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Bicharada

Cão morre após semanas diante de delegacia esperando dono preso

Por Maria Romero
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O cão adulto Sem Raça Definida (SRD) que comoveu a todos na cidade de Piripiri (157 km de Teresina), morreu ontem (12) após dias sem comer e apresentando sinais de fraqueza. O animal foi levado por policiais civis ao veterinário, mas não resistiu. Ele estava há cerca de três semanas diante do complexo de delegacias e os policiais acreditam que o cachorro estava aguardando o retorno de seu dono, possivelmente um dos presos no DP.

Segundo os policiais, médicos veterinários informaram que o cão apresentava sinais de depressão e, devido à mudança de rotina, pode ter ficado com o sistema imunológico debilitado.

A principal suspeita é de que o cão tenha contraído a doença do carrapato, que tem cura, mas se não tratada no início pode matar. Os sistomas são principalmente fraqueza e falta de apetite, posteriormente inchaço no abdômen.

O cão chegou ao local junto com alguns presos e nunca mais abandonou a porta. Os policiais acreditam que ele aguarda o dono, mas todos os detidos no Distrito Policial já foram transferidos para o presídio e ninguém sabe quem é o tutor do animal. 

O titular do 2º DP da cidade, delegado Ricardo Oliveira, disse que o cachorro ficava bastante gitado sempre que novos presos chegavam ao complexo. 

"Ele ficava como se estivesse esperando o dono voltar. Nós sabemos que ele chegou com alguns presos, mas todos já foram para o presídio de Esperantina (174 km de Teresina) e não sabemos quem é o dono", informou. 

Os policiais alimentavam e davam água para o animal, na esperança de que ele reencontrasse sua família. Caso o tutor não fosse localizado, ele seria o novo mascote do complexo. 

O cão foi enterrado em local apropriado e os policiais e moradores da região estão bastante comovidos com a partida do cãozinho.

 

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Cão passa semanas diante de delegacia à espera de dono preso no Piauí

Por Maria Romero
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Um caso está chamando atenção e comovendo policiais e moradores do entorno do complexo de delegacias de Piripiri (157 km de Teresina). Há cerca de três semanas, um cão adulto Sem Raça Definida (SRD) chegou ao local junto com alguns presos e nunca mais abandonou a porta. Os policiais acreditam que ele aguarda o dono, mas todos os detidos no Distrito Policial já foram transferidos para o presídio e ninguém sabe quem é o tutor do animal. 

O cão ainda não recebeu um nome, mas já conquistou a todos. Uma moradora da região - Dária Silva - publicou em seu perfil no Facebook duas fotos do animal e compartilhou a história, que comoveu as pessoas. 

"Os animais têm mais respeito e consideração pelas pessoas do que muitos têm pelo seu próximo", diz um comentário. "Muito amor! Uma vez assisti um filme parecido! História real...", comentou outra pessoa.  

O caso faz lembrar o filme Sempre Ao Seu Lado, em que um cão da raça Akita, chamado Hachiko, conhece um professor universitário (interpretado por Richard Gere) e passa a acompanhá-lo todos os dias até a estação de trem onde embarca para dar aulas. 

Hachiko permanece no local todos os dias até que o seu amigo retorne. Um dia, contudo, o professor morre e o cão continua na estação à sua espera, sem saber que nunca mais irá revê-lo.

A história é baseada em um fato real que aconteceu no Japão. Na estação de trem, atualmente, há uma estátua em homenagem à fidelidade de Hachiko. 

Em Piripiri, o cão também não parece querer abandonar a porta da delegacia. O titular do 2º DP da cidade, delegado Ricardo Oliveira, disse que o cachorro fica agitado sempre que novos presos chegam ao complexo.  

"Ele fica como se estivesse esperando o dono voltar. Nós sabemos que ele chegou com alguns presos, mas todos já foram para o presídio de Esperantina (174 km de Teresina) e não sabemos quem é o dono. Queremos encontrá-lo, porque ele tem coleira, está bem cuidado", comentou o delegado.

Nos últimos dias, o cenário diante do DP mudou: o cão não está mais lá. Mas o delegado informa que ele foi levado por um policial civil até um médico veterinário, para que seu estado de saúde seja consultado. O cão pode virar mascote da delegacia. 

