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Suzane Jales

Isso faz sentido pra você?

Nos últimos dias, meu amigo e mentor André Cia lembrou-nos da importância de termos uma vida com mais sentido. Isso soou como música para meus ouvidos!

Tudo partiu da seguinte reflexão: já que não aceitamos nada que seja maçante, sem sal e sem graça (como filme, livro e música, dentre outros), por que raios temos que aceitar uma vida assim?

Foi isso que ele nos questionou e a pergunta ressoou dentro de mim…

Essa é mesmo uma pergunta importantíssimas que devemos nos fazer de vez em quando e de quando em vez. E eu já estava esquecida disso…

Lembrei do último curso que fiz, que me levou a compreender melhor como entramos numa zona de conforto ao nos acomodar depois de ter um desejo satisfeito.

Aliás, alguns entram nela exatamente por não conseguir a satisfação desse desejo… e se sentem frustrados com isso.

Eu decidi compartilhar com você essa história para lhe contar como eu fiz a minha reflexão. Vamos lá!

Primeiro, dei uma “vasculhada” nas várias áreas da minha vida tipo escâner… O principal é que essa análise foi feita sem julgamento: nada de dedo em riste apontando minhas culpas!

Chequei tudo com cuidado de mãe procurando um ferimento num filho, sabe como é? Afinal, as falhas também fazem parte de mim…

Assim eu descobri que, sim, em algumas delas eu ainda tenho aceitado um marasmo… e isso não faz sentido para mim!

O segundo passo foi me fazer três perguntinhas básicas de Coaching:
– O que eu quero ao invés disso?
– O que vou fazer a respeito?
– Qual o primeiro passo que eu vou dar?

Resultado: já estou colocando energia nessas áreas que estavam sem “luz”.

E você, o que me diz de refletir sobre a sua vida e conferir se tudo está nos conformes, segundo o que você deseja?

Por hoje é só! Se gostou, comente e compartilhe com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
sua coach

 

E se a desmotivação bater na sua porta?

Quero falar de um assunto chato: a desmotivação.

Você já se sentiu assim em relação a algo que precisa fazer? Eu já!

Essa revelação pode parecer estranha para quem me conhece, pois quase sempre sou motivada, otimista e resiliente.

Veja bem que eu disse “quase sempre”… É claro que, algumas vezes, o desânimo vem sem dar aviso.

A grande questão é o que eu faço quando a desmotivação me pega de jeito, para sair dela rapidinho. Porque esse é um sentimento que eu não deixo me dominar: ele nos paralisa ou atrapalha nosso crescimento.

Eu faço assim: Primeiro, eu reflito sobre os momentos que me encontro desmotivada. Faço isso sem me julgar:encaro como uma oportunidade para examinar se os meus objetivos estão sendo congruentes com os meus valores.

E se, por algum motivo, eu observe que alguma coisa não está sendo positiva, eu me faço algumas perguntinhas de Coaching para descobrir a melhor forma de agir.

Compartilho com você, agora, essas perguntas, que respondo, para mim mesmo, com muita sinceridade e que você também pode se fazer:

1) Qual o real motivo de eu não estar com ânimo para fazer o que preciso?

2) Eu, realmente, quero fazer isso?

3) Se não, o que eu quero ao invés disso?

4) Por que eu desejo essa outra opção?

5) Quais as consequências que eu terei se não fizer a atividade que julgo necessária, mas não estou motivada a fazer?

6) Depois de saber disso, o que vou fazer, agora?

É essa a minha dica. Teste!

Por hoje é só!

Beijos mil e até o próximo!

Como manter a calma (ou retornar a ela) antes de agir

Quero lhe contar hoje uma história, que pode acontecer com qualquer um de nós, lhe dar umas dicas de como eu ajo (independente de ser comigo ou com uma pessoa amiga) e lhe convidar a experimentar…

Na noite do domingo, jantamos na casa de uma amiga. Mais tarde, quando alguns já haviam saído, uma das convidadas retornou, completamente transtornada. Ela havia sofrido uma tentativa de assalto: um motoqueiro estava lhe “esperando” na entrada do prédio.

Por sorte, quando ela ia acionar o controle do portão, ainda a uma certa distância, um motorista lhe deu um sinal de luz e ela conseguiu enxergar o assaltante pelo retrovisor.

Quase em pânico, ainda conseguiu arrancar com o carro…

Quando voltou ao local do jantar estava se sentindo fraca, com a respiração ofegante, as mãos geladas, uma dor de cabeça latente e ainda tremendo de medo… Não à toa!

