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CEIR realiza o 7º Carnaval da Inclusão

Seguindo a tradição, o Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) realiza a sétima edição do Carnaval da Inclusão. A folia começou na manhã de hoje e prossegue durante à tarde, à partir das 15h. 

Veja quem vai se apresentar:
 
- Rei e Rainha do Carnaval de Teresina
 
- Rei e Rainha da Acessibilidade
 
- Rei e Rainha Mirim
 
- Rei e Rainha da 3ª Idade
 
- Escola de Samba Brasa Samba
 
- Concurso do Rei e Rainha dos Colaboradores

Educador físico inclui crianças autistas no Parkour

Você já ouviu falar em Parkour? Pois saiba que a modalidade é um treino de transposição de obstáculos do seu ambiente, como escalar muros, equilibrar em corrimãos, ou saltar sobre vãos. Porém, mais do que isso, é a incessante busca pelo desenvolvimento da autonomia de nosso corpo e mente sobre os desafios do cotidiano. Aqui em Teresina, o educador físico e instrutor de Parkour, Franklin Júnior, faz um trabalho muito interessante nesta área com crianças autistas. O blog VIDA foi atrás dele que, gentilmente, nos concedeu entrevista.

MARCELO FONTENELE - Geralmente, o Parkour é visto como esporte que exige muita resistência física, flexibilidade e que é praticado por atletas. Como nasceu a ideia de levar a modalidade para crianças com problemas neurológicos?

FRANKLIN JÚNIOR - A idéia para incluir o parkour para crianças com probelmas neurológicos foi basicamente que a minha filosofia é que todos podem praticar a atividade. Após 1 ano dando aula para crianças e adolescentes, percebi uma grande mudança no estilo de vida e no comportamento das mesmas. Foram vários os relatos de agradecimento das mães. Uma dia, uma mãe me relatou a história de seu filho autista, até então eu nunca tinha dado aula para um autista. Era algo novo e sabia que se a criança se adaptasse aos movimentos, aquilo iria chamar sua atenção. Assim, poderíamos progredir nos objetivos que a mãe queria. Desde então ja passaram por mim cerca de 30 crianças que possuem autismo. 


MARCELO FONTENELE - Como eles reagem às aulas?

FRANKLIN JÚNIOR - Cada criança reage diferente. Depende do nível do espectro. Algumas são agitadas e tem problemas de concentração e equilíbrio, outras são mais lentas e possuem pouca coordenação motora. Mas a maiora gosta dos desafios corporais que proporciono a cada aula. É uma felicidade enorme após o desafio ser concluído.


MARCELO FONTENELE - Quais as evoluções que você observa nas crianças?

FRANKLIN JÚNIOR - Melhora da interação social, afetivo-social, equilíbrio, coordenação motora, agilidade, ganho de força no tônus, fortalecimento de pernas, braços e mãos que ajuda na hora da escrita, concentração durante a atividade e o olhar fixo.


MARCELO FONTENELE - O que os profissionais de saúde falam à respeito da sua iniciativa?

FRANKLIN JÚNIOR - Terapeutas ocupacionais, psicólogas, fisioterapeutas que me conhecem indicam a atividade para seus clientes, na expectativa de acelerar o processo de seus trabalhos ou como um complemento do tratamento.


MARCELO FONTENELE - Como é a logística das aulas?

FRANKLIN JÚNIOR - A aula dura 50 minutos. Recomendo para os pais que matriculem a criança pelo menos 3 vezes na semana para que os resultados sejam atingidos rapidamente. 


MARCELO FONTENELE - E os pais, como se sentem ao ver os filhos no Parkour e se integrando às outras crianças?

FRANKLIN JÚNIOR - Eles adoram ver seus filhos superando seus limites corporais, vibram a cada salto, a cada caminhada sem cair da pista de equilíbrio.

