Cidadeverde.com
Suzane Jales

Então, levanta e anda!

Eu li, certa vez, que a congregação Beneditina, como todas as outras, tem suas regras. Antes de tudo, quero dizer que, como era um texto da internet, não sei se era verdadeiro, mas, independentemente disso, a regra 34 chamou a minha atenção: É proibido resmungar!

Veja que legal! Lá não estava escrito que é proibido discordar, discutir, reclamar, debater… Tudo isso é permitido. Só é proibido resmungar!

Aí fiquei pensando: sou meio arisca a regras, normas, dogmas… mas essa eu gostei!

Não sei se você lembra, mas resmungar é falar entre dentes e com rabugice. É dar sinais de descontentamento dizendo coisas desagradáveis em voz baixa, murmurando meio que pra si mesmo.

Quem resmunga, fala, fala, fala… e nada faz para mudar o que não está lhe agradando.

É uma questão de atitude!

Quem resmunga é o tipo de pessoa que fica amaldiçoando a escuridão ao invés de levantar e procurar acender a vela.

É uma questão de decisão!

Agora, vamos pensar juntos: nós estamos agindo para resolver nossos problemas, sejam eles pequenos ou grandes, ou só resmungamos?

Que tal colocarmos a regra Beneditina em nossa vida?

Finalizo com a letra de Emicida e Rael da Rima, que sugere o que podemos fazer:
Quem costuma vir de onde eu sou
Às vezes não tem motivos pra
Seguir
Então levanta e anda, vai…
Mas eu sei que vai, que o sonho te traz
Coisas que te faz
Prosseguir
Vai, levanta e anda, vai…

Reflita aí e depois me conta depois o que achou disso.

Até o próximo!

Suzane Jales
sua coach

 

Como enfrentar os confrontos do dia a dia

Antes de começar, preciso dizer que não sou praticante de Aikido, mas até ajudei a montar um grupo na minha cidade. É que sou apaixonada pela filosofia que permeia essa arte marcial japonesa, desenvolvida aproximadamente entre os anos de 1930 e 1960 por Morihei Ueshiba. O objetivo dele era criar uma arte em que os seus praticantes pudessem defender-se a si próprios a partir do ataque adversário. Até já escrevi sobre isso AQUI.

O aikido é, também, traduzido como “o caminho da unificação, da energia da vida” ou, ainda, “o caminho do espírito harmonioso”. Acho FAN-TÁS-TI-CO!

Um dos membros desse grupo da minha cidade,  enviou-nos um texto muito legal com dicas preciosas do Morihei Ueshiba, que servem como uma luva para nossa vida, afinal, quem nunca teve que enfrentar um confronto?

Em resumo, ele diz que, sabendo que quando você estiver em busca de um objetivo irá defrontar-se com forças opostas, precisa usar essa força a seu favor. Na verdade, aprenda a detectar e resolver os problemas, antes que eles se manifestem e é sempre bom buscar a harmonia e o entendimento, antes de qualquer coisa.

Se o problema já estiver formado, não focar nele: é preciso entendê-lo para saber como confrontá-lo. Você precisa, também, estar preparado para grandes provas a fim de resistir e aguentar firme no seu caminho.

Para isso, não gaste a sua energia desnecessariamente e aceite tudo aquilo que a vida lhe oferecer. Dependendo das circunstâncias, seja duro como um diamante, flexível como uma pena, generoso como a água ou vazio como o ar.

Aí estão, na íntegra, as dicas de Morihei Ueshiba sobre como enfrentar os confrontos do dia a dia:

1) Quem tem um objetivo na vida, fatalmente irá defrontar-se com uma força oposta. Para eliminar essa força, é preciso fazê-la trabalhar a seu favor.

2) Um verdadeiro guerreiro jamais sacrifica seus amigos para derrotar o adversário: ele tem que aprender a detectar e resolver os problemas, antes que eles se manifestem.

