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‘Educamos o homem para estar à frente da mulher’, diz promotor


Ubiraci Rocha: Feminicídio é fruto da cultura machista, que precisa ser combatida

 

Pioneiro no Piauí na denúncia do crime de feminicídio, o Promotor de Justiça Ubiraci Rocha aponta o machismo como o grande problema que explica a violência contra a mulher. E diz que este é um traço cultural que precisa ser enfrentado. “Aqui se educa o homem para estar um passo à frente, ou acima da mulher”, afirmou.

Em entrevista ao Acorda Piauí, ele falou sobre essa ainda difícil realidade vivida no estado – que reproduz uma realidade nacional. Apesar dos avanços verificados, ainda predomina uma situação adversa. Nesse quadro cabe destacar a persistência de falhas do Estado quanto à rede de proteção à mulher.

Nesse sentido, Ubiraci reconhece que a cultura machista é muito forte e leva a situações inimagináveis. Ele citou que não é raro ver uma mulher que foi agredida pelo companheiro aparecer – às vezes de mãos dadas com o agressor – pedindo que seja retirada a denúncia.

O promotor falou ainda da participação que teve, em recente evento internacional no México, onde levou a experiência brasileira em relação ao feminicídio. Ubiraci apresentou trabalho a respeito de tema, no que foi muito bem recebido.

Ele ressaltou que há uma cultura machista disseminada mundo afora, em especial nos países latinos. E disse que, em comparação com países como o próprio México, o Brasil vive uma realidade menos dramática em relação à violência contra a mulher.

Para ouvir a íntegra da entrevista do Promotor de Justiça Ubiraci Rocha, acesse o aqruivo abaixo.

 

Heráclito tem esperança mas não tem fé na candidatura Firmino

O deputado federal Heráclito Fortes (sem partido) está confiante nas possibilidades da oposição piauiense na disputa pelo governo do Estado, em 2018. Para Heráclito, a força dessa oposição nascerá do próprio governo, que não manterá “a grande Arca de Noé” de hoje. Mas as expectativas do deputado não se enquadram na figura do prefeito Firmino Filho (PSDB), normalmente identificado como principal alternativa da oposição.

Em entrevista ao Acorda Piauí, hoje cedo na Rádio Cidade Verde, o parlamentar – que acaba de deixar o PSB e está a caminho do DEM – disse que “tem esperança” na candidatura Firmino ao governo do Estado. Mas mostrou-se reticente quanto à disposição do próprio prefeito, que chegou a lançar um nome alternativo: o do empresário André baia.

No estilo “com esperança mas sem fé”, Heráclito disse não entender o que passa na cabeça de Firmino. Ele reconhece qualidades técnicas em Firmino, que – segundo o deputado – seriam “um grande governador”. Mas mostra-se resignado, inclusive fazendo críticas à defesa do citação pelo prefeito do nomje de André Baia, uma alternativa que o parlamentar não vê com as condições devidas para disputar o Karnak.

Na entrevista à Rádio Cidade Verde, Heráclito Fortes falou sobre diversos temas. Entre eles a situação nacional. Disse que Rodrigo Maia (DEM) não reúne, “pelo menos no momento”, as condições para ser candidato a presidente da República. Revela que gostaria de ver Lula candidato, porque entende que o petista é mais perigoso sem ser candidato, como vítima. “O brasileiro adora uma vítima, afirmou.

Sobre o PT, disse que o partido vai pagar o preço das ações no governo. Vinculou o partido ao mar de corrupção verificado no país nos últimos anos. Atacou o governador Wellington Dias (PT), que considera um  homem de paz, mas sem um projeto para o Estado. E sobre Jair Bolsonaro, acredita que é uma onda que tende a se desinflar.

Para ouvir a entrevista completa do deputadio Heráclito Fortes, acesse o arquivo abaixo.

