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Cuidados para evitar a impotência sexual

Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia revela que quase a metade dos homens sofre de disfunção erétil (44%). Alguns cuidados podem ser tomados pela ala masculina para evitar o problema. O primeiro deles é dormir bem. Pois estudos comprovam que os pacientes que sofrem de impotência sexual costumam despertar com facilidade durante à noite e demoravam a chegar ao estado de sono profundo. Dormir pouco ainda contribui para o aparecimento de problemas cardiovasculares e a diabetes. Ambos os problemas afetam a ereção.

 

 

Outro alerta é com relação aos fumantes. A Universidade Real de Londres apresentou uma pesquisa que diz que os homens que fumam tem 40% mais chances de sofrer impotência sexual. A explicação está nas substâncias encontradas no cigarro que entopem a microcirculação, afetando também o pênis e a ereção. O diabetes também é fator para a impotência sexual masculina. As artérias do pênis são muito sensíveis às alterações vasculares causadas pela doença. Pelo menos a metade dos homens diabéticos sofrem de disfunção erétil.

 

 

A barriga, pode crer, também contribui para o problema. Isso já foi até comprovado cientificamente pela Escola de Saúde Pública de Harvard, em pesquisa divulgada internacionalmente. Os obesos sofrem mais de impotência por terem o sistema circulatório debilitado. A circunferência abdominal não é a causa direta da disfunção erétil, mas sim as alterações metabólicas decorrentes da obesidade.

 

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Mastologista Luiz Ayrton Santos fala sobre Câncer de Mama no Piauí

ARTIGO

Por: LUIZ AYRTON SANTOS JUNIOR

Médico mastologista – CRM-PI  1683

mastologia@mastologia.com.br

 

Desde os mais remotos documentos humanos, notadamente os papiros egípcios do passado, até os nossos tempos, o câncer de mama é descrito como um flagelo da humanidade, mas bem que já não mais poderia ser. A mama é a parte feminina mais significante, pois é o símbolo da feminilidade, da fertilidade e da maternidade ao longo de toda a história da existência humana. E por que exatamente a mama é acometida do câncer que mais mata as mulheres? Injusta e inexplicável interrogação, entretanto o que sabemos é que, sendo a mama feminina o órgão mais estudado no corpo humano, já estamos compreendendo que podemos ganhar, pelo menos em parte, esta guerra.

Mais de um milhão de mulheres no mundo serão acometidas da doença neste ano. Para o Brasil, esperamos 57.120 casos para 2014 (INCA, 2013) e para o Piauí 560 casos. Morrerão ainda este ano mais de 13.000 mulheres com câncer de mama e mais de 120 homens. No ano passado morreram quase 180 pessoas com câncer de mama no Piauí. E quase 160 brasileiros recebem todos os dias o diagnóstico de um câncer de mama. Mesmo levando em consideração algumas dificuldades de acesso ao diagnóstico e ao tratamento, a sobrevida média mundial da doença, após cinco anos de diagnóstico, chega a 61%.

Das mulheres piauienses que tiverem que enfrentar o espelho com a doença, umas terão boas chances enquanto outras terão chances bastante remotas de cura. Esse disparate é a maior das injustiças sócio-medicinais. Essas últimas mulheres, nem sempre culpadas por essa situação, são o foco de nosso trabalho porque a todos devemos garantir saúde com qualidade e no câncer de mama o diagnóstico e tratamento precoce devem receber os principais olhares.

O tratamento consiste em quimioterapia complementar à cirurgia, mas atualmente muitas mais mulheres são submetidas à quimioterapia antes da cirurgia. Tudo nos leva a crer que no futuro, muito mais do que agora, o tratamento será orientado de pessoa para pessoa, cabendo individualmente a resposta de um determinado individuo diferente do outro. Está na quimioterapia o segredo da cura. Muitas pessoas submetidas à quimioterapia toleram com mais facilidade o tratamento hoje que no passado. Algumas intercorrências ainda são visíveis como conseqüência do tratamento como a queda de cabelos que muitas vezes, ao voltarem a nascer, tem um fio melhor que antes segundo dizem muitas das nossas pacientes.

