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Teresina: Exposições sexuais para o HIV são 3 vezes maiores em heterossexuais

Segundo a Fundação Municipal de Saúde de Teresina (FMS), primeiro caso de AIDS na capital foi no ano de 1986 e até o dia 6 de novembro de 2015 foram registrados 3.116 casos, sendo que 2.261 são em homens (72,5%) e 855 casos são em mulheres (24,4%). Em relação à exposição sexual os casos são liderados por heterossexuais (1.597), seguido de homossexuais (590) e bissexuais (444). 

Sobre a idade, em Teresina, a faixa etária que concentra mais casos de AIDS é na população de 20 a 34 anos de idade (1.921), seguida da população com idade de 35 a 49 anos (1.344). 

A FMS realiza desde ontem até hoje (10) várias atividades alusivas ao Dia Mundial de Luta contra AIDS, que acontece em 1º de dezembro.
Os técnicos da coordenação de DST/AIDS da FMS estarão na Faculdade de Ciências Médicas (FACIME), das 8h às 12h, realizando panfletagem, distribuindo insumos de prevenção e realizando teste rápido para HIV, Sífilis e Hepatites B e C.

Combate ao diabetes será discutido na Assembleia Legislativa

Por meio de proposição do deputado estadual Luciano Nunes, a Assembleia Legislativa do Piauí (ALEPI) realiza nesta quarta-feira (11), sessão solene pela passagem do Dia Mundial de Combate ao Diabetes, lembrado no dia 14 de novembro. A atividade acontece às 10h, no Plenário da ALEPI.

A sessão solene contará com a participação de membros da Associação dos Diabéticos do Piauí (ADIP), que irão socializar as ações e a realidade dos diabéticos no Estado. “Essa sessão solene já faz parte da nossa programação da ADIP durante o Novembro Azul. É uma oportunidade que temos de chamar a atenção das pessoas para a importância do diagnóstico precoce, de cuidados como o controle da alimentação e a prática de atividades físicas, e para a questão da educação em diabetes e qualidade de vida”, destaca Jeane Melo, presidente da ADIP.


Fonte: ADIP - Associação dos Diabéticos do Piauí

Dermatologistas realizam mutirão contra o câncer de pele

O sábado foi especial para a população preocupada com a saúde da pele. É que a Sociedade Brasileira de Dermatologia realizou uma campanha nacional visando o combate ao câncer de pele. Em Teresina foram realizados muitos atendimentos gratuitos no ambulatório de dermatologia do Hospital getúlio Vargas. A Sociedade Brasileira de Dermatologia da seccional Piauí ofereceu exames gratuitamente, entre eles, biópsias. Vários profissionais de saúde estavam envolvidos de forma voluntária e o resultado não deu outro: Consultórios lotados! Muitos pacientes vieram por conta própria e outros encaminhados pelos postos de saúde dos bairros. O coordenador local da campnha foi o dermatologista Dr. Victor Martins, que recebeu apoio de grandes profissionais da área, como o Dr. Lauro Rodolpho.

 

Médicos dermatologistas Victor Martins e Lauro Rodolpho


O câncer de pele no Brasil
No Brasil, a estimativa de janeiro a dezembro deste ano aponta para a ocorrência de aproximadamente 576 mil casos novos de câncer, incluindo os casos de pele não melanoma, reforçando a magnitude do problema do câncer no país. O câncer de pele do tipo não melanoma (182 mil casos novos) será o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (69 mil), mama feminina (57 mil), cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil). (Fonte: INCA)

Pesquisa revela que trabalhar à noite diminui a expectativa de vida

Um estudo recente publicado na revista científica American Journal of Preventive Medicine, chegou à conclusão que as mulheres que trabalham em turnos noturnos rotativos durante cinco anos ou mais experienciam não só uma redução da média de vida, como também aumentam o risco de morrer de acidente cardiovascular. O estudo salienta ainda que aquelas que trabalham 15 anos ou mais na mesma situação estão mais propensos a morrer de cancro de pulmão.

Os cientistas definiram como turno rotativo "trabalhar pelo menos três noites por mês, para além dos dias ou fins de tarde desse mesmo mês". 

Para a realização desta investigação a equipa monitorizou cerca de 75 mil mulheres enfermeiras nos Estados Unidos, a quem interrogaram sobre o número de anos que trabalharam nesse regime.