3) A melhor maneira de enfrentar-se com o adversário é convencê-lo da inutilidade de seus gestos. O guerreiro mostra que seu objetivo não é destruir nada, mas construir sua própria vida. Quem caminha em direção ao seu sonho busca a harmonia e o entendimento antes de qualquer coisa.

4) Não fique olhando o tempo todo os problemas que estão no seu caminho: eles terminarão por hipnotizá-lo, impedindo qualquer ação.

5) A força de um homem não está na coragem de atacar, mas na capacidade de resistir aos ataques. Desta maneira, prepare-se – através de meditação, exercícios, e uma profunda consciência de seus propósitos – para aguentar firme e continuar no caminho, mesmo que procurem afastá-lo de sua meta.

6) Esteja preparado para grandes provas, à medida que o sonho se torna realidade.

7) Não olhe sua vida com ressentimento, e esteja preparado para aceitar tudo aquilo que ela lhe oferece; cada dia traz em si a alegria e a fúria, dor e prazer, escuridão e luz, crescimento e decadência. Tudo isso faz parte do ciclo da natureza – portanto não tente reclamar ou lutar contra a vida. Aceite-a, e ela o aceitará.

8) Quando perceber que um adversário se aproxima, avance e lhe diga palavras delicadas. Se ele insistir na sua agressividade, não aceite a luta a não ser que ela vá lhe acrescentar algo; neste caso, utilize a força do oponente, e não gaste a sua energia.

9) Se a origem do seu problema é o fogo, não adianta contra-atacar com mais fogo, porque isso só irá aumentar o incêndio: neste caso, apenas a água será capaz de combater o mal.

10) Saiba o momento correto de usar cada uma das quatro qualidades que a natureza nos ensina. Dependendo das circunstâncias, seja duro como um diamante, flexível como uma pena, generoso como a água ou vazio como o ar.

Se gostou, deixe seu comentário e compartilhe com os amigos! 

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
sua coach
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P.S.: Se quiser saber mais sobre meu trabalho, ver vídeos e podcasts que produzo, confira aqui:
suzanejales.com.br

Como a rotina afeta sua vida?

Todo domingo pela manhã, eu aqueço a alma num bom cinema de arte que tem na minha cidade. OK, antes que alguém torça o nariz para esses filmes “autorais”, preciso concordar que eles não são mesmo de leitura fácil: divertem, mas nos deixam com a cabeça cheia de questionamentos.

E é exatamente isso o que eu gosto!

Ontem, foi ainda um pouco mais complexo. Além de difícil, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo sobre a Existência é um filme estranho… e bota estranho nisso!

Mas a matéria-prima desse longa-metragem pode nos ajudar numa reflexão fantástica: a rotina do dia a dia que nos leva a falar e agir como robôs (no caso do filme, a maquiagem deixa os personagens quase mortos-vivos).

Este artigo é sobre como a rotina pode afetar a nossa vida. E eu descobri dados preocupantes!

Em 2007, um estudo de pesquisadores da universidade King’s College, de Londres, chegou à conclusão de que a rotina de trabalho pode causar depressão. Isso mesmo: Quem vive atribulado com longas jornadas de trabalho e prazos curtos para entregar o serviço, é um grande candidato a sofrer de depressão.

E, mesmo sabendo que nenhuma carreira está isenta do risco do estresse em excesso, a pesquisa revela que alguns profissionais são mais propensos à doença do século: professores de escolas primárias e secundárias, advogados, jornalistas e corretores da bolsa. É seu caso ou de alguma pessoa amiga?

Vários estudos tentaram chegar às causas biológicas e químicas por trás disso. Em 2012, um deles, desenvolvido na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica Nature, apresentou uma explicação do por que rotinas estressantes podem causar depressão em alguns casos: o problema está no mecanismo de liberação de um hormônio cerebral chamado fator liberador de corticotrofina (CRF, na sigla em inglês).

Não vou entrar em detalhe, mas, em resumo, é como se o corpo entregasse os pontos e desistisse do combate, tamanha a fadiga frente às situações de tensão fortes e constantes. É nesse momento que a depressão aparece.

