Cidadeverde.com

Tráfico de animais é o 4º negócio ilegal mais lucrativo do mundo

Filhote de tigre siberiano de apenas um mês e meio de vida em zoológico particular na Hungria (Stringer/Reuters/VEJA)

 

Estima-se que entre 20.000 e 30.000 elefantes são abatidos por ano ilegalmente. Desde 2007, o comércio ilegal de marfim mais do que duplicou. O tráfico de vida selvagem ameaça a biodiversidade do planeta e coloca em perigo de extinção espécies como os elefantes, os rinocerontes e os tigres. O tráfico de espécies selvagens é, de acordo com a Comissão Europeia, o quarto negócio ilegal mais lucrativo do mundo, atrás apenas do tráfico de drogas, de seres humanos e do comércio de armas. Estima-se que o lucro anual da atividade gire em torno de 8 bilhões a 20 bilhões de euros.

O Parlamento Europeu debate nesta quarta (23) e vota nesta quinta (24) um relatório que aborda a forma como a UE e os Estados-membros devem intensificar os esforços para combater o tráfico de espécies selvagens. O documento foi elaborado pela eurodeputada britânica Catherine Bearder, que defende a aplicação rigorosa das regras existentes de combate ao tráfico e o reforço na cooperação entre países de origem, consumidores e de trânsito.

“As causas são, sobretudo, a procura do mercado e a falta de conhecimento do comprador. É mais fácil traficar marfim e chifre de rinoceronte do que drogas. O marfim é mais valioso do que a platina. [Os criminosos] enviam o marfim para a China e regressam da China com drogas ou armas. É por isso que é necessário que a UE trabalhe em conjunto. Precisamos que a Europol (Serviço Europeu de Polícia) lide com esse tipo de crime como um crime organizado”, afirma Catherine.

Nos últimos anos, o tráfico de vida selvagem alcançou níveis sem precedentes e a procura global por fauna e flora selvagens e produtos derivados não para de aumentar, segundo informações do Parlamento Europeu. Além disso, o baixo risco de detenção e as elevadas contrapartidas financeiras atraem cada vez mais os criminosos organizados, que utilizam os lucros para financiar milícias e grupos terroristas. Os produtos traficados são vendidos por meio de canais legais e os consumidores, muitas vezes, não estão conscientes de sua origem ilegal.

Em fevereiro deste ano, a Comissão Europeia adotou um plano de ação para combater o tráfico de animais selvagens. A região é origem, trânsito e destino do tráfico de espécies ameaçadas de extinção e de espécimes vivos e mortos da fauna e da flora selvagens. A UE destinou 700 milhões de euros para a aplicação do plano, entre 2014 a 2020.

As prioridades do plano de ação são a prevenção do tráfico, a redução da oferta e da procura de produtos ilegais da fauna e da flora selvagens, a aplicação das regras vigentes e o combate à criminalidade organizada por meio da cooperação entre os serviços de polícia competentes, designadamente a Europol. Também é prioridade a cooperação entre os países de origem, de destino e de trânsito, incluindo apoio financeiro da UE para proporcionar fontes de rendimento a longo prazo às comunidades rurais que vivem em zonas de extensa fauna selvagem.

Espécies selvagens

Não são apenas os animais que sofrem com o tráfico de vida selvagem. Esse crime põe em risco também a sobrevivência de muitas espécies vegetais, como árvores de madeiras tropicais, corais e orquídeas. O tráfico ainda gera corrupção, faz vítimas humanas e priva as comunidades mais pobres de receitas que lhes são necessárias.

Dados do Parlamento Europeu mostram que enquanto em 2007, na África do Sul, foram mortos ilegalmente 13 rinocerontes, em 2015 o número subiu para 1.175 animais abatidos. A maioria dos 20.000 rinocerontes ainda existentes no mundo está naquele país. Os chifres do animal são usados na medicina asiática para tratamentos diversos, inclusive de câncer. Também são usados em joalheria e decoração.

Há um século, a estimativa é que a população de tigres no mundo chegava a 100.000. Hoje, se resume a 3.500 animais. Os dentes, os ossos e a pele são utilizados na confecção de artigos de decoração, enquanto os ossos são usados pela medicina tradicional asiática.

Os pangolins, que também correm risco de extinção, são os mamíferos mais traficados do mundo. Esses animais são consumidos como alimento e suas escamas são usadas para fins medicinais. Estima-se que, entre 2007 e 2013, mais de 107.000 foram confiscados como contrabando.

 

Com informações Agência Brasil

Criança faz apelo após ter cadela roubada na porta de casa

Imagine perder um membro importante de sua família? É assim que os donos da cadela "Belinha" estão se sentido neste momento. 

A Cocker Spaniel foi levada na tarde desta segunda-feira (21), por volta das 13h, da rua  Durvalino Couto, no bairro Jockey Clube, zona Leste de Teresina, bem próximo ao Uniplan.

A cadela pertence ao pequeno Victor Gabriel, que não para de chorar. A família registrou Boletim de Ocorrência. "Ela foi levada da porta de casa. Meu filho está inconsolável", afirma o pai, que garante recompensa para quem encontrar o animal.

