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Modelo causa revolta ao tatuar gato de estimação

Fotos: Instagram

Uma modelo e musa fitness ucraniana está causando revolta nas redes sociais por compartilhar a imagem de seu gato de estimação no Instagram. O problema? A mascote de Elena Ivanickaya foi tatuado com o símbolo de um deus egípcio. Segundo o The Daily Mirror, a mulher escolheu o símbolo de Anúbis para a tattoo, feita no peitoral da mascote da raça sphynx.

Internautas acusam a modelo de maus-tratos. "Você deveria tatuar a sua testa com a inscrição. Pobre gato!", escreveu um usuário. Em resposta, a modelo publicou que a vida do gato é melhor que a dos seguidores. ''Pode ser o inferno para vocês, mas ele se sente bem. Ele não foi castrado e nunca será. Isso, sim, seria crueldade".

No Instagram, Elena defende que o animal não sentiu dor alguma no procedimento e revelou aos seus mais de 11 mil seguidores que o felino foi anestesiado durante a sessão. Segundo a jovem, a pele do gato Yasha só foi penetrada pela agulha “por um ou dois milímetros”. As explicações, no entanto, não foram o suficiente para acalmar os críticos da modelo, que agora está enfrentando acusações de crueldade animal.

Em uma publicação no Facebook, Anatoliy Loginov, o parceiro de Elena, defendeu a decisão do casal de tatuar a mascote, argumentando que o trabalho foi feito para “agradar a Deus”: “Quando, dois meses atrás, nós decidimos fazer a tatuagem no nosso gato, Yasha, nós vasculhamos a internet para encontrar mais informações sobre o procedimento. Nós queríamos saber se ele era perigoso. Nós descobrimos que, no mundo, milhares de gatos sphynx vivem bem com tatuagens. Nós perguntamos na nossa clínica veterinária se o procedimento seria ruim para o nosso gato e nós recebemos a resposta — que nós poderíamos fazer a tattoo sem preocupações“, escreveu o rapaz.

“Nós escolhemos o melhor estúdio de tatuagem de toda a Ucrânia e entramos em comum acordo com o nosso veterinário, uma mulher que também queria fazer o trabalho para agradar a Deus“, escreveu o rapaz na publicação. “Durante todo o procedimento, Yasha estava anestesiado e não sentiu nenhuma dor. Sob o efeito da mesma anestesia, várias pessoas castram seus animais, algo que enfurece Deus“. Anatoliy também disse que crueldade animal é algo comum no mundo, mas que fazer do gato do casal “único” não é algo que se aplica. 

O rapaz também pediu para que os críticos nas redes sociais focassem em  “problemas reais” e animais que passaram por violência de verdade. 

Após a repercussão internacional do caso, a própria Elena usou seu perfil no Instagram para defender a iniciativa do casal: “Yasha vive rodeado de amor e de carinho, não é castrado — algo que eu categoricamente não aceito! — tem gatinhos, é inteligente e vive uma vida feliz. 

A tatuagem foi feita na camada superior da pele e ele não sentiu nenhuma dor durante o procedimento. Ele retornou aos seus hábitos do dia a dia após a tatuagem“, escreveu a mulher em uma publicação na rede social.

 

Com informações Veja São Paulo