A questão é que temos uma vida extremamente agitada: o trabalho e as demandas levam-nos a ter horários certos para tudo (a fim de não deixar nada por fazer!). Isso nos cria uma rotina… que pode nos colocar no piloto automático

E o que fazer?

Não existe uma resposta única e cada pessoa vai ter que achar a sua!

Mas eu posso dar sugestões dos primeiros passos que partem da importância de estarmos sempre atentos ao momento em que estamos vivendo: observe-se, conheça-se mais, analise se as suas rotinas estão lhe deixando no piloto automático e reconheça traços de depressão em você.

Se já houver depressão, procure ajuda médica!

Agora, se ainda não chegou nesse ponto, cuide de encontrar formas de “desestressar”

É aqui que cada um escolhe a que lhe parecer melhor: cultivar a meditação, ter um hobby, praticar esporte, fazer sessões de Coaching, consultar terapeutas e tantas outras coisas… Teste algumas e encontre a sua! 

Faça isso o mais rápido possível, antes de se ver com ansiedade e a um passo da depressão.

No filme que assisti, em alguns momentos, os personagens “olham para nós” como se perguntassem o que estamos achando do que está na tela, deixando nítida a intenção do diretor de “cutucar a plateia com vara curta”.

Eu também espero ter conseguido fazer isso com você aqui!

Se gostou, deixe seu comentário: eu vou adorar saber quais são as formas que você encontrou para desestressar.

Ah, e não esqueça de compartilhar com os amigos! Tenho certeza que você conhece alguém que está precisando ler isso…

Beijos mil e até o próximo!

Isso faz sentido pra você?

Nos últimos dias, meu amigo e mentor André Cia lembrou-nos da importância de termos uma vida com mais sentido. Isso soou como música para meus ouvidos!

Tudo partiu da seguinte reflexão: já que não aceitamos nada que seja maçante, sem sal e sem graça (como filme, livro e música, dentre outros), por que raios temos que aceitar uma vida assim?

Foi isso que ele nos questionou e a pergunta ressoou dentro de mim…

Essa é mesmo uma pergunta importantíssimas que devemos nos fazer de vez em quando e de quando em vez. E eu já estava esquecida disso…

Lembrei do último curso que fiz, que me levou a compreender melhor como entramos numa zona de conforto ao nos acomodar depois de ter um desejo satisfeito.

Aliás, alguns entram nela exatamente por não conseguir a satisfação desse desejo… e se sentem frustrados com isso.

Eu decidi compartilhar com você essa história para lhe contar como eu fiz a minha reflexão. Vamos lá!

Primeiro, dei uma “vasculhada” nas várias áreas da minha vida tipo escâner… O principal é que essa análise foi feita sem julgamento: nada de dedo em riste apontando minhas culpas!

Chequei tudo com cuidado de mãe procurando um ferimento num filho, sabe como é? Afinal, as falhas também fazem parte de mim…

Assim eu descobri que, sim, em algumas delas eu ainda tenho aceitado um marasmo… e isso não faz sentido para mim!

O segundo passo foi me fazer três perguntinhas básicas de Coaching:
– O que eu quero ao invés disso?
– O que vou fazer a respeito?
– Qual o primeiro passo que eu vou dar?

Resultado: já estou colocando energia nessas áreas que estavam sem “luz”.

E você, o que me diz de refletir sobre a sua vida e conferir se tudo está nos conformes, segundo o que você deseja?

Por hoje é só! Se gostou, comente e compartilhe com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
sua coach

 

E se a desmotivação bater na sua porta?

Quero falar de um assunto chato: a desmotivação.

Você já se sentiu assim em relação a algo que precisa fazer? Eu já!

Essa revelação pode parecer estranha para quem me conhece, pois quase sempre sou motivada, otimista e resiliente.

Veja bem que eu disse “quase sempre”… É claro que, algumas vezes, o desânimo vem sem dar aviso.

A grande questão é o que eu faço quando a desmotivação me pega de jeito, para sair dela rapidinho. Porque esse é um sentimento que eu não deixo me dominar: ele nos paralisa ou atrapalha nosso crescimento.

