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Com doença sem cura, cão de Dilma Rousseff é sacrificado

Por Graciane Sousa
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      Foto: Sérgio Lima/Folhapress/Arquivo

Dilma Rousseff passeia com seu cão, o labrador Nego, à margem do Lago Paranoá em área nobre de Brasília, em foto de abril de 2010, quando ela ainda não era presidente 

O labrador Nego foi uma das estrelas da propaganda eleitoral no primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Com a perda do mandato, no mês passado, a petista teve que deixar o Palácio da Alvorada e, mais uma vez, o cão virou assunto entre boatos de que teria sido abandonado. Após rumores, nesta segunda-feira (12), a petista confirmou que o animal foi safrificado. 

Por meio de nota publicada em seu site, ela contou que o cachorro era "portador de mielopatia degenerativa canina e teve seu sofrimento abreviado". A doença progressiva crônica não tem cura, atinge a medula espinhal dos cães e costuma atingir cachorros de grande porte em idade avançada.

"Há dois meses, o médico recomendou que fosse abreviado o sofrimento do cão, um dos prediletos de Dilma. Relutante, ela adiou a decisão até pouco antes de deixar o Palácio da Alvorada, na semana passada, e mudar-se para Porto Alegre", diz o comunicado.

O cão tinha cerca de 1,70m e foi dado a Dilma pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, em 2005. Dilma cria outros quatro animais: os labradores Boni, Galego e Princesa e a cadela Fafá, todos adotados, segundo a nota.

"Fafá permanece com uma das tias da ex-presidente, que a levou para Belo Horizonte, onde vai ficar até que Dilma a transfira para Porto Alegre, em novembro. Já a labradora Princesa está com o ex-marido de Dilma, o advogado Carlos Araújo, em Porto Alegre. Quanto aos outros cães- os labradores Boni e Galego- , Dilma optou por deixá-los com amigos que vivem em Brasília, porque não havia como levar os dois para morar no apartamento que tem em Porto Alegre."

Nego foi sacrificado em Brasília antes da petista deixar o Palácio da Alvorada, na última terça-feira (06), e seguir para Porto Alegre. 

Nego

O labrador se tornou conhecido após aparecer durante a campanha presidencial de 2010, quando Dilma Rousseff disputava o cargo pela primeira vez. Nego estrelou a primeira propaganda eleitoral de Dilma naquele ano. No programa televisivo, a petista jogava uma vareta para o cão na beira de um lago, em uma tentativa de suavizar sua imagem. 

 

 

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Ativistas invadem palco de peça que utilizava galos em cena: 'Maus-tratos'

Um grupo de ativistas veganos subiu ao palco de uma peça para protestar pelo uso de galos em um espetáculo apresentado em Santos, no litoral de São Paulo. A peça  "4", do diretor argentino Rodrigo García, era exibida ao público pela segunda vez na cidade durante o Mirada, Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos. O teatro do Sesc foi multado em R$ 2 mil por infração de uma Lei Municipal.

No vídeo, gravado na última sexta-feira (9), é possível ver um dos atores pegando o animal do chão do palco e o colocando dentro de suas roupas. Em seguida, retira a ave e a segura pelos pés, que estavam calçados com sapatos. Enquanto isso, uma das ativistas grita da plateia. "Isso não é teatro. Isso é maus-tratos aos animais". 

Momentos depois disso, uma outra mulher invade o palco e tenta resgatar as aves.

O espetáculo foi escolhido para abrir o festival na última quinta-feira (8). Grupos veganos souberam que a peça utilizava quatro galos em cena. O uso de animais selvagens ou domésticos em qualquer espetáculo é proibido em Santos por uma Lei Municipal de 2004.

Dafne Jaune, que organiza o grupo Vox Vegan, contou que ativistas se reuniram na porta do teatro na sexta-feira. "Alguns de nós ficaram do lado de fora esperando uma resposta da fiscalização da Prefeitura de Santos, tentando barrar o espetáculo. Não tínhamos ideia do que ia acontecer durante a peça, e duas pessoas do grupo estavam lá dentro", afirma.

