Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 

  • Rota Integrada


    Muito se fala na Rota das Emo√ß√Ķes, esse destino paradis√≠aco do Nordeste, que j√° foi premiado pelo Minist√©rio do Turismo, em 2009, como o melhor do Brasil. A√ß√Ķes e projetos t√™m sido realizados nos √ļltimos anos com o intuito maior de consolidar esse forte atrativo que atrai turistas do pa√≠s e de v√°rias partes do mundo, que v√™m explorar as N op√ß√Ķes de lazer, conhecendo ou redescobrindo um pouco mais das muitas maravilhas que integram o roteiro. O Sebrae tem concentrado esfor√ßos junto √†s unidades do Piau√≠, Maranh√£o e Cear√° para fortalecer esse destino.

    Os motivos s√£o muitos, uma vez que milhares de pessoas e pequenos empreendimentos sobrevivem do forte aparato que o trade da Rota das Emo√ß√Ķes tem e pode oferecer para os que a procuram, tanto na alta, como na baixa temporada. Informa√ß√£o, treinamento e bom atendimento s√£o a√ß√Ķes que s√£o estudadas e colocadas em pr√°tica. O Sebrae Piau√≠ est√° dando um passo largo visando alcan√ßar esses objetivos. Uma dessas a√ß√Ķes ser√° a realiza√ß√£o do Festival das Emo√ß√Ķes, de de 18 a 20 de outubro, pr√≥ximos. O evento ser√° grandioso e realizado pela primeira vez no litoral do Piau√≠, com vasta programa√ß√£o.
    O Sal√£o de Turismo da Rota das Emo√ß√Ķes √© o mote do festival e visa atrair prefeituras e √≥rg√£os ligados ao setor dos 14 munic√≠pios que comp√Ķem a rota, al√©m de ag√™ncias e operadoras de turismo, empresas do setor, como restaurantes, bares e hot√©is, al√©m de ve√≠culos da imprensa. 

    O objetivo principal √© o aumento do fluxo e a perman√™ncia de turistas nos munic√≠pios que comp√Ķem a Rota, incentivando a atua√ß√£o socioambiental, a sustentabilidade e o incremento econ√īmico de todo o trade. Outro objetivo √© aproximar o turismo, da cultura local e tamb√©m do ecoturismo e esportes de aventura na regi√£o.
    Integração é a palavra de ordem, além de conhecimento e elevação do potencial desse roteiro tão conhecido e aí podemos ressaltar os destinos mais procurados, como o litoral de Jericoacoara, o litoral do Piauí, destacando as praias e o Delta do Parnaíba, e os Lençóis Maranhenses. A iniciativa é do Sebrae do Piauí, em parceria com o Governo do Estado e as prefeituras municipais de Parnaíba, Luís Correia e Cajueiro da Praia. O salão de turismo terá estantes voltados para os 14 municípios envolvidos (Araióses, Barreirinhas, Paulino Neves, Santo Amaro e Tutóia, no Maranhão; Barroquinha, Camocim, Chaval, Cruz e Jijoca de Jericoacoara, no Ceará; e Cajueiro da Praia, Ilha Grande, Luís Correia e Parnaíba, no Piauí).

    O sal√£o ter√° uma s√©rie de a√ß√Ķes integrativas, com palco para apresenta√ß√Ķes dos potenciais dos munic√≠pios, exposi√ß√Ķes, workshops, entre outros. O Sal√£o acontecer√° simultaneamente com as demais a√ß√Ķes do Festival e ser√° estruturado em quatro √°reas distintas: √Ārea do Turismo, espa√ßo para os munic√≠pios exporem seus produtos e servi√ßos abrindo espa√ßo para divulga√ß√£o de roteiros complementares √† Rota; √Ārea de Comercializa√ß√£o, com vendas de roteiros, artesanato e produtos aliment√≠cios artesanais e regionais; √Ārea do Conhecimento, visando promover encontro com os prefeitos dos munic√≠pios que comp√Ķem a Rota das Emo√ß√Ķes, com coopera√ß√£o empresarial na Rota e √Ārea de Integra√ß√£o com a m√≠dia, com o objetivo de estreitar o relacionamento com os profissionais da imprensa. O evento tende a ser itinerante e a cada ano acontecer√° nos demais estados. A iniciativa √© louv√°vel e certamente ser√° um passo largo para gerar um maior desenvolvimento da regi√£o. 