Já sentada e depois de tomar um copo de água, sugeri que ela esfregasse as mãos. Isso ajuda a dissipar o estresse e, para os terapeutas naturalista (e eu sou uma delas!), na palmas das mãos existe um chakra que tem a mesma característica do cristal branco: aciona ou desativa energia.

Essa é a forma de carregar essa energia: vá observou que esse é um gesto básico, primeiro, de qualquer trabalho de energização?

Experimente: a fricção das mãos provocará um leve calor ou um formigamento. Isso significa que captamos as partículas de energia do ar, aglutinando-as e transformando-as numa onda, como um raio laser…

Depois dessa etapa, pedi que ela respirasse algumas vezes da seguinte forma: inspirar contando até quatro; segurar o ar contando até quatro; e soltá-lo o mais vagarosamente possível, pelas narinas ou pela boca.

Isso lhe relaxou e acalmou… e ela pode pensar melhor para definir o que fazer.

Até aqui foi Terapia Naturalista. Agora vamos ver o que isso tem com Coaching e Programação Neurolinguística…

Todas essas ações – friccionar as mãos e mudar a forma de respirar – fizeram também ela mudar o foco do pensamento, que até então estava na tentativa de assalto. Percebeu?

Pois é! Mesmo que você não acredite nas Terapias Naturais, pode fazer essas duas coisas que estará lhe ajudando a sair da situação de medo que esteja passando.

Aqui, eu volto a lembrar da importância de checar onde estamos colocando o nosso foco e de aprender a direcioná-lo, pois tudo que focamos, amplia!

Quer resolver um perrengue? Não foque no problema, mas nas possíveis soluções.

Quer esquecer algo ou alguém? Mude o foco para algo que lhe estimula a mente, preferencialmente de maneira motivadora.

É isso aí! Se gostou, comenta, curte e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!


Suzane Jales
sua coach

Nossas escolhas, nosso futuro

Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, escolha é o ato ou efeito de escolher. É fazer uma opção, selecionar, ter preferência…

O problema é que, muitas vezes, não temos essa preferência definida e isso complica o ato de escolher – o que o torna uma tarefa nada fácil.

Quando escolhemos alguma coisa, estamos abrindo mão de algo: escolhemos um em detrimento do outro… É isso que Caio Fernando de Abreu nos lembra: “A vida é feita de escolhas. Quando você dá um passo à frente, inevitavelmente alguma coisa fica para trás”.

Tenho um grande mestre – Nicolai Cursino – que sempre nos lembra que, muitas vezes, é possível usar o “E” ao invés do “OU”… Verdade. Infelizmente, nem sempre vale pra tudo, mas sempre é bom checar essa possibilidade.

Vamos em frente…

Ao longo da nossa vida, precisamos fazer muitas as escolhas. Umas são mais simples, algumas mais complexas… e outras têm uma dimensão enorme, como a profissão/trabalho que faremos e com quem queremos nos relacionar.

A questão é que as nossas escolhas de hoje fazem nosso futuro amanhã, o que nos confirma a importância de ter sabedoria a cada passo dado.

Vamos aprofundar a reflexão de duas escolhas que acho fundamentais…

Especialmente em tempos de crise, como a que estamos enfrentando, vejo muita gente se sustentando em empregos que não gostam e que estariam nos últimos lugares na lista de preferência… porém precisam aguentar para sobreviver. Fato!

É claro que elas não podem mesmo chutar o balde, mas podem começar a pensar no que fazer agora a fim de estarem preparadas para as oportunidades quando a crise passar… e aí fazer escolhas mais conscientes dessa área primordial da vida. Concorda?

Se você está nessa situação, pense no que pode fazer… e comece a agir! Não espere a crise passar para começar a construir seu futuro.

Continuando, eu lembro de ter lido que o que se pode compreender diante da escolha de com quem iremos nos relacionar, tem muito a ver com a relação que vivemos com figuras significativas durante a infância, que pode nos levar a repeti-la e projetá-la em nossos relacionamentos atuais. Assim, se na fase infantil os conflitos forem elaborados de forma saudável, ocorrerá a busca por relacionamentos saudáveis; caso contrário, não haverá troca e bem-estar.

Vale, então, refletir como o relacionar-se foi aprendido, sobretudo, dos pais, que são os nossos primeiros exemplos de relações, e se não estamos no ciclo vicioso da repetição.

Nos últimos meses, eu tenho visto muitos homens que ainda hoje “competem” com os pais e muitas mulheres cujo peso da escolha tem muito mais a ver com o medo da solidão… Nos dois casos, passa longe a busca por quem ainda provoca borboleta no estômago…

Claro que existem muitos outros motivos. Citei só os mais constantes, ultimannete.