A peça foi interrompida no momento da invasão e o Sesc autuado por descumprir a lei. Segundo Andrea Vieira Setúbal, fiscal ambiental e chefe da Seção de Fiscalização da Vida Animal na cidade, o problema foi identificado na quinta-feira (8).

"Falei com os responsáveis pelo espetáculo e passamos uma intimação. Conversamos para ver se havia uma outra maneira da peça ser realizada, sem a presença dos animais", relembra. Segundo a fiscal, produtores da peça disseram que não havia tempo para pensar em uma alternativa.

Em nota, o SESC São Paulo, organizador do MIRADA, afirmou que entende que é importante toda discussão estimulada por um processo artístico e cultural.

Sobre a utilização de animais em cena no espetáculo “4”, que ocorreu na abertura do festival, estamos alinhados com a produção do espetáculo, que atesta que os animais não passam por nenhum tipo de dopagem, mas sim, são adestrados para tal fim, recebendo as melhores condições de tratamento e saúde, desde sua procedência até os bastidores da montagem, onde contam com um cuidador especial integrado à equipe.

Ainda afirmou: Diante destas informações e amparados por orientação oferecida pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, não só nesta como em edições anteriores do festival, acreditamos que todas as medidas foram adequadamente tomadas para a realização do espetáculo, preservando a integridade dos animais que deste participam.

Por fim, ressaltamos que acolhemos todos os pontos de vista expressados pelo público, favoráveis ou contrários em relação ao ocorrido, e no que diz respeito ao fazer teatral. Assim, garantimos que questionamentos artísticos como esse possam continuar a trazer reflexões para a sociedade.

 

Fonte: G1.

Cachorro é resgatado com mais de 16 kg de pelo

Lazarus é da raça Cão da Montanha dos Pirineus (Foto: Reprodução/Amanda Brooke Charsha-Lindsey/Facebook)

Um cão da raça Montanha dos Pireneus, chamado Lazarus, foi resgatado de um celeiro nos Estados Unidos e retirou um "casaco" de quase 16 kg de pelos de suas costas, em sua primeira tosa em 6 anos, segundo o relato da voluntária Amanda Charsha-Lindsey em uma rede social.

Ela diz que o cachorro vivia confinado em um celeiro cheio de fezes até ser resgatado por Candice Skelton, que é tosadora, e passar aos cuidados do grupo de voluntários Big Fluffy Dog Rescue, especializado em cuidar de raças grandes, em Nashville, no Tennessee.

No total, sete pessoas se envolveram na retirada de Lazarus da situação precária em que estava. Amanda relata em diversos posts a evolução do cachorro, que ficou quase irreconhecível depois da tosa e ainda tem dificuldades para socializar, mas já ganhou até bife no almoço. Amanda cuidará dele até que possa ser adotado por uma nova família.

Depois da tosa, Lazarus consegue andar com mais facilidade (Foto: Reprodução/Amanda Brooke Charsha-Lindsey/Facebook)


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Com informações G1

 

Trailer de Quatro vidas de um cachorro emociona internautas

O longa-metragem Quatro vidas de um cachorro tem previsão de estreia em janeiro de 2017. Desde já, o filme já conquistou popularidade. Pelo menos, na internet. O primeiro trailer divulgado- na semana passada- e já emocionou uma legião de internautas. Dirigido por Lasse Hallstrom (sempre ao seu lado), a produção é baseada no best-seller homônimo de W. Bruce Cameron.

A história acompanha um cão que reencarna em outras vidas para conquistar um objetivo divino. A saga pela descoberta do sentido da vida, Bailey (Josh Gad) convive com diferentes donos, mas nunca esquece o primeiro, Ethan. A “fala” do animal protagonista já revela qual é a pegada do mais novo trabalho de Hallström: “Se eu posso conquistar você com lambidas e amor, eu tenho meu propósito.”

O filme promete ser um prato cheio para quem tem relações próximas com animal. O tema já foi abordado em produções como Sempre ao seu lado e Marley e eu.


