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Suzane Jales

FATORES QUE IMPEDEM VOCÊ DE CONQUISTAR O QUE QUER – 1

untei alguns questionamentos feitos por coachees (cliente de coaching) e pessoas que me seguem nas redes sociais e assim surgiu a série que começo a partir de hoje: Fatores que impedem você de conquistar o que quer.

O primeiro deles é: Não saber o que quer.

Isso eu noto nas minhas sessões de Coaching: quando peço para o coachee usar uma ferramenta onde ele define o que deseja para sua vida, a maioria deles sente dificuldade de fazer isso.

Uns sabem o que não querem; Outros, só falam no que querem mudar; E a grande maioria não sabe, de verdade, para onde quer ir…

Eu gravei um vídeo onde explico os motivos disso acontecer e dou mais informações importantes sobre esse assunto. Veja aqui:

Lembro que estudos e pesquisas comprovam que pessoas que tem metas avançam na vida, enquanto as que não têm estacionam. E mais: das que têm metas definidas, as que têm essas metas escritas atingem seus objetivos com muito mais velocidade do que as que não têm.

Por isso que ter um objetivo claro, uma meta, arrojada pode transformar a sua vida!

Eu também fiz um arquivo em PDF, que você pode baixar e começar a refletir sobre tudo isso que eu disse aqui. Recomendo fazer o exercício só depois de assistir ao vídeo, tá legal?

Depois me conta como foi pra você…

Se gostou, comenta e compartilha com os amigos.

O importante é saber quem somos nós

Quando eu estava realizando um trabalho na cidade de Bacabal – terra do grande músico, percussionista, compositor, cantor e amigo Papete, que nos deixou na semana passada – eu fui apresentada a um rapaz que atendia pelo apelido de “Me dá um real”. Disseram-me que ele tinha uma leve deficiência mental.

O apelido vinha do fato que, ao chegar perto das pessoas, ele já disparava: “me dá um real!”. A turma adorava vê-lo pedir isso. E ele repetia, repetia, repetia, até receber o tal do um real (na foto deste artigo ele está me abraçando).

Essa história me lembrou duma outra, que rola pela internet e que quero compartilhar com você…

Contam que, quando nosso dinheiro era o real português, um grupo de pessoas de uma cidade do interior se divertia muito com um rapaz de pouca inteligência, que vivia de esmolas e alguns pequenos serviços.

Para quem não sabe, a moeda de 400 réis é um pouco maior que a de 2000 réis. Assim, todo dia eles chamavam o rapaz, mostravam-lhe as duas moedas e pediam que ele escolhesse qual ele queria.

Como ele sempre escolhia a de 400 réis, o grupo explodia em gargalhada.

Só que um dos moradores, cansado de ver aquela humilhação, chamou-o reservadamente e perguntou se ele não sabia que a moeda de maior tamanho era a de menor valor e que a turma estava só tirando um sarro dele.

O rapaz, tido como tolo, respondeu-lhe que sabia que a moeda maior valia cinco vezes menos. Mas sabia também que, no dia que escolhesse a de 2000 réis, a brincadeira acabaria e ele não mais receberia seu dinheirinho.

A partir dessas histórias, podemos fazer várias reflexões: a primeira é que a falta de respeito com o outro, seja ele quem for, é apenas o reflexo da falta de respeito por si mesmo. E como há falta de respeito no mundo!

Seguindo, percebemos que quem parece idiota, nem sempre é. As histórias mostraram isso: quem foram os tolos para você?

Depois, podemos refletir que, grande parte das vezes, se a gente não tiver paciência e for ganancioso, pode acabar com a nossa fonte de renda. Concorda?

Mas o melhor é poder refletir sobre a opinião dos outros e perceber que ela interessa só… aos outros, não a nós! O mais importante é sabermos quem realmente somos nós.

Olha aí a importância do Autoconhecimento… novamente!

Fecho este artigo com as palavras de Confúcio, que têm tudo a ver com as histórias que eu contei: O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante do idiota que quer bancar o inteligente.

Beijos mil e até o próximo!

