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4 dicas para escolher bem um plano de saúde

1. Confirme a seriedade da operadora
Quando fizer as cotações, consulte se a empresa que faz a venda é confiável. Basta saber o registro que ela tem na ANS, o nome e o CNPJ.


2. Pergunte sobre os períodos de carência
Quando você contrata o plano, normalmente precisa esperar antes de usar todos os serviços – e isso chama carência. Por lei, você deve esperar até 24 horas para usar o plano nos casos de emergência e talvez encontre um prazo máximo de seis meses para consultas, internações e cirurgias. Sempre pergunte sobre a carência antes de selecionar o produto.


3. Informe-se sobre a cobertura do plano
Peça uma relação dos hospitais que você pode utilizar e pergunte se existe uma central de atendimento que ajuda você a encontrar clínicas próximas a sua casa. Muitas empresas não entregam o manual impresso com a abrangência do plano, mas oferecem esse serviço online ou por telefone.


4. Seja sincero sobre seu estado de saúde
No momento de assinar o contrato, a empresa pergunta se você faz algum tratamento constante para qualquer doença. Diga sempre a verdade, pois o período de carência pode mudar – sem contar que você corre o risco de perder o plano se a mentira for descoberta.

Estofados, carpetes e ar-condicionado: limpeza previne doenças respiratórias

Uma boa alimentação, a fuga do sedentarismo e uma rotina mais leve não são o suficiente para garantir uma vida saudável e livre de possíveis doenças. Para garantir que você está verdadeiramente protegido de todos os perigos, é necessário ficar sempre alerta à limpeza de todos os ambientes, seja em sua casa, seja no trabalho. A falta de higienização adequada pode acumular sujeira e, assim, criar as condições ideais para que sejam esenvolvidos problemas respiratórios, alergias e outras doenças. Com a chegada do inverno, a atenção deve ser redobrada, pois o clima seco propicia ainda mais o acúmulo de poeira em móveis, estofados e carpetes.

Estofados e carpetes

Todo ambiente deve ser higienizado com a frequência necessária para garantir o bem-estar de quem vive ou passa várias horas naquele recinto. Na época mais fria do ano, entretanto, é necessário redobrar os cuidados, porque as temperaturas mais baixas estimulam as pessoas a se manterem em ambientes fechados, muitas vezes evitando que as janelas sejam abertas para ter mais conforto. Por isso, os tecidos de estofados, carpetes e cortinas precisam ganhar uma atenção a mais! Eles se tornam locais propícios para ácaros e outros agentes que podem causar alergias e contaminações. Em vez de usar a vassoura para a limpeza, dê preferência a aspiradores de pó ou à contratação de empresas especializadas para a higienização, principalmente dos carpetes, que costumam acumular diversos micro-organismos. Já as cortinas, retire-as para serem lavadas e deixe-as secar bem antes de colocá-las de volta.


Ar-condicionado

O ar-condicionado pode ser um grande aliado para manter o conforto dentro de ambientes fechados. Diversos modelos desse aparelho garantem as temperaturas mais agradáveis, mas é importante se lembrar de que eles também exigem cuidados para funcionar adequadamente e oferecer a melhor eficiência. A limpeza do ar-condicionado deve ser feita com frequência e por pessoas bem capacitadas. Isso porque, com o uso, a sujeira vai se acumulando no interior do aparelho, impedindo que ele realize uma importante função: a de filtrar as impurezas do ar. Apenas os modelos limpos conseguem ainda garantir o seu melhor funcionamento, evitando o consumo de mais energia elétrica do que o necessário para chegar às temperaturas que você deseja.

Como vencer o trauma de um abuso sexual

Muitos dos que sofreram abuso sexual mantém o segredo por anos, por medo ou vergonha de buscar ajuda, e denunciar o agressor. A superação do trauma vai depender do apoio e conforto emocional dado ao explorado e também da força de vontade deste mesmo para vencer o choque e dor causados a ele. Algumas formas de tratar o trauma, são:

- Conversar com tranquilidade, sem sentir-se pressionada para contar como ocorreu, quando foi, onde foi e quem foi.

- Não fazer associação com culpas ou sentir-se suja.

- Não fazer uso de dependência química (drogas), ou uso de álcool, comer compulsivamente, fazer greve de fome, automutilação para fugir do trauma.

- Buscar atividades que o relaxem e traga alegria, como música, teatro, pintura, escultura.

- Trabalhar o lado espiritual, da força e da fé.

- Sempre olhar-se no espelho com carinho e amor próprio.

- Sair com amigos e familiares, não isolar-se.

- Ser positivo em pensamentos e atitudes.

- Lembrar que o fato de estar vivo é uma dádiva de Deus.

