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Projeto 'A gente quer viver pleno direito' promove ações para População em Situação de Rua

O projeto ‘A gente quer viver pleno direito’ , executado pelo grupo Matizes e apoio do Fundo Positivo, levou solidariedade e ação de saúde para População em Situação de Rua entre os dias 17 e 18 de outubro.  As atividades foram uma parceria com o Centro Pop, vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), e Fundação Wall Ferraz.  

A primeira atividade ocorreu dia 17/10 com a oficina ‘Promoção da Saúde para População em Situação de Rua’ e contou com a participação da facilitadora Consolação Pitanga, Profª mestre  em Saúde Coletiva. A partir de uma dinâmica interativa com os participantes, a educadora socializou conhecimentos sobre sexualidade e  métodos de prevenção à IST’s. Também demonstrou o uso do preservativo para prática do sexo seguro.

Na quarta-feira (18/10), a Fundação Wall Ferraz realizou durante toda a manhã  Ação Social com serviços de corte cabelo e manicure. A iniciativa visava propiciar uma valorização da autoestima das pessoas em situação de rua.

Segundo Herbert Medeiros, coordenador do projeto, as ações foram pensadas para se aproximar de uma população vitima de preconceitos,  discriminações e exclusões socioeconômicas  que marginalizam este segmento e bloqueiam  o acesso aos serviços básicos  de saúde.

O Matizes também promoveu através das redes sociais  uma campanha de arrecadação de roupa para população em situação de rua. As peças recolhidas foram repassadas aos educadores de rua do Centro Pop para distribuição.

Uma dos objetivos do projeto ‘A gente quer viver pleno direito’ é realizar ações educativas e de promoção da saúde, através de oficinas, incentivo a testagem rápida, orientação sobre PEP E PrEP. 

Fotos das Atividades

 

Conselho Regional de Psicologia e movimento sociais fazem ato público em favor da Diversidade

“Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (Consituição Federal Art. 3º, IV)

“Qualquer maneira de amor vale o canto/Qualquer maneira me vale cantar/Qualquer maneira de amor vale aquela/Qualquer maneira de amor vale à pena/Qualquer maneira de amor vale amar”. 

“Eu era o enigma, uma interrogação/Olha que coisa mais que coisa à toa, boa, boa, boa/Tava perguntado: Eu Sou Neguinha?” 

“Gente é muito bom/Gente deve ser o bom/Tem de se cuidar/De se respeitar o bom/Gente é pra bilhar/Não pra morrer de fome”

 

“Tirem seus preconceitos do caminho, que nós queremos passar com nosso amor”

 

“Abra suas asas/Solte suas feras/Caia na gandaia/Entre nessa festa/E leve com você/Seu sonho mais louco/Eu quero ver seu corpo lindo, leve e solto”

 

 

 

Matizes realiza palestra para estudantes da Escola Domício Magalhães

Com o tem "Direitos LGBT no Piauí e no Brasil", o Grupo Matizes realizou nesta quarta (20-09)  palestra para estudantes e professores da Escola Estadual Domício Magalhães, no Bairro Promorar. A exposição do tema ficou a cargo da Coordenadora Geral do Matizes, Marinalva Santana.

O que é homofobia? Quais as formas de discriminação contra LGBT? Como a vítima de homofobia deve (re)agir? Essas e outras questões foram abordadas discutidas durante a discussão. Inicialmente, Marinalva Santana explicou alguns conceitos básico: preconceito, discriminação,  orientação sexual, identidade de gênero. A exposição despertou muito interesse dos participantes, transformando a palestra em um rico bate-papo. A estudante Dulcyane Ribeiro, por exemplo, quis saber quais as principais dificuldades enfrentadas por LGBT no cotidiano para ter seus direitos reconhecidos.

Segundo Marinalva Santana, o Matizes participa com frequência de palestras e debates em escolas e universidades: "Nós acreditamos muito na desconstrução do preconceito através de ações educativas como essa que fizemos na Escola pública do Promorar", explica a coordenadora.

A palestra de ontem é mais uma das ações do do Projeto "Direitos por inteiro e não pela metade", executado pelo Matizes, com apoio da Brazil Foundation.

SOBRE O PROJETO:

O projeto Direitos por inteiro e não pela metade é executado pelo Matizes desde maio de 2017. Desde então já foram realizadas palestras, oficinas em escolas e universidades de Teresina. Outra linha de ação se dá através de reuniões com agentes públicos, visando à implementação de políticas públicas e ações afirmativas em favor de LGBT.

 

Acadêmicos do Centro Educacional São Camilo participam de roda de conversa sobre IST's - A gente quer viver pleno direito

Com o tema “Ações de Prevenção e Promoção da Saúde”, os educandos do Centro de Educação Profissional São Camilo(CEPROSC) participaram de roda de conversa nesta terça-feira(29/08) com a palestrante Karina Alves Amorim de Sousa, Coordenadora Estadual de Doenças Transmissíveis da SESAPI.

A atividade acontece dentro da  programação da 13ª Semana do Orgulho de Ser, evento realizado pelo Matizes em parcerias com poder público, instituições privadas e organizações sociais.

Os acadêmicos de enfermagem  acompanharam atentamente as informações e conhecimentos compartilhados pela facilitadora. Ao falar das infecções sexualmente transmissíveis, a Coordenadora da Secretaria Estadual abordou as formar de prevenção: preservativo masculino e feminino, vacinação (Hepatite B, HPV), Profilaxia pós-exposição.

Karina Amorim ainda ressaltou a importância do teste rápido como uma  das estratégias eficientes para o diagnóstico precoce de infecção e encaminhamento para a rede especializada de saúde. Também explicou  aos acadêmicos sobre funcionamento e acesso à profilaxia pós-exposição.

