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Alerta para os pais que beijam a boca dos filhos

É comum encontrarmos nas redes sociais imagens de mães ou pais dando selinho (beijo) na boca de seus filhos pequenos. E ao andar pela rua, a cena também pode ser vista. Uma forma de carinho que pode trazer danos para a saúde do pequeno. Pelo menos, é o que diz o presidente da Associação Odonto-Criança, Daniel Korytnicki. O especialista explica que uma das consequências de beijar o filho nos primeiros dias de vida é a transmissão de bactérias, pois os bebê ainda não possui defesa.

Além da cárie, o chamado "estalinho" pode transmitir herpes simples, micoses e outra infecções causadas por vírus. Os sinais podem até passar despercebidas ao olho nu, mas provocam indisposição física e devem ser controlados com medicamentos. Muitos profissionais de saúde são contra o beijo na boca de criança, assim como contra adultos se alimentarem na mesma colher e assoprar a comida. Até a psicologia interfere nesse gesto que parece inofensivo, já que isso pode refletir no comportamento da criança, se ela julgar que esse costume familiar é natural e querer repetir o beijo com outros adultos que tiverem contato.

AVC não atinge apenas idosos. Conheça os sinais da doença!

Está completamente enganado quem pensa que o Acidente Vascular Cerebral - AVC atinge apenas pessoas idosas. A cada dia mais jovens são acometidas da doença e or inúmeros motivos cansavelmente divulgados em forma de alerta: Sedentarismo, uso de cigarro e ingestão de comidas gordurosas. É possível identificar os sintomas e se proteger melhorando o estilo de vida.

CONHEÇA OS SINAIS DE UM AVC:

1) Fraqueza facial, dificuldade para sorrir. Olho ou canto da boca com aparência de caído.

2) Dificuldade para falar, entender e ser entendido.

3) Fraqueza nas pernas, de um lado do corpo.

4) Perda de visão, especialmente se for num olho apenas

5) Dificuldade para caminhar

6) Dificuldade de mover os braços

7) Desequilíbrio e tontura

8) Quedas sem motivos

9) Forte e insistente dor de cabeça

10) Dificuldade para engolir

PI supera média nacional e registra aumento de 85% nos casos de suicídio

Os números são alarmantes e só comprovam como o suicídio é questão de saúde pública e precisa ser visto como algo que precisa de ações emergenciais. Dados do Instituto SANGARI, que compreende o período entre os anos de 2002 a 2012, mostram que o número de suicídios no Brasil aumentou 33,06%. No Piauí, a situação é bem pior e supera a média nacional, com aumento de 85%. Entre as capitais, Teresina, ocupa a 2ª posição com maior taxa de suicídio do país, perdendo apenas para Florianópolis.

Preocupada com esse mal, a vereadora Teresinha Medeiros (PPS) vai apresentar no dia 13 de maio, na Câmara Municipal, um projeto de lei que visa realizar ações de prevenção ao suicídio. O assunto será discutido durante uma audiência pública com representantes da sociedade e profissionais de saúde. Segundo o psicólogo clínico e suicidólogo Carlos Henrique Aragão Neto, devemos sim falar sobre o suicídio da maneira correta. O especialista vai apresentar na audiência resultados de últimas pesquisas mostrando que a prevenção é a melhor e mais correta maneira de evitar o problema.

Vereadora Teresinha Medeiros (PPS)

Câmara de Teresina discute programa emergencial contra viroses

Clínicas, hospitais públicos e privados lotados de pessoas em busca de tratamento para viroses, dengue e chikungunya. Essas epidemias ganham proporções alarmantes e foram assunto hoje no plenário da Câmara Municipal de Teresina. A vereadora Teresa Britto (PV) fez pronunciamento na manhã dessa quarta-feira (22) solicitando da Fundação Municipal de Saúde que seja criado um programa emergencial com os médicos do PSF. O objetivo é oferecer um atendimento especial aos pacientes que estão acometidos com essas doenças.

Vereadora Teresa Britto (PV)

Uma das patologias que vem assustando os teresinenses é o Eritema Infeccioso, que é transmitida por meio da tosse ou espirro. Há quem confunda com a dengue, pois o paciente apresenta manchas avermelhadas no corpo com ligeiro relevo, febre baixa, garganta inflamada, dor de cabeça, fadiga, coceira e dores articulares. O tratamento consiste no repouso, ingestão de líquidos, analgésicos e antitérmicos sob prescrição médica. A boa notícia, é que após contrair o parvovírus uma vez, a pessoa se torna imune à doença.

Eritema infeccioso causa manchas avermelhadas com relevo e que coçam

Fisioterapeutas poderão ter piso salarial de R$ 4.650,00

Tramita na Câmara Federal mais um projeto de lei que deverá beneficiar os fisioterapeutas brasileiros. O documento foi apresentado pelo deputado Celso Jacob (PMDB/RJ) e refere-se ao Projeto de Lei 988/2015,que adiciona um dispositivo à Lei nº 8.856/1994, que fixa a jornada de trabalho dos fisioterapeutas e dos terapeutas ocupacionais em 30 horas semanais (6 horas por dia, de segunda a sexta-feira), estabelecendo que o piso mínimo para as categorias seja de R$ 4.650,00, com reajuste anual indexado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

O texto ainda destaca que o reajuste será retroativo, ou seja, a primeira atualização seria realizada a partir da vigência da lei, tendo como base o mês de agosto de 2009. O projeto é acompanhado pela Comissão de Assuntos Parlamentares (CAP) do COFFITO, responsável por monitorar pautas relacionadas ao Sistema COFFITO/CREFITOs e às profissões de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional; bem como, quando necessário, oferecer subsídio aos parlamentares sobre as categorias.

Aqui no Piauí, foi publicado recentemente no Diário Oficial a lei nº 6.633, de autoria do deputado estadual Fábio Novo (PT), que estabelece o piso salarial de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. De acordo com a norma, o piso salarial dos profissionais passa a ser de R$ 2.000,00 por quatro horas diárias ou 20 horas semanais trabalhadas; e de R$ 2.500,00 pelo período de seis horas diárias ou 36 horas semanais.

A fisioterapia é uma ciência recente e está conseguindo se organizar. Legislações sobre o piso salarial não existiam e agora são realidade no Brasil. A justificativa dos parlamentares, é que esses profissionais são imprescindíveis na reabilitação de pacientes e que não recebem a merecida valorização financeira.

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