 

O ano de 2017 foi de desafio e o de 2018 será de colheita, diz Caio

O publicitário Caio Pinheiro tem um olhar bem particuilar sobre o ano que está acabando e o que está por começar. Para Caio, um dos jovens talento da sempre dinâmica indústria publicitária do Estado, 2017 desafiou a capacidade dos piauienses e dos brasileiros. E o país e o estado conseguiram passar com nota.

Agora, na visão do profissional de comunicação, a hora é de colheita. Por isso mesmo acredita que 2018 pode ser um dos melhores - senão o melhor - dos anos da última década. Caio traz essa mensagem no #Vem2018, uma campanha da Rádio Cidade Verde.

Para conferir a mensagem de Caio Pinheiro, veja o vídeo abaixo.

Cabral, Garotinho e o show dos condenados


Sérgio Cabral: um espetáculo à parte, seja atacando o juiz ou perdindo perdão ao povo

 

Na chamada Era do Espetáculo, tudo é show. Especialmente na política, e mesmo na política entre as grades. Sérgio Cabral e Garotinho estão aí para provar. Uma e outra vez, e tantas quantas forem preciso.

Cabral faz seu espetáculo com versões variadas. Uma hora ataca o juiz, contundente, num espetáculo de desqualificação do Judiciário. Outra hora, humilde, pede perdão ao povo, tentando amealhar piedade. Tudo devidamente pronunciado para a TV registrar e transmitir às ruas. 

Mais tarde, pode render redução de pena. Quem sabe, alguém acredita no show.

Garotinho também é versátil. Muito versátil. Em uma primeira prisão, simulou desmaio. Na outra, encenou sofrer ataque dentro da cela – que teria sido realizado por um sujeito com taco de beisebol. Apesar de estar escuro, Garotinho disse que faria um retrato falado do agressor. Os exames médicos levaram a encenação por água abaixo.

Não contente, o ex-governador e ex-candidato à Presidência sai com essa: vai fazer greve de fome. Aliás, repede o repertório. Em 2006 ele já tinha usado o mesmo expediente como cortina de fumaça diante de graves acusações sobre uso de recursos irregulares em campanha.

Quer dizer: pedindo voto ou tentando redução de pena, o show parece ser o caminho preferido.

Pellé, o craque do teatro, pede atenção à cultura em 2018

Quando o nome Pellé é escrito, com um ou dois "L", a gente já sabe que estamos falando de um craque. No caso aqui, não do craque dos gramadops que encantou o mundo. Mas do nosso craque do teatro: Francisco Pellé. Ele participa da campanha #Vem2018, da Rádio Cidade Verde.

Nesta mensagem ele faz um "ufa!" para 2017, um ano que achava que nunca terminaria. Mas está chegando ao fim, e Pellé se despede do ano velho com vida e sonhos. E disposição para seguir sua trajetória nas artes.

Já olhando para 2018, Pellé espera que o ano novo seja bnenevolente com as artes, com a cultura e com a liberdade de expressão. E lembra: 2018 é um ano de eleição. Deseja que a democracia prevaleça e boas escolhas possam ser feitas, sobretudo na perspectivas de políticas públicas consistentes para a cultura.

Confira aí abaixo a mensagem do craque do teatro, o nosso Francisco Pellé.

Sarah Menezes diz o que deseja em 2018: um Piauí melhor

A campeã olímpica Londres 2012, a piauiense Sarah Menezes tem uma mensagem simples e direta, de olho em 2018: quer que o ano novo seja melhor para todos. Ela aposta nessa conquista, especialmente nas áreas de saúde, educação e esporte.

Sarah Menezes entrou na na campanha do #Vem2018, da Rádio Cidade Verde. E apresenta um desejo que está voltado para todos mesmo: todos os brasileiros, todos os piauienses. Quer um Piauí melhor. Um Brasil melhor.

Confira aí abaixo a mensagem da nossa judoca campeã.

