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Carroceiro é conduzido à delegacia suspeito de espancar burro

Foto: Divulgação DPMA

Nas imagens é possível perceber sangue em uma das patas do animal

Um carroceiro foi conduzido coercitivamente à delegacia suspeito de espancar um burro. O caso ocorreu nas imediações da Praça do Bairro São João, na zona Leste de Teresina. A denúncia é de que o animal estava sendo agredido com uma barra de ferro e um pedaço de madeira por não suportar transportar uma carga.

"Uma servidora pública passava pelo local e viu o animal ao chão. Pediu ao carroceiro para parar, mas foi ameaçada. O carroceiro disse que estava batendo porque o animal não queria se levantar.  Então, ela foi à delegacia denunciar o caso e deslocamos uma equipe de policiais que constatou a agressão ao animal e conduziu coercitivamente o carroceiro à delegacia", disse a delegada Edenilza Viana, titular da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). 

O burro estava com ferimentos na barriga, dorso e  pata. As agressões teriam sido flagradas por quem passava pela via. Apesar disso, o carroceiro negou maus-tratos. Contra ele foi lavrado um Termo Cirscunstanciado de Ocorrência (TCO). 

Foto: Divulgação DPMA

Agredir animais ou deixá-los expostos ao sol e chuva são uma das formas de maus-tratos

Com o apoio da Polícia Militar, o burro foi resgatado e  doado a uma pessoa que ficou como fiel depositário. 

A atuação da DPMA é uma forma de intimidar quem possui equinos e burros e os coloca em situação de maus-tratos com a finalidade exclusiva de obter lucro.

O novo visual de Marsha sete meses após deixar o Piauí

Foto: Bigabp/ Reprodução Rancho dos Gnomos

A ursinha Marsha está com os pelos totalmente renovados. A mudança no visual foi comemorada no Instagram do Rancho dos Gnomos, santuário onde ela mora desde que saiu do Piauí, em setembro de 2018. 

"Finalmente.... os 3 últimos nozinhos caíram das costas da querida Rowena, finalizado um passado de exploração, abuso e crueldade, registrado nas páginas de sua vida... Talvez, Rowena ainda se lembre de seu passado sombrio, mas acreditamos acima de tudo no poder do amor....e o amor está transformando a essência da irmã Rowena e, aos poucos restaurando tb sua dignidade. Amigos vcs são parte fundamental dessa transformação...gratidão", diz o post do santuário. 

A ursinha, que foi rebatizada de Rowena, tem aproximadamente 32 anos. Ela morava há sete anos no Parque Estadual Zoobotânico após ser resgatada de um circo. O animal deixou o Piauí, devido ao clima extremamente quente, após uma campanha que teve repercussão internacional. 

 

ACOMPANHE A EVOLUÇÃO DA URSINHA

Foto: Luccas Araújo/ Cidadeverde.com

Marsha em setembro de 2018

Foto: Rancho dos Gnomos

Marsha em fevereiro de 2019

Foto: Bigabp/ Reprodução Rancho dos Gnomos

Marsha em abril de 2019

Foto: Bigabp/ Reprodução Rancho dos Gnomos

Marsha em abril de 2019

Foto: Bigabp/ Reprodução Rancho dos Gnomos

Marsha em abril de 2019

Papagaio famoso pela frase "mamãe, polícia" é levado a zoo e está "tímido"

Foto: Letícia Santos/ Cidadeverde.com

O Parque Estadual Zoobotânico está sendo o lar temporário do papagaio que ganhou fama internacional ao avisar a "mãe" sobre uma abordagem policial. Ele ficou famoso com a frase: "Mamãe, polícia!". Mas desde que chegou ao zoo, a ave tem ficado calada e parece tímida.

"Ele foi colocado com outras aves, ainda tá ainda um pouquinho tímido. É um animal saudável, se alimenta bem, mas ainda não interagir bem com outras aves e nem fala nada, ou melhor, não repete nada ", disse o veterinário Alexandre Clark, do centro de triagem de animais silvestres do zoológico.

Apesar de não ter dito mais uma só palavra, avaliação clínica dos veterinários do zoológico, revelou que a ave está bem de saúde. Ele chegou ao parque há cerca de uma semana e está em uma área isolada. 

