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Cirurgia a laser é eficaz para acabar com dor nas costas

Um moderno procedimento cirúrgico a laser tem sido a solução definitiva para quem sofre de dores nas costas. Segundo o Ministério da Saúde, pelo menos 30% da população brasileira sofre desse mal. A cirurgia é pouco invasiva, rápida e o alívio da dor é imediato. A diferença da cirurgia a laser para a tradicional, é que ela é menos invasiva: sem cortes e sem sangramento. O procedimento dura cerca de 40 minutos. Muitos pacientes voltam para casa no mesmo dia e caminhando. 

 

 

O neurocirurgião, Marcelo Perocco, explica que a cirurgia é indicada para quem sofre de hérnia de disco e artrose. Cada disco funciona como um amortecedor das vértebras. Como avanço da idade, o disco perde a elasticidade e pode romper, comprimindo os nervos. O laser promove uma lesão térmica no disco e esse disco tem condição de ser aspirado pela sonda, tirando a compressão que ele está fazendo em cima do nervo. O alívio é imediato porque à partir do momento que o nervo para de ser comprimidido, ele para de doer.

Internações por acidentes de motos mais que dobram em cinco anos

 

O governo federal apresentou durante reunião com governadores nesta quinta-feira (30/7), em Brasília, uma proposta de plano de ação nacional para o enfrentamento das mortes em decorrência da violência no trânsito. O encontro, promovido pela Presidência da República, reforçou a importância de aumentar a segurança nas vias e rodovias e, consequentemente, reduzir mortes e sequelas de acidentes de trânsito, principalmente com motociclistas. Em 2013, 51,8% de todas as internações por acidentes de transporte em hospitais estavam relacionadas a motocicletas.

O plano Segurança no Trânsito em Defesa da Vida envolvesete ministérios e está dividido em dez eixos. O eixo Gestão prevê a articulação integrada entre as três esferas de governo. Sobre Informação, a proposta é promover a integração das informações de trânsito dos vários órgãos responsáveis. As medidas abrangem, ainda, projetos de lei como o que permitiria a aquisição de motos somente por condutores habilitados. Já no eixo Educação, o objetivo é ampliar a capacitação dos agentes de trânsito.

 

 

“Nas urgências, nos hospitais de traumas e nas unidades de reabilitação estamos acompanhando uma crescente demanda de pacientes vítimas de acidentes de motos. Precisamos de uma ação nacional, envolvendo diversos setores da sociedade e do poder público, para barrar essa epidemia de mortes e traumas”, afirmou Chioro. Segundo o Sistema de Informação Hospitalar, foram registradas, em 2013, mais de 169,7 mil internações por conta de acidentes no trânsito, sendo as motos responsáveis por 88 mil delas – um crescimento de 114% em cinco anos.

O plano está sendo elaborado conjuntamente pelos ministérios da Saúde, Cidades, Justiça, Trabalho e Emprego, Previdência, Educação e Transportes – coordenados pela Casa Civil. A proposta foi apresentada aos governadores com o objetivo de destacar a necessidade da participação dos estados na coordenação de ações e mobilização intersetorial e da sociedade para reduzir a violência no trânsito.

“No eixo Fiscalização, a ideia é intensificar as ações, priorizando aspectos como a mistura álcool/direção, excesso de velocidade, uso dos equipamentos obrigatórios de segurança, habilitação válida e condição segura do veículo”, explicou o ministro.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2014, 24% dos motoristas do Brasil dizem associar ou já ter associado álcool e direção. Ainda segundo a PNS, metade da população (49,8%) admite nem sempre usar o cinto de segurança no banco de trás dos veículos. Nas áreas rurais do país, 41% afirmam que nem sempre usam capacete quando estão na garupa das motos.

As medidas devem abordar, ainda, Comunicação, Participação social, Infraestrutura, Novas Tecnologias e Atenção às Vítimas. “Para a Atenção às Vítimas, daremos destaque a importância do SAMU e das UPAs, para garantir o resgate de urgência e o serviço de atendimento às vítimas de trânsito”, ressaltou Chioro.