Nova ‘prisão’ de Odebrecht tem 3.000 m2 e muito luxo

Marcelo Odebrecht: na próxima terça o empreiteiro deixa Curitiba e volta para a mensão de 3.000 m² em exclusivíssimo bairro da cidade de São Paulo

 

Na próxima terça-feira, o mega empresário Marcelo Odebrecht deixa o cárcere. E vai para uma prisão domiciliar. Não é o que sonhava, ele o Príncipe dos Empreiteiros, uma espécie de Dono do Poder a mexer quase todas as varetas dos governos, todos os governos. Mas a mudança vai ser uma salto da água para o vinho – no caso, um vinho de excelente safra e servido em taça de cristal.

Por força da Lava Jato, Marcelo Odebrecht cumpriu o que ninguém imaginava: dois anos e meio de cadeia, em regime fechado, em uma sela de 12 m2 dividida com outros condenados por corrupção. Agora, por força da delação em que entregou meio mundo político, vai cumprir nova etapa da condenação de 19 anos e 4 meses.

A nova “prisão” do Príncipe das Empreiteiras é sua própria moradia, em São Paulo. Tem mais de 3.000 m2, situada em um condomínio exclusivíssimo, com ampla piscina, sauna, área de jogos, cinema, quadra esportiva e até um jardim particular assinado por Burle Marx. É a mesma casa onde foi preso pela PF, em 19 de junho de 2015.

Marcelo não vai poder sair de casa pelos próximos anos. Alguém pode pensar: com tanto luxo, nem precisa. Mas pense mais um pouco e imagine a nova vida do empreiteiro que viajava pelo mundo, hospedando-se em hotéis seis estrelas e desfrutando de tudo o que há de melhor. E na maior liberdade.

O todo-poderoso da Odebrecht e controlador das ações dos governos da República se junta a outros poderosos também alvo da Lava Jato. Por exemplo, o cearense Sérgio Machado, que surrupiou milhões e milhões da Transpetro. Ao fazer acordo de delação, Machado devolveu R$ 75 milhões e recebeu uma condenação a ser cumprida quase toda dentro de casa. E que casa!

A casa de Sérgio, no caríssimo bairro Dunas, em Fortaleza, tem piscina, quadras de esporte e uma garagem que cabe dez carros. Por dois anos e três meses ele não pode arredar o pé desse conforto. Depois disso, poderá sair para eventos pontuais. Mais tarde poderá sair de vez e desfrutar de parte do que amealhou em sua trajetória.
 

Prisão reduzida e impunidade

Reparando bem, ver uma longa condenação – 19 anos para Odebrecht e 20 para Machado – transformada em alguns poucos anos de reclusão em uma mansão deixa muita gente com a sensação de impunidade. E é essa é parte mais substantiva das criticas às delações premiadas – que seriam muito generosas com os criminosos do colarinho branco.

Mas há de se reconhecer dois aspectos importantes. Primeiro, o arrefecimento das condenações é fruto de revelações importantes. Marcelo Odebrecht, por exemplo, levou para a Justiça uma boa fatia do Congresso. Segundo, a efetiva condenação de poderosos. Antes de Lava Jato, imaginar um grande empresário (ou um importante político) na cadeia, era quase um desvario.

Agora, prestes a deixar Curitiba, Odebrecht tem que colocar no currículo dois anos e meio de reclusão em uma cela onde o sanitário é um buraco no chão. Convenhamos, é uma mudança e tanto.

Demora da Justiça deixa Piauí sem R$ 1,3 bilhão


Deputado Júlio César: sem os royalties do petróleo, perdas do estado do Piauí já chegam a R$ 1,3 bilhão


“Justiça que tarda é Justiça que falha”. O ditado é antigo e faz parte do mundo jurídico, mas muitas vezes não é palpável ao cidadão comum. Pois um caso pode ser bem revelador dos problemas do Judiciário Brasileiro, considerado moroso. Portanto, um Judiciário que faz justiça pela metade, quando faz.

