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Bicharada

Laudo cadavérico não confirma morte de cadela por envenenamento

Exame feito no corpo da cadelinha Lua não comprovararam a presença de veneno no organismo do animal. O caso ocorreu em julho deste ano e foi denunciado à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) como envenenamento. O animal era da estudante Thanandra Stefani que se elegeu vereadora eleita em Teresina.

"Não foram identificadas substâncias tóxicas com potencial de letalidade. A DPMA utilizou-se de todas as medidas cautelares cabíveis para identificar a autoria delitiva que não foi possível. O inquérito foi concluído e quem vai decidir é o juiz", esclarece a delegada Edenilza Viana, titular da Delegacia de Proteção Ao Meio Ambiente (DPMA). 

O resultado do laudo cadavérico contraria o toxicológico feito pela tutora da Lua que confirmou a presença de chumbinho no organismo da cadela. 

A investigada no caso do envenenamento é comerciante. Ela chegou a ser presa, mas foi solta. Durante a investigação foram apreendidos frascos de veneno na casa da investigada, mas nada foi encontrado no organismo do animal, de acordo com o laudo entregue à DPMA.

"O laudo dos materiais apreendidos na residência da suposta autora do fato, bem como o material colhido do estômago da cadela Lua não foi detectado substância tóxica com potencial de letalidade, ou seja, concluiu-se que a causa da morte não ocorreu por envenenamento. Assim, o inquérito policial será concluído e encaminhado a Justiça, sem indiciamento", reitera Edenilza Viana.