Os gastos do SUS com acidentes de motos foram de R$ 112,9 milhões - uma fatia de mais de 49% do total investido para tratar sequelas de acidentes de trânsito. De acordo com os dados mais recentes do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, 42,2 mil pessoas morreram no Brasil por conta de acidentes de trânsito em 2013, sendo 12.040 envolvendo motocicletas.

Conferência Global – A segurança no trânsito será debatida este ano em Brasília por 1,5 mil participantes de cerca de 150 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) na “2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito – Tempo de Resultados”. O evento, marcado para os dias 18 e 19 de novembro, terá entre seus objetivos avaliar o andamento das iniciativas para redução das mortes e lesões ocorridas no trânsito em todo o mundo em meio à Década de Ação para a Segurança no Trânsito 2011-2020.

O Brasil, que se voluntariou para sediar o evento, é um dos Amigos da Década - um grupo informal comprometido com o sucesso do plano global cuja meta é salvar cinco milhões de vidas no planeta até 2020 por meio da adoção, pelos países comprometidos, de políticas, programas, ações e legislações que aumentem a segurança nas vias especialmente para pedestres, ciclistas e motociclistas - que correspondem à metade das estatísticas de mortes no trânsito, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Também integram o grupo a Federação Russa, Estados Unidos, Espanha, França, Austrália, Argentina, Costa Rica, Índia, México, Marrocos, Nigéria, Omã, Filipinas, África do Sul, Suécia, Tailândia, Turquia, Uruguai, Organização Mundial de Saúde, Banco Mundial, Comissão Econômica para a Europa, Comissão Global pela Segurança no Trânsito (vinculada à Federação Internacional de Automobilismo) e Parceria Global pela Segurança no Trânsito (Vinculada à Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho).


Fonte: Ministério da Saúde

Acupuntura estimula a fertilidade

O blog VIDA, sempre antenado com o que há de mais atualizado no setor da saúde, encontrou esse texto redigido pelo americano Alison McCook. Ele usou como base artigos científicos sobre o tema e chegou a essa conclusão que pode ajudar muitas mulheres que possuem dificuldades para engravidar. Como fonte de pesquisa, ele utilizou Fertility and Sterility 2002;78:1149-1153. Confira:

 

 

NOVA YORK (Reuters Health) - As mulheres que tentam engravidar podem ser beneficiadas pela acupuntura, informou um estudo. Segundo uma análise da literatura médica, os benefícios da técnica para a fertilidade feminina revelou que pode ajudar a reduzir o estresse, aumentar o fluxo sanguíneo para os órgãos reprodutivos e ajudar a normalizar a ovulação, fatores necessários para ajudar a conceber.

Por isso, as mulheres poderiam acrescentar a acupuntura aos tratamentos contra infertilidade, informou Raymond Chang, da Cornell University e Meridian Medical, em Nova York -- clínica privada que oferece tratamento usando a técnica. Quem tenta ter filhos costuma experimentar várias técnicas diferentes, e a acupuntura "certamente é uma boa alternativa, já comprovada", observou Chang.

Antiga terapia que surgiu na China há mais de 2.000 anos, a acupuntura consiste na inserção de agulhas em pontos específicos do corpo. A teoria da medicina tradicional chinesa diz que esses pontos são conexões com vias de energia (meridianos) que correm pelo corpo, e a técnica ajudaria a manter esse fluxo energético natural.

Muitos estudos anteriores já haviam avaliado os benefícios da técnica quando associada a outros tratamentos de fertilização. Uma dessas pesquisas descobriu que mulheres que incorporam a acupuntura ao tratamento de fertilização in vitro (bebê de proveta) apresentam mais chances de engravidar do que as tratadas apenas com a técnica de reprodução assistida. A fertilização in vitro envolve a coleta de um óvulo, fertilizado pelo espermatozóide de um homem em laboratório. Os embriões resultantes são transferidos para o útero.

Chang observou que um estudo anterior também demonstrou que mulheres que usaram apenas a acupuntura, sem outros tratamentos de fertilização, se mostraram tão propensas a conceber no mesmo prazo do que usuárias de medicamentos para combater problemas de fertilidade. Essa conclusão indica que a acupuntura "pode ser usada sozinha como tratamento padrão", disse o pesquisador à Reuters Health. A equipe de Chang resumiu estudos recentes sobre acupuntura e fertilização na edição de dezembro da revista Fertility and Sterility.