"O papagaio foi avaliado pelos veterinários e está bem de saúde, se alimentando direitinho, está recebendo todos os cuidados, só não quis falar. Ele está em um corredor de voo com cerca de 20 aves que também eram criadas ilegamente e estão se readaptando para serem soltas na natureza", disse Francisco Martins Rodrigues, gerente do zoológico.

A alimentação do papagaio é a base de salada de frutas. No momento, ele ainda não consegue voar porque teve as asas cortadas. 

Foto: Letícia Santos/ Cidadeverde.com

"Ele tem um pequeno corte nas asas e, por enquanto, não consegue voar. Demora um pouco, mas asas crescem. Ele também estava com as unhas pintadas, mas era uma tinta muito fraca e saiu com água", completa o veterinário.

A ave deve ficar no parque pelo menos três meses, tempo em que será estimulada a voar para, em seguida, ser solta na natureza.  O animal permanece em uma área não acessível aos visitantes do zoo. 

Além de risos, o caso da "ave falante" tem gerado muitos questionamentos, inclusive sobre a capacidade do animal em avisar a "mãe" sobre a chegada dos policiais. O momento exato da fala do papagaio não foi registrado, mas PMs que atenderam a ocorrência confirmam que a ave avisou a "mãe". 

Foto: Letícia Santos/ Cidadeverde.com

Sobre o silêncio do papagaio no zoológico, Alexandre Clark diz que é normal. 

"Geralmente, um papagaio repete sons que são ditos a ele constantemente, isso diariamente. Geralmente no local onde vive, com pessoas que já vivem com ele. Tirando ele desse local, dificilmente, volta a repetir as palavras. Acredito que não foi treinado para reconhecer a polícia, foi treinado o tempo todo ouvindo sempre essas duas palavras e acho que falaria isso para qualquer pessoa estranha que entrasse na casa, pois não saberia diferenciar. Já tiveram vários policiais aqui no zoológico e ele nunca falou nada", acrescenta o veterinário. 

O ornitólogo Anderson Guzzi  explica que é perfeitamente possível o papagaio ter "pronunciado a frase" e reforça que seria uma mera repetição. O especialista ressalta que este tipo de ave é extremamente inteligente, capaz de fazer determinadas associações após treinamento. 

Foto: Letícia Santos/ Cidadeverde.com

"É preciso esclarecer que não se trata de inteligência no sentido real, pois uma ave não tem capacidade de formar frase, pois é algo especificamente da espécie humana, algo complexo. Só parar para pensar quanto tempo uma criança passa para aprender a falar? De toda forma, esse tipo de ave tem memória e acho que foi isso o que aconteceu. Ele foi condicionado para falar aquilo, seja porque alguém mostrou uma foto, o celular ou a televisão para que dissesse "mamãe, polícia!" em um determinada situação", explica o ornitólogo que também é biólogo, doutor em Zoologia e professor da Universidade Federal do Piauí (Ufpi) em Parnaíba. 

Para o ornitólogo, a repercussão do caso também foi curiosa e despertou risos. 

"É uma situação muito engraçada porque foi noticiado que um papagaio foi preso porque avisou a polícia. Como especilista fica claro que o papagaio foi condicionado para dar aquela resposta. Acredito que no momento que o policial bateu na porta, se identificou como policial, o papagaio deu a resposta porque já havia sido treinado para agir daquele jeito, naquelas circunstâncias. Mas reforço, um papagaio não tem capacidade para interpretar e avisar", esclarece Anderson Guzzi.

Foto: Letícia Santos/ Cidadeverde.com

Em cativeiro, um papagaio pode viver até 50 anos. Vale ressaltar que ter animais silvestres em casa é crime ambiental previsto na lei 9.605. Além disso, o veterinário Alexandre Clark chama a atenção para o fato da ave, um papagaio verdadeiro, está em processo de extinção.

"Você criar um papagaio em casa por 50 anos, você está tirando, automaticamente, 50 papagaios da natureza, pois é uma reprodução por ano. Ter uma ave dessa em casa é um prejuízo muito grande para o meu ambiente", conclui Alexandre Clark.