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Como evitar os perigos de deixar animais sozinhos

Divulgação/'Pets'

No filme 'Pets', o cãozinho Max espera durante muito tempo que sua dona volte do trabalho - o que poderia ser um sintoma da síndrome da ansiedade da separação. (

O filme Pets: a Vida Secreta dos Bichos chegou aos cinemas brasileiros na última semana e atingiu o topo das bilheterias, arrecadando mais de 14 milhões de reais. apenas na semana de estreia. Não é para menos, já que o longa explora o que os animais de estimação fazem quando ficam sozinhos em casa – algo que todos os donos querem descobrir. Essa curiosidade em conhecer o que cães e gatos fazem quando estão desacompanhados pode ser fundamental para a saúde dos bichinhos: existem muitos perigos aos quais eles se expõem e saber como agem pode não apenas evitar graves acidentes com também prevenir transtornos de comportamento.

“Temos que pensar nos cães e gatos como crianças que ficam em casa. Os gatos são mais independentes, mas isso não significa que os cuidados são menores. É preciso limitar alguns acessos, passar produtos de limpeza e plantas para o alto e, se possível, distrair o animal com brinquedos e, inclusive, treiná-lo”, afirma o médico veterinário Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo.

Solidão

Além dos perigos físicos, cães e gatos, em diferentes graus, sofrem com a solidão. Para os cachorros, animais extremamente sociáveis, longos períodos de isolamento podem trazer tristeza e stress. Alguns gatos também enfrentam problemas devido à ausência dos proprietários. Comportamentos como se coçar ou se lamber até que a pele fique ferida e miar ou latir o dia todo podem indicar que seu animal não está muito saudável: a síndrome da ansiedade da separação está se tornando um transtorno cada vez mais comum entre os animais domésticos.

“Um estudo da pesquisadora americana Debra Horwitz mostra que 20% a 40% dos atendimentos veterinários feitos por especialistas em comportamento animal, hoje em dia, são decorrentes desse transtorno. Mas, se os sintomas forem percebidos no início, existem maneiras bem simples para ajudar o bicho a superar o problema:”, afirma a especialista em comportamento animal Carolina Rocha, da clínica veterinária Pet Anjo, de São Paulo.

 

Confira abaixo alguns comportamentos que os animais têm ao ficar muito tempo sozinhos, quais os perigos a que se expõem e como evitá-los:

 

1. Sintomas de ansiedade

Cães saudáveis costumam esperar o dono voltar, mas o tempo dedicado a essa atividade não pode exceder cinco a dez minutos – mais que isso pode indicar a síndrome da ansiedade da separação, um transtorno cada vez mais comum nesses animais. De acordo com Carolina Rocha, especialista em comportamento animal da clínica veterinária Pet Anjo, de São Paulo, os bichos com esse problema podem destruir móveis, fazer necessidades em locais inadequados e latir excessivamente. É comum ainda que o animal fique muito agitado quando o dono começa a se arrumar para sair e siga-o compulsivamente.

“Algumas maneiras de ajudá-lo a vencer a ansiedade é sair para passear por 30 minutos com o cão, o que fará com que ele gaste energias e durma mais durante o período em que fica sozinho. Outra dica é espalhar muitos brinquedos na casa, assim ele não vai morder o sofá, mas os brinquedos”, diz a especialista. Também é possível treiná-lo: o dono se arruma, faz o ritual de saída, mas fica em casa. Isso quebra a ansiedade do animal e o ajuda a se acostumar. Outro método é fazer saídas rápidas e ir aumentando a duração do período fora de casa. Ao chegar, a dica é ignorar o animal até que ele se acalme. Com gatos, a estratégia é cansá-lo: basta brincar durante 20 minutos com ele para garantir que ele durma por períodos mais longos.

2. Comer objetos estranhos

Um dos comportamentos que os cães herdaram de seus antepassados é a capacidade de exploração. “Antigamente os cães caminhavam até dez quilômetros por dia para buscar alimentos. Hoje, eles mantêm o comportamento de caça e exploração na curiosidade com coisas novas, checando as sacolas com compras ou cheirando móveis e sapatos novos”, diz o médico veterinário Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo.