    Da Ass. Imprensa


    Em 03/10/13, 21:18
  • Turismo no litoral

     

    H√° tempos se ouve falar das potencialidades do turismo no litoral do Piau√≠. Muitas tentativas no sentido de alavancar o setor foram tentadas ao longo dos anos, a maioria de iniciativa do poder p√ļblico. Algumas vezes, os mais esperan√ßosos tiveram um vislumbre de que o crescimento cont√≠nuo e sustentado da atividade era uma realidade, com fortes fluxos de visitantes e investimentos constantes. O tempo, por√©m, se encarregou de mostrar que o problema era bem mais complexo do que se imaginava.

    Em 2007 o lucro estimado do setor de turismo brasileiro foi de R$ 184 bilh√Ķes, segundo a WTTC. No Brasil, turismo ainda √© coisa de amador, conforme crit√©rios do ‚ÄúEstudo da competitividade do turismo Brasileiro‚ÄĚ, publicado pela UNICAMP em 2007. O pa√≠s ainda est√° no quarto grau de competitividade.

    Aqui no Piau√≠ nos deparamos com uma grande inc√≥gnita. Poucos dados est√£o dispon√≠veis acerca do turismo no Estado do Piau√≠. A Piau√≠ Turismo ‚Äď PIEMTUR, estatal respons√°vel pelas pol√≠ticas do setor no Estado, sofre do mal da falta de mem√≥ria, havendo pouco ou nenhum registro das atividades tur√≠sticas desenvolvidas antes do ano de 2002. A biblioteca foi desativada e o acervo encontra-se espalhado por diversas secretarias de estado, inacess√≠vel, ou simplesmente desaparecido. O que se sabe √© o que √© de conhecimento p√ļblico: que h√° dois grandes destinos tur√≠sticos no Estado, a Serra da Capivara e o litoral.

    O litoral piauiense √© o menor do Brasil, com somente 66 quil√īmetros de extens√£o. Comp√Ķe-se dos munic√≠pios de Parna√≠ba, Lu√≠s Correia, Cajueiro da Praia e Ilha Grande. As praias s√£o de grande beleza c√™nica, predominantemente planas, de areia firme e √°guas mornas, temperatura de amena a quente, ventos constantes e mais de 300 dias de sol por ano.

    Devido √† falta de dados hist√≥ricos, quase tudo que se sabe acerca do fluxo tur√≠stico da regi√£o se deve a testemunhos dos habitantes locais e dos pr√≥prios turistas, al√©m das observa√ß√Ķes realizadas pela Pol√≠cia Militar do Piau√≠ durante opera√ß√Ķes de apoio ao turismo. Como tais dados derivam de coletas destinadas a um fim espec√≠fico, o planejamento de estrat√©gias de seguran√ßa, elas n√£o primam pela exatid√£o, estando ent√£o sujeitas a grandes margens de erro.

    Em resumo, √© realizada uma verifica√ß√£o visual de quantas pessoas por metro quadrado est√£o presentes num determinado local e multiplica-se pela metragem total. Eficiente para o fim a que a informa√ß√£o se destina, mas sem a precis√£o m√≠nima necess√°ria a investiga√ß√Ķes cient√≠ficas. De qualquer forma, √© a informa√ß√£o que est√° dispon√≠vel. D√° conta de um fluxo m√©dio de 60 a 100 mil visitantes nas √©pocas de alta temporada ‚Äď Natal e Ano-Novo, Carnaval, Semana Santa e f√©rias de julho, o que totaliza de 15 a 25 mil visitantes por dia. √Č evidente, por√©m, que a quantidade de turistas vem sofrendo uma queda acentuada na √ļltima d√©cada e meia.