"Nós queríamos que ele voltasse para o dono, estamos tentando descobrir quem é, mas se não encontrarmos, vamos adotá-lo, porque ele não deixa a delegacia", declarou. 

O animal tem recebido comida, água e o carinho dos policiais e moradores, que estão emocionados com a fidelidade do cão. 

 

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Teresina sedia exposição de cães de todas as raças, com premiação

Acontece neste domingo (9), a partir das 9h, no Sesc Ilhotas, a exposição de cães de todas as raças, que premiará os cães mais bonitos da capital piauiense. O evento é aberto ao público e a entrada é um quilo de alimento não perecível. 

O evento acontece de três a quatro vezes por ano e premia os cães com características mais bonitas ou puras em suas raças. Para participar, o animal deve ser registrado junto à Confederação Brasileira de Cinofilia. 

Embora o conceito de "beleza" pareça subjetivo, os juízes avaliam criteriosamente cada quesito de pureza do animal. O Kennel Club do Estado do Piauí (Kcepi) espera receber cerca de 150 animais para o evento. 

 

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Ter pet faz diferença na paquera e donos de cães atraem mais, diz pesquisa

Os apaixonados por animais podem levar alguma vantagem na hora de encontrar a cara-metade. Segundo uma pesquisa do aplicativo de relacionamentos Elite Singles, do Canadá, ter um bichinho em casa é visto como um grande atrativo. Se for um cachorro, o “índice” de sucesso aumenta.

A enquete realizada com 600 usuários do serviço revelou que 60% dos solteiros acreditam que ter um animal é atraente e que 73% deles preferem os donos de cães. 11% dizem que cuidar de um gatinho faz diferença. Segundo os entrevistados, isso seria o sinal de que o candidato é uma pessoa carinhosa e cuidadosa.

68% dos solteiros afirmam que ter uma foto com o bichinho no perfil também ajuda na hora da paquera, enquanto 23% dizem que é muito importante mencionar o amor por animais na descrição pessoal.

Pintou um encontro? 61% dos entrevistados disseram que levam em conta a reação de seus pets para escolher um parceiro e 83% dos apaixonados por cães acreditam que o relacionamento não teria futuro se o bichinho e o parceiro não dessem bem – contra 22% dos donos de gatos.

 

Fonte: UOL.

Ovo de Páscoa pode ser fatal para os pets

A vontade é presentear o melhor amigo com um ovo de chocolate, para celebrar a Páscoa. Isso, porém, pode colocar a vida do pet em risco. Se o chocolate é uma guloseima para humanos,  no organismo dos animais, ele age como veneno. 

“O fígado dos cães e gatos não metaboliza direito uma substância presente no chocolate, chamada teobromina, que está relacionada com a quantidade de cacau. Quanto mais cacau, mais teobromina o produto contém e mais tóxico ele é”, explica a veterinária Keila Regina de Godoy.

Quanto mais escuro e amargo o chocolate, maior o percentual de cacau e, consequentemente, mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o chocolate branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets. 

“Como a teobromina age intensamente no organismo, pode ocorrer aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos e diarreia. A gravidade do quadro varia de acordo com a quantidade ingerida”, esclarece Keila Regina.

A veterinária diz que, apesar de os casos letais serem raros, existe alta incidência de indisposições gastrointestinais, especialmente em animais pequenos e jovens, devido à quantidade de toxina em relação ao peso do pet.  

“Além do risco de intoxicação e do mal-estar, o chocolate pode acarretar em outros males ao organismo do animal, como a obesidade e suas complicações”, alerta. Para evitar surpresas desagradáveis, a veterinária recomenda que não se deixem ovos e bombons em locais acessíveis a cães e gatos. Eles podem se sentir atraídos pelo cheiro, pela embalagem e “roubar” sem que os tutores percebam. Também é fundamental orientar as crianças para que não ofereçam a guloseima.

De acordo com a Associação Norte-Americana de Medicina Veterinária, os estimulantes do chocolate circulam no organismo por um bom tempo: em casos severos, os sintomas podem durar por 72 horas. Por isso, no caso de ingestão acidental, é muito importante levar o animal ao hospital veterinário.

 

Com informações Mais Bichos
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Castração gratuita de cães e gatos agora é lei

Foi sancionada com vetos e publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (31) a Lei 13.426/2017, que cria uma política de controle de natalidade de cães e gatos. A norma entra em vigor de forma imediata.