Eu faço assim: Primeiro, eu reflito sobre os momentos que me encontro desmotivada. Faço isso sem me julgar:encaro como uma oportunidade para examinar se os meus objetivos estão sendo congruentes com os meus valores.

E se, por algum motivo, eu observe que alguma coisa não está sendo positiva, eu me faço algumas perguntinhas de Coaching para descobrir a melhor forma de agir.

Compartilho com você, agora, essas perguntas, que respondo, para mim mesmo, com muita sinceridade e que você também pode se fazer:

1) Qual o real motivo de eu não estar com ânimo para fazer o que preciso?

2) Eu, realmente, quero fazer isso?

3) Se não, o que eu quero ao invés disso?

4) Por que eu desejo essa outra opção?

5) Quais as consequências que eu terei se não fizer a atividade que julgo necessária, mas não estou motivada a fazer?

6) Depois de saber disso, o que vou fazer, agora?

É essa a minha dica. Teste!

Por hoje é só!

Beijos mil e até o próximo!

Como manter a calma (ou retornar a ela) antes de agir

Quero lhe contar hoje uma história, que pode acontecer com qualquer um de nós, lhe dar umas dicas de como eu ajo (independente de ser comigo ou com uma pessoa amiga) e lhe convidar a experimentar…

Na noite do domingo, jantamos na casa de uma amiga. Mais tarde, quando alguns já haviam saído, uma das convidadas retornou, completamente transtornada. Ela havia sofrido uma tentativa de assalto: um motoqueiro estava lhe “esperando” na entrada do prédio.

Por sorte, quando ela ia acionar o controle do portão, ainda a uma certa distância, um motorista lhe deu um sinal de luz e ela conseguiu enxergar o assaltante pelo retrovisor.

Quase em pânico, ainda conseguiu arrancar com o carro…

Quando voltou ao local do jantar estava se sentindo fraca, com a respiração ofegante, as mãos geladas, uma dor de cabeça latente e ainda tremendo de medo… Não à toa!

Já sentada e depois de tomar um copo de água, sugeri que ela esfregasse as mãos. Isso ajuda a dissipar o estresse e, para os terapeutas naturalista (e eu sou uma delas!), na palmas das mãos existe um chakra que tem a mesma característica do cristal branco: aciona ou desativa energia.

Essa é a forma de carregar essa energia: vá observou que esse é um gesto básico, primeiro, de qualquer trabalho de energização?

Experimente: a fricção das mãos provocará um leve calor ou um formigamento. Isso significa que captamos as partículas de energia do ar, aglutinando-as e transformando-as numa onda, como um raio laser…

Depois dessa etapa, pedi que ela respirasse algumas vezes da seguinte forma: inspirar contando até quatro; segurar o ar contando até quatro; e soltá-lo o mais vagarosamente possível, pelas narinas ou pela boca.

Isso lhe relaxou e acalmou… e ela pode pensar melhor para definir o que fazer.

Até aqui foi Terapia Naturalista. Agora vamos ver o que isso tem com Coaching e Programação Neurolinguística…

Todas essas ações – friccionar as mãos e mudar a forma de respirar – fizeram também ela mudar o foco do pensamento, que até então estava na tentativa de assalto. Percebeu?

Pois é! Mesmo que você não acredite nas Terapias Naturais, pode fazer essas duas coisas que estará lhe ajudando a sair da situação de medo que esteja passando.

Aqui, eu volto a lembrar da importância de checar onde estamos colocando o nosso foco e de aprender a direcioná-lo, pois tudo que focamos, amplia!

Quer resolver um perrengue? Não foque no problema, mas nas possíveis soluções.

Quer esquecer algo ou alguém? Mude o foco para algo que lhe estimula a mente, preferencialmente de maneira motivadora.

É isso aí! Se gostou, comenta, curte e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!


Suzane Jales
sua coach

Nossas escolhas, nosso futuro

Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, escolha é o ato ou efeito de escolher. É fazer uma opção, selecionar, ter preferência…

O problema é que, muitas vezes, não temos essa preferência definida e isso complica o ato de escolher – o que o torna uma tarefa nada fácil.