Vamos ao caso. Desde março de 2013, está vigorando uma liminar que suspende a redistribuição dos royalties resultantes da exploração de petróleo no Brasil. Os efeitos dessa decisão podem ser medida em reais. Bilhões de reais: desde lá, R$ 38 bilhões deixaram de ser redistribuídos, segundo cálculos do deputado Júlio César (PSD-PI). Só o estado do Piauí deixou de receber R$ 1,3 bilhão

A liminar, concedida pela ministra Carmem Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, impediu que entrasse em vigor Lei aprovada pelo Congresso estabelecendo novas regras sobre os royalties. Pela legislação anterior, os royalties ficavam com os chamados “municípios e estados produtores”. A Lei aprovada definia a redistribuição, ficando a maior fatia dos os municípios e estados produtores, mas destinando uma parte dos royalties para os demais estados e municípios da federação.

O argumento é bem óbvio: o subsolo é patrimônio da União. Daí, o petróleo de lá extraído é patrimônio de todos, não apenas de um punhado de municípios e estados. O deputado Júlio César é bem didático quanto a isso: ele lembra que os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, os grandes “produtores” de petróleo, não tiram uma única gota de petróleo de seu solo. Tudo vem do mar, e o mar é da União. Daí ser justa a redistribuição.

Após a sanção da nova lei, o estado do Rio entrou com recurso no Supremo. A ministra Carmem Lúcia deu liminar, até que o plenário da Corte se manifestasse. Pois quase cinco anos depois o plenário ainda não se manifestou. E a Justiça vai tardando. E falhando enquanto Justiça.

As perdas são enormes. No caso do Piauí, o deputado Júlio César calcula que o governo estadual deixou de receber R$ 873 milhões. E os municípios piauienses deixaram de ver a cor de mais de R$ 400 milhões. Soma das perdas: algo em torno de R$ 1,3 bilhão.

Olhando o caso do governo estadual: seria um aporte extra anual algo em torno de R$ 175 milhões. Se esse dinheiro tivesse entrado nos cofres estaduais, possivelmente o governador Wellington Dias (PT) não estaria na pindaíba que está, fazendo jogo de cintura e economizando palito para fechar as contas.

A lei aprovada pelo Congresso, cujos efeitos estão suspensos, parece ser justa. Mas a Justiça teima em não decidir a respeito. E termina fazendo valer o ditado: “Justiça que tarda é justiça que falha”.

Rodrigo Martins tem opção de DEM e PRB. Ou ficar no PSB


Deputado Rodrigo Martins: destino partidário incerto inclui opção pelo DEM, PRB ou pemanecer no PSB

 

O deputado Heráclito Fortes já definiu seu futuro: deixa o PSB e ingressa no DEM. O deputado Átila Lira pode seguir o mesmíssimo caminho. E o terceiro representante do PSB piauiense no Congresso, o deputado Rodrigo Martins, está a ponto de tomar uma decisão. Tem três opções. A primeira, ingressar no PRB. A segunda, assinar ficha de filiação no mesmo DEM de Heráclito e (provavelmente) Átila.

Mas a decisão Rodrigo tem um ingrediente a mais: o tio, o ex-governador Wilson Martins, que preside o PSB no Piauí. Daí, as opções do deputado incluem a possibilidade de permanecer no partido. Isso dependente mais do tio que dele mesmo.

Segundo tem repetido a interlocutores, Rodrigo diz que não sairá do PSB sem um entendimento com Wilson. E se o ex-governador avaliar que a melhor estratégia for permanecer na sigla socialista, ele fica.

Rodrigo já teve conversações com o PRB, que aqui no Piauí tem como principais referências o deputado estadual (e secretário estadual de Trabalho) Pastor Gessivaldo e o vereador (e secretário municipal) Pastor Levino. É uma sigla que tem fortes vínculos com a igreja Universal. Mas o deputado do PSB tem excelente relação com Gessivaldo e Levino.

