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Os riscos para o atleta “de fim de semana”

O administrador, Marcos Vinícius Ribeiro, costuma se reunir com os amigos da época da escola para jogar futebol aos sábados. A turma decidiu fazer um campeonato e, desde então, Marcos se esforçou mais do que o habitual nos treinos. Resultado: Ele adquiriu uma lesão no músculo adutor magno, popularmente conhecida como “lesão na virilha”. A dor chegou a impedir o administrador de fazer atividades simples do cotidiano. Para tratar, foram muitos dias de compressas e atendimento fisioterapêutico em casa, já que a dor incomodava até na hora de dirigir. 
Assim como Marcos Ribeiro, muita gente passa pela mesma situação. São os chamados “atletas do fim de semana”. O educador físico Jardelson Costa, especializando em fisiologia do exercício, explica que a prática esporádica de atividades esportivas pode oferecer riscos para a saúde, inclusive a morte. “O aumento da demanda energética provocada pelo exercício exige que o corpo trabalhe de forma mais acelerada. A falta de preparo desses praticantes pode acarretar diversos problemas como câimbras, falta de ar, tontura, desmaio e, em alguns casos, infarto, podendo levar ao óbito. Além disso temos também os riscos de lesões associadas ao aparelho locomotor como entorses, distensões musculares, luxações e fraturas”, detalha Jardelson.


O educador físico diz que o risco aumenta nas atividades de alta intensidade, como é o caso do futebol. “A falta de controle com relação a intensidade do exercício é o principal problema na pratica de atividades não orientadas, o que normalmente se agrava em atividades coletivas e de cunho competitivo. Os praticantes, na intenção de vencer determinadas competições, acabam excedendo os limites do próprio corpo. O futebol, por ser o mais praticado na nossa cultura, é onde observamos o maior índice de lesões. Mas praticantes de outros esportes também estão sujeitos como vôlei, handebol, basquete, natação e outros”, pontua. A frequência das atividades durante a semana pode determinar o grau de risco. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece que são necessários, pelo menos, 150 minutos semanais de exercícios para que tenhamos uma melhora nos indicadores. Esse tempo deve ser distribuído em 3 dias na semana, no mínimo. Os especialistas sempre batem na mesma tecla, quando se refere ao respeito dos limites do próprio corpo. E que, além disso, é preciso ser orientado por profissionais de saúde para que a atividade esportiva seja executada de forma segura. Jardelson Costa afirma que é possível fazer os exercícios de fim de semana de olho na qualidade da saúde. Mas o praticante precisa adquirir novos hábitos. “A principal dica é manter hábitos saudáveis como dormir bem, lembrando que o sono diurno não substitui o sono noturno. Além disso, a alimentação também deve ser orientada por nutricionista, evitar o fumo e ingerir bastante água. Antes de iniciar qualquer exercício físico é importante procurar o médico para que sejam feitos alguns exames e assim traçar um protocolo personalizado para a pessoa. O aquecimento, no início das atividades, pode evitar muitas lesões.”, orienta.

 

Os atletas de fim de semana são pacientes frequentes nos consultórios de fisioterapia. Nós conversamos com o fisioterapeuta David Reis, especialista em traumato-ortopedia, que fala como eles chegam à clínica: “As queixas variam conforme o esporte praticado, mas as campeãs são as dores de tensão muscular tardias (cerca de 48 horas após a prática esportiva), acometendo principalmente os membros inferiores, coluna lombar, ombros e coluna cervical. Essas dores são caracterizadas por sensação de cansaço e fadiga e ocorrem devido ao esgotamento energético dos músculos sem condicionamento”. Questionado como a fisioterapia pode ajudar, David Reis diz que o tratamento consiste em técnicas que promovam o relaxamento muscular através da inibição dos pontos de tensão e do aumento do fluxo sanguíneo para as regiões dolorosas, a fim de retirar os metabólitos acumulados pelo estado de fadiga muscular. Dentre as técnicas utilizadas pelos fisioterapeutas, destacam-se a liberação miofascial manual, a miofribrólise, o dry needling (agulhamento a seco) e a ventosaterapia. “É importante enfatizar que podem ocorrer também lesões mais graves, como fraturas e entorses ligamentares. Elas estão frequentemente associadas com deformidades e edemas articulares de grande proporção. Nesses casos, o paciente deve procurar o serviço médico o mais breve possível, a fim de realizar exames de imagem e diagnosticar precisamente a lesão, pois são situações que podem necessitar de procedimento cirúrgico, que é de responsabilidade do médio ortopedista”, alerta o fisioterapeuta.


