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A importância da água e como conseguir tomar 2 litros por dia

Cerca de 60% do nosso corpo é composto por água. Esse líquido precioso é fundamental para manter o sangue em circulação, controlar a temperatura e permitir inúmeras reações químicas que ocorrem a todo instante no organismo. Entanda a importância da água no nosso corpo:

Musicoterapia melhora a dor em pacientes com câncer

Uma revisão assinada pela Universidade Drexel, nos Estados Unidos, atesta que sessões de musicoterapia melhoram o humor, a ansiedade e o controle sobre a dor em pessoas com câncer. Já especialistas da Universidade da Dakota do Norte, também em terra americana, notaram seu potencial na reabilitação de pacientes com derrame. E em Taiwan se observou que a técnica eleva a qualidade de vida de quem passa por tratamento contra a insuficiência renal.


Efeito sobre o cérebro
A música ativa diversas regiões da massa cinzenta, como o hipotálamo, que regula a temperatura, o apetite e o estado de ânimo, bem como o tálamo, que interpreta os sentidos, e o hipocampo, que guarda a memória. Ainda atua nos lóbulos parietal, temporal e frontal, estimulando funções cognitivas.

A sensação de bem-estar
As melodias, quando bem selecionadas pelo terapeuta, tiram o foco do problema, acionam neurotransmissores relacionados ao prazer e ainda promovem a liberação de endorfina, nosso analgésico natural.

Relaxamento total
A musicoterapia propicia uma quebra na tensão muscular que domina o corpo de quem vive ansioso ou deprimido com alguma situação ou doença. Assim, o indivíduo se sente mais disposto a seguir em frente e aceitar todo o tratamento.

Coração mais plácido
O método trabalha o ritmo da respiração, tornando-o mais cadenciado, e equilibra os batimentos cardíacos. Tudo isso auxilia a controlar o estresse que se abate sobre o organismo e incentiva a recuperação.

CEIR realiza o 7º Carnaval da Inclusão

Seguindo a tradição, o Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) realiza a sétima edição do Carnaval da Inclusão. A folia começou na manhã de hoje e prossegue durante à tarde, à partir das 15h. 

Veja quem vai se apresentar:
 
- Rei e Rainha do Carnaval de Teresina
 
- Rei e Rainha da Acessibilidade
 
- Rei e Rainha Mirim
 
- Rei e Rainha da 3ª Idade
 
- Escola de Samba Brasa Samba
 
- Concurso do Rei e Rainha dos Colaboradores

Educador físico inclui crianças autistas no Parkour

Você já ouviu falar em Parkour? Pois saiba que a modalidade é um treino de transposição de obstáculos do seu ambiente, como escalar muros, equilibrar em corrimãos, ou saltar sobre vãos. Porém, mais do que isso, é a incessante busca pelo desenvolvimento da autonomia de nosso corpo e mente sobre os desafios do cotidiano. Aqui em Teresina, o educador físico e instrutor de Parkour, Franklin Júnior, faz um trabalho muito interessante nesta área com crianças autistas. O blog VIDA foi atrás dele que, gentilmente, nos concedeu entrevista.

MARCELO FONTENELE - Geralmente, o Parkour é visto como esporte que exige muita resistência física, flexibilidade e que é praticado por atletas. Como nasceu a ideia de levar a modalidade para crianças com problemas neurológicos?

FRANKLIN JÚNIOR - A idéia para incluir o parkour para crianças com probelmas neurológicos foi basicamente que a minha filosofia é que todos podem praticar a atividade. Após 1 ano dando aula para crianças e adolescentes, percebi uma grande mudança no estilo de vida e no comportamento das mesmas. Foram vários os relatos de agradecimento das mães. Uma dia, uma mãe me relatou a história de seu filho autista, até então eu nunca tinha dado aula para um autista. Era algo novo e sabia que se a criança se adaptasse aos movimentos, aquilo iria chamar sua atenção. Assim, poderíamos progredir nos objetivos que a mãe queria. Desde então ja passaram por mim cerca de 30 crianças que possuem autismo. 


MARCELO FONTENELE - Como eles reagem às aulas?

FRANKLIN JÚNIOR - Cada criança reage diferente. Depende do nível do espectro. Algumas são agitadas e tem problemas de concentração e equilíbrio, outras são mais lentas e possuem pouca coordenação motora. Mas a maiora gosta dos desafios corporais que proporciono a cada aula. É uma felicidade enorme após o desafio ser concluído.


MARCELO FONTENELE - Quais as evoluções que você observa nas crianças?

FRANKLIN JÚNIOR - Melhora da interação social, afetivo-social, equilíbrio, coordenação motora, agilidade, ganho de força no tônus, fortalecimento de pernas, braços e mãos que ajuda na hora da escrita, concentração durante a atividade e o olhar fixo.


MARCELO FONTENELE - O que os profissionais de saúde falam à respeito da sua iniciativa?

FRANKLIN JÚNIOR - Terapeutas ocupacionais, psicólogas, fisioterapeutas que me conhecem indicam a atividade para seus clientes, na expectativa de acelerar o processo de seus trabalhos ou como um complemento do tratamento.


MARCELO FONTENELE - Como é a logística das aulas?

FRANKLIN JÚNIOR - A aula dura 50 minutos. Recomendo para os pais que matriculem a criança pelo menos 3 vezes na semana para que os resultados sejam atingidos rapidamente. 


MARCELO FONTENELE - E os pais, como se sentem ao ver os filhos no Parkour e se integrando às outras crianças?

FRANKLIN JÚNIOR - Eles adoram ver seus filhos superando seus limites corporais, vibram a cada salto, a cada caminhada sem cair da pista de equilíbrio.

As seis profissões que mais sofrem com depressão

A pesquisa é de 2016 e foi divulgada agora pelo Ministério da Previdência Social. Somente no ano passado, 75.300 trabalhadores foram afastados por causa da depressão. 37,8% deles tiveram direito ao auxílio-doença por causa de episódios recorrentes. A estimativa é que este número seja maior, já que existe o risco de subnotificações, por conta da dificuldade de comprovar o papel do ambiente de trabalho na ocorrência de episódios depressivos. O Ministério da Previdência elencou as seis profissões onde os trabalhadores mais sofrem com a depressão: Controladores de voo, profissionais da área de segurança, juízes, jornalistas, médicas e pessoas ligadas ao mercado financeiro.

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