 

UMA AJUDINHA NA HORA DE DECIDIR

Não sei pra você, mas tem algumas decisões que se pena para tomar: a pessoa pondera, mede os prós e contras, revê todos os aspectos, checa tudo novamente… mas não sai uma decisão segura. O medo de errar ou se arrepender é grande e parece que nosso cérebro entra em curto circuito!

Você já passou por algo assim?

Pesquisei para saber o que as pessoas fazem para ajudar nessas situações e quero compartilhar com você o que descobri sobre esse assunto.

Primeiro, a má notícia: o cérebro não consegue prever o futuro, assim, não dá para ter garantias de sucesso nas decisões que vamos tomar.

Agora, a boa notícia: é possível você orientar o seu cérebro para que ele decida de acordo com suas expectativas. Com isso, você se frustra menos com o resultado. Legal, não é?

É que, seguindo os cientistas, uma decisão envolve uma disputa entre razão, experiência e instinto…

Por exemplo: Na hora de um estudante escolher que profissão seguir, a razão analisa se o salário é bom e se há previsão de sucesso no mercado… Já a experiência, busca na memória os detalhes que se lembra das profissões estudadas. Por fim, o instinto analisa aqueles talentos naturais, dons que já nasceram com você.

Imagine a briga interna… Agora, quando tem emoção envolvida, aí tudo pode ficar ainda mais difícil.

É bom lembrar, também, o que dizia Sigmund Freud: “Ao tomar uma decisão de menor importância, eu descobri que é sempre vantajoso considerar todos os prós e contras. Em assuntos vitais, no entanto, tais como a escolha de um companheiro ou profissão, a decisão deve vir do inconsciente, de algum lugar dentro de nós. Nas decisões importantes da vida pessoal, devemos ser governados, penso eu, pelas profundas necessidades íntimas da nossa natureza.”

Para contribuir, eu fiz uma lista com 10 dicas que podem lhe ajudar a tomar uma decisão. Você  pode baixar aqui:

Clique aqui para baixar

Ah, me conta como foi, para você, colocar as dicas em prática… Se gostou, compartilha com os amigos!

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
sua coach

Um grande brinde à amizade!

As redes sociais têm sido pródigas em dualidades. Hoje, quero destacar uma delas: a de separar e de unir pessoas.

Como assim, Suzane? Vou explicar…

Por conta das questões políticas que provocaram uma grande cisão no Brasil, vi amigos de longas datas e até irmãos se digladiarem até não sobrar quase nada do sentimento que antes os unia… Na maioria dos casos, percebo até uma incoerência de quem brada pela liberdade de expressão, mas não aceita opiniões contrárias às suas. Isso, realmente, separou muitas pessoas que eram inseparáveis e parecem ter, agora, um precipício separando-as.

Esse é um lado das redes sociais… Mas, por outro lado, essas mesmas redes sociais têm ajudado tanta gente que estava distante a se reencontrar. E como isso é fantástico!

Nas últimas semanas, colegas que estudaram juntas em uma escola (muitas desde o jardim da infância!), reencontraram-se através do WhatsApp e reascenderam a chama da amizade.

Eu sou uma delas! 

E foram várias as conversas: cada uma querendo saber mais sobre as amigas que há anos não via… Detalhe: para algumas, esse tempo foi mais de 30 anos…

O grupo teve várias pequenas reuniões, uma missa e fechou com chave de ouro essa primeira fase do reencontro: um almoço para matar as saudades de todos! E aproveitou-se a oportunidade para homenagear alguns professores que marcaram a vida de todas. Foram cerca 60 pessoas reunidas num clima de alegria e muita descontração… E até quem mora em outas cidades veio brindar à amizade.

Pense numa felicidade!

Depois disso, lembrei-me das palavras de Francis Bacon, filósofo, escritor e político inglês que descreveu bem a importância do afeto de uma pessoa amiga: “Não há solidão mais triste do que a do homem sem amizades. A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto”.

Quem bom saber que temos esse oásis em nossa vida!

