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Mais um grupo quer disputar a eleição na OAB

Antonio Sarmento e seu grupo de apoio: críticas à atual gestão e pregando mudanças na OAB-Piauí e no Judiciário

 

Na atual OAB-Piauí, tem a situação e tem a oposição, assim configuradas nos dois grupos que se enfrentaram em 2015. E nesses dois grupos sobram candidatos a presidente. Como se não bastasse, tem o Mapa, um grupo independente que se movimenta sem estabelecer nenhum vínculo direto com as duas primeiras vias.

Pois quem acha que está demais, eis que um quarto grupo de movimenta para se apresentar às eleições novembro que vai definir os novos comandantes da Ordem dos Advogados do Brasil no estado. Esse grupo apresenta uma curiosidade: tem na cabeça um advogado de cabelos brancos, mas cercado de jovens encantados com a pregação que aponta a disposição de confrontar-se às forças estabelecidas. O discurso é claramente de mudança.

O advogado de cabelos brancos que está à frente do grupo é conhecido: Antônio Sarmento, servidor fazendário aposentado, que liderou muito movimento quando na ativa na Sefaz. Agora levanta a voz defendo mudanças na advocacia. O tom é claramente de oposição, sem que isso signifique a proximidade de nomes como Fábio Veloso ou Georgia Nunes, duas das principais referencias na oposição definida pelos resultados de 2015.  

Embalado pela energia dos jovens que o cercam, Sarmento tem multiplicados reuniões Piauí afora. Em Teresina já foram várias. Mas também já reuniu advogados em Altos, União, Barras e Campo Maior. Na pregação, há críticas ao funcionamento do Judiciário, à atual gestão da OAB e a membros do governo do estado, como o secretário de Justiça Daniel Guimarães.

Inicialmente o grupo não anunciava pretensões eleitorais. Mas nas últimas semanas as reuniões já apresentam Sarmento como pré-candidato – “o primeiro pré-candidato às eleições da OAB”, conforme anunciam.

Avelino diz que Luciano mudou cenário eleitoral


Avelino Neiva: empolgado com candidatura de Luciano Nunes ao governo do Piauí

 

O surgimento da pré-candidatura de Luciano Nunes (PSDB) ao governo do Estado mudou o ânimo da oposição, que deixou de ter perspectivas indecifráveis a contar com uma candidatura que começa a contagiar. Pelo menos é essa a avaliação do presidente da Companhia de Desenvolvimento das Bacias do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), o piauiense Avelino Neiva.

“Eu estou muito confiante na candidatura do Luciano”, afirma Avelino. Segundo ele, o deputado Luciano Nunes pode ser o sofro de novidade que o Piauí espera, trazendo novas perspectivas para o Estado.

“Conheço o Luciano. Sei que é competente, é sério, jovem e conhece bem o Piauí. Acho que é exatamente o que o Piauí está pedindo”, afirma o presidente da Codevasf. “Eu me atrevo a dizer que a chegada do Luciano mudou o cenário eleitoral”, ressaltou.

Avelino faz coro a diversas lideranças da oposição no Estado, como Wilson Martins (PSB) e Robert Rios (PDT), que festejaram o surgimento do nome do deputado. Ele diz ainda que tem conversado com lideranças do interior do Estado, encontrando nelas um novo ânimo.

 

Projetos para mudar o Piauí

Avelino Neiva estará no Piauí no final desta próxima semana. E deve ter um contato com Luciano Nunes. Avelino quer levar indicadores técnicos que podem dar suporte às propostas de governo do provável candidato oposicionista. Para Avelino, ações estratégicas na área de suporte hídrico e de desenvolvimento regional podem assegurar ao Piauí as transformações que o Estado pede.

Como presidente da Codevasf, Avelino abraçou alguns projetos que considera fundamentais para o Piauí. Um deles é o que pode resgatar a navegabilidade no Rio Parnaíba, especialmente no trecho entre a parte alta, nos cerrados, até Teresina. Segundo ele, esse projeto pode assegurar o desenvolvimento de um polo agroindustrial em Teresina, o que fortalece a economia do Estado e consolida os cerrados como polo em expansão.