David Reis orienta sobre as providências imediatas quando sentir a lesão no momento da prática esportiva e o que fazer para evita-la: “Uma das orientações mais comuns para esses pacientes é o tratamento com compressas de gelo por 20 minutos sobre o local da lesão, com o intervalo mínimo de duas horas entre as aplicações. Essas compressas irão ajudar a limitar o processo inflamatório, uma vez que reduz o fluxo de sangue para o local da lesão, além de promover o alívio da dor. Porém, é importante enfatizar a necessidade de uma consulta por um especialista, a fim de investigar a gravidade da lesão. Para evitar essas lesões, recomenda-se a prática regular de atividade física por profissional competente. A falta de flexibilidade, a fraqueza muscular e o mau condicionamento cardiovascular, associados a prática esporádica de esportes de contato e de alta intensidades, estão entre as principais causas de lesão. Uma vez que as lesões aconteceram, a avaliação e o tratamento fisioterapêutico são imprescindíveis. O acompanhamento individualizado do paciente é essencial para o sucesso do tratamento, pois cada lesão precisa de um diagnóstico e um tratamento específico”, conclui o fisioterapeuta.

 

Pesquisas revelam que viajar faz bem para a saúde

Uma pesquisa de 2014, conduzida pelo Diamond Resorts International, nos Estados Unidos, concluiu que três quartos dos respondentes se sentiam mais felizes ao planejar pelo menos uma viagem por ano. E a felicidade continuava por muito tempo após a viagem. Um dos motivos para essa felicidade duradoura é que as lembranças de uma viagem agradável continuará trazendo à tona sentimentos positivos, sempre que você se lembrar da experiência vivida. Além disso, um outro estudo conduzido pelo The Global Comission on Aging, The Transamerica Center for Retirement Studies e The U.S. Travel Association mostrou que 86% das pessoas que viajam, possuem uma visão mais positiva da vida. Outra razão para as viagens serem responsáveis por melhorar o humor é que, ao tirar um tempo para você e/ou para sua família e sair da rotina, você reduz seu nível de estresse, um dos responsáveis por afetar a saúde física e mental.


Um estudo realizado em 2013, nos Estados Unidos, mostrou que as pessoas que viajam mais tem uma expectativa de vida mais longa. As mulheres que tiravam férias pelo menos 2x ao ano, diminuíram significantemente os riscos de ataque cardíaco, muito mais do que aquelas que passavam anos só trabalhando, sem pausas. Já os homens que não viajavam pelo menos 1 vez ao ano, tinham um risco 30% maior de desenvolver doenças do coração, além de um risco 20% maior de desenvolver outras doenças que poderiam levar à morte. A explicação é bem simples: não tirar férias pode resultar em estresse, ansiedade e pressão alta. E todos esses fatores combinados podem levar a problemas do coração. No entanto, quando viajamos, entramos  numa rotina mais saudável, pois nos tornamos mais ativos e deixamos de lado os problemas do dia a dia.

 

Fonte: Priscila Ramires

Edição: Marcelo Fontenele

Dicas para acabar com o sono no trabalho

Para tirar o sono durante o dia, no trabalho, depois do almoço ou para estudar, uma boa dica é consumir alimentos ou bebidas estimulantes como o café, red bull ou chocolate preto, por exemplo. Porém, a forma mais eficaz de acabar com o sono durante o dia é dormir o suficiente durante a noite. O tempo de sono ideal é de cerca de 7 a 8 horas por noite, no entanto, se o indivíduo dormir durante 9 horas à noite e, ao acordar, sentir-se renovado e com disposição, é de 9 horas de bom sono que ele precisa.