A nova lei tem origem no PLC 4/2005, aprovado no Senado em agosto de 2010 e na Câmara dos Deputados no último dia 7.

Segundo o texto, o controle de natalidade de cães e gatos em todo o território nacional será por esterilização permanente por cirurgia, ou outro procedimento que garanta eficiência, segurança e bem-estar ao animal.

O programa levará em conta o estudo das localidades com superpopulação ou quadro epidemiológico, além da quantidade de animais a serem esterilizados, por localidade. Terão prioridade também animais situados ou pertencentes a comunidades de baixa renda.

Haverá campanhas educativas nos meios de comunicação, para conscientizar o público sobre a posse responsável de animais domésticos.

“Trata-se de instrumento valioso para o estabelecimento regrado das políticas públicas. A partir dessa lei os municípios devem dar prioridade aos problemas mais graves das suas jurisdições. Por outro lago, reforça a necessidade dos serviços e da presença dos médicos veterinários nessa importante atividade dentro da saúde pública”, avaliou o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda.

“Essa diretriz nacional estabelece um regramento que pode ser aperfeiçoado em cada região, de acordo com as características locais. Essa lei serve como um sinalizador de políticas públicas, tanto no âmbito dos estados quanto dos municípios”, ressalta o médico veterinário Julio Barcellos, presidente da Comissão Nacional de Assuntos Políticos do CFMV (Conap).

O CFMV colabora com a construção da lei no Congresso Nacional desde 2011, quando foi criada a Conap.

“O CFMV entendeu que essa lei poderia ser extremamente positiva como uma ferramenta de auxílio de saúde pública”, analisa o médico veterinário Julio Barcellos, presidente da Conap. A Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (CEBEA/CFMV) também contribuiu com subsídios para a construção da lei. “Existe uma série de zoonoses que são transmitidas por esses animais em condições em que eles não têm um controle sanitário efetivo. Como eles são vetores para algumas enfermidades e são hospedeiros intermediários de outras, certamente essa superpopulação acaba afetando a saúde pública”, aponta o presidente da Conap.

 

Vetos

Foi vetado o estabelecimento de prazo para a adaptação às novas regras por municípios que não possuem unidades de controle de zoonoses. Na justificativa do veto, o presidente Michel Temer alegou que a obrigação viola a autoridade municipal, sem contar que o dispositivo provocaria insegurança jurídica.

Também foi vetado o trecho que estabelece que as despesas com o programa virão da seguridade social da União, mediante contrapartida dos municípios de pelo menos 10% dos recursos. Na justificativa para o veto, consta que essa regra atrela recursos da seguridade social a programa não vinculado diretamente à saúde. A estimativa do impacto fiscal é de R$ 23,4 bilhões, o que comprometeria o equilíbrio financeiro e entraria em conflito com a Lei de Responsabilidade Fiscal e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2017.


Com informações Agência Senado
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Febre amarela chega ao último refúgio de micos-leões-dourados

Quando uma família de micos-leões-dourados interrompe sua jornada diária pelas copas de árvores de Silva Jardim em busca de frutas silvestres, dois deles ficam para trás. Um filhote de pouco mais de cem gramas e um mês de vida, que mais parece um pompom, é deixado na segurança de galhos altos. Uma sentinela, oculta nas folhagens, fica a postos para alertar sobre a aproximação de predadores, seja jaguatirica, cobra, gavião ou gente. Mas há um inimigo que ela é incapaz de ver, farejar ou ouvir. O vírus da febre amarela chegou ao coração do santuário dos pequenos primatas.

O atual surto de febre amarela silvestre põe em risco duas das mais ameaçadas espécies de macacos do mundo, símbolos internacionais da luta contra a extinção. Primeiro, em Minas Gerais, a febre se alastrou pelo território dos muriquis-do-norte (Brachyteles hypoxanthus). Este mês, com os casos de humanos infectados confirmados em Córrego da Luz, localidade de Casimiro de Abreu, alcançou o único lugar da Terra onde ainda vive o mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia).

— A febre amarela é uma tragédia humana e ambiental. Jamais vimos algo assim. Entre macacos, não é mais um surto. É uma epidemia, com consequências não apenas para eles, mas para toda a Mata Atlântica — afirma o primatologista Sergio Lucena, da Universidade Federal do Espírito Santo.

