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Dicas para evitar perder o controle com provocações

Mude seu ponto de vista. Muitas vezes, podemos prever a possível reação de alguém a uma provocação observando a forma como essa pessoa age sob pressão. Portanto, é provável que um valentão decida tirar sarro de suas peculiaridades se você fica irritado com as provocações. No entanto, se tentar encarar a provocação com indiferença, talvez essa mesma pessoa não o considere um alvo tão divertido e decida deixá-lo em paz.


Responda com uma frase perspicaz. Em vez de dar bola para a outra pessoa e começar a provocá-la de volta, espere até que ela tenha terminado de falar e, então, responda com um comentário breve e inteligente. Depois de fazer seu comentário, vire-se para a direção contrária e vá embora caminhando calmamente. Isso mostrará que você não se irrita facilmente, o que o transformará em um alvo tedioso. Experimente algumas das seguintes respostas:
"Obrigado por me dizer isso".
"Ah, que pena, sempre pensei que eu fosse tão legal".
"Então, onde você quer chegar?".
Mantenha um tom de voz sincero em vez de soar sarcástico ou irritado, já que demonstrar irritação poderá incentivar ainda mais as provocações.


Use um tom de voz firme. Use um tom confiante que deixe claro que você se recusa a baixar a cabeça diante de provocações. Não soe como se estivesse prestes a chorar, com raiva ou chateado — e não reclame. Em vez disso, levante a voz para ser ouvido e use um tom firme e consistente (mesmo que você seja tímido).

 

Assuma uma postura assertiva. Exibir uma aparência tão imponente quanto sua voz também é importante. Você pode transmitir confiança — ou agir como se tivesse autoconfiança, mesmo que não tenha — se usar a linguagem corporal em benefício próprio. Gesticular enquanto fala e manter uma postura adequada vai ajudar seu corpo a ocupar mais espaço, tornando-o genuinamente mais confiante.

 

Reaja de forma indiferente. As provocações costumam piorar quando causam reações raivosas, portanto, reagir de forma tranquila e indiferente é uma boa ideia. Em vez de começar a chorar ou gritar com a outra pessoa, tente reagir da forma mais discreta possível, isso vai mostrar que você não está com medo e não liga para o que está sendo dito.

 

Neurologista vai proferir palestra gratuita sobre Parkinson

Nesta terça-feira, dia 17, vai ser realizada uma palestra com o tema "Doença de Parkinson". O evento será destinado para familiares e amigos de pacientes portadoras da doença, bem como ao público em geral. O objetivo é levar mais informações para a sociedade sobre este problema que afeta mais de 200 mil brasileiros. A palestra será proferida pela médica neurologista, Denise Cury, à partir das 18h. A entrada será gratuita. Os interessados só precisam se dirigir à rua Angélia, nº 215, bairro Jockey, em Teresina, na data e horário marcados.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial acima de 65 anos apresenta DP. No Brasil, infelizmente não há uma estatística exata da quantidade de enfermos, mas estima-se que 200 mil pessoas sofram da doença. A Doença de Parkinson é uma doença neurológica, degenerativa, crônica e progressiva que ocorre, em sua maioria, em pessoas acima de 65 anos. Como toda célula, os neurônios também possuem uma determinada vida útil, porém, ao contrário das demais, ela não se regenera com o passar do tempo. Isso faz com que, no caso dos pacientes de DP, o sistema nervoso sofra degeneração em uma região do cérebro chamada substância negra e, consequentemente, tenha deficiência de dopamina, neurotransmissor que possui a função de controlar os movimentos finos e coordenados das pessoas.

Pesquisa mostra os impactos da violência na saúde

Hoje, eu escrevo direto de Fortaleza, no Ceará. Aqui foi realizada uma pesquisa bastante curiosa. Ela abrange a saúde e um grave problema social: a violência. Pra quem não sabe, Fortaleza é a sétima cidade mais violenta do mundo. E a pesquisa descreve o impacto da violência na qualidade de vida das famílias. O trabalho foi um estudo de caso, que analisou cinco mães atendidas por uma ONG – A Associação de Parentes e Amigos Vítimas da Violência. O estudo concluiu que os impactos causados pela violência comprometem a saúde física e emocional das famílias. Eles originam mudanças de comportamento e contribuem para o aumento do tabagismo, do consumo de alcool, do isolamento social e criam sentimentos de revolta, vingança e pessimismo. A saúde das famílias fica comprometida nos aspectos biológicos, emocionais e sociais, favorecendo assim o aparecimento de doenças. Infelizmente, a solução eficaz para isso, ainda é desconhecida. A gente sabe que o problema da violência é bastante complexo.

Crianças sedentárias de hoje poderão ter problemas cardíacos no futuro

Apenas um a cada dez pacientes que procuram consultório do cardiologista Rafael Jung pratica atividade física. Os outros nove começam a realizar exercícios físicas após a orientação médica para ajudar no sucesso do tratamento de alguma doença cardíaca. Segundo o  médico, o estilo de vida da maioria das pessoas que excluem completamente do seu dia a dia alguma atividade física é a principal causa de doenças cardíacas. E o futuro das crianças, que também estão no sedentarismo, é preocupante. As doenças do coração afetam principalmente pessoas acima dos 35 anos devido a processos cumulativos, por isso os dados sobre os hábitos das crianças  confirmam a preocupação do especialista. Segundo a revista científica The Lancet, a taxa global de obesidade em crianças disparou em 41 anos. E no Brasil, de acordo com a  Federação Mundial de Obesidade, até 2025 o país terá mais de 11 milhões de crianças obesas com grande propensão a doenças cardiovasculares no futuro.

Rafael Jung, médico cardiologista

"Os pais são muito ocupados, as crianças comem mal, não se exercitam e tem estilo de vida sedentário e isso vai gerar sim problemas no futuro. Com certeza teremos uma geração inteira de adultos com doenças cardíacas, ligadas à obesidade", afirma o cardiologista Rafael Jung. O dia 6 de abril foi designado pela Organização Mundial de Saúde como o Dia Mundial da Atividade Física exatamente com o propósito de conscientizar para a necessidade da adoção da atividade física diária como prevenção de várias doenças, não só as cardíacas. Rafael Jung explica que as mudanças de hábito, para diminuir o risco de infartos, hipertensão, outras doenças do coração e de doenças crônicas como diabetes,  devem ser orientadas de maneira multidisciplinar com o envolvimento de profissionais de várias áreas, como o próprio cardiologista, educadores físicos e psicólogos. "Praticar exercícios, de intensidade moderada, durante meia hora por dia já é suficiente para que a pessoa deixe de ser sedentária e se previna de muitas doenças", recomenda o médico.

Piauí realiza 3ª Jornada de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e Terapia Intensiva

A terceira edição da Jornada Piauiense de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e Terapia Intensiva (Jopifir) será realizada nesta sexta-feira (6) e no sábado (7), no auditório da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual do Piauí (Uespi). A Jornada tem por objetivo a atualização de informações e incentivo para os profissionais e estudantes de Fisioterapia e irá debater temáticas de interesse da categoria, como o Projeto de Lei que dispõe sobre a obrigatoriedade do fisioterapeuta 24h em todas as unidades de terapia intensiva do Estado, que tramita na Assembleia Legislativa do Piauí.

Inscrições, programação e mais informações pelo site: http://assobrafir.com.br/jopifir2018

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