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Nova modalidade queima mais calorias em menos tempo

Que Teresina é conhecida como referência Norte e Nordeste na saúde, não é novidade. O que se observa é que as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a saúde da mente e do corpo. Os calçadões das principais avenidas lotados de pessoas fazendo caminhada, bike ou corrida reforçam isto. O mesmo se observa nas academias, bastante procuradas pela comunidade. Essa alta demanda em busca do corpo ideal e de mais qualidade de vida, acabou trazendo uma grande franquia para o Piauí. A empresa lançou, nesta semana, uma atividade que é tendência nos países de primeiro mundo. É o "20 Minute Workout" (inspirado no modelo High Intensity Interval Training ou Treino Intervalado de Alta Intensidade - HIIT), que consiste em exercícios de alta intensidade e curta duração. A aula inaugural foi ministrada por meio de vídeoconferência pela instrutora Ana Sara Pimentel e por Chalane Coelho. A atividade, implementada há pouco tempo no Brasil, foi criada pelo americano Brett Hoebel, um profissional renomado internacionalmente, especialista em fitness e ex-treinador do sucesso na TV americana “Biggest Loser”. A modalidade consiste em sequências de 30 a 50 segundos de exercício intenso (próximo ao limite), utilizando apenas o peso do seu corpo. O objetivo do 20 Minute Workout é melhorar o condicionamento físico e promover um bom gasto calórico durante e após o treino.

 

Os benefícios da 20 Minute Workout:

Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de New South Wales, na Austrália, comprovou que, ao longo de 15 semanas, mulheres que realizaram esta atividade por 20 minutos ao dia, três vezes por semana, perderam 2,5 kg a mais de gordura subcutânea do que as que fizeram treinos de 40 minutos de bicicleta a 60% da capacidade vascular. Outras investigações científicas ainda relacionam a modalidade ao aumento da capacidade de oxigenação do sangue, redução do nível de glicose em pessoas diabéticas, melhora do sistema cardiovascular e consequente redução do risco de infarto, aumento significativo do desempenho tanto aeróbico quanto anaeróbico do organismo e, ainda, redução de alguns sintomas do Mal de Parkinson.

Quantas calorias queima?
O gasto calórico médio da 20 Minute Workout é de 233 kcal. Entretanto, esse número pode variar dependendo do peso, organismo e nível de esforço de cada aluno. Apesar de parecer baixo comparado a outras aulas de aeróbico, como o jump (gasto médio de 600 kcal), spinning (500 kcal) ou a queridinha Zumba (1.000 kcal), a modalidade ainda assim se mostra mais vantajoso por duas razões: em primeiro lugar, estudos comprovaram que ele é capaz de queimar mais gordura gastando menos calorias e sem eliminar massa magra. Além disso, o treino de alta intensidade promove uma grande queima calórica após o fim do exercício, que pode se estender por horas, já que o metabolismo demora a voltar ao seu estado de repouso.

Algumas doenças dão direito à isenção do imposto de renda

Portadores de determinadas doenças têm direito à isenção do Imposto de Renda, desde que seus rendimentos sejam por aposentadoria, pensão ou reforma – não importando o valor recebido. A isenção do imposto de renda para pessoas portadoras de doenças graves é uma maneira de compensar o aumento das despesas com remédio e tratamentos dispendiosos. Confira a lista divulgada pelo Senado Federal:

a) AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)

b) Alienação Mental

c) Cardiopatia Grave

d) Cegueira

e) Contaminação por Radiação

f) Doença de Paget em estados avançados (Osteíte Deformante)

g) Doença de Parkinson

h) Esclerose Múltipla

i) Espondiloartrose Anquilosante

j) Fibrose Cística (Mucoviscidose)

k) Hanseníase

l) Nefropatia Grave

m) Hepatopatia Grave

n) Neoplasia Maligna

o) Paralisia Irreversível e Incapacitante

p) Tuberculose Ativa

Os trâmites burocráticos de como ter acesso ao benefício, você confere neste link: http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/isencoes/isencao-do-irpf-para-portadores-de-molestia-grave

 

 

Psicóloga explica como lidar com ciúmes de amizade

Artigo escrito pela psicóloga Thaiana Brotto (CRP 06/106524)

 

Dizem que o ciúme é ‘normal’ e que é até o tempero do amor. Em pequena quantidade pode até ser também tempero da amizade. Mas o que vemos comumente são pessoas “destemperadas” por causa desse sentimento. E quais as consequências que o ciúme pode trazer: insegurança, dúvida, aflição, desentendimentos, brigas e até o fim de um bom relacionamento. Você se incomoda se seu melhor amigo fizer novos amigos? Será que é possível controlar o ciúme dentro do círculo de amizades? Como administrar esse sentimento?