- Buscar ajuda médica.

- Evitar pessoas, lugares ou objetos que relembrem o ocorrido.

- Ajudar outras pessoas. Ajudar o próximo é sempre bom, além de ocupar-se trazendo enriquecimento espiritual e autoestima. E visualizando a dor do outro, ajuda para que se perceba que existem outros que também sofreram e estão lutando para superar.

- Ler bons livros, por exemplo de autoajuda, que tragam conforto.

- Entrar em contato com amigos e parentes e relembrar juntos dos bons momentos, como viagens, época da escola, faculdade.

- Não deixar de se relacionar com um namorado, noivo ou esposo por medo do trauma.

- Não entrar em pânico.

- Procurar manter a rotina normal.

- Dar carinho aos que ama e lhe rodeiam.

A vida nos dá muitas oportunidades de sermos felizes e vitoriosos, haverá momentos difíceis que exigirão nossa força e fé, mas podemos e devemos fazer tudo o que nos beneficie para sobrepujarmos as adversidades para encontrarmos e estarmos com a paz interior.

 

Fonte: Site Família

Edição: Marcelo Fontenele

Mania de perseguição pode ser tratada

É importante atentar para o fato de que a própria mania de perseguição é um sintoma para vários distúrbios ou problemas psicológicos. Por isso o ideal é que aquele que sofre com ela procure orientação com um especialista: psicólogo ou psiquiatra, para descobrir o que realmente está afetando as emoções e levando o indivíduo a ter tais sensações. Curar, por exemplo, problemas de autoestima pode ajudá-lo a afastar um pouco a ideia de que as pessoas não gostam de você. A psiquiatra Kátia Mecler explica que o fato de alguém sentir que os outros não lhe dão valor pode ser a projeção dela mesma nas outras pessoas, ou seja, se aquele que tem mania de perseguição tem uma autoestima muito baixa, acreditando que tem pouco valor e que não merece créditos por nada, por exemplo, ele pode estar projetando esse sentimento externamente, por isso sente que os outros não gostam dele ou tentam prejudicá-lo. Concentrar ações para elevar a autoestima é um método eficiente para amenizar a mania de perseguição, em casos moderados. Alguns desses métodos:

- Realizar esportes ou atividades salutares que ajudem a afastar maus pensamentos;

- Cuidar bem do sono, procurando dormir bem, em horários definidos;

- Cultivar relações sociais saudáveis, evitando amizades que deixem a pessoa para “baixo”;

- Procurar ambientes que trazem bons sentimentos, evitando ao máximo locais que não combinam com o jeito de ser da pessoa que tenha a mania de perseguição, como aqueles onde haja pessoas com ideias, comportamentos e padrões muito diferentes.

Por que psicólogo não pode atender amigos e parentes?

Artigo redigido pelo psicólogo Bruno Ricardo Pereira Almeida 

 

O Conselho Regional de Psicologia diz: “A decisão pelo atendimento é do(a) psicólogo(a), que considerará se o atendimento interferirá negativamente nos objetivos do serviço prestado, uma vez que não há nada na regulamentação que proíba especificamente o atendimento de familiares e/ou conhecidos(as)". Ou seja, fica a critério do psicólogo e de sua abordagem teórica. Nos meus atendimentos utilizo a psicoterapia de base analítica que para poder ter um bom encontro analítico é necessário que não tenha um vinculo familiar ou amigo. 

Um exemplo
Imagina que “Fulano” é um amigo de longa data, passamos por algumas situações e histórias em comum, de repente ele vem pedir meus serviços psicólogos e eu digo que irei atendê-lo. Ao iniciarmos a terapia iríamos ter uma imagem de como é cada um de nós, eu então ficaria com alguns pontos cegos para serem analisados. Poderia fazer algumas perguntas intimas que ele não se sentiria confortável de responder, já que às vezes pode refletir sua amizade comigo. Na psicoterapia com base analítica é muito importante a questão de projeção e de transferência, isto é, colocar no outro aquilo que é meu ou que nego em mim, e sentimentos e emoções depositadas no psicólogo. Na terapia constantemente os pacientes projetam no psicólogo e essa projeção é muito importante para análise. Quando já temos um contato, o processo de transferência ocorre, mas não é tão significativo quanto o que se fosse atender quem não conhecemos. Pois também envolve o sentimento do psicólogo – que chamamos de contratransferência – para o paciente e quando há um contato fora do setting terapêutico perde-se a qualidade da visão do psicólogo. Por fim gostaria de dizer que na minha visão o atendimento com conhecidos e familiares não é eficaz, mas o psicólogo pode ter uma conversa como amigo e não como analista.

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