Elmano define só em março quem vai apoiar


Elmano Ferrer: com amigos no governo e na oposição, senador só define em março qual candidato vai apoiar

 

O senador Elmano Ferrer (MDB) vai definir só em março qual será seu posicionamento nas eleições deste ano, no Piauí. O senador vive uma situação delicada, com pessoas próximas tanto no governo quanto na oposição.

Em entrevista ao Acorda Piauí, hoje cedo na Rádio Cidade Verde, Elmano disse que tem amigos nos dois lados. Ressaltou a relação antiga e permanente com o ex-senador João Vicente – com quem tem inclusive laços familiares. Mas lembrou que tem no governo amigos como o deputado Themístocles Filho – um dos principais responsáveis pela filiação de Elmano ao MDB –, o senador Ciro Nogueira (PP) e também o próprio governador Wellington Dias (PT).

Elmano Ferrer lembrou que em 2014 estava no mesmo palanque com Ciro e Wellington, o que termina criando uma relação próxima. Mas reconhece a possibilidade de João Vicente ir com o PTB para a oposição.

Diante desse quadro, diz que prefere agora falar nos projetos que está encampando no Congresso. A decisão sobre o rumo que tomará na campanha eleitoral desde ano, só mais adiante. Talvez no final de março.

Para ouvir a entrevista completa do senador Elmano Ferrer ao Acorda Piauí, acesse o arquivo abaixo.

Themístocles pode ser vice no governo ou na oposição


Deputado Themístocles Filho: possibilidade de ser candidato a vice-governador tanto no governo quando na oposição

 

Desde novembro, quando entrou em rota de colisão aberta com o prefeito Firmino Filho (PSDB), o presidente da Assembleia, deputado Themístocles Filho (MDB) passou a ser associado mais diretamente ao governo, no presente e no futuro. E ficou cada vez mais explícito o objetivo do MDB de fazê-lo vice na chapa de Wellington Dias (PT).

Mas aliados do deputado enxergam que a possibilidade de Themístocles ser candidato a vice governador não está restrita à ala governista. Ele poderia ser candidato também por uma chapa da oposição. Mais especificamente em uma chapa encabeçada pelo deputado Dr. Pessoa (PSD).

Essa perspectiva era defendida abertamente por alguns aliados na última semana de dezembro, em rodas no litoral. E apontavam a fala do próprio presidente da Assembleia, após a refrega com Firmino. Naquele momento, Themístocles pediu desculpas a Teresina por ter ajudado a eleger o tucano. E disse que deveria ter votado em Dr. Pessoa.

Naquele momento, a fala foi tomada pela maioria como uma mera provocação ao tucano. Outros viram como um recado ao próprio governo – como quem diz ”eu tenho alternativas”. Na oposição, nomes como Wilson Martins cogitavam até os últimos dias do ano a possibilidade de ter Themístocles na oposição.

A entrada de Luciano Nunes pode ter mudado esse sentimento em Wilson. Resta saber se mudou no deputado Dr. Pessoa, que sonha com uma candidatura ao governo.

Em tempo: Themístocles Filho fez parte de evento com os petistas, ontem à noite, em Teresina. Com direito a discurso.

 

Ciro pode passar à oposição?

No lançamento do “Comitê de Lula”, ontem, diversos petistas indagavam a aliados de outros partidos como eles viam o nome de Regina Souza como candidata ao Senado. Uma indagação que foi vista com espanto por alguns, diante da intenção do governador Wellington Dias de limitar a uma vaga a cota de cada partido integrante da chapa majoritária.

A pergunta foi vista como a tradução da dúvida sobre a permanência de Ciro Nogueira (PP) na aliança encabeçada por Wellington. Mas é uma dúvida que povoa mais a cabeça de petistas do que dos demais partidos integrantes da base governista.

Oposição coloca ‘bloco na rua’ depois do carnaval


Deputado Luciano Nunes: andança pelo interior para discutir diretrizes políticas e administrativas para o Estado

 

O bloco de oposição ao governo do Estado deve iniciar logo depois do carnaval uma série de encontros regionais visando discutir diretrizes políticas e ações administrativas para o Piauí. O primeiro encontro vai acontecer na região Norte do Estado – em Piripiri ou Parnaíba. As duas cidades são governadas por prefeitos oposicionistas: Luiz Menezes e Mão Santa, respectivamente.