    O turismo no litoral teve seu auge em meados da d√©cada de 1990, durante a vig√™ncia do projeto do Governo do Estado atrav√©s da PIEMTUR, ‚ÄúPiau√≠ Amor de Ver√£o‚ÄĚ. Houve na ocasi√£o um fluxo cont√≠nuo de investimentos na infraestrutura e na realiza√ß√£o de eventos, com um grande esquema de divulga√ß√£o em todo o Brasil.

    Ap√≥s essa era de ouro, constata-se claramente a tend√™ncia de decl√≠nio na √ļltima d√©cada e meia, com o fechamento ou a decad√™ncia de hot√©is, resorts, clubes, restaurantes e bares. H√° uma clara mudan√ßa do eixo tur√≠stico do Piau√≠ para destinos vizinhos, como o Cear√°, alvo de investimentos constantes e de enorme atratividade. Some-se a isto a mudan√ßa de gera√ß√£o dos visitantes. Segundo a Prefeitura de Lu√≠s Correia, cerca de 30% das resid√™ncias localizadas nos bairros principais da cidade e 40% no distrito de Coqueiro da Praia s√£o casas de veraneio pertencentes principalmente a fam√≠lias de Teresina.

     Outro fator √© a j√° tradicional defici√™ncia de infraestrutura p√ļblica. J√° √© esperado que em toda temporada haja sobrecarga e eventual colapso no fornecimento de √°gua, energia el√©trica e combust√≠vel. Em algumas ocasi√Ķes at√© de alimentos b√°sicos, como o p√£o. Enquanto pa√≠ses mais desenvolvidos e certas regi√Ķes do Brasil se dedicam a criar novos produtos tur√≠sticos, o litoral do Piau√≠ ainda patina nos problemas mais b√°sicos e elementares.

    No que diz respeito à infraestrutura privada, a rede hoteleira das quatro cidades do litoral, que conta com cerca de 1.200 leitos, juntamente com as centenas de casas de veraneio, além dos restaurantes e bares, tem plena capacidade para abrigar um grande afluxo de visitantes. Por que então o turismo no litoral piauiense não de desenvolve em todo o seu potencial?

    Um turismo sustent√°vel no litoral piauiense n√£o √© uma utopia. Ela depende somente de articula√ß√£o pol√≠tica, seriedade e perseveran√ßa dos agentes, e, principalmente, respeito √† identidade cultural da regi√£o, ao acervo hist√≥rico e ao fr√°gil equilibro das atra√ß√Ķes naturais.


    __


    Extra√≠do do Artigo de Moacyr Ferraz do Lago (com adapta√ß√Ķes)

    Moavyr Ferraz do Lago √© economista, graduado pela UFPI, Mestre em Economia pela Universidade Federal do Cear√°, professor do Departamento de Ci√™ncias Econ√īmicas e Quantitativas da Universidade Federal do Piau√≠.



    Em 26/09/13, 13:33
  • Meritocracia


    O Governo do Estado fala muito em seu discurso sobre Gest√£o de Resultados, tema atualizado na gest√£o privada e p√ļblica atualmente, j√° desenvolvida em alguns estados pelo consultor Vicente Falcone, com apoio do presidente do conselho do Grupo Gerdau , Sr. Jorge Gerdau Johannpeter; dentre os estados que tiveram sucesso na implanta√ß√£o do sistema foi Minas Gerais.

    A gestão por resultados requer uma série de itens a serem cumpridos, os principais são os projetos, recursos, metas de implantação, transparência para acompanhamento da população ( internet), acompanhamento diariamente e avaliação.

    Para que a gestão de resultados seja implantada, o princípio básico é a meritocracia em cima da capacidade de gestão e não sobre a capacidade de voto.

    A palavra meritocracia vem do latim meritum, "m√©rito" e do sufixo grego antigo κρατία (crac√≠a -"poder"). Trata-se de um sistema de gest√£o que considera o m√©rito, como aptid√£o, a raz√£o principal para se atingir posi√ß√£o de topo. As posi√ß√Ķes hier√°rquicas s√£o conquistadas, em tese, com base no merecimento e entre os valores associados est√£o educa√ß√£o, moral e aptid√£o espec√≠fica para determinada atividade. Constitui-se uma forma ou m√©todo de sele√ß√£o e, num sentido mais amplo, pode ser considerada uma ideologia governativa.