Cão que teria mordido criança tem crânio quebrado e olho perfurado

Foto: divulgação/ arquivo pessoal

Um cãozinho mestiço teve o crânio fraturado e perdeu a visão de um olho após ser espancado com uma pá. Os maus-tratos teriam sido praticados por um vizinho após o animal, supostamente, morder sua filha, uma menina de três anos.  A tutora do animal, a professora Eudiana dos Santos, registrou o caso na delegacia e diz que o agressor não mostrou o suposto ferimento da criança. 

O caso ocorreu na cidade de Wall Ferraz, no interior do Piauí, na Quarta-Feira Santa. Eudiana conta que estava na cozinha quando ouviu os gritos do cãozinho que se chama Corintiano. 

"Ele estava na rua fazendo suas necessidades, como sempre fazia. De repente, escutei as pancadas e os gritos. Quando cheguei lá fora, vi o Corintiano rolando no chão e o vizinho entrou. Perguntei o que tinha acontecido e ele disse que o cachorro havia mordido sua filha. Pedi para ver o ferimento, para tomar as medidas cabíveis, mas ele se recusou. O Corintiano é um animal dócil e tinha costume de brincar com a criança. Acredito que não teve mordida e mesmo que tivesse, ele jamais poderia ter espancado daquele jeito. Foi muita crueldade", disse a dona do animal. 

Foto: divulgação/ arquivo pessoal

Corintiano vive com a família da professora há pouco mais de dez anos. Eudiana viajou quase 2 horas para registrar Boletim de Ocorrência no município de Oeiras, onde fica a delegacia regional. 

O estado de saúde do animal é grave. A dona de Corintiano está revoltada com o caso. 

"Confio em Deus que ele vai melhorar. A cabeça ainda está muito inchada. Está sendo um sofrimento, pois convive há anos com nossa família. Imagino a dor que ele está sentindo. Um ser humano sabe se defender, uma animal não. O que aconteceu foi um absurdo. Estamos sofrendo muito por vê-lo naquela situação", desabafa a professora. 

O caso é investigado pela Polícia Civil do Piauí que ainda não intimou as partes para prestar esclarecimentos. Maltratar animal é crime. A pena  varia de 1 a 4 anos de detenção (começando a partir de 6 meses de detenção), com a possibilidade de multa. 

Abril Laranja: em três meses, 17 pessoas foram indiciadas por maus-tratos a animais

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

Deixar alguém que se ama sem se alimentar ou o dia inteiro trancado em um pequeno compartimento da casa. Tal conduta sugere um ato de maldade quando se imagina que esse "alguém" é um filho, por exemplo. Contudo, infelizmente, isso ainda é visto como normal quando o "alguém" é um cão ou gato. Os casos de maus-tratos a animais são incontáveis no país. Por outro lado, mesmo que ainda de forma tímida, algo parece estar mudando principalmente quando casos como o da cadela Manchinha, morta em um supermercado em São Paulo, vira alvo de discussão nacional. 

Em Teresina, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) atua no combate aos maus-tratos em animais. Em 2018 foram instaurados 22 Termos Circunstanciais de Ocorrência (TCOs). Já nos três primeiros meses deste ano, 17 pessoas foram indiciadas por atos de crueldade contra cães e gatos. 

"A delegacia foi criada em 2017 quando tivemos apenas 6 TCOs de maus-tratos. Ano passado foram 22 e agora, nos três primeiros meses de 2019, foram 17. Acredito que essa demanda é consequência do trabalho que vem sendo realizado pela delegacia que passou a ser conhecida. Antes, as pessoas não sabiam onde denunciar", disse Edenilza Viana, titular da DPMA. 

Os casos mais recorrentes ocorrem na periferia da cidade e chegam à delegacia por meio de denúncias anônimas. A delegada cita os casos de um poodle que vivia amarrado no quintal de casa, sob chuva e sol debaixo de uma pia e de um cãozinho resgatado bastante debilitado e praticamente cego. 

Foto: Divulgação/ DPMA

A delegada esclarece que nem todos os casos relacionados a maus-tratos devem ser encaminhados à delegacia.