As seis profissões que mais sofrem com depressão

A pesquisa é de 2016 e foi divulgada agora pelo Ministério da Previdência Social. Somente no ano passado, 75.300 trabalhadores foram afastados por causa da depressão. 37,8% deles tiveram direito ao auxílio-doença por causa de episódios recorrentes. A estimativa é que este número seja maior, já que existe o risco de subnotificações, por conta da dificuldade de comprovar o papel do ambiente de trabalho na ocorrência de episódios depressivos. O Ministério da Previdência elencou as seis profissões onde os trabalhadores mais sofrem com a depressão: Controladores de voo, profissionais da área de segurança, juízes, jornalistas, médicas e pessoas ligadas ao mercado financeiro.

Endocrinologista afirma que falta de sexo engorda

Além de esquentar o romance, fazer mais sexo ajuda a emagrecer. A relação sexual libera GH e endorfina, que geram um sentimento de satisfação no organismo. “Aquela agonia de querer comer, 60% dela vai embora depois da transa”, disse o endocrinologista, consultor internacional de estética da Royal Academy of Esthetic Medicine, Tércio Rocha. A dica do endocrinologista é chegar em casa do trabalho, tomar banho e fazer sexo com o parceiro antes de jantar. "Acompanhei o relatório de algumas pessoas que fizeram isso e contaram que se esqueceram de jantar. O corpo e a mente já estão tão saciados que não precisa mais da sensação proporcionada pela comida. O sexo tira o foco da comida".

Mas, vale ressaltar, que a falta de sexo é apenas um dos muitos motivos que fazem a pessoa não conseguir controlar o peso. Estresse, noites mal dormidas, infelicidade, compulsão alimentar, depressão, sedentarismo, falta de água e outros aspectos também são fortes causadores do sobrepeso ou da obesidade.

 

Dicas para evitar contaminação por água da chuva

- Não deixe que crianças nadem ou brinquem na água e na lama das enchentes, pois, além do perigo das enxurradas, elas podem ficar doentes.
 

- Evite manusear objetos que tenham sido atingidos pela água ou lama. Proteja os pés e as mãos com botas e luvas de borracha ou sacos plásticos duplos.
 
- Evite contato com as águas das enchentes. Caso isto seja inevitável, é recomendável permanecer o menor tempo possível na água ou na lama.
 
- Jogue fora medicamentos e alimentos (frutas, legumes, verduras, carnes, grãos, leites e derivados, enlatados etc.) que entraram em contato com as águas da enchente, mesmo que estejam embalados com plásticos ou fechados, pois, ainda assim, podem estar contaminados.
 
- Se sua casa for atingida pela enchente, após o recuo da água providencie a limpeza e desinfecção dos ambientes, utensílios, móveis e outros objetos. Usando luvas, botas de borrachas ou outro tipo de proteção para as pernas e braços (como sacos plásticos duplos), descarte para a coleta pública tudo o que não puder ser recuperado e remova – com escova, sabão e água limpa – a lama que restou nos ambientes, utensílios, móveis e outros objetos da casa.


 

- No caso dos utensílios domésticos (panelas, copos, pratos e objetos lisos e laváveis), lave-os normalmente com água e sabão. Depois, prepare uma solução desinfetante, diluindo um copo (200 ml) de água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) em quatro copos de água (800 ml). Mergulhe na solução os objetos lavados, deixando-os ali por, pelo menos, uma hora.


- No caso dos pisos, paredes, móveis e outros objetos, após retirar a lama, lave o local com água e sabão e, a seguir, prepare uma solução diluindo um copo (200ml) de água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) para um balde de 20 litros de água. Umedeça um pano na solução e passe nas superfícies, deixando-as secar naturalmente.
 
- Lave bem as mãos antes de preparar alimentos e ao se alimentar. Procure beber sempre água potável, que não tenha tido contato algum com as enchentes, e a utilize no preparo dos alimentos, especialmente das crianças menores de um ano.

 

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