Depois de compartilhar com você esses momentos que vivi, eu lhe convido a refletir sobre os seus amigos que há tempos não vê. Que tal procurá-los? Que tal um telefonema ou uma mensagem carinhosa que apenas lembre: Amigo, amiga, eu estou aqui!

É só dar uma ajudinha que o universo lhe ajuda…

E, depois de reencontrar seus amigos, esqueça um pouco as redes sociais: faça um esforço para encontrá-los tête-à-tête: nada substitui um olho no olho, um aperto de mão, um abraço cheio de carinho…

Continue, a partir daí a manter contato sempre: amizades são como plantinhas que precisam ser regadas e cuidadas sempre!

Finalizo, recordando que um simples WhatsApp foi o início de toda essa história que contei. Por isso que eu gosto tanto dele! E até tenho um projeto utilizando essa ferramenta: o Coaching de Bolso. A ideia é você receber Dicas de Desenvolvimento Pessoal e Profissional pelo celular, via WhatsApp, para lhe ajudar a refletir, direcionar seu pensamento e ter mais foco nas suas ações, escolhas e tomadas de decisão. É para você começar uma transformação positiva na sua vida!

Neste caso, não é grupo de WhatsApp! Você recebe as mensagens de forma individual e, caso queira, tem uma comunidade exclusiva do Facebook para interagir com os demais participantes. Quem sabe não surge uma boa amizade a partir daí?

Clique aqui e saiba aqui como participar!

Ah, essa não foi a primeira vez que usei a internet para reencontrar amigos. Eu até gravei um vídeo em 2015 falando de uma experiência assim: Quero assistir ao vídeo.

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
sua coach

 

Lições que ficaram de um roubo em Paris

Felipe Pereira estava realizando o sonho de conhecer a Europa. Porém, ao chegar em Paris, viu todo o seu dinheiro ser roubado de dentro da sua mala, no quarto do hotel onde estava hospedado. Seu sonho estava por um tris…

Decidido a reaver seu dinheiro, primeiro, ele reclamou para a gerência do hotel. Nada. Depois, para o clube de turismo do Brasil que ele havia pago e que tinha esse hotel como conveniado. Nada. Foi ao consulado do Brasil na França. Nada.

Nesse momento, Felipe tinha duas opções: voltar para o Brasil e abrir mão de completar seu sonho ou procurar, com os recursos que tinha em mãos – no caso os amigos no Brasil e a força da internet – fazer uma campanha para reaver seu dinheiro.

Optou pela segunda e fez duas campanhas pedindo o dinheiro de volta: para o hotel e para o clube de turismo. Ele convidou os amigos para participar. Os amigos convidaram outros amigos, que convidaram outros amigos… e a campanha cresceu.

Bem, Felipe é filho de uma colega minha e, tão logo eu soube dessa história, entrei na luta por ele postando a campanha na internet. Também comecei a divulgar para outras pessoas.

Tive duas constatações: a primeira, o quanto muita gente é solidária com uma causa justa, mesmo que desconheça o envolvido (embora tenha visto que algumas pessoas que se dizem solidárias, só o são da boca pra fora); e a segunda, como as pessoas que não acreditam que se possa mudar alguma coisa tentam de dissuadir, as vezes de uma forma até delicada, para você não fazer nada.

Confesso que essa última foi a que mais bateu em mim…

É impressionante observar que tem gente que acha a indignação o ponto final de uma insatisfação. Estou indignada! Pronto. Isso é tudo. Como assim??? Isso vai resolver o problema? Vai mudar algo? Hum…

Então, vamos às lições que aprendi nessa história. E nem vou falar do alerta para quando se for viajar… Quero falar do que você pode extrapolar desse caso e levar para a sua vida.

Primeira lição: se indignar ou se revoltar com algo e não fazer nada para mudar, é deixar a situação se perpetuar e aceitar. Simples assim! Isso vale para o caso citado e também para o nosso dia a dia.

Vejo muita gente no emprego que não gosta, no casamento que não lhe satisfaz, na cidade que não quer morar e por aí vai… E só reclama. Reclama de manhã, de tarde e de noite. Mas não faz nada para modificar…

No Coaching a gente tem algumas perguntas poderosas que você pode se fazer nessas situações: O que eu quero ao invés disso? O que está me impedindo de agir? Que passo eu posso dar hoje para mudar essa situação?