Seja qual for o seu caso, a reflexão de Coaching nessas horas é buscar saber o que lhe motiva a fazer as escolhas atuais: Elas são sinceras? Elas estão contribuindo com a sua evolução? Elas estão em sintonia com seus valores? 

Na dúvida, eu sigo o conselho de Osho: “Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências”.

Por hoje, é isso! Se gostou, comenta, curte e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
sua coach

P.S.: Veja mais artigos, vídeos, podcast e fotomensagens meus aqui: http://suzanejales.com.br/ 
 

Como você age quando tem um problema?

Como você age quando tem um problema?

Eu acredito que a pior coisa que alguém pode fazer quando algo não está bem, é fingir o contrário, negando para os outros e, principalmente para si, que tem um problema.

Eu conheço muita gente que faz isso e quando se dá conta, o problema pode até estar bem maior…

Isso não significa que tenha que ficar só pensando no problema. Lembra que eu já falei que a Programação Neurolinguística nos diz que quando se foca em algo ele amplia? Pois é: quem age assim, também só está aumentando o problema…

Em outras palavras: não é para ser 8 nem 800.

Mas o que se faz, Suzane?

O “segredo” está em focar na solução. Simples assim.

É por isso que eu já gravei vídeo e escrevi artigos sobre a importância de se estar “antenado” sobre onde você anda colocando o seu foco. E continuo fazendo isso… É que agir assim passa desapercebido por muita gente porque, na maioria das vezes, isso acontece de maneira inconsciente.

Então, vamos ser práticos e ver o passo a passo de como agir:

O começo passa por admitir que existe um problema, seja ele externo (que não é algo que vem de você) ou interno (que tem a ver com suas atitudes, comportamentos, hábitos, etc.). Depois, é hora de checar as possíveis soluções para resolver esse problema e os primeiros passos a dar: isso é focar na solução!

Outro passo importante é ver se você pode, realmente, resolver só ou se vai precisar de ajuda. Aqui, muita gente comete um deslize: necessita, mas se recusa a ser ajudado.

Aí vem a vez da ação, porque analisar, planejar e não agir é igual a inércia. Lembro das palavras de Garry Kasparov, ex-campeão mundial de xadrez e escritor: “Planejamento sem ação é inútil, ação sem planejamento é fatal.”

E o que fazer quando não há um problema específico, mas aquela “sensação” de que meu dia não está bem?

Continue, focando na solução e pergunte-se:
– O que, especificamente, está me deixando com esta sensação de “dia ruim”?
– O que poderia deixar este meu dia melhor?
– O que eu posso fazer de diferente para influenciar a mudança deste sentimento?

É isso aí! Conta pra mim o que achou do artigo, curte e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Qual a sua relação com o tempo?

Eu estava relembrando que sempre fui muito agitada e tive uma relação de muito estresse com o tempo… até aprender a importância de vivenciar o aqui agora e começar a usá-lo no meu dia a dia.

No meu caso, era ansiedade com relação ao futuro próximo: vivo com a agenda apertada, cheia de compromissos e cobranças, sobretudo de mim mesmo.

Lembro que até gravei um vídeo depois que, na ânsia de enviar um e-book para as pessoas que estão cadastradas no meu site, mandei a primeira versão do livro, que já havia sofrido alteração. A versão final era bem maior…

Quando notei meu erro, imediatamente corrigi e enviei o e-book correto para os que estavam com a versão inicial, mas, como sou perfeccionista em tudo o que faço, isso me deixou hiper chateada… e isso gerou um  vídeo, que você pode assistir CLICANDO AQUI.

Pois é… isso faz um tempinho, mas eu ainda estou em processo. Sei que preciso de muita paciência, pois isso não é algo tão fácil para mim, mas já percorri um bom caminho…

Uma das coisas que mais me ajuda é meditar um pouco logo cedo, ao acordar. Isso acalma minha mente e me prepara para o dia. Cada dia, sinto que ganho um pouco mais da sensação de presença.

Para quem quer experimentar, fica a dica: passei a acordar 5 minutos mais cedo, depois 10, 15, 20 minutos antes para poder me dedicar à meditação. Eu gosto de meditar tocando um instrumento fantástico: a taça de cristal. Mas você não precisa de absolutamente nada para meditar.

Qualquer dia, eu falo mais sobre como começar a meditar para os iniciantes… Eu ainda me considero assim, mas já dei alguns passos e posso compartilhar com você.