Foto: iStock/Getty Images

O ato de bisbilhotar, no entanto, pode fazer com que os animais comam objetos estranhos. “Quando o cão está sozinho, vai buscar meios de se distrair e procurar algo para comer ou brincar. Por isso, se houver qualquer pequeno objeto no chão (ou sapatos), é bem possível que ele o mastigue. A melhor maneira de evitar isso é também espalhar brinquedos pela casa para que eles se divirtam sem perigos”, explica Marcondes. Evite deixar produtos de limpeza ao alcance dos animais, guardando-os em um armário alto e fechado, e retire lixeiras de casa ou mantenha-as vazias. Assim, os animais não correm risco de ingerir produtos tóxicos, alimentos estragados ou objetos pontiagudos.

3. Mastigar plantas

Cães e gatos também podem buscar distração com plantas. “É preciso saber escolher as espécies vegetais da casa, já que algumas podem causar intoxicação nos bichos e, em alguns casos, até a morte”, diz Marcondes. Atenção com flores como as azaleias que, se forem ingeridas por cães podem provocar fraqueza, colapso cardíaco e levar ao coma. Lírios podem causar a falência dos rins; hortênsias, depressão, aumento da frequência cardíaca e da temperatura corporal; e as violetas podem causar vômitos.

Foto: iStock/Getty Images

Entre as folhagens altamente tóxicas estão a “comigo ninguém pode”, espirradeira, mandioca-brava, pinhão-roxo e taioba-brava. A maior parte das plantas que são ingeridas por nós (alecrim, hortelã ou camomila) também são indicadas para os animais.

4. Saltar de móveis, escadas ou janelas

Escadas e janelas, mesmo aquelas com as quais os animais estão acostumados, precisam ser protegidas quando eles estão sozinhos. “O ideal é bloquear o acesso a áreas que podem oferecer riscos, pois os bichos vão caminhar muito por elas quando estão sem o dono. Colocar telas nas janelas e grades nas escadas são boas opções para evitar quedas fatais”, diz Marcondes.

Foto: iStock/Getty Images

A cozinha também precisa ficar com a porta fechada, pois ali os bichos podem ter acesso a coisas bastante nocivas, como panelas quentes e facas, que causam muitos acidentes. O melhor é escolher um local da casa protegido, bem ventilado e na sombra para que o animal possa permanecer durante o dia.

5. Danificar fios elétricos

Alguns animais – principalmente até os dois anos – costumam roer alguns objetos da casa, incluindo fios elétricos que podem causar queimaduras sérias. “Para evitar que esse tipo de acidente ocorra, o ideal é reformar a fiação, manter os fios embutidos e as tomadas com protetores. Isso evita que o animal possa ter acesso à rede elétrica”, explica o veterinário.

6. Nadar

Algumas raças de cachorros, como labrador e golden retriever, adoram água. Contudo, se a piscina estiver um pouco vazia, com a água longe das bordas, os cães podem ter dificuldades para sair e acabam se afogando pelo cansaço. Para evitar acidentes assim, o ideal é instalar cercas protetoras ao redor dos lugares com água, evitando o acesso do bicho.

De acordo com Marcondes, o ideal é que o animal nade apenas na presença do dono. Ainda assim, existem cuidados necessários. “Coloque uma rampa especial ou escadinha própria para cães na piscina. O produto auxilia o animal a sair”, diz.

7. Comer a ração de uma só vez

Cães de grande porte tendem a comer todo o seu alimento rapidamente. Por isso, se o dono trabalha o dia todo, não é indicado deixar o pote de ração cheio. “Se o animal ingerir toda a refeição em uma única ocasião pode ter dilatação gástrica, um problema que em alguns casos pode evoluir para torção do estômago, uma grave emergência”, explica o médico veterinário Mário Marcondes. O ideal é dividir a quantidade diária de alimento em duas ou três refeições - para isso, existem comedouros eletrônicos que permitem a programar para o horário desejado a liberação dos alimentos.

