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Médico do esporte dá 7 dicas para a prática de corrida

Todo mundo hoje vive correndo, não é verdade? Mas não aquela corrida que faz bem ao corpo e sim o corre corre da vida que muitas vezes nos afasta das atividades físicas essenciais para a nossa saúde. Correr faz bem em todas as idades, traz benefícios desde as crianças a idosos, mas correr sob o sol escaldante de Teresina requer mais cuidados. O blog VIDA conversou com o endocrinologista e Médico do Esporte, Dr. Júlio Sampaio. Ele nos passou importantes dicas sobre a corrida nos seguintes aspectos: correr para perder peso e correr para viver melhor. Confira:

1 – Ajuda a emagrecer
Correr proporciona uma aceleração do metabolismo, que gera uma queima de calorias eficaz. Por conta do aumento do metabolismo, mesmo após horas após o exercício, seu organismo ainda estará queimando gorduras.


2 – Previne e trata a osteoporose
A osteoporose é a perda da massa óssea, que geralmente está associada com a idade e com a deficiência de cálcio. Com a corrida, há um estímulo à formação da massa óssea, prevenindo lesões. Isso acontece por ser um esporte de impacto.


3 – Melhora a resistência muscular
A corrida é uma atividade excelente para aumentar a quantidade de contrações por um período maior, principalmente, por movimentar quase todos os membros inferiores, como é o caso dos quadríceps, glúteos, panturrilha, entre outros.


4 – Reduz os níveis de colesterol no sangue
Esta vantagem é uma consequência do emagrecimento que a corrida oferece ao praticante. Este benefício está altamente relacionado com o próximo e surpreendente item.


5 – Melhora a capacidade cardiovascular
Assim como a redução do colesterol, a corrida fortalece o miocárdio, auxilia no controle da hipertensão arterial e melhora a circulação sanguínea. Ao correr, você estará oferecendo ao seu organismo um aumento na quantidade de sangue e, como consequência, uma quantidade maior de nutrientes e oxigênio para as células. Sabe o que essas melhorias também previnem? O risco de doenças cardíacas!


6 – Desenvolve a capacidade respiratória
Não menos importante, correr auxilia no fortalecimento do diafragma e dos músculos intercostais. Isso faz com que a absorção do oxigênio pelos brônquios aconteça de uma melhor forma, controlando o ritmo de sua respiração.


7 – Alivia o estresse e a tensão
Não só de benefícios físicos a corrida vive. O emocional também é afetado positivamente por essa atividade física – correr libera endorfina, aquele hormônio importante para nosso bem-estar. É claro que a endorfina não é exclusiva da corrida: qualquer outra atividade física pode liberar este hormônio e causar esta sensação favorável. Mas o médico Júlio Sampaio lembra também que toda atividade física deve ser acompanhada por um especialista. Lembrando que o médico traz o primeiro laboratório esportivo da capital. Pra saber como anda seu metabolismo e a sua resistência para as atividades físicas.

Dra. Daniela Facci e Dr. Júlio Sampaio

ATENÇÃO!
E em Teresina, onde a prática da corrida se tornou comum, a dermatologista Daniela Facci, lembra que, em função das altas temperaturas mesmo no início da manhã e no final do dia, é necessária a devida proteção solar. “Para evitar manchas e lesões de pele, os corredores, sejam atletas ou profissionais, devem usar fotoprotetores de forma contínua. Além disso, a utilização de roupas e acessórios com proteção UVA e UVB é essencial para proteger de forma segura a pele”, orienta a médica.

"Tio Francisco" fará festa beneficente para portadores de HIV

O jovem Francisco Garcia, que descobriu recentemente ser portador do vírus HIV, resolveu transformar o limão em limonada - como ele mesmo diz! Ele decidiu andar pelo país realizando palestras gratuitas aos jovens sobre o sexo seguro, o que é o HIV e como se prevenir. Ele já fez palestras e rodas de conversas em Teresina, mas vai voltar com outro trabalho. Desta vez, para ajudar o Lar da Esperança, que atende pacientes com HIV/AIDS e é mantido exclusivamente por doações. Para isso, ele e um grupo de voluntários vão realizar uma Balada Beneficente no próximo dia 28 de setembro, na boate Nordx (boate alternativa). A entrada vai custar R$ 15,00 e 1 quilo de alimento não perecível. As doações serão entregues na sede do Lar da Esperança, em Teresina, que é coordenado pela Graça Cordeiro. Até o momento, duas atrações já foram confirmadas: Torii Huang (ex participante do The Voice Brasil) e o DJ Miltex.

Francisco Garcia (@fgnico)

 

O jornalista Francisco Garcia foi apresentador na TV  Rio Balsas, filiada da Rede Globo. Ele mora em Balsas, no Maranhão. É digital influencer com mais de 180 mil seguidores no instagram (@fgnico). Ele se tornou conhecido pelas postagens de fotos e vídeos, mostrando coisas simples do cotidiano. Além disso, realiza há muito tempo várias mobilizações sociais. O jovem possui alto poder de sensibilidade e, com um olhar apurado, mostra valores. Valores humanos! Francisco já passou por várias cidades com suas palestras sobre o vírus HIV, que atraem centenas de jovens. A proposta é viajar pelo Brasil formando multiplicadores de conhecimento para combater a transmissão do vírus. Nas suas redes sociais, Francisco Garcia já anunciou fazer palestras em municípios do interior do Piauí. Detalhe: Ele não cobra nada por isso. Só pede apoio do poder público e da comunidade, com hospedagem, alimentação e combustível. 