"Ele pede que devolvam sua cachorinha", acrescenta.

Quem tiver alguma informação pode entrar em contato com a família pelo telefone 99516-9228.

 

bicharada@cidadeverde.com

Campanha de vacinação contra raiva em Teresina é adiada

A etapa urbana da Campanha de Vacinação Contra a Raiva em Teresina, que estava programada para acontecer neste sábado, 19 de novembro, foi adiada. O adiamento, segundo a Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (SESAPI), se deve ao fato da empresa responsável pelo fornecimento dos insumos (seringas e agulhas) não ter entregue em tempo hábil, o que inviabiliza a vacinação.

De acordo com Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da capital, há uma previsão para que a vacinação ocorra no dia 03 de dezembro. “Aqui em Teresina já estamos com as doses das vacinas disponíveis e organizadas, no entanto, necessitamos dos insumos que são disponibilizados pela SESAPI para a execução da campanha. Já temos a previsão que ocorra no dia 03 de dezembro, mas estamos esperando a confirmação da SESAPI quanto à entrega dos insumos pela empresa”, explica a gerente.

Oriana informa ainda que todos os postos de vacinação, bem como os vacinadores e anotadores já estão definidos para a realização da vacinação. A meta em Teresina é imunizar mais de 140 mil cães e gatos contra a Raiva, que é uma doença aguda do sistema nervoso central, que pode acometer todos os mamíferos e a única forma de prevenção é a vacinação dos animais domésticos, que podem ser transmissores da doença.

Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado. Além da etapa urbana, a vacinação acontece também na zona rural da cidade, onde as equipes da Fundação Municipal de Saúde (FMS) vão de propriedade em propriedade imunizando os animais.

“Tão logo a gente receba a confirmação da SESAPI quanto ao recebimento dos insumos informaremos a população sobre a nova data de vacinação contra a raiva tanto na zona urbana, quanto rural”, destaca Oriana Bezerra.

 

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Pegadinha do "cão jacaré" faz sucesso na web

Fotos: SBT

As pegadinhas feitas pelo apresentador Silvio Santos em seu programa dominical estão ficando cada vez mais elaboradas. Desta vez, as “vítimas” foram assustadas por um cachorro fantasiado de jacaré. Totalmente feita de espuma, a roupa tem 2,45 metros de comprimento e vai cobrir Alguri, o bulldog francês responsável pelos sustos.

As gravações foram feitas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e nelas o “jacaré” sai de dentro de um lago e persegue visitantes. A pegadinha foi exibida neste domingo (13), no Programa Silvio Santos, no SBT.

Uma outra brincadeira envolvendo um cãozinho também fez sucesso quando foi exibida pelo apresentador, em julho. Na pegadinha, um cachorro com três cabeças corria atrás de pedestres em São Paulo. (Relembre).


Com informações Metrópoles
bicharada@cidadeverde.com

Após vetar vaquejada, Supremo vai julgar sacrifício religioso de animais

Após a polêmica decisão que condenou a realização das vaquejadas no país, o Supremo Tribunal Federal (STF) está pronto para julgar uma outra ação que promete colocar em pólos opostos defensores dos animais e de tradições culturais brasileiras.

Nesta semana, o ministro Marco Aurélio Mello liberou para decisão do plenário um processo que discute o sacrifício de animais em rituais religiosos de origem africana. Caberá agora à presidente da Corte, Cármen Lúcia, marcar uma data para o julgamento, ainda sem previsão para ocorrer.

Na ação, o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) busca derrubar trecho de uma lei gaúcha que livra de punição por maus tratos a animais cultos e liturgias das religiões de matriz africana que praticam sacrifícios, como o candomblé.

A lei foi aprovada em 2004 pela Assembleia Legislativa do estado com 32 votos a favor dois contrários. Na época, o autor da proposta, deputado Edson Portilho (PT-RS), argumentou que vários praticantes e sacerdotes estavam sendo processados após os cultos.

O Ministério Público tentou derrubar a exceção dada às religiões africanas junto ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), mas teve o pedido negado. O órgão, então, recorreu ao STF em 2006, para tentar novamente derrubar esse trecho da lei, que permanece em vigor.

A decisão a ser tomada pela Corte valerá apenas para o Rio Grande do Sul, mas como será proferida pela mais alta Corte do país, poderá criar um entendimento que influencie outros tribunais de instâncias inferiores.

No Brasil, é considerado crime, com pena de prisão de três meses a um ano, os maus tratos a animais, que podem consistir em atos de abuso, como ferir ou mutilar espécies silvestres, domésticas, nativas ou exóticas.

No capítulo sobre o meio ambiente, a Constituição também prevê a proteção da fauna, proibindo práticas "que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade".

A grande discussão a ser travada no STF é saber se a liberdade de culto, o caráter laico do Estado e a proteção a manifestações culturais deve prevalecer, nesses casos, sobre a proibição de maus tratos e a proteção do meio ambiente.