Em relação a explicações ocidentais sobre como a acupuntura poderia afetar a fertilidade, os pesquisadores descobriram que a técnica pode exercer influência sobre centros no cérebro que afetam a ovulação, além de reduzir o estresse. Chang explicou que, como o estresse pode impedir uma mulher de ovular, sua ausência geralmente promove a fertilidade. Essa tendência explica por que mulheres extremamente estressadas geralmente param de menstruar e por que casais geralmente concebem quando estão em viagem ou outras atividades de lazer.

Os pesquisadores também descobriram que a acupuntura pode aumentar o fluxo sanguíneo para os órgãos reprodutivos femininos, oferecendo a eles uma melhor irrigação. Além disso, a acupuntura parece melhorar o revestimento do útero, local ao qual o embrião adere após a concepção. Esse revestimento é como o "solo do jardim", explicou Chang -- se está desnutrido, o embrião não se fixa e a gestação não terá continuidade.

Chang observou que muitas pacientes já estão acrescentando a acupuntura a outros tratamentos para estimular a concepção. "Na minha opinião, cada vez mais as pacientes farão acupuntura porque perceberam que o melhor é tentar de tudo", disse o pesquisador. Apesar das evidências, Chang considera necessário realizar mais pesquisas para analisar os benefícios da acupuntura sobre a fertilidade feminina. Ele lembrou que sua equipe está planejando um teste clínico para comparar mulheres submetidas à fertilização invitro e à acupuntura a outras submetidas somente à fertilização in vitro para determinar se o tratamento milenar funciona como uma técnica adicional.

 

Gripe mal tratada pode gerar complicações

Todo mundo se lembra com um sorriso no rosto da vovó dizendo "cuidado com a friagem, menino! Se esta gripe te pega...". Para as avós e bisavós que testemunharam a gripe espanhola em 1918, uma pandemia causada pelo vírus influenza H1N1 na qual morreram cerca de 3% da população do mundo, não era mesmo exagero se preocupar tanto com a gripe. E não, a gripe não é coisa de idosos e tampouco de antigamente. A gripe atinge a todos e outras epidemias aconteceram (e continuarão a acontecer) depois de 1918. Assim, preocupar-se com gripe é um assunto extremamente atual.

 

 

Em geral, a gripe é uma doença autolimitada, denominação complicada para dizer que ?passa sozinha?. Outra vez, tinha razão a vovó, que receitava chá e cama para as gripes. Hidratação, medicamentos para a febre e para a dor e, alguns dias depois, a gripe vai embora. No entanto, em alguns casos, a gripe pode complicar. Segue aqui uma lista das pessoas e situações com risco aumentado de sofrer complicações da gripe:

pessoas com idade acima de 65 anos
crianças pequenas
pessoas institucionalizadas
gestantes e puérperas
obesos
portadores de doenças cardíacas crônicas (mas não hipertensão arterial)
pessoas com asma
pessoas com diabetes
pessoas com insuficiência renal ou hepática
pessoas com anemia falciforme
pessoas com câncer ou outras imunossupressões
pessoas vivendo com HIV
Pacientes nestas condições devem sempre procurar atendimento médico na suspeita de gripe.

Agora, a pergunta é: como saber se é gripe? Via de regra, a gripe é uma doença aguda, que chega sem aviso prévio, com febre, dor de cabeça, dor no corpo, coriza, mal-estar e tosse. Para as pessoas do grupo de maior risco, é indicado (além do chá e da cama), o uso de medicamentos específicos para a gripe, chamados antivirais. Sabe-se que mesmo usando esses antivirais, algumas pessoas podem precisar ficar internadas, especialmente quando a gripe atinge também os pulmões.

O próprio vírus da gripe pode causar inflamação nos pulmões (pneumonite viral) e pode ainda propiciar o desenvolvimento de outras pneumonias, causadas por bactérias. Em geral, esta é a principal causa de internação e de óbito por gripe. Lembre-se que apenas uma minoria das pessoas com gripe vai ter pneumonite ou pneumonia e apenas uma minoria desta minoria vai morrer. Mas, ainda assim, é importante saber quem deve procurar ajuda médica antes mesmo de ficar grave. Pessoas não listadas acima, mas que cursem com gripe, falta de ar ou quadro que se arraste por mais de cinco a sete dias, também devem procurar um médico.

