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Médico alerta para cuidados com a saúde nas férias

Levar a bagagem necessária para uma viagem tranquila e se prevenir contra possíveis transtornos de saúde podem garantir as férias dos sonhos. De acordo com o clínico geral, Lucas Rêgo, diz que se você for viajar de carro, faça paradas e exercite as pernas a cada duas horas. Em voos longos, também a cada duas horas, levante-se do assento para uma pequena “caminhada”, tendo sempre o cuidado de movimentar as articulações.

Lucas Rêgo alerta que outro ponto que merece atenção durante uma viagem é a alimentação. Os problemas gastrointestinais, como intoxicações e infecções, podem interromper o passeio antes mesmo que os viajantes cheguem ao seu destino. “Para viagens de carro, recomenda-se evitar o consumo de alimentos pouco saudáveis nas paradas de estrada. O ideal é levar, por exemplo, sanduíches que podem ser preparados na véspera da viagem, embalados com papel laminado e mantidos na geladeira antes de serem armazenados para o transporte”, disse.

O médico lembra que as pessoas que têm como destino as praias, devem ter cuidado com a pele e abusar do protetor solar. “Outras medidas, como realizar exames de rotina, atualizar o cartão de vacinas, levar medicações e receitas são importantes para evitar situações desagradáveis durante a viagem”, destaca o médico.

Queimação no peito é um dos sinais frequentes de refluxo

Está cada vez mais frequente pessoas que reclamam de queimação no peito, azia e a sensação da comida voltando, ao invés do alimento seguir o fluxo normal da digestão. Esses são sintomas típicos do refluxo, uma doença digestiva em que os ácidos presentes dentro do estômago voltam pelo esôfago e causa irritação. O refluxo também pode apresentar sintomas atípicos como a rouquidão, tosse, laringite, bem como a asma.

De acordo com o gastroenterologista, Lucídio Balduíno Leitão, o sintoma mais frequente de refluxo gastroesofágico é a pirose, sensação de queimação no meio do peito vindo do estômago. “Sentir pirose uma vez ou outra não tem problema, mas se ficar muito frequente, duas a três vezes por semana, é a hora de procurar o médico”, ressalta o especialista Lucídio.

O gastroenterologista pontua que o primeiro exame para estudar o refluxo é a endoscopia digestiva alta e destaca, que em alguns casos existe a possibilidade do exame ser normal, nestes episódios o indicado é a pH metria, na qual será avaliado a “acidez” no esôfago por até 24h. “O tratamento geralmente é clínico feito com mudanças de comportamento e medicação. Na falha do tratamento clínico em casos específicos pode ser feito a cirurgia”, destaca Lucídio Balduíno Leitão.

Algumas dicas ajudam a evitar o refluxo, como reservar um tempo para fazer as refeições, além de mastigar os alimentos sem pressa. Mantenha uma rotina alimentar de três em três horas, não coma ingerindo líquidos, assim como praticar atividade física. A última dica do especialista é deitar duas horas após as refeições.

Fisioterapeuta dá dicas para evitar problemas com o uso inadequado da mochila

Na volta às aulas, o peso que será colocado nas mochilas dos filhos deve ser uma preocupação que os pais devem ter. De acordo com a fisioterapeuta, Liana Andrade, o peso e o tipo de mochila utilizado por crianças e adolescentes podem originar sérios problemas de postura, podendo ocasionar lesões músculo esqueléticas e dores de uma forma geral. 

A profissional informa que na mochila não deve ser carregado mais do que 10% do peso corporal. Por exemplo, uma criança que possui 30 quilos não deve carregar mais que 3 kg nas costas. "Vale  ressaltar que além do material escolar o aluno costuma incluir lanches e utensílios pessoais na mochila acarretando um maior peso às vezes desnecessário", alerta a fisioterapeuta. 

Fisioterapeuta Liana Andrade

Ainda segundo Liana Andrade, os cuidados também devem prevalecer na hora da escolha da mochila e na forma de uso. “Quando escolher as mochilas, observe se elas possuem alças largas e acolchoadas, pois elas distribuem melhor o peso por atenderem uma área maior dos ombros e minimizam a sobrecarga sobre os mesmos e devem ser usadas centralizada nas costas e e ajustadas até a linha da cintura”, explica. 

Liana Andrade explica ainda que as mochilas com rodinhas também são ótimas alternativas, desde que também respeitem a carga de no máximo 10% do peso corporal e que se alterne o lado de puxar a mochila para que não gere lesões. Uma outra sugestão da especialista é que poderia ser adotado pelas escolas armários para que os estudantes pudessem guardar o material  na própria escola. "Essa seria uma alternativa interessante para que os estudantes levassem menos material nas mochilas", completa. 

Estudos revelam que dinheiro traz felicidade, sim!

A máxima de que dinheiro não traz felicidade está equivocada, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) e obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Quanto mais alta a renda do brasileiro, maior a pontuação no ranking de satisfação. Os entrevistados que recebiam até R$ 1.200 por mês – a faixa de renda mais baixa da pesquisa – tiveram a menor média de felicidade, 7,58 pontos. Na faixa de renda mais alta, pessoas que recebiam R$ 10 mil ou mais mensais, o nível de satisfação subiu para 8,22 pontos.

“Quando você pensa em satisfação com a vida, você leva em conta vários aspectos, subjetivos e objetivos. A questão da renda é muito importante, é bastante tocada nas pesquisas de bem-estar no mundo inteiro. Quanto maior a renda, a média de felicidade é mais alta”, confirmou Viviane Seda, coordenadora da sondagem no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Na pesquisa da FGV, a média de felicidade foi crescendo conforme a média de renda se ampliava: de R$ 1.200 a R$ 2.600 mensais, 7,77 pontos; de R$ 2.600 a R$ 5.250, 7,94 pontos; e de R$ 5.250 a R$ 10.000, 8,09 pontos.


Fonte: Estadão
Edição: Marcelo Fontenele

Pesquisa diz que relação duradoura depende da mulher se manter calma

Uma pesquisa que acompanhou casais durante mais de dez anos, revela que uma relação duradoura depende da capacidade da mulher em se manter calma. Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, analisaram vídeos de 80 casais, na faixa dos 50 anos, tendo as famosas "DRs" - discutindo a relação. A partir das imagens, gravadas ao longo 13 anos, os cientistas identificaram o ponto em que o homem e a mulher ficavam mais bravos e quanto tempo eles demoravam para se acalmar. Segundo a pesquisa americana, os casais em que a mulher se acalmava mais rápido declararam ter casamentos mais felizes. Pela internet, a pesquisadora Lian Bloch, da Universidade de Berkeley, explicou: "As mulheres que se acalmavam mais rápido conseguiam expressar os sentimentos com mais clareza e, assim, sugerir soluções para os problemas do casal”. “Um dos principais problemas do casamento hoje em dia é que o homem meio que adivinha o que a mulher pensa. A mulher adivinha o que o marido quer e nessa adivinhação ocorre muita falta de comunicação”, explica Cyntha Ladvocat, terapeuta familiar.

 

Fonte: Globo
Edição: Marcelo Fontenele

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