparecer às reuniões escolares

Não me espanta o senador Cristovam Buarque apresentar um projeto de lei obrigando-nos, os pais, a comparecermos a ao menos quatro reuniões anuais nas escolas dos nossos filhos. O projeto de lei tramita na Comissão de Educação, Cultura e Esporte e, se aprovado, pais que não comprovarem a presença nessas quatro reuniões poderão ficar impedidos de prestar concurso público, de receber remuneração de emprego público, de ter passaporte e de contrair empréstimos bancários.

A punição é tal e qual o tamanho da importância do gesto de acompanhar o andamento da vida escolar e o desenvolvimento dos nossos filhos. Então, desde já me coloco absolutamente a favor. Aliás, não deveríamos precisar passar pelo constrangimento de ter que cumprir esse tipo de lei. É nosso dever e nossa obrigação. 

Ok!

Mas o texto deveria conter uma emenda nos permitindo falta ao trabalho para cumprirmos o nosso dever. Quem precisa trabalhar aos sábados, dias em que as reuniões costumam acontecer, sabe do que eu estou falando. 

Foto: Reprodução/Facebook

As reuniões entre pais, professores e direção das escolas é imprescindível para que o processo de educação seja unificado. É também uma forma de a família se integrar ao ambiente escolar, o lugar em que o filho passa boa parte do dia, para conhecer quem são os pais dos amigos deles, quem são os professores e que tipo de educação as crianças e adolescentes estão recebendo. Até para sondar se seus filhos estão sofrendo algum tipo de prenconceito, ameaça, bullying. Ou se são eles os agressores. 

Sei que a preocupação do senador Cristóvam Buarque, que é um defensor da educação, aliás, é um dos maiores defensores da educação da atualidade no país, é das mais nobres. Principalmente porque nós, esses pais modernos, tendemos a terceirizar a educação dos nossos pequenos. Existe sempre uma babá, uma avó, a tia, a própria escola, a creche, que sempre são mais presentes na vida deles do que nós.

Triste fim esse nosso, de perceber que é preciso uma lei nos lembrar que temos o dever mínimo de saber o que se passa na vida escolar das pessoas que colocamos nesse mundo com o compromisso de cuidar, educar, encaminhar na vida.

Aulas recomeçando e tooooooooda a agonia de volta

Não sei se com você é assim, mas eu estou aqui em pânico por causa do recomeço das aulas. É que a Nina tá há um mês sem adoecer, está engordando de novo, tão linda... Só de pensar que segunda-feira vai começar tudo de novo dá uma pena.

As gripes e todas as outras doenças que as crianças estão sujeitas no ambiente escolar voltarão a ser uma preocupação até dezembro. Estava tudo tão bem com a alimentação, sono mais sossegado, brincadeira o dia todo, uma carinha ótima, bochechas cheinhas, apetite voraz. 

Agora é voltar à rotina. Isso significa aquele estresse matinal de acordar às 5h20, dar banho (que é o pior), café da manhã, arrumar, pentear o cabelo, colocar na cadeirinha (igualmente pior) e levar para a escola. 

Ela já vem falando na escola há duas semanas. Pede para ligar para a tia Gracilene e para o Vitor Gabriel, que é o coleguinha que ela mais gosta. Durante nossa viagem de férias ela lembrou dos dois por várias vezes. E foi um custo fazê-la entender que ainda faltavam alguns dias para voltar à escola. 

O consolo é que eu sei que isso um dia vai passar. Ainda deve demorar algum tempo até o sistema imunológico dela se acertar com essa quantidade de vírus e bactérias, mas um dia isso passa. Um dia!

A fase da sujeira

"Teu pé tá pôdi, Nina! Vamo tomar banho agora!!!"

Isso não sou eu quem falo mais. É ela! 

Toda noite, antes de dormir, sempre dizia essa frase, que vinha acompanhada de uma careta feia, indicando que a sujeira tava grande. E ela se acabava de rir. Agora, ela mesma trata de decretar-se irmã gêmea de sujeira do Cascão. Aliás, ela ama o Cascão. Sabe o gamezinho em que ele aparece correndo com medo da água da chuva? Então, ela joga sempre.

Vocês não têm a mínima noção do que é a Nina nesta fase da sujeira. 

Minha avó sempre contou que eu, aos cinco anos mais ou menos, passei por essa fase. Para me dar banho na época de férias, em que passava o mês de julho na casa dela, minha vozinha, uma pessoa desprovida de muita paciência, saía correndo atrás de mim com um cipozinho singelo de goiabeira. 

Sujeira herdada. Mas que a justiça seja feita: depois dessa fase, virei uma pessoa obcecada por banho. Sou do tipo que lava o cabelo todo dia. Eu sei que tá errado, que é necessário manter a oleosidade natural do cabelo. Mas não consigo. Esse calor, esse sol, essa quentura são demais pra mim. 

Então, Nina, uma criança que amava o momento do banho e as brincadeiras que a gente inventava, agora é uma porquinha. Chora, esperneia, grita: "Não vou tomar banho, mamãe, por favooooooorrr!"

Mas também vale aquela máxima: demora para entrar, mas quanto entra não quer sair. Vá entender... No fim do banho é outro choro. "Ah, mãe, me deixa mais um pouquinho na cachoeira".

Eu só espero que, assim como ocorreu comigo, essa fase da sujeira passe logo e Nina volte a pedir por banho e adorar as brincadeiras que a gente sempre inventa pra esse momento.

O que a idelologia de gênero representa no meu mundo

Temos desafios importantes e hercúleos na educação dos nossos filhos. Fazê-los pessoas corretas, solidárias, justas, honestas, gentis, garantir o acesso a escola de qualidade, ensiná-los a dar o valor certo ao trabalho e ao dinheiro, estar próximo deles para acompanhar o crescimento o desenvolvimento. Nosso dever é mostrar-lhes o que existe no mundo, o que é certo, o que é errado.