Grupo altoense se mobiliza no combate ao suicídio

O grupo filantrópico "Altos à Favor da Vida", liderado pela psicóloga Djacira Vieira, vai realizar mais um grande evento de conscientização no município. Será uma Mesa Redonda com profissionais de diferentes áreas sobre a prevenção do suicídio. A proposta é utilizar o conhecimento para que se possa mudar a realidade que afeta muitas famílias piauienses. Altos é uma das cidades que registram grande número desse problema. A Mesa Redonda vai acontecer no próximo sábado, dia 22, à partir das 14h, no auditório Alberto Barbosa. A entrada é gratuita!

Depressão e ansiedade são doenças de pessoas fortes

Depressão, ansiedade, baixa autoestima ou outros transtornos de personalidade são doenças que causam silêncio - tanto para quem sente na pele quanto para quem está próximo de alguém nessa situação. "Temos medo de falar sobre saúde mental, independente de estarmos ou não com alguma questão. Vejo que as pessoas têm receio de admitir que precisam de ajuda. Ter depressão no Brasil para muitos ainda é motivo de vergonha. Com isso, quem tem não se sente confortável para conversar sobre o assunto. E quem está de fora, por não ter conhecimento, julga", explica a terapeuta transpessoal, Wanessa Moreira. Uma das razões para essa realidade, de acordo com a especialista, se dá pelo fato que vivemos em uma sociedade em que se tem a ideia de que é necessário ter uma vida perfeita para se ter valor perante os outros. "Entendemos que para ser aceito e reconhecido é necessário negar qualquer sentimento negativo, como se não fosse permitido transparecer fraquezas, pois quem tem fraqueza não tem valor" explica.

O problema é que por mais que exista um incômodo em falar sobre questões de saúde mental, aqui no Brasil tem muita gente que passa por isso. A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que aproximadamente 5,8% da população brasileira sofre com depressão. Essa porcentagem representa em média 11,5 milhões de pessoas. É quase o equivalente à quantidade de pessoas que moram no município de São Paulo. Em relação à América Latina, o Brasil domina o ranking com a maior incidência de depressão. Quando o assunto é ansiedade, o Brasil também se destaca. Segundo a OMS, cerca de 9,3% da população sofre com essa condição, o que representa 18,6 milhões de pessoas convivendo com o problema.

Números como esses são preocupantes, não apenas por haver uma grande quantidade pessoas lidando com essas condições sem que a gente perceba, mas também pelo fato de que temas relacionados à saúde mental ainda são negligenciados - seja por não falarmos a respeito e até por não haver investimento suficiente na saúde pública para tratar do assunto. O Atlas da Saúde Mental 2017 da Organização Mundial de Saúde mostra que, de forma geral, em todos os países, faltam investimentos em saúde mental. Em localidades de renda baixa e média, como o Brasil, os gastos governamentais não chegam a 1 dólar per capita.

 

Fonte: Minha Vida

Edição: Marcelo Fontenele

A diferença entre fisioterapia convencional e fisioterapia clínica

A fisioterapia convencional

A fisioterapia convencional é aquela que utiliza recursos generalistas e básicos no atendimento ao paciente, como o Tens, Ultrassom e Ondas Curtas, com poucos exercícios manuais e sem diferenciar os subgrupos de origem de dor. De modo genérico, todos são tratados com os mesmos recursos, mesmo que a origem ou o tipo de dor seja diferente. É importante que os planos de saúde passem a acatar as consultas, solicitações de exames e indicações terapêuticas de fisioterapeutas. Isto ocorre ao arrepio dos interesses sociais, aliado à política remueratória defasada, dificulta a população de receber uma atenção mais resolutiva. Tal prática obriga um grande numero de profissionais a administrar uma multiplicidade de pacientes em atendimentos simultâneos, o que leva à desassistência e ao descrédito. Some-se ainda ao desrespeito das operadoras ao acatamento das prescrições fisioterapêuticas, prestação e remuneração de de consultas e solicitação de exames complementares necessários à elaboração do diagnóstico cinesiológico funcional de cada paciente/cliente.

A fisioterapia clínica

O enfoque de Fisioterapia Clínica visa desenvolver/administrar os conhecimentos diagnósticos, propedêuticos e terapêuticos de forma articulada, favorecendo o estabelecimento de uma prática profissional autônoma, com alta resolutividade, propiciando o melhor resultado no menor prazo possível, na atenção ao paciente/cliente. A prática profissional nos moldes da Fisioterapia Clínica é praticada hoje por uma elite de profissionais fisioterapeutas no Brasil, que fugiram do lugar comum e especializaram-se e adquiriram competências clínicas assistenciais mais complexas e avançadas, sobretudo em outros países. Destacamos a necessidade de implantar-se os avanços tecnológicos, desenvolver procedimentos  de emergência e reanimação em UTIs, serviços de emergência, clínicas e consultórios, realização de exames complementares, tais como baropodometria, ultra-sonografia cinesiológica e outros. Trata-se pois do exercício profissional em bases de plena autonomia, com a obtenção de resultados assistenciais expressivos dentro da ética e dos princíos das boas práticas profissionais.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Fisioterapia
Edição: Marcelo Fontenele

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