Temos defendido que o câncer em si não é uma doença mas um ‘estado de espírito’ onde fatores associados de exposição a carcinógenos (produtos que causam câncer) pela intensidade ou pelo período prolongado de exposição e também pela capacidade de defesa de um organismo estão diretamente relacionado com o desenvolvimento da doença e a capacidade que cada um de nós temos para que nosso organismo reaja positivamente a um tratamento.

O movimento Outubro Rosa tem sido vitorioso no nosso país. Claro, guardada certas proporções. As caminhadas envolvendo pessoas na cor rosa ou a iluminação de monumentos são convertidos em movimentos de ganhos sociais, pois as caminhadas fortalecem o ‘lobby rosa’ que é feito junto a deputados e senadores, elaboradores de nossas leis, com o intuito de pontificarmos avanços na luta contra a doença. Podemos citar alguns exemplos dessas vitórias: A Lei da Mamografia, que exige que os gestores ofereçam o exame e atinjam uma cobertura mamográfica nas mulheres suficientes para o diagnóstico precoce e controle da doença;  a Lei da Reconstrução Mamária, extensiva ao SUS e aos planos de saúde, que garantem às mulheres mastectomizadas, que tem seus seios extirpados, poderem reconstruir suas mamas no mesmo ato cirúrgico que a perdem;  Lei dos 60 Dias que obrigam os gestores a garantia do início do tratamento até, no máximo, 60 dias após o diagnóstico e a Lei do Trastuzumab que garante o acesso a essa droga útil em quase 25% dos casos. Tudo isso é decorrente do Movimento Outubro Rosa em nosso país. Em Teresina, a caminhada neste ano acontecerá em 11 de outubro e em São João do Piauí, a cidade mais mobilizada em nosso Estado depois da capital, ocorrerá em 13 de setembro.       

Entretanto esses avanços não são completos porque o governo é incapaz de assumir os custos decorrentes desses anseios da população. Assim uma vez a provada a “lei da mamografia” que deveria ser utilizada após os 40 anos, o governo só deseja após os 50; a “lei da Reconstrução Mamária” paga aos profissionais pífios valores e desestimulantes compensações; a “lei do trastuzumab” só permite o uso do medicamento em tratamento com tumores iniciais e a própria “lei dos 60 dias” que só leva em consideração após o diagnóstico da doença quando, na verdade, o maior entrave é o agendamento da paciente com queixa num posto de saúde, a realização burocrática de exames, a marcação e a realização da biópsia e por último o agendamento com um mastologista. Esses trâmites levam os 60 dias por água abaixo.

Não há, porém, nenhuma doença no mundo que nos una tanto. Curiosamente o câncer também é uma doença que nos mobiliza, nos faz refletir sobre nossa vida e o que devemos fazer com ela. Nunca uma doença mobilizou tanta gente em causas sociais. A tuberculose, a recente AIDS e mesmo a lepra estão muito aquém desta mobilização mundial.

Diante disso hoje reconhecemos que a maior causa da doença é o lixo da vida moderna: Consumistas que hoje somos, produtores de um lixo exagerado, agrotóxicos, conservantes e todos os “antes” da nossa dieta, plásticos, branqueadores de dentes, amianto, fumo, lixo cibernético, exames radiológicos em excesso, etc. Não há mais dúvida que hoje o supermercado nos mete mais medo que o cemitério.  É necessário que reflitamos em que ponto vamos parar com nosso consumo exagerado de produtos desnecessários e como vamos aprender a manipular nosso lixo. Mal compramos um celular novo e já estamos sendo chamados a consumir outro mais moderno deixando o primeiro como parte integrante de um lixo tóxico à nossa própria vida. A manipulação do lixo moderno é o nosso maior desafio no controle da doença.