    A meritocracia est√° associada, por exemplo, ao estado burocr√°tico, sendo a forma pela qual os funcion√°rios estatais s√£o selecionados para seus postos de acordo com sua capacidade.

    Consequentemente, a palavra adquiriu uma conotação de "Darwinismo Social", e é usada para descrever sociedades agressivamente competitivas, com grandes diferenças de renda e riqueza, contrastadas com sociedades igualitárias. Governos e organismos meritocráticos enfatizam talento, educação formal e competência, em lugar de diferenças existentes, tais como classe social, etnia, ou sexo.

    Em uma democracia representativa, onde o poder est√°, teoricamente, nas m√£os dos representantes eleitos, elementos meritocr√°ticos incluem o uso de consultorias especializadas para ajudar na formula√ß√£o de pol√≠ticas, e um servi√ßo civil, meritocr√°tico, para implement√°-las. O problema perene na defesa da meritocracia √© definir, exatamente, o que cada um entende por "m√©rito". Al√©m disso, um sistema que se diga meritocr√°tico e n√£o o seja na pr√°tica ser√° um mero discurso para mascarar privil√©gios e justificar indica√ß√Ķes a cargos p√ļblicos.

     

    Gestão por resultado no Piauí ?

     


    Em 18/09/13, 23:53
  • Voar, n√£o necessariamente relaxar

    Aquela ideia de rapidez e comodidade que o transporte a√©reo nos dava, de chegar em poucas horas ao destino, ao contr√°rio do que o transporte terrestre pode oferecer, √© cada vez mais uma ideia do passado. Uma viagem de duas, tr√™s, quatro horas √© um sufoco, e tanto, nos dias atuais, por muitas raz√Ķes.


    Primeiro, é preciso chegar ao aeroporto uma hora antes do horário previsto para o embarque, sim, previsto, porque dependendo dos que chegam atrasados, as companhias nos fazem perder mais alguns minutos preciosos. Outro desconforto são as filas gigantescas para o check-in e despache da bagagem, pois muita gente não deixa acessível os documentos em mãos e aí as filas viram um tormento, ao passo que com mais agilidade daria tempo para tomar um cafezinho e ler algum jornal ou reportagem na revista. Mas não dá.

    Cafezinho, isso é sempre motivo de desconforto, afinal um simples custa mais que R$ 5,00 e os lanches nos aeroportos são um assalto à nossa carteira. A hora de embarcar é outro sufoco e dentro do avião o ideal é nem levar mais a bagagem de mão, porque corre o risco de não encontrar o porta bagagem disponível, porque cada vez mais as pessoas levam bolsas e malas enormes que tomam todo o espaço que é de cada um, por direito.

    Sentado, cinto afivelado, poltrona estendida √© hora de al√ßar voo, apagar as luzes e descansar um pouco at√© o destino. Certo? Nem pensar... Primeiro que n√£o h√° sil√™ncio e muita gente ainda teima em n√£o conferir qual o seu assento e fica um troca-troca pelos corredores ou alguns teimam em n√£o cumprir as medidas de seguran√ßa dos cintos e bancos levantados. Tudo ajustado, tudo mais tranquilo, vamos ao ar e as luzes se apagam; mas n√£o se enganem √© por poucos minutos, porque a√≠ come√ßa a agita√ß√£o do com√©rcio de bebidas e lanches, porque servi√ßo de bordo gratuito √© coisa do passado. Adeus √†s bolachinhas e amendoins sem gosto. Agora pra comer tem que pagar e caro. Um refrigerante de latinha custa em torno de R$ 5,00. Nos supermercados √© menos que R$ 2,00. Um refrigerante mais o sandu√≠che ou com um caf√© chega a R$ 20,00. 