 

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Com informações Veja

Governo reconhece Peixe Boi, Tartaruga e Cavalo-Marinho como patrimônios do Piauí

O governo reconheceu como Patrimônio Natural do Estado do Piauí o Peixe-Boi Marinho, a Tartaruga Marinha e o Cavalo-Marinho. Os animais são encontrados no litoral piauiense e constantemente são alvos de caçadores e ações de maus tratos. O decreto foi publicado no último dia 29 no Diário Oficial do Estado. 

Além disso, o governador Wellington Dias sancionou conjuntamente o projeto que institui no dia 28 de agosto o Dia Estadual da Conservação da Biodiversidade Marinha e Costeira. 

A data, segundo a publicação, servirá para promover "ações e atividades que divulguem o potencial socioeconômico e ambiental resultantes da proteção ambiental natural, da cultura e da história das comunidades e suas relações com a biodiversidade marinha, que devem apresentar um dos pilares do turismo na região". 

O Dia Estadual entra para o calendário oficial de eventos do Estado e o poder público, por meio do artigo 3º do decreto, fica obrigado a realizar ações para conservação das espécies marinhas e conscientização da comunidade para a preservação, por meio de eventos e de implementação de projetos junto à educação formal e não-formal. 

 

Maria Romero
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Idoso e cego, cavalo é abandonado e protetores de Teresina buscam adoção

Por Maria Romero
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Agostinho foi o nome dado ao cavalo já idoso e cego de um dos olhos que foi abandonado no fim do mês de agosto no conjunto Vila Maria, zona Leste de Teresina. Protetores estão comovidos com a situação, pedem ajuda para cuidar do animal e buscam adoção para o cavalo, que possui marcas no corpo indicando que um dia já foi usado na tração animal em carroças. Qualquer ajuda pode ser informada por meio do telefone (86) 9 9996-0668. 

A médica veterinária Roselma Moura é uma das protetoras que está alimentando e ajudando Agostinho. Ela conta que o animal está bastante machucado e estava vagando pelas avenidas, depois de ser abandonado. 

"Ele tem no corpo vários traumas sugestivos de que foi usado em carroça, ele tem problemas articulares que indicam esse histórico. Nós tiramos ele do meio da rua, colocamos ele um terreno baldio e estamos dando água e comida por enquanto. Mas queremos arrumar uma adoção para ele, para não ficar na rua abandonado", explica a veterinária. 

Segundo ela, o animal é idoso e deve ter sido deixado na rua depois de anos puxando veículo de carga. Ele já não tem dentes, possui vários ferimentos, tem uma das orelhas quebrada e está cego de um olho. De longe, a magreza extrema é que chama atenção.

"Ele está uma carcaça ambulante, pelas fotos não dá para ter ideia do quanto ele está magro, abatido", lamenta. 

Roselma destacou que está mobilizando entidades para ajudar o animal, mas que no momento está buscando qualquer tipo de ajuda financeira para custear alimentação e medicamentos para Agostinho. "Qualquer doação de ração já nos ajuda demais", disse ela. 

Abandono é crime 

A médica disse ainda que o grupo pretende formalizar denúncia por abandono e pelos ferimentos causados a Agostinho, que configuram maus tratos,

A ação constitui violação do artigo 32 da Lei 9.605/1998, Lei de Crimes Ambientais, que descreve como crime "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos". A pena é de detenção, de três meses a um ano, e multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

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PM apreende quase 80 galos e prende duas pessoas em rinha

Por Maria Romero
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Duas pessoas foram presas e quase 80 galos foram apreendidos na noite deste sábado (27) na cidade de Piracuruca (196 km de Teresina). Segundo as polícias militar e civil, havia cerca de 100 pessoas no local no momento da abordagem, mas apenas duas foram presas. Um animal foi encontrado já morto. 


Fotos: portal Piracuruca Ao Vivo

O agente de polícia civil Jefferson Paulo informou que apenas duas pessoas foram presas porque muitos fugiram e chegaram ainda a apedrejar a viatura da PM que foi ao local. 

"Eles pediram reforço à cidade de Piripiri e então conseguiram fazer as prisões e as apreensões", disse Jefferson.