1 – Trabalhe sua autoestima

Muitas vezes, por trás de uma cena de ciúme está algo mais profundo. Bem no íntimo do ciumento pode estar escondido o sentimento de ‘não ser bom o suficiente’. E por isso a insegurança de ser trocado ou deixado de lado por uma nova amizade. O resgate de sua autoestima é imprescindível para acalmar seu espírito. Se dê conta de suas qualidades como pessoa e como amigo para se sentir mais seguro. Assim você vai conseguir se relacionar de forma mais saudável com suas amizades.

2 – Acabe com a possessão

Outro sentimento que pode estar escondido a trás do ciúme é o sentimento de posse. – Ele é MEU amigo! – Você pensa. E por causa da posse começa uma competição, mesmo que seja só na sua cabeça, para medir quem é a melhor pessoa para ter a posse do amigo. E essa disputa interna de posse da amizade pode te fazer dizer coisas ou ter atitudes que as pessoas, incluindo o seu amigo, não vão entender. Considere ainda a problemática de enxergar seu amigo como uma ‘coisa’ de sua propriedade. Não é lisonjeiro para ninguém ser visto dessa forma. Para se livrar desse sentimento ruim comece se libertando dessa prisão. Não há disputas e ninguém quer levar seu amigo embora. Não esqueça que não somos donos das pessoas. Elas são livres para ir, caso queiram. Mas é muito bom, quando mesmo podendo ir, elas escolhem ficar conosco. Então, seja um amigo para quem as pessoas desejem voltar.

3 – Aumente seu círculo de amizades

Seja gentil com os amigos de seus amigos. O apreço, a consideração, o carinho são tesouros inesgotáveis. Portanto, não você não precisa economizar. Pense em oferecer sua boa amizade para novos amigos. Se abra para conhecer gente nova. Você verá o quanto isso acrescentará em sua vida. Deixe também seu amigo livre para novas amizades. Dessa forma, você e seu amigo poderão também compartilhar um com outro os novos amigos. E assim aumentar suas redes de amizades. Isso não enfraquecerá os laços fraternos que os unem, ao contrário, os fortalecerá.

4 – Diálogo resolve tudo

Talvez você não esteja pronto para confessar seu ciúme para seu amigo. Mas com certeza te faria muito bem compartilhar esse sentimento com alguém. Em especial alguém que possa te auxiliar a resolver aqueles sentimentos mais profundos, escondidos no seu interior. Escolha alguém de sua confiança. Mas o melhor mesmo é buscar uma ajuda profissional. Sentimentos que não se gerenciam bem saem do controle. E a ajuda de um psicólogo pode te ajudar a entender o que de fato está desencadeando seu ciúme para saber como lidar com ele.

Psicólogos começam a tratar viciados em whatsapp

Quando o aplicativo foi bloqueado muita gente entrou em pânico por não poder enviar e receber mensagens. Em algumas pessoas, a aparente irritação escondia um problema maior: o vício no WhatsApp. O perfil das pessoas dependentes do app de conversas, segundo os psicólogos, é de jovens de 18 a 30 anos. Eles estão em época de estudos ou no ápice de suas carreiras profissionais e o vício no aplicativo pode comprometer seu desempenho. “As pessoas substituem e perdem coisas da rotina para ficar usando o app”, afirma a psicóloga do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (NPPI) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Ana Luiza Mano. “Eles deixam de dormir, faltam na escola e no trabalho". 

Os estudos têm revelado que, por trás do vício em tecnologia estão fobias e transtornos psicológicos. É o caso do “fomo” (medo de estar perdendo algo, em inglês) e da nomofobia (junção da expressão “no mobile” e fobia, ou seja, medo de ficar sem celular). A dependência da tecnologia quase sempre também está ligada a outros distúrbios psicológicos, como depressão, ansiedade e compulsão. “Esses problemas acabam gerando um ‘vazio’ e as pessoas tentam preencher esse ‘buraco’ de maneira exagerada”, diz Ana Luiza.  