    A venda √© demorada e come√ßa o supl√≠cio de gente tomando cerveja, barulho de embalagem e cheiro sem fim de salgadinho e tudo mais. Depois mais gente solicitando √°gua ou qualquer outra coisa e l√° se v√£o quase duas horas sem o relaxamento que o corpo precisa no ar. E nenhuma luz se apaga mais at√© o destino, porque √© preciso recolher o lixo, ouvir mais barulho e pronto, √© hora de se preparar para a descida. O jeito √© relaxar ate o desembarque, onde perdemos mais de meia hora entre descer do avi√£o e pegar a mala na esteira. Dependendo do hor√°rio da viagem, da dist√Ęncia e de poss√≠veis escalas programadas, aquelas tr√™s, quatro, cinco horas de voo se transformaram, na verdade, em um desgaste que ser√° preciso nada menos que 24 horas ou mais para a recupera√ß√£o do cansa√ßo, estresse e do sono perdido. E depois de tanto desconforto ainda temos que pagar no cart√£o de cr√©dito um pre√ßo nada acess√≠vel das passagens. 
     
    Welcome to flight and good luck!!


    Em 26/08/13, 10:18
  • Passaporte

    Essa √© pra conhecimento dos agentes de viagem e tamb√©m para quem vai para algum pa√≠s europeu. O Conselho da Uni√£o Europeia alterou, recentemente, alguns requisitos para liberar o acesso de estrangeiros ao continente. A principal altera√ß√£o √© que agora √© exigida a validade adicional de tr√™s meses no passaporte, a contar da data que o visitante deixar√° a Uni√£o Europeia. A medida vale para todas as na√ß√Ķes que s√£o parte do Tratado de Schengen.

    Portanto a nova regra para estrangeiros vale para os pa√≠ses que s√£o membros do Tratado: √Āustria , B√©lgica, Rep√ļblica Checa, Dinamarca, Est√īnia, Finl√Ęndia, Fran√ßa, Alemanha, Gr√©cia, Hungria, Isl√Ęndia, It√°lia, Let√īnia, Liechtenstein, Litu√Ęnia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Pol√īnia, Portugal, Eslov√™nia, Eslov√°quia, Espanha, Su√©cia e Su√≠√ßa. 

    Vale destacar que estes pa√≠ses europeus n√£o exigem visto para a entrada de brasileiros, mas √© necess√°rio cumprir algumas exig√™ncias, como portar um seguro de sa√ļde e comprovar, se solicitado, sua hospedagem e possuir recursos financeiros suficientes para se manter durante o tempo de perman√™ncia na Europa.

    Os crit√©rios variam de acordo com o pa√≠s visitado, portanto √© importante consultar com anteced√™ncia a embaixada ou consulado do pa√≠s escolhido. A altera√ß√£o se refere ao regulamento 562/2006, que trata do controle de fronteiras entre os pa√≠ses europeus e pode ser consultada na √≠ntegra no site da Uni√£o Europeia. No artigo quinto passou a constar que o passaporte deve ‚Äúser v√°lido pelo menos para os tr√™s meses se¬≠guintes √† data prevista de partida do territ√≥rio dos Estados-Membros. Todavia, em caso de emerg√™ncia devidamente justificada, esta obri¬≠ga√ß√£o pode ser dispensada‚ÄĚ. Al√©m disso, o passaporte deve ter sido emitido h√° menos de 10 anos.   