"As pessoas confundem muito. Em muitas brigas de vizinho, as pessoas ligam para a delegacia dizendo que o cachorro passa o dia latindo, que a casa só cheira cocô. Casos assim, não são investigados pela delegacia, mas sim na área cível", explica Viana. 


TROTES

Outro problema relatado pela delegada são os trotes. Ela alerta que os denunciantes podem responder criminalmente por falsa comunicação de crime ou denunciação caluniosa. Edenilza Viana diz que, no início do ano, a cada 30 denúncias anônimas, dez eram falsas. 

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

"A gente tem muita denúncia anônima vazia, os famosos trotes. Isso traz muitos prejuízos. Vamos passar a intimar essas pessoas. No momento em que a equipe se desloca para apurar uma denúncia inverídica, deixa de investigar algo que realmente se configura um crime", alerta Viana. 

Para diminuir os trotes, a titular da especializada orienta que os denunciantes enviem fotos ou vídeos dos maus-tratos. Denúncias anônimas podem ser enviadas através pelo WhatsApp (86)  99434-1576 ou (86) 3230-2025. 


SALVANDO VIDAS

Atualmente, a especializada conta com um diferencial: agentes policiais com formação acadêmica em medicina veterinária e arqueologia.

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

"Eu busco visualizar tanto o físico do animal como também psicológico. Os animais são sensitivos, sentem dor, amor, carinho, tem problemas depressivos. Todo meu conhecimento adquirido na faculdade, tento colocar em prática durante as diligências", disse Fernanda Reis, agente de polícia e bacharel em medicina veterinária que relata estar na melhor fase da vida profissional na Polícia Civil.

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

"Fiz o curso de veterinária por amor aos animais. Quando eu passei no concurso da polícia, sempre tive vontade de trabalhar na minha área e hoje faço isso. Sou muito agradecida a Deus por isso, por estar salvando tantas vidas animais", completa. 

O amor de Fernanda Reis pelos animais reflete na atividade policial.

"Quando eu chego ao local e vejo o animal sendo maltratado, dá vontade de chorar. Mas tento segurar a emoção. É terapia interna.Fiz vários treinamentos na polícia para controle emocional. Chego, olho, os olhos ficam cheios de água, mas vou para a parte profissional: conversar com o dono, explicar que o animal está sendo maltratado e que aquilo terá consequências. Peço que as pessoas não tenham medo de denunciar e se coloquem no lugar daquel animal que é maltratado", disse Reis. 

CONSCIENTIZAÇÃO

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

A titular da DPMA diz que um dos maiores desafios à frente da pasta é a conscientização. 

"A gente não quer tirar o animal da pessoa, mas fazer com que ela saiba que o animal está protegido por lei e que, se for maltratado, o dono vai sofrer procedimento criminal e que pode ser até preso por isso. Nossa intenção é prevenir, não punir. Quando as pessoas vêm aqui, antes de fazer o TCO, a gente conscientiza antes de levar ao judiciário", frisa a delegada.
 

ABRIL LARANJA

A luta contra a crueldade aos animais ganha força com a campanha Abril Laranja que chama a atenção da luta contra os maus-tratos. A delegada cita condutas comuns que são crimes. 

"Deixar sem água e comida, no sol, na chuva, o animal amarrado na corda curta que quando se movimenta, se machuca, não ter o controle da caderneta de vacina, infestação de carrapatos, feridas, cortar a orelha, abandonar [...] tudo isso são maus-tratos e podem parar na Justiça", alerta Viana.

A pena por maltratar um animal varia de 1 a 4 anos de detenção (começando a partir de 6 meses de detenção), com a possibilidade de multa. 

Apesar de branda, a delegada acredita que os inúmeros casos de maus-tratos refletem o caráter do ser humano. 

"Ainda falta muito desse lado humano. Penso que a pena pode ser a maior possível, mas quando o ser humano é ruim, comete o crime. Por exemplo, a pena de homicídio é de 20 anos e só o que a gente vê são pessoas sendo assassinadas. Acredito que pessoa que maltrata um animal, maltrata um filho. As concepções de cuidados com os humanos, se estende aos animais", conclui a delegada. 