O tratamento
Como muita gente ainda não está ciente de que usa de maneira exagerada o WhatsApp, o número de pessoas que procuram tratamento ainda é mínimo. Entre os principais sintomas do vício no app está a necessidade de checar continuamente as notificações e de responder imediatamente as mensagens. Há diversos tratamentos para a dependência digital: Desde um simples “detox” digital ou até mesmo terapia em grupo e com aconselhamento médico. No Hospital das Clínicas, por exemplo, o usuário passa por uma triagem para diagnóstico da dependência em tecnologia. Em caso afirmativo, ele inicia um programa de 18 semanas, no qual psicólogos avaliam a origem e nível do vício. De acordo com a avaliação, a pessoa pode ser encaminhada para um psiquiatra para tratamento ou, simplesmente, continua no grupo para receber uma educação digital.

 

Por: Marcelo Fontenele (com informações do jornal Estadão)

Chikungunya traz menos riscos para gestantes

Diferente da zika, se uma mulher grávida é contagiada pelo vírus Chikungunya, ela não transmite a doença ao bebê, salvo que se encontre nos dias prévios ou no momento do parto e pode, nesse caso, infectar ao recém-nascido. O ano começou e a guerra contra o mosquito Aedes aegypti continua. Diferente do que aconteceu em 2016, quando houve um surto de casos de Zika vírus, este ano a preocupação das autoridades de saúde é com o Chikungunya. As duas doenças, assim como a Dengue, são transmitidas pela picada do mosquito. A semelhança de sintomas entre as três doenças é grande, mas a chikungunya se destaca pela intensidade das dores nas articulações. Com a dengue, é preciso tomar muito cuidado, porque mata. A zika faz muito mal às gestantes, que têm um risco ter seu bebê com microcefalia. A chikungunya tem um acometimento muito intenso. Não é uma doença que mata a pessoa, mas incapacita. O especialista em reprodução humana, Anatole Borges diz que muitas mulheres que estão planejando engravidar confunde os sintomas das doenças e que a zika é o principal temor. “Um estudo recente divulgado pela Universidade de Brasília mostra que mais da metade das brasileiras que planejam ter um bebê tem evitado a gravidez por causa do vírus zika, mas muitas também tem medo da Chikungunya. Diferente da zika, se uma mulher grávida é contagiada pelo vírus Chikungunya, ela não transmite a doença ao bebê, salvo que se encontre nos dias prévios ou no momento do parto e pode, nesse caso, infectar ao recém-nascido. O vírus da Chikungunya não é transmitido pelo leite materno”, frisou 

À diferença da dengue, que também é transmitida pelo Aedes aegypti, a Chikungunya provoca febre mais alta e maiores dores articulares, e quem já sofreu dessa doença gera anticorpos que a protegem por toda da vida contra essa doença. Com frequência, a Chikungunya passa despercebida ou é diagnosticada como gripe comum, ou é confundida com a dengue, ainda que um exame específico possa confirmar o seu diagnóstico. Para as futuras mamães, o zika representa risco muito maior. “Além da microcefalia, que tem relação comprovada com o Zika, um estudo recente da Fiocruz constatou que 39,2% das grávidas infectadas com o vírus tiveram bebês com alterações neurológicas e 7,2% das gestações não chegaram ao fim, totalizando 46,4% de desfechos adversos”, alertou o médico. Para Anatole é importante saber diagnosticar qual dos vírus transmitidos pelo Aedes aegypti. “A confusão entre os diagnósticos pode ser perigosa para os pacientes, porque as doenças exigem tratamentos diferentes”, ressaltou.

 
Como se prevenir

- Não deixe água limpa se acumular em sua casa ou quintal. Isso inclui vasos de plantas, móveis e enfeites em áreas externas. Fique de olho em poças d'água que se formam após a chuva
- Use roupas claras e, de preferência, mangas e calças longas
- Usar roupa comprida que evite a exposição da pele.
- Utilizar repelentes tanto na pele como na roupa.  
- Utilizar telas protetoras nas janelas e mosquiteiros nos carrinhos do bebê e no berço. 
- Evitar colônias e perfumes que atraem aos mosquitos.

 

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