    Em 14/08/13, 21:27
  • Tarifa em conex√£o


    Uma nova tarifa vem aí, como já havíamos divulgado. As companhias aéreas conseguiram na Justiça Federal uma liminar para poder discriminar nos bilhetes uma nova tarifa aeroportuária. Agora, ao comprar uma passagem aérea para voo com conexão, o passageiro terá além dão valor da passagem, da taxa de embarque, também a taxa de conexão que varia de R$ 3,00 a R$ 7,00, dependendo da categoria do aeroporto.
    A medida j√° esta valendo desde o dia 19 de julho, quando as empresas a√©reas j√° passaram a pagar essa tarifa para a Infraero, nos aeroportos p√ļblicos. Consequentemente, esse valor j√° estava sendo repassado para o consumidor. A decis√£o autorizando mais essa taxa veio do juiz Ant√īnio Cl√°udio Macedo da Silva, da 8¬™ vara do Tribunal Regional Federal do Distrito Federal. E a conta, claro, vai para o bolso de quem precisa voar.
    O requerimento da tarifa √© do Sindicato Nacional das Empresas Aerovi√°rias (SNEA), que atua em parceria com a Associa√ß√£o Brasileira das Empresas A√©reas (Abear). A lei que institui essa nova tarifa foi criada no ano passado, e come√ßou a ser adotada primeiro nos aeroportos privatizados (de Guarulhos, de Viracopos e de Bras√≠lia). Recentemente, ela foi regulamentada pela Ag√™ncia Nacional de Avia√ß√£o Civil (Anac) para que pudesse ser adotada tamb√©m nos aeroportos p√ļblicos.
    Mas o consumidor saber√° da cobran√ßa de forma discriminada no recibo do bilhete a√©reo. A TAM j√° publicou comunicado informando que passou a fazer a cobran√ßa aos usu√°rios desde 23 de julho. A Gol e a Azul tamb√©m passar√£o a fazer o mesmo. Tanto a tarifa de embarque como a tarifa de conex√£o, segundo a defini√ß√£o legal, existem para cobrir os custos relativos aos servi√ßos de embarque e desembarque, carrinhos e esteiras de restitui√ß√£o de bagagens, inspe√ß√Ķes de seguran√ßa, transporte entre o terminal e as aeronaves, climatiza√ß√£o do terminal e servi√ßos de orienta√ß√£o por √°udio e v√≠deo, entre outros.


    Em 25/07/13, 16:07
  • Quartos de hot√©is

     

    Achei muito legal o post da Fabiana Bemfeito falando do ex-secret√°rio de Estado norte-americano, Colin Powell, onde costuma ficar em muitos hot√©is, j√° que hoje viaja pelo mundo dando palestras. No fim de mar√ßo, antes de chegar a Houston para participar de conven√ß√£o anual da Asian American Hotel Owners Association, ele passou por Seul e Las Vegas, para citar alguns destinos.

    Por conta de toda essa experiência, ele aproveitou a plateia da convenção anual, em que foi o palestrante principal, para dar algumas dicas para os hoteleiros no que diz respeito aos quartos de hotéis, como contou a Lodging Magazine. Confira algumas delas:

    1 ‚Äď Eu n√£o consigo acreditar que, na hora de ligar ou carregar meu computador, smartphone e meu iPad, voc√™s ainda me fazem rastejar debaixo da mesa de trabalho para encontrar a tomada.

    2 ‚Äď N√£o leio bem sem meus √≥culos. Mas n√£o tomo banho com eles. No chuveiro, eu n√£o sei qual √© o xampu, o condicionador e o creme para o corpo. E acabo virando hidratante na cabe√ßa. Ser√° que √© t√£o dif√≠cil s√≥ colocar um grande S (shampoo) e um grande C (conditiner)?

    3 ‚Äď D√™-me uma m√°quina de caf√© simples ‚Ķ Eu n√£o preciso de todas essas m√°quinas de expressos da moda, complicadas. Tudo que eu quero √© uma x√≠cara de caf√©, nada mais.

    4 ‚Äď Por que, h√° alguns anos, decidiu-se que precis√°vamos de uma cama com 12 travesseiros? Tudo o que queremos s√£o um ou dois travesseiros para descansar a cabe√ßa. E n√£o passar dez minutos jogando travesseiros e almofadas da cama para os cantos.

    5 ‚Äď Quantas pessoas realmente assistem televis√£o no banheiro? C√° entre n√≥s, se voc√™ assiste, voc√™ precisa ver um m√©dico. Voc√™ est√° demorando muito tempo por l√°.

    6 ‚Äď J√° sou velho. No meio da noite, quando acordo, preciso de grandes letras vermelhas no mostrador do r√°dio rel√≥gio para me dizerem que horas s√£o. E se o rel√≥gio precisa de instru√ß√Ķes, √© o r√°dio rel√≥gio errado.

