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Estreia - "All of Us Are Dead" é mais uma série surpreendente da Coréia do Sul

"Todos nós estamos mortos": Mais uma produção da Coréia do Sul em primeiro lugar nas estreias. Imagem: Divulgação

A impressão que me dá ao ver algumas séries sul-coreanas que apresentam boas histórias e efeitos especiais é que existe uma fábrica que trabalha “25” horas por dia pra pôr na tela 825 seriados ao mesmo tempo. (Isso é bom!)

Ao mesmo tempo, me lembra um pouco a sensação de ver episódios de antigos seriados como Jaspion ou Jiraya (são japonesas, eu sei) e aquela mistura de efeitos visuais práticos ou feitos em computador produzidos em alta rotatividade para abastecer os próximos 10 anos de episódios inéditos. (Isso é ruim!)

Meu temor?

Que comecemos a testemunhar um declínio da linguagem audiovisual coreana num processo de sempre entregar mais do mesmo ou banalizar material que poderia causar impacto.

Não um sopro, mas uma ventania de criatividade no gênero. Mas... Até quando? Cartaz: Divulgação

Nos primeiros minutos de “All of Us Are Dead”, que acaba de estrear na Netflix, esse temor me trouxe um tanto de preocupação, e claro, temi pelo pior.

A história: Num colégio cheio de adolescentes e tudo aquilo que circula seus relacionamentos (bullying, diferenças sociais, sexo, competição, cobranças) um vírus ameaça a segurança de todos, transformando a moçada em selvagens mordedores.

Um dos melhores momentos da história que inclusive deixa dúvidas de como foi filmada a cena. Impecável. Imagem: Divulgação

Amigo (a)... É de tirar o fôlego. (Cara, como são especialistas nisso)

Muito, mas muito bem filmado e com uma coreografia furiosa, o seriado não pára, não pára, não pára! (Cacilda!!!!)

Campanha de publicidade: A Tailândia foi surpreendida com um ônibus zumbi circulando em suas ruas. Imagem: Divulgação

Bem... O risco de desgastar a fórmula está às claras, mas não foi dessa vez. Divirta-se. (HD)