A arma com a qual a vovó não contava, no entanto, era a vacina. Eficaz e com mínimos efeitos adversos, ela é recomendada, pelo menos, para as pessoas com maior risco de complicações. Para as outras pessoas, receber a vacina não faz mal nenhum e ela deve ser aplicada, se disponível.

Para quem se preocupa com a história de "tomei vacina e peguei uma gripe que me derrubou", é importante saber que a vacina da gripe é feita com um pedacinho do vírus. Um punhadinho de fubá sem o ovo, fermento e manteiga - não há vovó que transforme em bolo. Assim, a vacina da gripe não poderia, ainda que quisesse, causar gripe.

Como qualquer vacina, pode causar dor no local da picada e eventualmente acarretar em febre nos dias seguintes à aplicação. Acontece que se recomenda que a vacina seja aplicada no outono, antes da chegada do inverno, quando os casos de gripe costumam aumentar. Muitas vezes, quando nós somos vacinados para gripe, já há muitos outros vírus respiratórios circulando. Numa coincidência, depois da vacina, um desavisado apanha um resfriado e sai por aí culpando a vacina.


Fonte: Minha Vida

Movimento contra o suicídio mobiliza altoenses nesse sábado

Dezenas de voluntários estão mobilizando para esse sábado (1º/08) um ciclo de palestras com profissionais de saúde para debaterem temas polêmicos e atuais referentes ao suicídio. O evento será realizado à partir das 14h, no Centro Pastoral, no Centro da cidade de Altos-PI, a 38 quilômetros de Teresina. O ciclo de palestras é uma das ações do movimento Altos à Favor da Vida, criado pela psicóloga Djacira Vieira. Ela tem uma pesquisa referente ao assunto, que sempre despertou a atenção da profissional.
 
Todos os palestrantes aceitaram o convite de participar gratuitamente. São eles:
 
* Dr. Benedito Carlos de A. Júnior (doutor em socielogia pela PUC e mestre em educação pela UFPI)
 
* Dr. Mário Raulino Filho (médico, especialista em farmacologia)
 
* Dr. José Olindo Gil Barbosa (Juiz do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher)
 
* Dra. Thátila Britto (psicóloga e presidente do Centro Débora Mesquita)
 
* Dra. Patrícia Carvalho Moreira (psicóloga, antropóloga, musicoterapeuta e Tanatologista)
 
 
 
A atual situação no Brasil, no Piauí, em Teresina e no município de Altos
 
O Brasil ocupa a 8ª posição mundial no número de suicídios. A estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que, a cada ano, pelo menos 12 mil pessoas tiram a própria vida no país. O estudo ainda revela os motivos dos suicídios. Nos países desenvolvidos, as principais causas estão relacionadas ao consumo excessivo de alcool e a depressão. Enquanto que nos países mais pobres, a pressão e o estresse por problemas socioeconômicos provocam o agravo desse problema de saúde pública. O Piauí é o 3º Estado com o maior número de suicídio.
Teresina está em 2º lugar entre as capitais com maior taxa de suicídio do Brasil, só perde para Florianópolis. Os dados são do Instituto SANGARI. Mas, os suicídios acontecem com frequência também no interior. No município de Altos, não existem dados estatísticos sobre esse tipo de morte, mas devido aos sucessivos casos, foi criado o movimento Altos à Favor da Vida para tentar ajudar as famílias a identificarem os sinais de quem tem pensamento suicida.
 
 
 
Rede social é forte aliada do movimento
 
A população de Altos abraçou a causa e participa em peso de todas as ações promovidas pelo movimento Altos à Favor da Vida. Além de carros de som espalhados na cidade e de entrevistas na emissora de rádio, a rede social tem sido uma forte aliada. Várias pessoas mudaram a foto do perfil para essa imagem do girassol, que representa uma luta contra o suicídio. Se você quer entrar na vibe, faça o mesmo. Eu mesmo já alterei a foto do meu perfil. quem sabe juntos ajudamos a diminuir esses índices alarmantes.
 

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