Cães e gatos precisam estar com a caderneta de vacinação em dia

Os pets também precisam estar em dia com a caderneta de vacinação. As doses e aplicações são diferenciadas para cães e gatos e variam também de acordo com a idade do animal. 

A vacina mais conhecida é a antirrábica que protege contra a raiva. Mas para proteger seu bichinho de estimação de doenças graves é preciso seguir todo o calendário vacinal com doses capazes de imunizá-los contra mais de dez tipos de doenças. Quer saber quais as principais vacinas para proteger seu pet, confira o que dizem especialistas: 

 

Dicas de como levar o pet no passeio de carro

Transportar a bicharada de maneira errada além de perigoso pode render uma dor de cabeça danada ao motorista, multa, apreensão do veículo e pontos na carteira. 

O porte do animal, por exemplo, deve ser levado em consideração para garantir um transporte seguro. Confira um passo a passo de como acomodar o seu pet na hora de passear de carro. Confira!

Capivaras viram atração em avenida com cheia do Rio Poti

Fotos: Roberta Aline

A cheia do Poti fez dezenas de capivaras aparecerem nas margens do rio na avenida Marechal Castelo Branco, na zona Norte de Teresina. A quantidade de animais chamou a atenção de quem passava pela via nesta sexta-feira (5). Moradores e motoristas paravam para tirar fotos. Arredias, as capivaras não permitiam aproximação e assustavam até com a buzina dos veículos.

Veja o vídeo: 

Hérlon Moraes
redacao@cidadeverde.com

Cão faz "vigília" em casa invadida por enxurrada em Teresina

(Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com)

Moradores do bairro Parque Rodoviário, local que foi parcialmente destruído após uma enxurrada na noite desta quinta-feira (04), tentaram salvar o que puderam durante a "avalanche" de água que arrastou casas, veículos e duas vidas. Erismar Sampaio, um dos sobreviventes, voltou ao que sobrou da residência para salvar os animais de estimação, dois cães e quatro gatos. 

"Estava assistindo TV quando escutei o estrondo. Pulei o muro e minha mulher veio atrás. Logo depois, o muro desabou. A água invadiu minha casa e lembrei dos meus bichos e voltei para salvá-los. Só um dos gatos eu não encontrei", disse o morador. 

(Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com)

Um dos animais de Erismar é o vira-latas Gonga. A imagem do pet em meio ao cenário de lama impressiona. No dia seguinte, após a tragédia ter levado o muro da residência e destruído tudo o que tinha dentro, Gonga permanece em meios aos escombros. 

"Ele não sai daí. Parece que tá observando tudo", disse o dono de Gonga. 

(Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com)

(Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com)

Infelizmente, alguns animais não tiveram a mesma sorte. No meio da lama é comum ver animais que morreram afogados, alguns ainda estavam presos à coleira. 

Empresa permite que funcionários levem pets ao trabalho

(Foto: Divulgação/Nestlé Purina)

Já pensou em levar seu filho de quatro patas para o trabalho? quem nunca! esse sonho virou realidade para funcionários do escritório de uma empresa de alimentos e bebidas em São Paulo. 

O dia foi batizado de "pet a work" e acontece na empresa desde 2016. Os cães e gatos puderam participar de tudo, inclusive das reuniões. Para que tudo desse certo, foram estabelecidas algumas regrinhas como estar com a vacinação em dia e ter idade mínima de quatro meses.

Fotos divulgadas pela empresa mostram a cara de satisfação de tutores e pets. 

(Foto: Divulgação/Nestlé Purina)

(Foto: Divulgação/Nestlé Purina)

Um estudo recente da empresa de pesquisas Penn Schoen Berland mostrou que 63% dos funcionários de empresas que aceitam pets estão muito satisfeitos com o ambiente de trabalho. O índice é quase o dobro em comparação com locais de trabalho onde pets não são permitidos. 

Nessa empresa, o "pet a work" é realizado uma vez a cada ano, mas faz toda a diferença. 

A gente fica na torcida para que mais eventos fofos aconteçam em todo o país. 

 

Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com
Com informações Revista Glamour

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