Quando escolhemos alguma coisa, estamos abrindo mão de algo: escolhemos um em detrimento do outro… É isso que Caio Fernando de Abreu nos lembra: “A vida é feita de escolhas. Quando você dá um passo à frente, inevitavelmente alguma coisa fica para trás”.

Tenho um grande mestre – Nicolai Cursino – que sempre nos lembra que, muitas vezes, é possível usar o “E” ao invés do “OU”… Verdade. Infelizmente, nem sempre vale pra tudo, mas sempre é bom checar essa possibilidade.

Vamos em frente…

Ao longo da nossa vida, precisamos fazer muitas as escolhas. Umas são mais simples, algumas mais complexas… e outras têm uma dimensão enorme, como a profissão/trabalho que faremos e com quem queremos nos relacionar.

A questão é que as nossas escolhas de hoje fazem nosso futuro amanhã, o que nos confirma a importância de ter sabedoria a cada passo dado.

Vamos aprofundar a reflexão de duas escolhas que acho fundamentais…

Especialmente em tempos de crise, como a que estamos enfrentando, vejo muita gente se sustentando em empregos que não gostam e que estariam nos últimos lugares na lista de preferência… porém precisam aguentar para sobreviver. Fato!

É claro que elas não podem mesmo chutar o balde, mas podem começar a pensar no que fazer agora a fim de estarem preparadas para as oportunidades quando a crise passar… e aí fazer escolhas mais conscientes dessa área primordial da vida. Concorda?

Se você está nessa situação, pense no que pode fazer… e comece a agir! Não espere a crise passar para começar a construir seu futuro.

Continuando, eu lembro de ter lido que o que se pode compreender diante da escolha de com quem iremos nos relacionar, tem muito a ver com a relação que vivemos com figuras significativas durante a infância, que pode nos levar a repeti-la e projetá-la em nossos relacionamentos atuais. Assim, se na fase infantil os conflitos forem elaborados de forma saudável, ocorrerá a busca por relacionamentos saudáveis; caso contrário, não haverá troca e bem-estar.

Vale, então, refletir como o relacionar-se foi aprendido, sobretudo, dos pais, que são os nossos primeiros exemplos de relações, e se não estamos no ciclo vicioso da repetição.

Nos últimos meses, eu tenho visto muitos homens que ainda hoje “competem” com os pais e muitas mulheres cujo peso da escolha tem muito mais a ver com o medo da solidão… Nos dois casos, passa longe a busca por quem ainda provoca borboleta no estômago…

Claro que existem muitos outros motivos. Citei só os mais constantes, ultimannete.

Seja qual for o seu caso, a reflexão de Coaching nessas horas é buscar saber o que lhe motiva a fazer as escolhas atuais: Elas são sinceras? Elas estão contribuindo com a sua evolução? Elas estão em sintonia com seus valores? 

Na dúvida, eu sigo o conselho de Osho: “Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências”.

Por hoje, é isso! Se gostou, comenta, curte e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
sua coach

P.S.: Veja mais artigos, vídeos, podcast e fotomensagens meus aqui: http://suzanejales.com.br/ 
 

Como você age quando tem um problema?

Como você age quando tem um problema?

Eu acredito que a pior coisa que alguém pode fazer quando algo não está bem, é fingir o contrário, negando para os outros e, principalmente para si, que tem um problema.

Eu conheço muita gente que faz isso e quando se dá conta, o problema pode até estar bem maior…

Isso não significa que tenha que ficar só pensando no problema. Lembra que eu já falei que a Programação Neurolinguística nos diz que quando se foca em algo ele amplia? Pois é: quem age assim, também só está aumentando o problema…

Em outras palavras: não é para ser 8 nem 800.

Mas o que se faz, Suzane?

O “segredo” está em focar na solução. Simples assim.