Especialistas respondem dúvidas de internautas do blog VIDA

O blog VIDA recebeu algumas dúvidas por meio do link "Fale com o Colunista", na barra superior do nosso blog. Fomos atrás das respostas e colocamos aqui o que dizem os especialistas. Lembre-se que nenhum tratamento deve ser iniciado sem a prévia consulta médica.

 

Eu estou grávida de quatro meses e queria saber se posso voltar a praticar musculação. Eu vi na internet uma gestante pegando pesado na academia.

(Camilla da Silva - Universitária)

Camilla... Nada é proibido para as mulheres gestantes. Mas existem coisas que devem ser evitadas, entre elas, a musculação. O que a gente recomenda é a prática de pilates, hidroginástica ou caminhadas leves. Inclusive a caminhada deve ser feita em áreas planas, sem ladeiras. Isso porque as grávidas possuem muito líquido e ao fazer esforço físico, existe o risco de rompimento da bolsa. E mais, antes de qualquer atividade física, a paciente deverá procurar a orientação médica.

(Dr. Gilvan de Jesus Lima Malta é médico obstetra e ginecologista, CRM 1502-PI)

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Percebi umas manchas brancas, pequenas, somente na minha perna... Pode ser vitiligo?

(Pedro Bringel/ Servidor Público)

Oi Pedro, manchas brancas na pele podem ter diversas causas, dentre elas o vitiligo. Sem te examinar pessoalmente, não posso formular hipóteses diagnósticas. Mas, o que ocorre de mais frequente neste local é a  hipomelanose macular gotada. São pequenas manchas brancas, arredondadas de causa desconhecida, mas pioradas pelo sol e associadas à hereditariedade. A melhor conduta para você é procurar um dermatologista para exame minucioso. Boa sorte!

(Dr. Lauro Rodolpho Soares Lopes é médico dermatologista, CRM 3111-PI)

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Não consigo entender por quê eu não consigo apertar objetos com a minha mão. É como se eu não tivesse força. Isso é grave?

(Raphael Santos, empresário)

Senhor Raphael, uma das causas mais comuns de fraqueza em preensão da mão é a Síndrome do Túnel do Carpo, que consiste na inflamação de um nervo chamado Mediano na altura do punho. Essa doença é caracterizada por parestesia (dormência) e fraqueza nos três primeiros dedos da mão e está muito relacionada com atividades repetitivas do punho, como digitação, por exemplo. O tratamento fisioterapêutico é essencial para a reversão dos sintomas, mas em casos crônicos o tratamento cirúrgico pode ser necessário. Recomendo que você procure a ajuda médica para que ele possa diagnosticar e recomendar o tratamento para a fisioterapia ou cirurgia, se for o caso.

(Dr. David Reis é fisioterapeuta, especialista em Reabilitação Traumato-Ortopédica e professor universitário)

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Eu quero saber se o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA) pode provocar o Transtorno de Oposição Desafiante (TOD)? 

(Liliane Ribeiro, empresária)

Não Liliane. Pois o TOD é um padrão de sintomas persistentes de humor raivoso, irritável, de comportamento questionador–desafiador e índole vingativa (20-40%). É uma comorbidade que pode estar associada ao TDAH, assim como outros transtornos: Depressão, dislexia, discalculia, transtorno bipolar, transtorno de conduta, de ansiedade e outros.

(Alzira Almeida de Sousa Castro é médica Neuropediatra, especialista em Eletroencefalografia, CRM 1226-PI)

Conheça e saiba como ajudar a Associação dos Diabéticos do Piauí

Presidente

Jeane Melo

 

 

O que é

Entidade sem fins lucrativos, que defende e representa todos os diabéticos do Estado do Piauí, luta por políticas públicas mais eficientes, acolhe famílias e portadores da doença que acabam de receber o diagnóstico.

 

Os números do diabetes

Existem cerca de 700 pessoas associadas na Adip. O Piauí possui 200 mil casos registrados. 5% da população de Teresina sofrem com o problema. Metade dos pacientes não sabe que tem diabetes. No Piauí, 75% dos casos de amputações de membros não traumáticas são pacientes diabéticos. Mais da metade das pessoas que faz diálise com insuficiência renal crônica tem diabetes.