Outra ação a ser realizada no Centro São Camilo será a Mostra de filmes  For Rainbow: Cinema e Cultura da Diversidade Sexual. O evento ocorrerá nesta quinta-feira(31/08) nos turnos manhã, tarde e noite. Entre as obras da mostra estão: ‘Aceito’, ‘De que lados me olhas’, ‘Entre lugares: a invisibilidade de homens trans’, ‘Também sou teu povo’.

A roda de conversa no CEPROSC integra uma das ações do Projeto ‘A gente quer viver pleno direito’, realizado pelo grupo Matizes com apoio do Fundo PositHiVo.

Estudantes do Liceu Piauiense participam de palestra sobre importância da Doação de Sangue

Os estudantes do 3º ano da escola Liceu Piauiense participaram nesta sexta-feira(18/08) da palestra ‘Doação de Sangue: solidariedade faz bem à saúde’ realizada através da parceria entre o Grupo Matizes, Comunidade Escolar do Liceu e o HEMOPI. A facilitadora, Hortência Rocha, é Supervisora da Coleta Externa do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Estado do Piauí (HEMOPI).

A palestrante destacou a importância de doar sangue como ato de empatia,  amor ao próximo e a atitude concreta de realizar a ação.  Também informou sobre o que é preciso para doar: faixa etária de 16 a 69 anos(termo de consentimento assinado pelo responsável legal e xérox de identidade); pesar a partir de 50kg;  estar saudável a alimentado e apresentar documento oficial com foto.

A representante do HEMOPI ainda ressaltou os cuidados antes do ato de doar sangue: ter um bom sono; não ingestão de bebida alcoólica nas últimas 12 horas antes da doação; não fumar 2 horas antes e 2 horas depois; aguardar 2 horas após o almoço para doar;  manter a tranquilidade e relaxamento.

O evento foi um momento educativo de sensibilização e preparação para a campanha de Doação de Sangue que ocorrerá dia 28/08  com os alunos(as) do Liceu Piauiense. O HEMOPI disponibilizará  ônibus para pegar os educandos na escola durante o turno matutino e vespertino e levá-los ao local de doação. A campanha acontecerá dentro  da 13ª Semana do Orgulho de Ser, evento realizado pelo Matizes e parceir@s entre os dias 26   a 31 de agosto - Ver a Programação da Semana do Orgulho de Ser AQUI

A atividade é uma das ações educativas do projeto ‘A gente quer viver pleno direito’, executado pelo Matizes e apoio do Fundo PositHivo.

Mulheres da Esperança: Mapeando Memórias

Neste domingo (20), o Projeto 'Mulheres nos Terreiros da Esperança' dá um passo importante na luta pelo reconhecimento de memórias, modo de viver e fazer cultura da zona norte de Teresina, como Patrimônio Imaterial do Piauí.

 

O  encontro será facilitado pela arqueóloga Ludiane Vilela, junta a moradoras e moradores da região, numa oficina que se utilizará da cartografia para entrelaçar os conhecimentos que a própria comunidade já guarda dentro de si.

 

Antigamente, a cartografia era utilizada somente por órgãos oficiais, entidades com poder bélico e etc, mas hoje, qualquer comunidade pode ser cartografada, mapeando seu próprio território, logo, nós somos os novos cartógrafos, não porque tenhamos iniciado essa experiência agora, mas só agora estamos começando a ser reconhecidas como tal.

Projeto A gente quer Viver Pleno Direito realiza oficina 'Sexualidades e Prevenção' para Pessoas Surdas

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‘É a gente quer valer o nosso amor/A gente quer viver a liberdade/ a gente quer viver a felicidade/A gente quer viver todo respeito/ a gente quer é ser um cidadão.’ Os versos da canção de Gonzaguinha traduzem o espírito de congregação para compartilhar saberes e vivências na oficina ‘Sexualidades e prevenção das IST’s na palma da mão’. A atividade aconteceu neste sábado (12/08)  na Associação das(os) Surdas(os) de Teresina.

Segundo  Thamara Vilanova, facilitadora da oficina, momentos para socializar  (in)formações sobre preconceitos, discriminações, orientação sexual, identidade de gênero e  vivências das relações socioafetivas são relevantes  pois permitem às pessoas surdas ressignificarem conceitos e práticas sobre as sexualidades,  além de possibilitar o empoderamento dessa comunidade.   

O vice-presidente da Associação de Surdas(os) de Teresina, Marcos Patrício, ressaltou a importância da atividade para pessoas surdas conhecerem sobre temas como diversidade, direitos e promoção da igualdade.  

O segundo  módulo da oficina Sexualidade e Prevenção ocorrerá dia 26/08 e trabalhará as temáticas: Diversidades e violências no cotidiano dos jovens lgbts; Sexualidade em tempos de AIDS; Reconhecimento da prevenção no contexto das relações afetivo-sexuais; reflexão sobre os impactos da AIDS na vida pessoal e profissional entre outros assuntos. A ação integra a programação da 13ª Semana do Orgulho de Ser, a se realizar de 26 a 31 de agosto.

O Projeto ‘A gente quer viver pleno direito’ é executado pelo Matizes e apoio do Fundo PositHiVo. Os objetivos do projeto são: realizar ações educativas e de promoção da saúde, através de oficinas, incentivo à testagem rápida e desenvolver Ações de Advocacy, via articulação com órgãos públicos e entidades da sociedade civil, para assegurar direitos de LGBT’s e pessoas vivendo com HIV/AIDS. 

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