A MAIOR MORTANDADE JÁ REGISTRADA

Um dos pioneiros na preservação dos muriquis e envolvido desde o início na investigação da epidemia em macacos, Lucena frisa que a febre amarela já provocou em Minas e no Espírito Santo a maior mortalidade já registrada na Mata Atlântica. Morreram em massa bugios (Alouatta guariba) e sauás (Callicebus personatus). Em menor escala, micos do gênero Callithrix e macacos-pregos (Supajus nigritus).

— Estamos muito preocupados. O mico-leão-dourado só existe no Rio de Janeiro e está restrito a uma pequena área do estado. Pessoas ficaram doentes perto dessa região, uma morreu. Estamos alertas noite e dia. Se os micos-leões-dourados forem sensíveis ao vírus, não terão escapatória. Não terão para onde ir. Será uma devastação — lamenta o secretário executivo da Associação Mico Leão Dourado, Luís Paulo Ferraz.

A associação está há três décadas à frente de projetos de preservação do mico. Antes da chegada da febre amarela, esperava melhorar as chances da espécie com a construção de viadutos para passagem de animais sobre a BR-101, que corta as florestas desses bichos dóceis, que passam a vida comendo frutas e insetos.

— Dois micos-leões-dourados morreram na semana passada. Ainda não sabemos a causa. Achamos que atropelamento é a mais provável, mas tememos a febre amarela. Ela roubou a nossa paz. As reservas de Poço das Antas e União, principais áreas dos micos-leões-dourados, estão fechadas à visitação. Córrego da Luz fica exatamente entre elas, numa região habitada por grupos de primatas. Torcemos para toda a população ser vacinada o mais rapidamente possível, essa é a única forma de proteger os micos — destaca Ferraz.

Ninguém sabe como o vírus chegou à região, que é relativamente distante de áreas nas quais foi confirmada a morte de macacos por febre amarela. Tanto Lucena quanto Ferraz consideram improvável que tenha sido tráfico de animais, uma das hipóteses levantadas.

— Se fosse tráfico, seria o contrário, animais daqui seriam transportados para outros lugares. O mico-leão-dourado é que seria levado, as outras espécies de macacos daqui não são alvos de tráfico. Porém, tememos a transmissão por pessoas não vacinadas. Aqui há muito turismo, muita gente vem de Minas. Pessoas provenientes de área de surto, infectadas e assintomáticas, podem ter trazido o vírus — explica Ferraz.

Lucena lembra que estudos já alertaram para a possibilidade de o vírus ser introduzido por pessoas nas fases virêmica (em que o vírus está em circulação no sangue) e de incubação em áreas onde há mosquitos transmissores.

A febre amarela mudou a rotina de pesquisadores. O trabalho de monitoramento dos saguis — que vivem em grupos familiares com quatro a dez integrantes — é marcado pela tensão.

— O mico-leão-dourado sofreu por séculos com o desmatamento e a caça. Quase desapareceu. Agora, quando a situação começava a melhorar, surge a febre amarela. Vemos as famílias nas árvores atrás de frutos e insetos. Elas formam grupos unidos, todos cuidam dos filhotes. Colorem a mata. Todos podem ser destruídos por uma doença contra a qual não têm proteção — lamenta Andreia Martins, bióloga da associação.

A ALEGRIA DE ENCONTRAR UM GRUPO

Desde 1983, Andreia acompanha os micos-leões-dourados. Na semana passada, ela e o auxiliar de pesquisa Jadir Hilario Ramos percorriam as matas. Contavam com a ajuda de um sistema de localização por rádio para encontrar os animais.

— É uma alegria achá-los agora — diz Ramos ao ver uma família com 13 micos, três deles filhotes.

Os adultos pesam meio quilo; os bebês são bolinhas de pelos dourados. Não param. Escalam e se misturam às flores alaranjadas das bananeiras selvagens, dependuram-se com os longos rabos. A pelagem brilha ao sol e fica avermelhada na sombra.

— Basta um barulho, um movimento brusco, para os micos desaparecerem. Temos que percorrer muitos quilômetros para encontrá-los. Com a febre amarela, não podemos descansar — afirma Ramos.

 

Fonte: O Globo.