    7 ‚Äď Eu n√£o preciso de uma balan√ßa no meu banheiro. Eu posso esperar at√© chegar em casa para me pesar. N√£o √© uma quest√£o t√£o urgente. E tamb√©m n√£o vou gostar da resposta.

    8 ‚Äď Voc√™s oferecem-nos grandes apartamentos, muitas vezes. Mas o arm√°rio √© sempre apertado. E l√° h√° uma t√°bua de passar roupas, ferro, cofre, entre outras coisas. E eu n√£o consigo fazer nada com o arm√°rio‚Ķ

    E você, o que acha ?


    Em 10/07/13, 15:06
  • INFRAERO

    F√©rias chegando, m√™s de viajar Brasil afora e para destinos internacionais. Brasileiro se organizando, como pode, para descansar longe da rotina, rever parentes e amigos, desbravar novos horizontes. Muita gente se programou desde alguns meses e em vez de encontrar pacotes a pre√ßos convidativos, mais uma despesa vem a√≠ embutida em taxas dos aeroportos. √Č que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportu√°ria ‚Äď Infraero soltou mais essa para o consumidor: a partir do pr√≥ximo dia 19 de julho passar√° a cobrar das companhias a√©reas valores referentes √† Tarifa de Conex√£o nos aeroportos p√ļblicos administrados pela empresa p√ļblica (ver resolu√ß√£o anexa). Dependendo da categoria aeroportu√°ria, os valores variam de R$ 3,00 a R$ 7,00.


    Parece pouco para quem j√° vai desembolsar tanto com passagens a√©reas, alimenta√ß√£o cara porque a infla√ß√£o j√° ultrapassa √≠ndices aceit√°veis para a classe m√©dia, deslocamentos, tarifas disso e daquilo e aeroportos lotados? Poderia parecer pouco, n√£o fosse o fato que o brasileiro vem passando por um processo de liberta√ß√£o e n√£o aceita√ß√£o da atual situa√ß√£o pol√≠tica e econ√īmica por que passa o pa√≠s. Nos √ļltimos dias, todas as capitais do pa√≠s e em centenas de outras cidades o povo se rebelou contra decis√Ķes autorit√°rias que mexeram fortemente com algo que fez o brasileiro sair da in√©rcia: o bolso. O cidad√£o de bem, que trabalha muito e paga umas das mais altas taxas tribut√°rias do mundo, cansou e acordou. 

    Aumento de R$0,20 na tarifa de transporte urbano foi a gota d¬ī√°gua. Em S√£o Paulo, onde o movimento come√ßou, milhares foram √†s ruas se indignar. Logo no pa√≠s inteiro eram gritos de ‚Äúchega, n√£o aguentamos mais‚ÄĚ. E de repente, n√£o absorvendo o descontentamento que acabou sensibilizando todas as classes e faixas et√°rias, a Infraero solta essa resolu√ß√£o descabida, diante do cen√°rio atual em que se deva repensar qualquer medida de repasse de taxas aos usu√°rios de transportes, nesse caso dos transportes a√©reos. 

    A FENACTUR e a CNTur j√° levantaram a voz contra essa medida, que certamente ser√° repassada aos usu√°rios. Uma medida que surge justamente quando milhares de pessoas se preparam para viajar. Ser√° poss√≠vel que teremos que ver faixas e descontentamentos em aeroportos do pa√≠s para vermos mudan√ßas acontecer? N√£o seria mais l√≥gico se trabalhar em favor dos verdadeiros donos dos sistemas de transportes desse pa√≠s ‚Äď os cidad√£os brasileiros?