Aliás, fica aqui o convite para quem é “veterano(a)” no assunto me dar um depoimento para compor esse futuro artigo, dizendo como medita e o que melhorou na sua vida depois que começou essa prática.

É isso por hoje!

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Beijos mil e até o próximo!

É coisa do destino!

Ralph Waldo Emerson, famoso escritor, filósofo e poeta americano, diz: “Tudo que nos limita, nós chamamos de destino”.

Lembrei-me muito dessas palavras ao ouvir, esta semana, uma colega falando de sua vida, de como as coisas dão sempre errado… “Coisas do meu destino”, dizia ela.

Reveja essas duas frases… e você já pode imaginar a ligação.

A questão é saber o que nos limita. Mas a Programação Neurolinguística dá a dica: o que nos limita muitas vezes é um fator interior e não exterior.

Continue lendo aqui: http://suzanejales.com.br/e-coisa-do-destino/

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Beijos mil e até o próximo!

 

Perfeita é a mãe!

Eu amo cinema!

Tanto, que até fui produtora de alguns filmes, dentre eles, o primeiro longa-metragem genuinamente piauiense: Cipriano, do Diretor Douglas Machado, ainda em 16mm. Também produzi o primeiro longa de nosso estado em 35mm: João, também do diretor Douglas Machado.

Cinema, para mim, é diversão e reflexão. Sempre saio de um filme melhor do que entrei… mesmo que seja uma comédia tipo “água com açúcar” ou daquele tipo “sessão da tarde”. Não importa!

É o caso do filme que dá título a este artigo, que acabo de assistir: Perfeita é a mãe! Nele, três mães estafadas com a maternidade chegam no limite e se unem para uma cômica e revolucionária reviravolta.

Ele foi feito para sorrir, mas também me fez refletir sobre essa cobrança de perfeição, que muitas vezes nos fazemos.

OK, a sociedade também nos cobra isso… Mas, em ambos os casos, nós é que permitimos essa cobrança!

E é assim com homens e mulheres, não apenas com as mães, que é o ponto central desse filme.

Quem me acompanha pelas redes sociais, já sabe da frase de meu mestre Stephen Paul Adler, que virou mantra para seus alunos: “Nós somos perfeitamente imperfeitos!” Isso vale para mim e para os outros: não sou perfeita e os outros também não o são!

Então, que tal pararmos com essa cobrança, seja como mãe, pai, profissional ou como pessoa?

Que tal não exigir dos outros a perfeição que também não vamos encontrar dentro de nós?

Assim, vamos viver mais em harmonia com nossa essência e nos relacionar de maneira mais genuína, com respeito e equilíbrio.

Compartilho com você o trailer do filme.

Por hoje é só!

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Beijos mil e até o próximo!

 

FATORES QUE IMPEDEM VOCÊ DE CONQUISTAR O QUE QUER – 5

Se você está pensando que ter medo é normal… está pensando certíssimo: todos nós temos medo! E o medo de fracassar é um medo como os outros…

Mas, eu quero falar aqui de quando ele é desproporcional, exagerado e leva você a ficar em estado de paralisia.

É sobre isso o quinto vídeo da nossa série “Fatores que impedem você de conquistar o que quer.

Nele, eu falo de três pessoas muito conhecidas que foram consideradas um fracasso e também dou quatro dicas poderosas para você enfrentar esse medo.

Vem comigo:

FATORES QUE IMPEDEM VOCÊ DE CONQUISTAR O QUE QUER – 4

Quem sabe se você não já ouviu ou se pegou dizendo alguma dessas frases abaixo...
– Segunda-feira, eu começo a fazer ginástica.

– No próximo mês, eu começo o regime.
– Quando eu tiver um emprego melhor, eu farei isso.
– Quando eu tiver um carro, eu vou...
- Quando a crise passar,...

– Quando eu tiver um relacionamento assim assado, eu…

Pois é: quem fala ou pensa assim, se esquece de desfrutar do momento presente e acredita que só no futuro terá as condições necessárias para dar um passo à frente. E aí, vai empurrando com a barriga, procrastinando…

Assim como quem vive na prisão do passado, que falei no vídeo 3, quem vive esperando que as coisas aconteçam “amanhã” para poder dar um passo em busca do que quer, está perdendo o melhor da vida, que é viver as alegrias do hoje.

Eu falo sobre isso no quarto vídeo da série Fatores que impedem você de conquistar o que quer. Assista e aproveite para baixar no meu site a plaquete "13 dicas para parar de procrastinar” que eu fiz pra lhe ajudar a colocar ação nessa reflexão.

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