Das observações retiradas do estudo feito entre 1988 e 2010, a primeira nota é a de que cerca de 14.200 mulheres enfermeiras morreram nesses 22 anos analisados, o que representa 11% na redução do tempo médio de vida. O risco de morte por acidente cardiovascular era de 19% nas mulheres que fizeram esse turno entre seis a 14 anos; e a percentagem dos que trabalharam nesse regime durante 15 ou mais anos subiu para 23%. As mulheres que trabalharam em turno rotativo da madrugada durante mais de 15 anos tinham, por outro lado,  um risco em morrer por cancro de pulmão 25% superior.

Investigações anteriores já haviam feito a ligação entre os turnos da noite e o decréscimo na qualidade da saúde. A Organização Mundial de Saúde comparou em 2007 os turnos da noite aos riscos cancerígenos presentes no tabaco. Esta relação foi explicada pela associação deste trabalho ao aumento de problemas cerebrais e de coração.


Fonte: Visão

ENTREVISTA: Pós-doutor em horticultura fala dos milagres da babosa

Enquanto muita gente gasta bastante dinheiro com medicações para diferentes problemas de saúde, a economia e a resolução das patologias podem estar mais próximas do que se imagina. O blog VIDA está falando da fitoterapia, que é o tratamento e a prevenção de doenças por meio do uso de plantas. O assunto nos desperta curiosidade. Por isso, conversamos com o pós-doutor em Horticultura, Francisco Leal, que coordena o Núcleo de Plantas Aromáticas e Medicinais da UFPI. Entre tantas variedades, ele nos apresentou a babosa de uma forma diferente. Até então sabíamos que a planta era utilizada para hidratar e alisar cabelos.

 

Pós-doutor em horticultura, Francisco Leal

 

"A babosa é uma planta medicinal que pode ser usada em diferentes problemas de saúde. Ela é excelente para combater edemas e hematomas, basta aplicar um pouco de sua seiva no local da pancada e massagerar por cerca de meia hora. A cura é rápida", disse o Dr. Francisco Leal, que ainda acrescentou que a referida planta possui alto efeito cicatrizante para queimaduras e ferimentos. "Já testamos e comprovamos a eficácia da babosa até em ferimentos de pacientes diabéticos. Uma senhora estava com uma ferida na perna com o osso exposto. No terceiro dia de aplicação, já vimos a cicatrização acontecer de dentro para fora", comemora o pós-doutor em Horticultura.

Dizem que não existe cura imediata para a conjuntivite, que a inflamação acaba depois de alguns dias. Mas a babosa desestrutura essa afirmação com apenas uma única aplicação da seiva nos olhos do indivíduo contaminado. Em poucas horas, não se ver mais os olhos avermelhados e com sensação de areia na vista. "O meu próprio sobrinho, que é médico, não acreditava nisso. Chegou com os olhos inchados e muito vermelhos de conjuntivite. Consegui convencê-lo de colocar babosa e no dia seguinte ele me ligou dizendo estar impressionado e que realmente funcionou", disse Dr. Francisco Leal.

 


Babosa para hemorroida

A planta mostra-se extremamente eficiente para curar hemorroida. Geralmente, no terceiro dia de aplicação, a pessoa já não sente mais os sintomas. Aprenda a aplicar:

Corte 1 folha de babosa suculenta de preferência as mais velhas.
Deixe escorrer a aloína por pelo menos 12 horas.
Limpe-a com 1 pano úmido.
Corte 2 dedos aproximadamente da folha, não é necessário retirar a casca, se preferir tire somente de 1 lado, pois o outro sustenta o gel firme.
Congelar , ou apenas gelar, depois de meia hora, descasque e use o gel. Pode-se usar 2 a 3 vezes ao dia.
Lave bem as mãos ou use luvas de procedimentos.
Introduza o pedaço de babosa no orifício anal. Não é necessário forçar a parte externa para dentro.
A própria babosa incumbirá de devolver a saúde da sua hemorroida.
Obs: Deve ser usada como supositório.

Procure manter uma alimentação mais natural com verduras e frutas para facilitar o trânsito intestinal. Tomar o gel da Babosa com suco de frutas pela manhã pode ser um grande auxiliar contra os problemas das hemorroidas.

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