Polícia prende quadrilha de ladrões e encontra cães furtados

Em operação em Joinville, no Norte catarinense, a Polícia Civil prendeu nesta quarta (22) quatro pessoas e apreendeu diversos objetos furtados, como jóias, relógios, drogas e carro, além de dois animais - um Pug e um Bulldog - com uma quadrilha especializada em arrombamentos de residências.

Conforme a Polícia Civil, o grupo chegava a pratica seis invasões a casas por dia. A operação, batizada como Êxodo 22, foi deflagrada por volta das 6h. Havia um quinto mandado de prisão preventiva, mas até a publicação desta notícia, o suspeito estava foragido, conforme a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Deic).

Os dois cães estavam com um casal, que está entre os presos. O Pug foi identificado como um animal furtado em 2016 no município.

Ele foi entregue ao dono, que foi ouvido pela Polícia Civil, apresentou os documentos que comprovam o pedigree do cachorro e pode levá-lo para casa.
A polícia suspeita que o bull dog também tenha sido roubado e está a procura do proprietário.

Outras apreensões

Outros materiais utilizados para roubos foram encontrados com o grupo. Dois maçaricos e equipamentos usados em arrombamentos de caixas eletrônicos também foram apreendidos. Foram recolhidos ainda dois rádios.

O carro apreendido era um New Beatle e o grupo também estava com pequena quantidade de maconha.  Durante o trabalho, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão.

Prisões 

Um dos quatro presos foi detido em flagrante por tráfico de drogas. Três deles foram encaminhados ao Presídio Regional de Joinville e outro estava em audiência de custódia no fórum do município até a última atualização desta notícia.

A operação deflagrada pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), sob a coordenação do delegado Antônio Carlos de Seixas, teve o apoio da Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Joinville.

 

Fonte: G1.

Morre tartaruga que havia ingerido 915 moedas na Tailândia

Tartaruga ganhou apelido de 'Banco' após engolir 915 moedas (Foto: Athit Perawongmetha/Reuters)

A tartaruga tailandesa que ingeriu 915 moedas - jogadas pelos visitantes em um parque - morreu nesta terça-feira (21), vítima das complicações após a operação para a retirada das peças de metal.

Omsin, de 25 anos, foi enviada no início de março a uma clínica de Bangkok, onde os veterinários detectaram cinco quilos de moedas em seu estômago.

A história deu a volta ao mundo e a Tailândia acompanhou com emoção a volta da tartaruga para a água depois da cirurgia. Mas o estado de saúde do animal piorou de modo repentino e há dois dias os veterinários descobriram que estava com infecção no sangue.

"Às 10h10 se foi em paz", afirmou Nantarika Chansue, a veterinária responsável pelo centro de pesquisas aquáticas do hospital de Chulalongkorn.

Tartaruga engoliu moedas que eram lançadas por turistas em sua piscina na cidade de Sri Racha (Foto: Sakchai Lalit/AP)

"Era minha amiga, minha professora e minha paciente", disse, sem conter as lágrimas.

A tartaruga passou duas décadas em um pequeno parque público da província de Chonburi, onde os visitantes jogavam moedas, seguindo uma tradição tailandesa segundo a qual o ato provoca sorte e permite viver tantos anos quanto uma tartaruga.

 

Com informações G1
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Vídeo: cão corre 3 km para acompanhar funeral de dona

Foto: Leong Khai Wai

Os cães não se cansam de mostrar o quanto são fiéis. Que o diga Bobby, cachorrinho sem raça definida, que acompanhou, correndo, o cortejo fúnebre de sua tutora, uma idosa moradora de uma vila da Malásia.

Enquanto os familiares se dirigiam, de carro, para o cemitério, a 3km da casa dela, o bisneto da senhora, Leong Khai Wai, notou algo de cortar o coração. No acostamento da estrada, Boddy corria, tentando alcançar o veículo.

“Acho que ninguém notou que ele estava nos seguindo”, contou o rapaz ao site The Dodo.

Ao chegar, Bobby se deitou ao lado da cova e, de lá, não saiu.

A atitude do cãozinho comoveu os presentes. “Eles disseram que foi a primeira vez que viram um ato de lealdade tão extremo”, recordou Leong. 

O rapaz também esclareceu que, agora, o avô e um tio-avô tomam conta do fiel amigo.

 

Com informações Blogmaisbichos
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