Nutrição esportiva acelera os resultados dos exercícios

As férias de julho estão chegando e entrar em forma em busca do corpo perfeito para o verão se torna meta de muita gente. Para alcançar o resultado desejado, é necessário alinhar a prática de exercícios à boa alimentação, com o acompanhamento de um profissional da área. De acordo com a nutricionista Larissa Matos Oliveira, a beleza é consequência, o importante é praticar esportes e ter alimentação regulada. O acompanhamento do nutricionista é feito para definir estratégias nutricionais para cada tipo de pessoa. “Quando se procura um nutricionista, e principalmente especifico na área do esporte, é mais fácil alcançar os resultados desejados e manter-se saudável. A dieta certa e acompanhada de um profissional traz benefícios como a melhoria da energia para os treinos, evitando assim um atraso da fadiga muscular e provável abandono dos treinos”, destaca Larissa.

A nutricionista ressalta ainda que é muito comum as pessoas seguirem dietas indicadas na internet, ou modismos, acarretando na insuficiência de algum nutriente, que acaba prejudicando o organismo. “As dietas restritivas não fazem bem a saúde, as pessoas precisam entender que o processo de engordar ou emagrecer não acontece da noite para o dia, mas sim lentamente, então criar metas rígidas de emagrecimento com o desejo de perder 10 a 20 kg em poucas semanas pode ser listado como um dos principais fatores que impedem os resultados positivos”, pontua Larissa Matos Oliveira.

Outro hábito muito comum para quem deseja resultados rápidos é o uso de suplementos alimentares. Eles são preparações destinadas a complementar a dieta, usados por praticantes de esporte, mais comum em praticantes de musculação que desejam melhorar o desempenho e encurtar o tempo de recuperação muscular proporcionando nutrientes essenciais, como as vitaminas, os minerais, as fibras, os aminoácidos, assim como os ácidos graxos, que podem estar faltando na alimentação ou podem não estar sendo consumidos na quantidade suficiente. Larissa Matos Oliveira destaca que é importante lembrar que os suplementos não substituem a alimentação normal. Eles participam como coadjuvantes para suprir as necessidades nutricionais do atleta ou esportista. O uso inadequado do suplemento, sem orientação de um profissional, pode levar a queda do rendimento ou mesmo gerar uma patologia.  O indicado é que haja um acompanhamento e monitoramento dos profissionais da área da saúde para que se tenha os resultados desejados.


Fonte: Assessoria de Imprensa

Método François Soulier trata patologias e dores na coluna

O Aparelho Equilíbrio Neuromuscular - ENM permite realizar uma harmonização completa do corpo em poucos minutos, sem stress para o paciente e nem fadiga para o fisioterapeuta. O equilíbrio neuromuscular (ENM) foi desenvolvido pelo quiropraxista francês François Soulier, após cinco anos de estudos, ao conhecer um aparelho chamado "activador methodos" - método ativador, que é uma caneta a qual gera vibrações, criado por quiropatas, nos EUA, com o objetivo de substituir as mãos na realização de uma técnica manipulativa do sacro. A técnica passou a ser conhecida no mundo como "François Soulier", em homenagem ao criador da mesma. Ela é muito eficaz na correção de posicionamento de vértebras e, consequente, no tratamento de dores e patologias.

O equilíbrio neuromuscular consiste em uma leve vibração ou um micro-thrust destinado a reduzir os problemas articulares e vertebrais através de uma correção não manipulativa com a ajuda de um pequeno aparelho mecânico que produz uma vibração precisa e suave no sentido da correção da lesão. Trata-se de uma técnica destinada à correção de bloqueios articulares e reajuste tônico, que pode ser combinada com qualquer outra técnica, exceto para aos tratamentos de massoterapia e eletrotermoterapia, que devem ser realizados anteriormente ao ENM, devido a informação reflexa, que é a base da técnica, poder ser comprometida se realizada posteriormente.

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