É por isso que eu já gravei vídeo e escrevi artigos sobre a importância de se estar “antenado” sobre onde você anda colocando o seu foco. E continuo fazendo isso… É que agir assim passa desapercebido por muita gente porque, na maioria das vezes, isso acontece de maneira inconsciente.

Então, vamos ser práticos e ver o passo a passo de como agir:

O começo passa por admitir que existe um problema, seja ele externo (que não é algo que vem de você) ou interno (que tem a ver com suas atitudes, comportamentos, hábitos, etc.). Depois, é hora de checar as possíveis soluções para resolver esse problema e os primeiros passos a dar: isso é focar na solução!

Outro passo importante é ver se você pode, realmente, resolver só ou se vai precisar de ajuda. Aqui, muita gente comete um deslize: necessita, mas se recusa a ser ajudado.

Aí vem a vez da ação, porque analisar, planejar e não agir é igual a inércia. Lembro das palavras de Garry Kasparov, ex-campeão mundial de xadrez e escritor: “Planejamento sem ação é inútil, ação sem planejamento é fatal.”

E o que fazer quando não há um problema específico, mas aquela “sensação” de que meu dia não está bem?

Continue, focando na solução e pergunte-se:
– O que, especificamente, está me deixando com esta sensação de “dia ruim”?
– O que poderia deixar este meu dia melhor?
– O que eu posso fazer de diferente para influenciar a mudança deste sentimento?

É isso aí! Conta pra mim o que achou do artigo, curte e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Qual a sua relação com o tempo?

Eu estava relembrando que sempre fui muito agitada e tive uma relação de muito estresse com o tempo… até aprender a importância de vivenciar o aqui agora e começar a usá-lo no meu dia a dia.

No meu caso, era ansiedade com relação ao futuro próximo: vivo com a agenda apertada, cheia de compromissos e cobranças, sobretudo de mim mesmo.

Lembro que até gravei um vídeo depois que, na ânsia de enviar um e-book para as pessoas que estão cadastradas no meu site, mandei a primeira versão do livro, que já havia sofrido alteração. A versão final era bem maior…

Quando notei meu erro, imediatamente corrigi e enviei o e-book correto para os que estavam com a versão inicial, mas, como sou perfeccionista em tudo o que faço, isso me deixou hiper chateada… e isso gerou um  vídeo, que você pode assistir CLICANDO AQUI.

Pois é… isso faz um tempinho, mas eu ainda estou em processo. Sei que preciso de muita paciência, pois isso não é algo tão fácil para mim, mas já percorri um bom caminho…

Uma das coisas que mais me ajuda é meditar um pouco logo cedo, ao acordar. Isso acalma minha mente e me prepara para o dia. Cada dia, sinto que ganho um pouco mais da sensação de presença.

Para quem quer experimentar, fica a dica: passei a acordar 5 minutos mais cedo, depois 10, 15, 20 minutos antes para poder me dedicar à meditação. Eu gosto de meditar tocando um instrumento fantástico: a taça de cristal. Mas você não precisa de absolutamente nada para meditar.

Qualquer dia, eu falo mais sobre como começar a meditar para os iniciantes… Eu ainda me considero assim, mas já dei alguns passos e posso compartilhar com você.

Aliás, fica aqui o convite para quem é “veterano(a)” no assunto me dar um depoimento para compor esse futuro artigo, dizendo como medita e o que melhorou na sua vida depois que começou essa prática.

É isso por hoje!

Se gostou, comenta e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

É coisa do destino!

Ralph Waldo Emerson, famoso escritor, filósofo e poeta americano, diz: “Tudo que nos limita, nós chamamos de destino”.

Lembrei-me muito dessas palavras ao ouvir, esta semana, uma colega falando de sua vida, de como as coisas dão sempre errado… “Coisas do meu destino”, dizia ela.

Reveja essas duas frases… e você já pode imaginar a ligação.

A questão é saber o que nos limita. Mas a Programação Neurolinguística dá a dica: o que nos limita muitas vezes é um fator interior e não exterior.

Continue lendo aqui: http://suzanejales.com.br/e-coisa-do-destino/

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Beijos mil e até o próximo!

 

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