Rodrido estaria bem na sigla, a não ser por um detalhe: é um partido governista, aliado de Wellington Dias. Para assinar ficha no partido, teria que ver o PRB mudar de caminho. É ver para crer.

No caso da opção pelo DEM, Rodrigo recebeu o convite diretamente do seu xará Rodrigo Maia, o presidente da Câmara e principal articulador da sigla. Não tem impedimento nem pessoal nem político para seguir Heráclito e Átila, até porque seria a garantia de estarem juntos na oposição.
 

A grande questão é o PSB

A indefinição de Rodrigo Martins esbarra mesmo é no PSB. A relação do deputdo com a direção nacional é muito ruim. Aliás, a atual direção está reduzindo a bancada federal do partido a menos da metade. E Rodrigo só não saiu ainda porque não quer sair sem ser acompanhando Wilson Martins.

Além do confronto da direção nacional do PSB com a bancada parlamentar, o partido está sem rumo. Pode seguir o PT nas eleições de 2018, o que seria um problema a mais para Rodrigo. Também pode lançar um candidatop próprio: o convite já foi feito a Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo.

No cálculo político local, o deputado só tem um caminho: estar na oposição a Wellington Dias. E a indefinição quanto ao rumo nacional do país deixa Rodrigo em desconforto ainda maior.

Votação da reforma da Previdência, talvez nem em fevereiro

Deputado Rodrigo Maia: empenho pela reforma da Previdência, que pode ficar para depois das eleições de 2018

 

O desencontro de expectativas de liderança do governo a respeito da Reforma da Previdência parece indicar o óbvio: a reforma não sai. Este ano, não sai mesmo. Sequer será votada na Câmara. E muito provavelmente nem em fevereiro.

A declaração do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), dizendo que a votação ficaria para fevereiro, gerou irritação no Planalto e em outras lideranças governistas, como o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Mas, na prático, deixou o rei nu: a reforma não tem o apoio necessário para seguir adiante. Pelo menos agora!

Ainda assim, Rodrigo tenta que a matéria seja pelo menos discutida na semana que vem. Isso será possível. Nada além disso. É um ganho de prazo para um esforço a ser desenvolvido em fevereiro, quando a reforma poderia ir direto para a votação.

Á intenção do presidente da Câmara, no entanto, esbarra no óbvio: a cabeça dos deputados está plenamente sintonizada com as próximas eleições. Quase todo mundo é candidato à renovação do mandato – ou vai em busca de um outro posto. Votar a reforma, um tema de baixa popularidade, não vai animar muitos parlamentares que buscam a simpatia do eleitor.

Daí fica a pergunta: quando pode ser votada a reforma?

Alguns parlamentares avaliam que pode ficar para depois da eleição, em outubro ou novembro do ano que vem. Ainda segundo essa avaliação, os parlamentares governistas firmariam um compromisso com o presidente Michel Temer para votar logo após o pleito eleitoral.

Mais um cálculo que tende a não se concretizar. Com baixo apoio popular, o presidente não tem conseguido – pelo menos no caso da reforma – fazer valer a sempre considerável força de governo. Depois das eleições de outubro do ano que vem, não terá nem a força popular nem a força de governo.

Se alguma coisa da reforma da Previdência for apreciada depois das eleições, o diálogo do Congresso já tende a ser com o próximo presidente, não com o que terá apenas mais dois meses de mandato. Tudo isso quer dizer o seguinte: a reforma da Previdência corre o risco de sequer ser apreciada, mesmo em sua versão mais desidratada, essa proposta bem light.

Ela pode até ser votada, inclusive em uma versão mais hard, se assim o próximo presidente quiser. O eleito, seja quem for, pode sugerir: votem logo para que eu entre sem esse peso no começo do mandato. E aí não faltará quem queira fazer festa com o futuro governo.

Fazer cortesia para colher cortesia maior depois.

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