Segundo a polícia militar, os crimes aconteciam nos fundos de um clube na localidade Carapuças. Três policiais chegaram primeiro ao local e dezenas de apostadores fugiram. Alguns dos identificados são naturais do Ceará e do Maranhão, além de outros de Teresina, Piripiri, Pedro II e Parnaíba, no Piauí. 

Ao todo 78 aves foram encontradas, a maioria em gaiolas e outras nos espaços chamados de "tambores", onde ocorrem as disputas até a morte de um dos animais. A polícia encontrou também esporas e bicos de metal, que tornam as lutas ainda mais agressivas. 

Rinhas

As rinhas, lutas ou brigas de de galo são ilegais e consistem em estimular a disputa entre dois animais até que um deles morra no "torneio".  O público normalmente aposta grandes quantias de dinheiro nos animais que acreditam que vencerão as lutas. A ação é tipificada como crime de maus-tratos, previsto pela Lei Federal Nº 9.605, conhecida como Lei de Crimes Ambientais. A pena é de detenção e multa.

 

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Cão coberto de piche comove protetores e busca família em Picos

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Protetores estão comovidos e torcendo pela recuperação completa de um cãozinho que apareceu coberto de piche em Picos (306 km de Teresina), na última segunda-feira (22). Guerreiro, como foi batizado, foi encontrado com a lateral esquerda do corpo inteira tomada pelo material, que deixou queimaduras. O grupo tenta agora buscar os possíveis donos ou um lar para o bichinho. 

Fátima Miranda, diretora jurídica da entidade Amigos dos Protetores dos Animais de Picos (Apapi), disse que inicialmente acharam que alguém havia jogado o piche no animal, mas os veterinários acreditam que ele mesmo deitou no asfalto quente. 

"Disseram que jogaram nele, mas os médicos acham que ele caiu ou rolou no asfalto, que foi um acidente", disse. 

Ela destacou que o responsável pela obra de asfaltamento foi procurado e, mesmo sem saber se um de seus funcionários havia sido responsável pela situação, assumiu os custos do tratamento. 

"Ele nem questionou, quando fomos conversar, para investigar a situação, ele prontamente disse que custearia tudo e que se alguém tivesse visto algo, que avisasse para ele tomar as providências", informou. 

Na clínica veterinária, Guerreiro passou pelo procedimento de retirada do piche. Para isso, é necessário um banho com água e óleo, que por vezes retira os pelos do animal e pode ser doloroso. 

"Em alguns lugares ele ficou sem pelo, mas pelo menos protegeu. Nos locais onde pegou só na pele, ele ficou mais ferido, porque queimou, por conta do asfalto quente. Ele também tentou lamber para tirar, aí queimou a boca. Agora ele está em tratamento com antibióticos e pomadas e se recuperando bem", disse. 

Os protetores acreditam que o animal tem cerca de 4 anos e tem uma família, porque está bem cuidado. Ele continua internado e possui lar temporário.

Integrantes da Apapi buscam agora os tutores de Guerreiro ou uma família que possa adotá-lo ao fim do tratamento. Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo (86) 9 9996-0668. 

 

Maria Romero
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Carteiro escreve cartas para não decepcionar cadela

Foto: Reprodução/ Facebook

Esqueça a birra entre cães e carteiros. A cadela Pippa de Brisbane, na Austrália, é fã do carteiro do bairro e gosta de pegar a correspondência de sua família todos os dias. Mas nem sempre há cartas para a casa e, para não decepcioná-la, o carteiro Martin Struder escreve cartões postais e entrega a ela.

Martin compartilhou a história em seu facebook e, rapidamente, encantou milhares de pessoas que compartilharam as fotos da cadela feliz com sua cartinha. “Às vezes, Pippa sai para receber as cartas, mas não há nada para ela recolher. Então, eu tenho que improvisar”, escreveu o carteiro. No texto escrito para a cadela, ele demonstrou o carinho ao escrever “Carta para Pippa” ao lado de dois corações. Pippa, claro, pareceu bem contente com a iniciativa.

 

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Com informações Jornanlextra

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