Segunda lição: você pode dar um primeiro passo contando com os recursos que você dispõe, que podem ser mínimos. Mas se ponha em movimento! Os recursos do Felipe eram os amigos e a internet. Ele podia ter achado que isso era pouco… Preferiu agir com o que tinha em mãos.

A pergunta de Coaching que você pode se fazer aqui é: Que recursos eu possuo hoje? Que recursos eu posso conseguir? Com quem eu posso contar?

Terceira lição: não ligue para o que alguns acham. Se você sabe o que quer, vá firme na direção do seu sonho. A opinião dos outros será um obstáculo a mais e, acredite, é muito fácil se deixar levar. Muitos têm argumentos bem convincentes…

Aqui eu dou uma pausa nessa história para contar uma experiência própria que guarda uma certa semelhança com a história do Felipe. No dia 14 de junho de 2011, eu postei no Facebook uma campanha para que fosse construída uma calçada enorme, perto de onde eu morava e que deixava a área muito perigosa. A luta era grande, pois a casa era de um casal especial do meu estado: ele, senador; ela, deputada federal.

Recebi o apoio de alguns amigos e o incentivo negativo de muitos: “Já fizemos até matéria no jornal e não conseguimos”, disseram alguns colegas. Ok. Mas comigo vai ser diferente, pensei, porque terei 3 Ps: Presença, Persistência e Paciência. Assim, fiquei postando sempre como estava a situação: sem alteração e piorando com o passar dos dias. À certa altura, eu já estava sozinha: muitos deixaram de acreditar que era possível… Mas, eu me mantive firme!

No dia 17 de dezembro, depois de 7 meses de luta, finalmente, a calçada começou a ser construída. 

Pois é, a mesma coisa aconteceu com Felipe e num tempo bem menor: em menos de uma semana de batalha, ele venceu. O clube de turismo resolveu o problema. O hotel ficou com as leis estrangeiras e continuou sem ligar para o acontecido, embora as páginas do seu site estejam cheias de reclamação dos amigos brasileiros de Felipe. 

Fechando essa história: Se ele tivesse acreditado que não valeria a pena lutar, tinha pego o avião de volta e estaria em casa. Mas, como não desistiu do seu sonho, está viajando e terminando de conhecer a Europa… E, tenho certeza, com um sabor de conquista ainda maior no peito.

Agora, reflita: quantas vezes seus sonhos foram roubados ou você mesmo os engavetou? Quantas vezes desistiu por ouvir argumentos de outros e silenciar seu coração? E, sabendo disso, o que você pode fazer a respeito daqui para a frente?

Passo a passo para aprender com os erros

Um passo a passo para aprender com os erros... Seria bom se fosse verdade, não é?

O bom é que sim, existe um método que nos ajuda a refletir sobre essas nossas experiências que não foram satisfatórias e aprender com isso, adquirindo mais consciência do que podemos fazer melhor da próxima vez, e eu quero compartilhá-lo com você.

Mas, antes, preciso lembrar que eu não falo em erros e sim em resultados diferentes do que gostaríamos.

Então, vamos lá: no seu livro, "Learning By Doing: A Guide to Teaching and Learning Methods" (Aprendendo ao fazer: um guia para métodos de ensinar e aprender), publicado em 1988, o professor da Universidade de Oxford Graham Gibbs criou o que hoje é conhecido como Ciclo Reflexivo de Gibbs.

Ele pode ser usado em qualquer situação que você querida fazer uma reflexão para aprender com o que houve e melhorar a partir daí. O método é bem simples e tem seis partes específicas.http://www.suzanejales.com.br/blog/

No meu Blog, eu dou mais detalhes e explico como você pode utilizar o Ciclo Reflexivo de Gibbs.

Detalhe: lá você vai poder baixar um arquivo em PDF com várias perguntas poderosas que vão lhe ajudar a aprofundar a sua reflexão em cada uma das seis etapas desse Ciclo e até pensar em uma forma de agir diferente daqui para frente.