 

Atividades desenvolvidas

Uma das principais ações da Adip é promover a educação em diabetes. Para isso, são realizados eventos em praças, escolas e instituições visando informar a população sobre esse mal que já é considerado uma pandemia. O trabalho também envolve cobranças ao poder público para que os pacientes sejam atendidos da melhor maneira.

 

Como a sociedade pode contribuir

A Adip se mantém com pequenas doações e serviços voluntários, especialmente da medicina. Por exemplo, as reuniões são realizadas num auditório que é cedido pelo Sindicato dos Médicos. É necessária a doação de dinheiro para a produção de material educativo, lanche para a equipe de voluntários, promoção do evento Novembro Azul, fitas reagentes para fazer o exame de glicemia, etc.

 

 

Como as autoridades podem contribuir

Sobretudo, com a sensibilidade. Existem várias demandas aos pacientes de diabetes. Entre eles, o crônico problema da falta de remédio na Farmácia de Medicamentos Especiais. Os governantes podem implementar melhores políticas públicas, como a implementação de Centros de Referências. As pessoas precisam ter mais facilidade de acesso ao tratamento (exames e medicações) e serem estimuladas a cuidarem da doença. Quando os pacientes não recebem atenção, eles acabam abandonando o tratamento e surgem as complicações. O maior papel dos gestores é investir na saúde para evitar gastar mais com a doença, que requer custos bem mais elevados.

 

Contatos da Adip

(86) 9452 1016

adipiaui@gmail.com

facebook/adipiaui

Queda de cabelo nem sempre é sinal de calvície

Texto: Samanta Petersen

Fotos: Carlos Pacheco

 

Diz a letra do samba que é “dos carecas que elas gostam mais”, mas para os homens essa não é uma premissa verdadeira. Para muitos, a falta de cabelos traz vergonha e até diminui a autoestima. A alopecia androgênica, ou calvície, tem origem genética e hereditária e pode levar à perda total ou parcial dos cabelos. Entretanto a existência de um ou mais casos na família não significa que, necessariamente, a calvície se manifestará.

A doença atinge pessoas de ambos os sexos, sendo mais comum entre os homens, pois está relacionada à testosterona, hormônio masculino. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 80% dos homens com mais de 80 anos sofrem do problema. “Normalmente a alopecia aparece entre os 20 e 30 anos de idade. Mas ela pode iniciar a partir dos 15, 16 anos quando se entra na puberdade, com a quantidade maior de hormônios no corpo”, explica o dermatologista Vinicius Fontenele de Meneses (CRM: 2132 – PI).

 

Dermatologista Dr. Vinicius Fontenele de Meneses

 

Os primeiros sinais da calvície são cabelos mais finos e com crescimento mais vagaroso devido ao enfraquecimento da raiz do cabelo, ou bulbo capilar. Depois acontece a morte ou atrofia do bulbo e não crescem novos fios. A falta de cabelo normalmente começa na frente da cabeça, nas chamadas entradas, e depois segue para a parte central e superior. Restando apenas os cabelos das áreas laterais e posterior da cabeça.

No entanto, nem toda queda de cabelo é sinal de calvície. Enquanto um é genético, o outro é multifatorial e pode ter origens diversas como problemas hormonais, fumo, álcool, sono de baixa qualidade, estresse, uso excessivo de tinturas, descolorantes e alisantes, anemia e carência de algumas vitaminas e nutrientes como o ferro. Tudo isso pode comprometer o crescimento e a vitalidade dos cabelos e resultar numa queda de cabelo maior do que o normal.

