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Os fatores de risco e como tratar varizes

As varizes são veias dilatadas das pernas e pés. Elas atingem 70% das pessoas com até 70 anos e, além de prejuízos estéticos, podem causar dor, desconforto, inchaço e demandar cirurgia. O principal fator é a predisposição familiar, ou seja, a doença é passada de geração em geração, caso pais, avós e tios apresentem os mesmo sintomas. Em seguida, as mulheres são as mais prejudicadas. Segundo o médico Celso Bregalda, são registrados entre 2,5 e 3 casos de mulher com varizes para cada homem com a doença. O motivo são os hormônios femininos que diminuem a força das paredes das veias, deixando os vasos mais fracos. Por isso, reposição hormonal e métodos anticoncepcionais podem ajudar com que as varizes apareçam antes da hora. Pela mesma razão, durante a gravidez, as chances também crescem e, aumentam a cada nova gestação. A idade é outro fator de risco. Varizes não são nada comuns em bebês e normalmente começam a aparecer na puberdade, quando os homens esticam no tamanho e, as mulheres, recebem maior carga de hormônio. Além disso, o colágeno das veias começa a diminuir com a idade, por isso elas tendem a dilatar mais facilmente. Além destes fatores naturais, hábitos incorretos também são grandes motivos. Ficar muito tempo na mesma posição, seja em pé ou sentado, prejudica a circulação do sangue nos membros inferiores. Além da obesidade e sedentarismo, a longo prazo, pessoas com intestino preguiçoso, que por vários anos, fazem força para evacuar acabam pressionando as veias nas pernas, aumentando as chances das varizes aparecerem.

Como tratar as varizes? 
Os vasinhos – manchinhas nas pernas que parecem riscos de caneta - podem ser  tratados com aplicação, nas quais substâncias são injetadas com agulha e causam a inflamação da veia, sendo depois absorvida pelo organismo. O laser também é outra opção, procedimento no qual o sangue da veia é esquentado até queimar o vaso. No entanto, ao contrário do que se pensa, lazer dói tanto quanto as aplicações com agulha e, cada nova emissão de luz, dá a sensação de uma picada de agulha. No caso das varizes, o método mais comum é a retirada das veias dilatadas com procedimento cirúrgico. “Este método ainda tem o melhor custo benefício estético”, informou o Dr. Celso Bregalda. A aplicação de espumas segue o mesmo princípio da aplicação dos vasinhos. No entanto, uma desvantagem é a possibilidade de ficar manchas na pele, já que como a extensão da veia danificada é extensa, pode acontecer de o corpo não conseguir absorvê-la por completo. Ao contrário do laser nos vasinhos (que é um disparo), no caso das varizes, é injetado uma fibra que vai queimando as veias internamente. A desvantagem também é a possibilidade de ficarem manchas. Há também o método da radiofrequência, um instrumento que esquenta a ponta e queima a veia por dentro da pele, diminuindo a extensão e podendo eliminar o vaso comprometido.

É possível mensurar a dor por meio de escalas

O primeiro passo para o tratamento da dor é fazer uma avaliação minuciosa. Muitas vezes, é necessário contar com a participação de diversos profissionais e com o uso de escalas para a avaliação do paciente com dor. A dor não é um aspecto simples de se avaliar, pois é sempre subjetiva: não conseguimos visualizar a dor através de um exame de imagem, por exemplo. Muitos estudos têm apontado a importância da avaliação da dor, alguns deles sugerindo que seja considerada como o quinto sinal vital. Dessa forma, a equipe de enfermagem de qualquer hospital, ao registrar os sinais do paciente (pressão, temperatura, frequência cardíaca e frequência respiratória), deveria também fazer o registro da dor. Para se medir a intensidade da dor que o paciente sente, há escalas específicas. As mais utilizadas são a Escala Visual Analógica (EVA) e a Escala Visual Numérica (EVN). Através delas, o paciente pode apontar para o profissional de saúde o quão intensa é a sua dor: em um extremo, está a condição sem dor, ou dor "nota zero". No extremo oposto, está a dor pior que a pessoa já sentiu, ou "dor nota dez". Na imagem abaixo está a Escala Universal de Dor, que abrange as escalas numérica, visual e de cor.

 


Com dados da Singular Controle de Dor
Edição: Marcelo Fontenele

Entenda o que é a dor neuropática

Estudos apontam que sete em cada cem pessoas têm dor com características neuropáticas. A dor neuropática é um tipo de dor que costuma ter um grande impacto na vida de quem sofre com elas. Em comparação com outros tipos de dor, costuma ser mais intensa e estar associada a incapacidade, e uma considerável diminuição na qualidade de vida. O problema surge como consequência direta de uma lesão ou doença que afete o sistema somatossensorial. Os sintomas mais comuns são dor em choque ou em queimação, formigamento e sensações alteradas. Os principais exemplos de condições de dor neuropática são: radiculopatia lombar (mais conhecida como "ciática"), neuralgia pós herpética (dor pós herpes zoster), neuropatia diabética e neuropatia causada por HIV. Há também a dor neuropática pós-cirúrgica, que ocorre quando algum nervo é lesionado durante uma cirurgia.

O tratamento farmacológico mais indicado para a dor neuropática envolve medicamentos anticonvulsivantes, como gabapentina ou pregabalina, e antidepressivos, como amitriptilina e duloxetina. Outros recursos importantes a serem considerados para o tratamento são os procedimentos minimamente invasivos, como Radiofrequência ou bloqueios anestésicos. Exercícios físicos orientados e psicoterapia podem ser importantes recursos auxiliares no tratamento dessas condições.

 

Usar o celular na academia pode sabotar o treino

Quem nunca ficou esperando a boa vontade de outra pessoa desocupar o aparelho na academia, porque ela estava usando o celular? Pois é... Pesquisadores conseguiram comprovar o que era quase óbvio!Ficar na rede social, trocando mensagens ou qualquer outro tipo de interatividade pelo telefone pode sabotar o treino. Um dos estudos foi publicado no periódico Performance Enhancement & Health, que descobriu que usar o celular durante a atividade física compromete o equilíbrio e a estabilidade em até 45%, favorecendo lesões e quedas durante os treinos.

Uma outra pesquisa, divulgada no periódico Computers in Human Behavior, também mostrou que o envio de SMS no meio do exercício reduz a intensidade com que a pessoa realiza a atividade durante em pelo menos 50% do tempo em que ela está se exercitando. Além disso, com o uso frequente do celular, os descansos entre as séries ficam mais prolongados, o tempo de treino aumenta e o corpo esfria, fatores que comprometem o resultado das sessões.

Casa Frederico Ozanan sente fome de solidariedade

A Casa Frederico Ozanan, que abriga 48 pessoas idosas, passa por uma situação complicada. É que o estoque de comida não é suficiente para atender as necessidades do lar. De acordo com a coordenadora do local, o que tem só dá para alimentar os idosos por mais uma semana. Qualquer doação é bem vinda, principalmente de alimentos simples como arroz, feijão, sardinha, leite em pó integral ou desnatado, massas para fazer mingau, açúcar e peixe. A instituição sobrevive apenas da solidariedade da população. O abrigo oferece todas as condições para uma melhor qualidade de vida dos idosos com assistências psicológica, fisioterapêutica, médica, além de controlar os horários das medicações dos atendidos e uma alimentação balanceada por nutricionista. As doações dos mantimentos podem ser feitas diretamente na sede da Casa Frederico Ozanan, que fica na rua Desembargador Pires de Castro, nº 2137, no bairro Primavera, zona Norte de Teresina. O telefone de lá é o 3223 0018.

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