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Distritão ‘é um horror’ para minorias, em especial as mulheres, diz Margarete


Margarete Coelho: crítica ao "distritão", que aponta como contrário às minorias

 

A vice-governadora Margarete Coelho (PP) criticou duramente a possibilidade de adoção do distritão nas eleições do próximo ano. Acordo entre lideranças no Congresso deve garantir a aprovação do distritão, que estabelece o voto majoritário para deputado: são eleitos os candidatos mais votados, independentemente de coligação ou partido.

Segundo Margarete, “o distritão é um horror” para a democracia e especialmente para as minorias. Observa que, com a mudança, a cota para mulheres não é possível, o que coloca o modelo na contramão das lutas femininas. Ela entende que o modelo beneficia figuras midiáticas – como jogadores e artistas – e quem tem posses, o que não necessariamente melhora a democracia.

Em entrevista ao Acorda Piauí, hoje cedo na rádio Cidade Verde, Margarete Coelho abordou diversos temas, como o financiamento público de campanha, o lobby na política e as críticas de deputados estaduais aos secretários que estariam usando a máquina pública com fins políticos.

Margarete também falou da proposta do presidente nacional do PMDB, Romero Jucá, que deseja ver o partido proibindo aliança com o PT e o PCdoB. E reafirmou a posição do PP de seguir com Wellington Dias nas eleições de 2018.

Para ouvir a íntegra da entrevista da vice-governadora Margarete Coelho, acesse o arquivo abaixo.