Por isso, ao constar uma queda acentuada de fios é importante procurar um médico dermatologista. É ele quem vai diagnosticar se o caso é ou não de alopecia androgênica. Além disso, a indicação do tratamento mais apropriado vai depender de cada caso, pois o quadro clínico varia muito de paciente para paciente.  “Quando se fala de calvície ela é essencialmente genética. Existem outras quedas de cabelos que não são genéticas, mas sim transitórias. Já a calvície é uma queda definitiva. Por isso quanto mais cedo se inicia a terapêutica melhor os resultados. Primeiro é preciso fazer o diagnóstico de exclusão de outras patologias como uma disfunção hormonal ou de tireóide que pode determinar essa queda também. Então, é muito importante fazer os exames para descartar outras possibilidades”, analisa o médico.

 

Tratamentos ajudam a recuperar autoestima dos homens

Antigamente quando os fios começavam a cair, os homens se preocupam em buscar formas de disfarçar, como raspar totalmente a cabeça ou tentar esconder as falhas com penteados e outros recursos. Hoje existem diversos tratamento usados para a prevenção da queda de cabelos ou na tentativa de recuperar os fios já perdidos. Quanto mais cedo for diagnosticado o problema e for feita a prescrição de um tratamento apropriado, maiores são as chances de controle da perda capilar. Mesmo assim a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa, pois cada indivíduo responde de uma forma às medicações.

Os tratamentos incluem o uso de substâncias aplicadas diretamente no couro cabeludo (loções) ou medicamentos por via oral, ambos visando o prolongamento da vida útil dos folículos retardando ou interrompendo o processo de queda dos cabelos. De acordo com o dermatologista, o medicamento age naqueles fios que estavam afinando. “Aquele pelo que já estava afinando você consegue interromper e fazer uma revitalização. Mas o paciente vai ter que usar o medicamento até os 40-45 anos que é quando começa a ter uma queda na testosterona”.

Apesar de o tratamento oral impedir a progressão da queda e alguns pacientes terem uma recuperação em torno de 10 a 20% dos fios muitos ainda evitam tomar o medicamento com medo dos efeitos colaterais que incluem a diminuição da libido sexual. “Em torno de 2 a 3% dos pacientes vão ter diminuição da libido. Então é um percentual muito baixo se a gente for levar em conta os benefícios que o produto vai trazer diante do risco dos efeitos adversos. Existe muito mais um mito que o paciente vai tomar o medicamento e diminuir a libido do que ser real isso”, esclarece o especialista.

 

 

Para os pacientes que perderam muito cabelo ainda restam os implantes ou transplantes capilares que atualmente são feitos com técnicas modernas que trabalham fio a fio. Resultando em um aspecto bem mais natural do que os primeiros procedimentos, nos quais a cirurgia era realizada em tufos, ou seja, eram implantados grupos de unidades foliculares. Desse modo, o resultado da cirurgia era artificial, resultando em um “cabelo de boneca”.

A cirurgia é realizada sob anestesia local e sedação. O médico especialista retira, da região lateral e posterior do couro cabeludo, faixas de cabelo, cortam os fios de modo a retirar-lhes os folículos pilosos e os implantam na área rarefeita do couro cabeludo.  Esses cabelos, normalmente, não caem mais. O procedimento tem duração média de 5 a 7 horas. Não há necessidade de internação, o paciente recebe alta no mesmo dia. Após a cirurgia parte dos fios implantados caem. O resultado definitivo aparece entre 8 meses a 1 ano após o procedimento.

O veterinário Raimundo Neto sofria com a calvície desde os 33 anos, mas até os 50 anos nunca havia procurado nenhum tipo de tratamento para retardar o problema. Para o paciente a calvície lhe trazia um aspecto envelhecido e prejudicava sua autoestima. Além disso, ele acreditava que a cirurgia fosse mais complicada e dolorosa. Ao se informar mais, viu que não tinha risco e decidiu realizar o procedimento. Neto afirma que muitas pessoas notam que ele está diferente, mas não associam a mudança aos cabelos. “O investimento vale a pena. Estou com aparência de mais novo. Muita gente pergunta se emagreci e quem não me conhece não percebe porque o resultado é bem natural”.

 

O veterinário Raimundo Neto fez transplante capilar e está feliz com o resultado

            

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