    Em 28/06/13, 12:41
  • Se avexe n√£o

    Estamos nos aproximando do m√™s de Julho, boa parte da popula√ß√£o piauiense ‚Äúseja princesa ou lavadeira‚ÄĚ vai passar alguns dias no nosso litoral. Neste momento √© hora de entrarmos em contato com a cultura, principalmente estadual, fazer uma programa√ß√£o com os grandes artistas locais proporcionando √† popula√ß√£o momentos de emo√ß√Ķes. Mas o que estamos vendo de movimenta√ß√£o em torno da valoriza√ß√£o da cultura e alegria durante as f√©rias dos piauienses? Infelizmente nada.
    A sensa√ß√£o que temos √© que, como em todos os anos, as atra√ß√Ķes das merecidas f√©rias se limitar√° mesmo nas belas praias e mais nada. O que o turista pode fazer ap√≥s uma manh√£ e tarde de sol, regado a um gostoso peixe de mar ou a um bom caranguejo no nosso litoral?
    Nada. Op√ß√Ķes de shows infantis, como teatro, op√ß√Ķes para os adultos, como shows musicais em pra√ßa p√ļblica, shows de humor e op√ß√Ķes extras de lazer, como eventos de aventura, enfim, nada pensado e costurado at√© o momento.
    Uma pena o poder p√ļblico, em parceria com a iniciativa privada, n√£o ter uma estrat√©gia para movimentar um lindo litoral culturalmente. Os reflexos, sem d√ļvida, s√£o negativos para todos, incluindo, obviamente, toda a cadeia do trade tur√≠stico ‚Äď hot√©is, restaurantes, bares, ag√™ncias de turismo. √Č claro que sem atra√ß√Ķes de lazer e entretenimento, a temporada do turista acaba ficando mais curta, por puro t√©dio, e todos perdem com isso. A falta de vis√£o, de planejamento e de estrat√©gias voltadas para o turismo no litoral resultam em menos crescimento tanto internamente como para fora do Estado.
    Se avexe n√£o, amanh√£ pode acontecer tudo.
    Inclusive nada.


    Em 19/06/13, 11:51
  • Convention Bureau


    Neste m√™s estive fazendo a palestra de abertura do lan√ßamento do programa de qualifica√ß√£o em gest√£o e selo de qualidade para empresas de eventos em Goi√Ęnia,  uma parceria do Sebrae Nacional e ABEOC - Associa√ß√£o Brasileira de Empresas de Evento.

    Programa de Qualifica√ß√£o em Gest√£o e Certifica√ß√£o de  Micro e Pequenas Empresas de Eventos oferece avalia√ß√£o diagn√≥stica da empresa participante, uma s√©rie estruturada de oficinas e palestras de capacita√ß√£o e uma consultoria direta para aprimoramento da gest√£o em busca de efici√™ncia e qualidade. Tudo isso com instrutores qualificados e temas focados na gest√£o de empresas do setor de eventos.
    As empresas de eventos tamb√©m podem ser auditadas com o objetivo de obter a certifica√ß√£o atrav√©s do Selo de Qualidade ABEOC BRASIL. Al√©m do aperfei√ßoamento da gest√£o, o Selo proporciona uma refer√™ncia no mercado aos contratantes que buscam empresas com excel√™ncia nos servi√ßos prestados.
    Este √© um setor que vem crescendo muito no Brasil e hoje j√° somos o oitavo pais em n√ļmero de eventos internacionais, com dois grandes eventos preste a acontecer como Copa do Mundo e Olimp√≠adas. 
    Goi√Ęnia como Teresina n√£o tem praia, ent√£o est√° se especializando no turismo de neg√≥cios, que √© um grande gancho pela sua geografia.
    Voltando a nossa aldeia, precisamos ter uma politica para valorizar nossas empresas que presta servi√ßo de eventos, tanto as que criam como as que s√£o contratadas.
    As dificuldades s√£o grandes, √© importante criarmos um f√≥rum para juntarmos for√ßa e buscarmos solu√ß√Ķes e uni√£o para transformarmos nossa capital em um centro de eventos.
    Nossa posição geográfica também é muito privilegiada, entre o norte ,nordeste e centro-oeste , o que trás grande oportunidade.
    Vamos dar as m√£os, com a palavra  Convention Bureau.


    Em 07/06/13, 11:04
| © CidadeVerde.com 2017 | Todos do Direitos Reservados - Site by MasŠvio |