Os encontros regionais seguem uma estratégia já colocada em prática pelo PSB, na pré-campanha de Wilson Martins, nos anos de 2009 e 2010. No ano passado, Wilson iniciou esse mesmo tipo de reunião. Mas os encontros de Piripiri e Parnaíba ganham um alcance mais amplo, já que deixará de ter um caráter de partido único e passará a incluir as diversas siglas de oposição.

Os encontros devem ter como uma das referências o deputado Luciano Nunes (PSDB), que teve seu nome colocado como pré-candidato desde a semana passada. Nesses últimos dez dias, o deputado já manteve contato com diversas forças de oposição, entre elas o próprio Wilson, os deputados Robert Rios e Dr. Pessoa e o ex-senador João Vicente Claudino, além do senador Elmano Ferrer, que está em um partido (o MDB) aliado do governo.

A intenção é que os encontros sirvam de espaço para todos esses pré-candidatos estabelecem um diálogo com a militância, criando um cenário mais positivo para a oposição. Os encontros permitirão também a definição de uma estratégia ainda não muito clara para os oposicionistas: se o grupo terá um ou mais candidatos.

 

Oposição pode ter pelo 2 candidatos

A discussão está só começando, mas o encaminhamento parece levar a oposição a ter mais de um candidato. O mais provável é que sejam dois. Mas também podem ser três, conforme admitiu ontem o ex-governador Wilson Martins.

A estratégia se assemelha à do bloco governista, em 1998, quando Mão Santa pleiteou a reeleição contra um Hugo Napoleão que liderava as pesquisas. O bloco em desvantagem apresentou um segundo nome, o do tucano Chico Gerardo. O resultado foi que Hugo venceu no primeiro turno, mas perdeu no segundo, quando o bloco que se dividiu na primeira etapa da eleição se uniu na fase final.

A possibilidade com mais de um candidato terá Luciano Nunes como um dos postulantes. Pode ter ainda João Vicente ou Dr. Pessoa como uma segunda candidatura.

Pelo menos 20 gestores saem do governo por causa da eleição


Deputada Rejane Dias: em abril, deixa a secretaria de Educação para retornar à Câmara Federal

 

A necessidade de desincompatibilização dos gestores públicos para a disputa eleitoral vai determinar pelo menos 20 mudanças na estrutura administrativa do Estado. O prazo limite para desincompatibilização, na maioria dos casos, é o dia 7 de abril, seis meses antes do pleito. Em algumas situações – por exemplo, policiais como o comandante da PM, coronel Carlos Augusto –, há um prazo especial que vai até a fase de convenções, em julho.

A maior parte dos ocupantes de cargos de confiança – como os Secretários, Coordenadores e diretores de empresas públicas e autarquias – precisa deixar o cargo até dia 7 de abril, sob pena de ficar inelegível. Somente no secretariado, 14 deixarão a função para entrar na disputar eleitoral. A maior parte é formada por deputados licenciados que terão que voltar à Assembleia Legislativa. Isso quer dizer que também a composição do Legislativo passará por uma grande mudança em abril.

Dez deputados estaduais deixam os cargos no primeiro escalão do governo e voltam à Assembleia. Há ainda um caso especial: o do secretário de Meio Ambiente, Ziza Carvalho. Ele deixa a secretaria para disputar a eleição,  mas não volta à Assembleia, já que é suplente. Situação semelhante à de Mergong Solano (Secretário de Governo) que deixa o posto sem voltar à Câmara Federal, já que é o segundo suplente. No Congresso, reassumem suas cadeiras os deputados Iracema Portela e Fábio Abreu, retornando à suplência Silas Freire e Mainha.

O detalhe é que o número pode aumentar, até porque esta conta não inclui nomes como do delegado Menando Pedro. Hoje, ele é coordenador dentro da estrutura de Segurança. Se for mesmo candidato, tem que deixar o cargo de confiança, o posto de coordenador.

Abaixo, confira a situação de cada um.
 

