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Coluna Porteira - Francisco Magalhães

Porteira: explicação sobre o nome da coluna

 

Da Idade da Pedra à Idade do Pentium

 
Alguns aminimigos perguntaram o porquê de essa coluna chamar-se Porteira.
 
Explicar-lhes-ei.
 
Os meus 3 ou quatro leitores, que fizeram comigo o madureza ginasial, lembram daquela interrogação shakesperiana da Julieta Capuleto para o Romeu Montéquio:
 
- "O que há num nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação, teria igual perfume?".
 
É isso. E também porque Porteira lembra Portal.
 
Se fosse um aborígine do Sudeste brasileiro, poderia fingir fernandopessoalmente uma homenagem àquele Menino da Porteira do sertão de Sérgio Reis.
 
Mas, modéstia e philips às partes, sou um nativo made in Piauí. Por isso prefiro citar uma cantiga a bordo do cancioneiro do bardo maranhense João do Vale.
 
Nela, ele verseja um vaqueiro que deixou de campear gado para aboiar as tristezuras da aposentadoria em riba de uma Porteira.
 
E também por ser um nome nordestinado, que, ao abrirfechar-se em situações-limí­trofes, aumenta a minha/sua/nossa mundivisão para pós-além das fronteiras paroquiais e cosmopolitas da minha Aldeia Grande Therezina.
 
Está aberta a Porteira do Cidadeverde.com notícias e entrevistas, comentários e crônicas, vídeos e retratos e "por que não?" algumas magalhanagens...