Eles aprendem com nossos conselhos. Mas, mais com o exemplo. Se faço comentários preconceituosos, se bebo refrigerante, se xingo, se maltrato as pessoas que trabalham comigo, se me visto assim ou assado, a minha filha vai imitar. Nosso estilo de vida passa para os nossos filhos meio que por osmose. É no simples observar e vivenciar que se dá o processo de perpetuação do comportamento, dos gestos. 

Na minha casa, assim como na escola, na rua, em todos os lugares em que Nina colocar os pés, ela terá contato com todo tipo de gente. A depender do meu comportamento e o do pai dela, Nina tratará a todos com cordialidade e não fará distinção de raça, credo, cor do cabelo, se beija homem ou mulher. Se o Deus, aquele justo e soberano em quem eu acredito, permitir, ela será uma pessoa desprovida de preconceitos.

Acho que, acima de qualquer polêmica, é isso o que a ideologia de gênero, prevista no original do Plano Nacional de Educação, pretende passar para as crianças. Não induzí-las a mudar de gênero, como está sendo pregado.

Afinal de contas, até agora não aconteceu, mas Nina pode ter um coleguinha que gosta de vestir roupa de menina, uma coleguinha que prefira brincar com carrinhos a bonecas. Aliás, Nina pode ser essa menina que quer vestir roupas de menino. Ela brinca com carrinhos assim como brinca com bonecas, ou jogos de montar, ou bambolê, ou com instrumentos musicais. Em casa ela tem tudo isso. Os carrinhos do irmão foram herdados, assim como uma bateria. E ela adora todos eles! 

Na escola, Nina tem um amiguinho com suspeita de autismo, com diagnóstico ainda por ser finalizado. Dia desses a professora nos disse que ela se aproximou bastante dele. Meu coração se enche de orgulho. Minha filha está caminhando para ser uma pessoa livre para sentir o que quiser e não fazer distinções.

Os conceitos de gênero tem se confundido muito com o sexo. Quando uma criança nasce, tem o enxoval rosa se for menina ou azul se for menino. Mas o mundo não é mais a simples escolha da cor do enxoval. Estamos vivendo numa sociedade multi. E isso independe do nosso querer. É o movimento social natural. 

Pela nossa vontade, nossos filhos seriam colocados em uma redoma para nunca presenciarem a troca de carícias entre um casal gay numa tarde de domingo no shopping. Mas esses fatos são reais e as nossas crianças de hoje podem, num futuro próximo, negarem toda a nossa "moral e bons costumes" e se engajarem em causas que busquem a igualdade entre as pessoas. 

Poderemos até fugir, agora, do real conceito dessa ideologia sob o argumento de que "o meu filho é homem e jamais vai mudar de gênero". O que não podemos é negar que as pessoas tenham suas orientações e merecem respeito. 

O Plano Nacional de Educação e sua proposta de ideologia de gênero pretendiam, na minha simplória interpretação, apresentar para as crianças o mundo em que elas vivem, com as suas diversas possibilidades, com a sua pluralidade de pessoas, os diversos gêneros. 

Nossa redoma um dia quebra, nosso cordão umbilical um dia se rompe. O tipo de pessoas que vamos deixar para o mundo é o que mais interessa. Deixemos seres humanos amáveis, solidários, justos. 

Das maravilhas que a ciência proporciona e não damos valor

Nesta terça (09) lembramos o dia mundial da imunização com uma campanha de vacinação contra a gripe ainda em vigor, com prazo final adiado pura e simplesmente porque a meta não foi atingida. Parece que a ciência evolui tanto e nós não conseguimos acompanhar nem dar o devido valor a esse avanço.

Um dos grupos de maior vulnerabilidade à influenza, a danada da gripe, são as grávidas. Aliás, elas estão sujeitas a muitas, muitas doenças. Uma delas, perigosa, é a rubéola. Ela é transmitida de mãe para filho. Facilmente, transmitida.

vacinação contra rubéola também é uma medida de prevenção. Mulheres que não tiveram a doença ou ainda não receberam a vacina devem ser vacinadas antes de engravidar ou se forem gestante, logo após o nascimento da criança, no período do pós-parto.

A transmissão do vírus da grávida para o feto gera consequências que variam de acordo com o período de gravidez. Caso a infecção aconteça antes da 11ª semana, o feto poderá ser afetado na sua formação. Pode ser atingido por cataratas, surdez, retardo mental, retinopatia, microcefalia, entre outros problemas de igual gravidade.

Se a infecção da rubéola acontecer entre a 11ª e 16ª semanas, o feto pode sofrer problemas auditivos ou perturbações ao nível da área neuromotora. A rubéola quando atinge a mulher grávida e o feto, após a 18ª semana, já não constitui problemas maiores para o bebê. Mais tarde, o diabetes e as doenças de foro psiquiátrico são associados à infecção da rubéola de que foram alvos, embora isto somente se aplique para os casos da doença antes das 11ª semana.

“A vacinação é uma importante forma de prevenção porque não existe qualquer tipo de tratamento eficaz para a rubéola”, explica o médico André Luiz da Costa. 

Segundo o especialista, o ideal é fazer um exame de sangue, com a pesquisa sorológica. Assim, saberá se já é imune, ou seja, já possui os anticorpos contra a doença. Nesse caso o IgG aparecerá reagente e o IgM não reagente. Na dúvida, o seu médico poderá orientar o que se deve fazer, se o IgG é não reagente a melhor forma de se tornar imune à doença é a vacinação.

Pra mim, vacina é daquelas maravilhas de descobertas da humanidade que te diz: você pode viver sem esse mal! É simples!

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