Quem deixa o Governo

• Secretários:
Fábio Abreu                     - Segurança
Fábio Novo                       - Cultura
Fábio Xavier                     - Cidades
Flávio Nogueira Jr            - Turismo
Francisco Limma             - SDR
Franzé Silva                     - Administração
Gessivaldo Isaias             - Trabalho
Hélio Isaias                      - Defesa Civil
Janaína Marques             - Infraestrutura
Merlong Solano               - Governo
Nerinho                            - Des. Econômico
Rejane Dias                      - Educação
Zé Santana                       - Assistência Social
Ziza Carvalho                   - Meio Ambiente

• Outras Funções
Cel. Carlos Augusto          - Polícia Militar
Castro Neto                      - DER
Francisco Costa                - Instituto de Águas
Francisco Guedes            - Fapepi
Marcus Vinícius Dias       - Coord. Modernização
Pablo santos                    - Fundação de Saúde
Sâmio Falcão                   - Coord. Combate às Drogas

 

Deixa Cargo Administrativo na Assembleia

Antonio Felix                 - Fundalegis

 

Mudanças na Assembleia

• Reassumem mandato:
Antonio Felix
Fábio Novo
Fábio Xavier
Flávio Nogueira Jr
Francisco Limma
Gessivaldo Isaias
Hélio Isaias
Janaína Marques
Nerinho
Pablo santos
Zé Santana

• Voltam à suplência:
Aluízio Martins
B. Sá
Belê Medeiros
Cícero Magalhães
Francis Lopes
Henrique Rebelo
Ismar Marques
João de Deus
José Hamilton
Mauro Tapety
Ziza Carvalho
 

Mudanças no Congresso

• Reassumem mandato:
Rejane Dias
Fábio Abreu

• Voltam à suplência:
Mainha
Silas Freire
Merlong Solano

PT ainda defende vaga para Regina Souza


Deputado Cícero Magalhães: defesa do direito de Regina Souza pleitear a reeleição para o Senado

 

O Partido dos Trabalhadores (PT) não abriu mão de uma segunda vaga na chapa majoritária governista, nas eleições deste ano. A primeira vaga, claro, cabe ao governador Wellington Dias, que vai disputar o quarto mandato. Mas o partido defende que a senadora Regina Souza deve ter o direito de apresentar sua candidatura à reeleição.

O deputado Cícero Magalhães diz que a estratégia do governador – que, conforme destacado pelo blog, defende uma vaga para cada grande partido da base governista – não pode ser uma simples comunicação ao PT. Cícero lembra que Wellington foi várias vezes presidente do partido e conhece bem como funciona internamente a sigla. “No PT, tudo tem que ser conversado”, diz.

O deputado acrescenta que acredita na habilidade do governador para conduzir essa conversa no sentido de construir de forma mais competitiva a chapa majoritária que pretende dar o quarto mandato aos petistas piauienses. “Ele sabe melhor que ninguém construir essa articulação”, ressalta.
 

Themístocles na vaga de vice

Sobre a indicação pretendida por cada partido, Cícero Magalhães diz que o importante é a definição sobre o que vai caber a cada sigla. Quanto ao nome específico, isso caberá a cada partido escolher. “O PT não pode escolher o nome do MDB, assim como o MDB não pode escolher o nome do PT”, diz.

Sobre a possibilidade do MDB indicar o deputado Themístocles Filho para o lugar de vice de Wellington, ele repetiu: “É uma decisão do MDB”. Mas adiantou que não ver nenhum problema. Inclusive afirmou que, dentro do PT, não tem nenhum constrangimento de defender a indicação de Themístocles, caso seja essa a decisão do partido aliado.

Cícero Magalhães ressaltou que Themístocles tem se mostrado um apoio importantíssimo do governo no Legislativo. 

João Vicente, Wilson e Robert discutem candidatura de oposição

João Vicente, Wilson Martins e Robert Rios: encontro de lideranças da oposição para discutis a chapa majoritária deste ano

 

A oposição ao governo Wellington Dias (PT) avança nas articulações com vistas às eleições de outubro. Uma indicação disso foi o encontro que aconteceu hoje pela manhã, reunindo o ex-senador João Vicente Claudino, o ex-governador Wilson Martins e o deputado Robert Rios.

Os três têm uma posição comum: acham que a oposição deve definir um nome de referência até o final de janeiro. A expectativa é que o nome com mais chances de unir a oposição e que reúna mais competitividade eleitoral seja respaldado por todos a partir das andanças de depois do carnaval.

O nome do deputado Luciano Nunes vem crescendo como essa alternativa. Ele já esteve em reunião com Wilson Martins, assim como manteve encontro com João Vicente e Robert Rios. Luciano já conversou também com o deputado Dr. Pessoa e amanhã terá encontro com o prefeito de Parnaíba, Mão Santa.