E por falar em ação, eu lembro das palavras de Mahatma Gandhi: "Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados".

Então, se quiser ter novas formas de encarar essas situações não satisfatórias, confira no meu blog esse novo artigo: http://www.suzanejales.com.br/blog/

Até o próximo!

Como conseguir flexibilidade e empatia

No livro Piaget para principiantes, Lauro de Oliveira Lima diz que “Tudo que é rígido, não é inteligente. Os animais que não tiveram flexibilidade para mudar… extinguiram-se.”

Só lembrando: flexibilidade é a capacidade de modificar o curso das ações e/ou dos pensamentos de acordo com as exigências do ambiente.  Ela está relacionada com a capacidade humana da adaptação.

Uma das formas para melhorar a nossa flexibilidade vem diretamente da nossa inteligência emocional: a empatia, que nos permite compreender os pensamentos e as emoções das outras pessoas.

Aliás, sobre isso, Daniel H. Pink, autor de cinco livros sobre negócios, trabalho e gestão, que já venderam dois milhões de cópias em todo o mundo, explicou: “A empatia é a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa. Vendo-se e sentindo-se com o coração da outra pessoa.”

E é partindo dessa definição que se pode ter a grande dica para se obter mais flexibilidade e empatia, que é exatamente procurar se colocar no lugar das outras pessoas, vendo as situações sob a perspectiva delas.

O pontapé inicial disso é entender que o outro tem um Mapa de Mundo diferente do nosso. Eu falei disso em um vídeo do meu canal do Youtube.

Essa atitude, além de melhorar, sobremaneira, os relacionamentos, tem um papel fundamental para o seu crescimento emocional, E não é tão difícil quanto pode parecer… É uma questão de hábito!

Agora, reflita um pouco: como estão a sua flexibilidade e sua atitude?

Mantenha a calma e siga em frente!

Nada mais atual do que o slogan do cartaz que o governo britânico fez em 1939 para acalmar a população em caso de invasão alemã: “Keep Calm and Carry On”, em português: “Mantenha a calma e siga em frente”. O plano inicial era divulgar os 2,5 milhões de cartazes, mas a invasão não aconteceu e quase todos foram destruídos. Só que um deles foi encontrado em 2001 em uma livraria na Inglaterra… e virou febre, sobretudo na internet.

História à parte, é um conselho válido para toda hora, sobretudo em época de crise: é preciso primeiro manter a calma, até para poder encontrar soluções para os perrengues que parecem pular na frente da gente a cada dia.

Depois, é preciso seguir em frente, como diz meu mestre Nicolai Cursino: “Há momentos em que as coisas não andam em sua vida. Continue andando do mesmo jeito. Há momentos onde você está perdido, sem ter a menor ideia de para onde ir. Continue andando do mesmo jeito. Há momentos onde você se sente sozinho e distante de tudo e de todos. Continue andando do mesmo jeito. Há momentos em que você tem vontade de se jogar ao chão, chorar e ficar ali por muito tempo, sem se mexer um centímetro. Continue andando do mesmo jeito. Há momentos em que você tem vontade de desistir, de se entregar. Continue andando do mesmo jeito… Tenho certeza de que você já esteve em algum momento à beira de se entregar. No seu trabalho, na sua profissão. Em um relacionamento ou mesmo na conquista de um sonho. Sim, eu tenho certeza. Continue andando do mesmo jeito. Quando você continua andando, uma hora a ajuda aparece.

Quando discutimos esse assunto no meu escritório de Coaching, sempre me perguntam: E como vou fazer isso, se já me sinto sem forças?

Bem, posso falar de muitas coisas, mas vou citar uma forma de fazer isso que mais me ajuda: é focar nos planos que eu tracei para minha vida e que ainda não conquistei e pensar: Que passo posso dar hoje para ir em busca do que quero?

Isso me permite não aceitar ficar parada por muito tempo. Digo assim porque, às vezes, tudo o que preciso é assentar a cabeça para reencontrar o meu equilíbrio. Mas esse tempo não pode ser demasiado, pois o mundo continua girando… e alguns dos meus sonhos continuam lá, esperando que eu faça algo para conquista-los.

É assim que eu penso e faço. Pode não ser o melhor pra você… Mas, que tal pensar em qual seria a melhor forma para você?

Beijos mil,

Suzane Jales
www.suzanejales.com.br

 

Os italianos estão certos

Olá! Tudo bem? Eu estive ausente por alguns dias: estava de férias em uma praia, sem acesso à internet.

De volta à rotina, quero compartilhar com você algumas reflexões que fiz e que talvez sejam interessantes para você.

A primeira delas é, na verdade, uma constatação: Como é bom ter um tempo só para você! Durante muitos anos, eu aproveitei as minhas férias para fazer cursos. Foi assim que fiz a minha formação de Programação Neurolinguística (até o nível Master), Hipnose Ericksoniana e Eneagrama, dentre outros.

E foi ótimo! Muito importante tudo isso, mas, este ano, decidi que não ia fazer nada... absolutamente nada. Queria poder me balançar numa rede na varanda de minha casa, ficar de olho no mar até o sol se pôr, bater papo com os amigos... enfim, curtir o que os italianos curtem muito e que chamam de “dolce far niente”: que não é preguiça, como muitos pensam, mas o doce não fazer nada. E eles fazem isso sem sentir culpa por não estarem fazendo nada.

Confesso que, anos atrás, eu acharia isso algo improvável: acreditava que tempo vale ouro e que ficar sem produzir é quase um crime. Você já sentiu isso? Eu vivi assim por muito tempo: queria a todo minuto estar fazendo algo, resolvendo problemas. E rápido, para sobrar tempo... não sei mesmo para que.

Hoje, vibro com cada minuto desses onde fico no ócio absoluto, pois aprendi o valor do repouso, da falta de controle, do respeito ao meu tempo. Descobri que nessas horas é possível ter um encontro incrível com a minha intimidade...

Sei que tudo tem seu tempo e que, na hora que é preciso trabalhar, eu falto não parar. Mas, às vezes, é melhor ficar parado do que dar um passo na direção que não quero; de não fazer algo que eu esteja sentindo que posso me arrepender depois; ou, como diz Walter Franco: tem hora que só é preciso deixar a “mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo”.

E você, tem respeitado o seu tempo?

Esses números são alarmantes!

Já está com toda garra para fazer deste um ano bom? E as resoluções de Ano Novo, a sua listinha, você fez?

Esse é um costume bem comum no final e início de todo ano e que motiva muita gente a repensar seus sonhos: o que eu quero conseguir/realizar?

Acho isso bem legal e quando faço não economizo sonhos. Uns, espero conseguir logo; outros, a médio e até a longo prazo. Mas já penso agora, pois sei que o meu futuro eu planto hoje.

Só que, neste e-mail, eu quero falar é sobre o “dia seguinte”, ou melhor: os dias depois da lista ser feita.

Li, tempos atrás, que se você não fizer nada a respeito, depois de 3 dias as chances de você fazer qualquer coisa caem pelo menos 88%. Isso mesmo: se você não começar a agir em busca do que você quer realizar, por menor que seja, depois de 3 dias as chances de você realizar caem bruscamente para 12%.

Confesso que achei esses números alarmantes… Mas, mesmo que eles precisem de pequenos ajustes – já que cada um de nós é diferente do outro – creio que eles têm muito de verdade. Acompanhe meu raciocínio: a cada dia que você vai se distanciando “daquele dia” que você sentou para pensar nos seus sonhos, listou-os no papel e se viu realizando-os, vai caindo a sua motivação. E se não começar a agir… você já pode imaginar o resultado!

Não que vá ficar impossível, mas, no mínimo, você vai ter que resgatar a motivação que foi se perdendo… porque você não agiu a tempo.

É isso aí! A partir de agora, não dá para fingir que você não sabe disso, tá legal?

Finalizo lembrando aqui o que disse Martin Luther King, líder norte-americano: “Suba o primeiro degrau com fé. Você não tem que ver toda a escada. Você só precisa dar o primeiro passo”.

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