Atila define futuro partido: vai para o DEM


Deputado Átila Lira: parlamentar está em Brasília para conseguir carta de saída do PSB e antecipar filiação ao DEM

 

O deputado federal Átila Lira desembarca hoje em Brasília, em pleno recesso parlamentar. Tem assuntos a tratar nos ministérios, mas vai com uma preocupação especial: consehuir de seu atual partido, o PSB, uma carta que o libere para filiação a uma outra sigla. A carta é uma garantia de que o parlamentar, ao trocar de sigla, não correrá risco de perder o mandato por infidelidade.

O deputado Heráclito Fortes, outro incomodado no PSB, já conseguiu sua "carta de alforria”. E vai se filiar em breve ao DEM. Átila deve seguir o mesmo caminho. O parlamentar até poderia esperar a janela de março para mudar de sigla sem qualquer risco. Mas Átila deseja apressar a mudança, inclusive para fazer parte de evento de filiação, em Teresina, com a participação de estrelas nacionais do partido.

A mudança é plenamente justificada. A direção nacional do PSB, Carlos Siqueira à frente, abriu uma linha de confronto com a maior parte da bancada do partido no Congresso. O resultado é a debandada geral que já fez a sigla perder nomes como senador Fernando Bezerra (PE). “Eu sou a favor das reformas e eles querem o estado fazendo tudo”, diz Átila, avaliando que a atual direção do PSB pensa o mundo "como antes da Revolução Russa".

Com isso, fica certo que o PSB do Piauí perde seus três representantes eleitos para o Congresso em 2014. Além de Heráclito e Átila, que seguem para o DEM, Rodrigo Martins vai assinar ficha de filiação no PRB.
 

Todos juntos na campanha eleitoral

A ida de Rodrigo Martins para um partido distinto do de Átila e Heráclito não deve afastar o antigos correligionários. A avaliação é que tanto PRB quanto DEM estarão no palanque de oposição ao governador Wellington Dias (PT). A intenção inicial é que a maior parte dos partidos da oposição – se não todos – formarão uma única coligação.

Ontem, em entrevista na TV Cidade Verde, Átila Lira defendeu que a oposição tenha um único candidato. E também advogou que haja um entendimento entre as várias forças oposicionistas no sentido de definir esse candidato. O deputado manifestou sua preferência pela candidatura de Luciano Nunes (PSDB).

Na eleição da OAB, ’Mapa’ quer repetir passos da ‘CIA’


Membros do Mapa com o presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Erivan Lopes: movimento independente

 

Como se não bastassem os muitos candidatos na situação e na oposição na atual OAB do Piauí, eis que surge um movimento que tenta se credenciar como uma espécie de terceira via. É um movimento que percorre mais ou menos os mesmos passos da Comissão Independente dos Advogados, a CIA, que em 2015 começou quase do nada, um tanto desacreditada e terminou viabilizando a candidatura (e a eleição) de Chico Lucas.

O movimento deste ano também criou sigla e logo: chama-se Mapa – ou Movimento de Apoio à Advocacia. Tem na cabeça os advogados Alexandre Pacheco e Fábio Viana, além da presença bastante constante de Alex Noronha. E, apesar de oficlamnte não falar em campanha, está muito ativo nas redes sociais.

Como ocorreu com a CIA, os integrantes dao Mapa se dizem independentes: nem situação nem oposição à atual chapa. E peregrinam os gabinetes empunhando teses gerais de interesse da advocacia. Já foram vistos, por exemplo, em audiência com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Erivan Lopes. Foram apresentar a proposta de funcionamento da Justiça em dois expedientes.

O grupo tenta especialmente fazer um discurso para os jovens advogados, também uma emulação dos passos da CIA.

Vale lembrar, em 2015 a CIA apareceu com o discurso de "nem um nem outro", igualmente dizendo que não se identificava nem com a oposição nem com a situação. Era para ser a terceira via. Cresceu, superou o candidato original da oposição (Celso Neto) e tornou-se a segunda via, em contraponto à situação.

Os membros do Mapa não anunciam a constituição de chapa para a disputa da eleição da OAB-Piauí, em novembro. Também nisso repetem os gestos iniciais da CIA.

Resta saber se repetirão os movimentos finais.

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