No processo que será julgado, diversos órgãos e entidades se manifestaram sobre o assunto. A controvérsia teve oposição dentro do próprio Ministério Público. O pedido do MP-RS foi contestado até mesmo pela Procuradoria Geral da República, órgão de cúpula da instituição.


Veja abaixo, o que argumentaram, resumidamente, cada um dos envolvidos no caso:


O que diz o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS)


Em seu pedido, o Ministério Público do Rio Grande do Sul argumentou que somente a União poderia excluir determinada conduta de punição penal. O órgão sustenta que a própria lei federal que penaliza os maus-tratos a animais, não cria exceção para os rituais religiosos.

O MP reconhece a importância do sacrifício nos cultos, dizendo que impedir a prática implicaria na “perda da própria identidade de sua expressão cultural”. Entretanto, argumenta que, em cada caso, cabe ao Judiciário avaliar se o ritual ultrapassou os limites.

“Ritos exóticos sem significação cultural, abate de animais em vias de extinção, utilização de meio desnecessário à atividade, provocação de sofrimento exagerado aos animais, entre outras, são circunstâncias que deslegitimam a expressão cultural, caracterizando infração até mesmo penal”, diz a peça.

Outro argumento do MPE-RS é que a lei estadual contraria a igualdade, ao beneficiar apenas as religiões africanas, lembrando que judeus e muçulmanos também sacrificam animais. “Se é verdade que tais religiões têm um papel significativo na cultura brasileira, não se pode esquecer que privilegiamentos específicos são incompatíveis com a natureza laica do Estado”.

O que disse o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS)


No Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), o pedido do Ministério Público estadual foi rejeitado. Ao julgar o caso, a Corte entendeu que o valor cultural do sacrifício prevalece sobre a proteção ao meio ambiente.

“Bastaria, a meu ver, um único praticante de religião que reclame o sacrifício de animais para que a liberdade de culto, essencial a uma sociedade que se pretenda democrática e pluralista, já atue em seu benefício”, escreveu em seu voto o desembargador Araken de Assis, relator do processo no TJ-RS.

O que disse a Procuradoria Geral da República (PGR)

 

Em parecer sobre o caso, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, manifestou posição contrária ao MP-RS. Afirmou que a redação da lei gaúcha deve ser interpretada de forma a abarcar todas as religiões, não havendo privilégio aos credos africanos.

Argumentou ainda que a eliminação do texto poderia “deixar sob suspeita” a realização de cultos com sacrifícios, independentemente da religião.

Por fim, apontou que uma eventual restrição aos rituais não traria “ganho significativo” para o meio ambiente, levando-se em conta que os mesmos animais já são sacrificados para consumo humano em matadouros.

“A par das imolações rituais, seguirão os abates de forma extensiva dos mesmos animais, já agora como fonte de proteína na cadeira alimentar humana. Não há como pressupor que tenha o sacrifício religioso requintes de crueldade e que seja obsequiosa a extensiva matança comercial”, escreveu na ação.

O que disse a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (AL-RS)


A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul rebateu, em seu parecer, que o estado tenha invadido competência da União. Esclareceu que a lei estadual apenas impõe punições administrativas – como aplicação de multas pelo governo gaúcho – e não criminais – como a prisão, que só poderiam ser definidas ou excetuadas pelo Congresso Nacional.

Em relação ao suposto privilégio das religiões africanas, a Assembleia explicou que a lei tratou apenas das religiões africanas porque no estado não existem outras que sacrifiquem animais. Informou ainda, que, antes da lei, diversos praticantes e sacerdotes de religiões africanas estavam sendo processados por maus tratos a animais.

“A declaração de sua inconstitucionalidade renovaria as ações belicosas em detrimento do exercício livre da crença e de suas liturgias. Assim, restaria não atingida uma das funções do direito que é o de promover a paz social”, diz o parecer.

 

O que diz o Movimento Gaúcho de Defesa Animal (MGDA)

Em parecer no processo, o Movimento Gaúcho de Defesa Animal (MGDA) defendeu a punição de praticantes de sacrifícios. Além da crueldade, apontou que o ritual, “além de extremamente macabro”, pode prejudicar a saúde das pessoas, considerando que as vísceras são consumidas após a imolação.

Além disso, disse que as tradições de origem africana devem se submeter às regras brasileiras, em atenção à “soberania” do país.“É uma tradição africana, e portanto, deve-se adaptar às regras brasileiras. É como se a comunidade espanhola existente no país resolvesse realizar touradas”, argumentou.


O que disseram entidades que representam religiões africanas


Em parecer dentro do processo, diversas entidades ligadas às religiões africanas, sediadas em Porto Alegre e São Paulo, manifestaram contrariedade à ação do MP. Além da defesa da liberdade religiosa e o caráter laico do Estado, garantidas também por acordos internacionais,  destacou julgamento semelhante ocorrido em 1993 nos Estados Unidos.

Na época, a Suprema Corte americana derrubou a proibição imposta pela comunidade de Hialeah, na Flórida, sobre sacrifícios de uma igreja pertencente à santeria, de origem cubana.

“As mesmas normas municipais conviviam com a matança de animais praticada pelos judeus – uma regra da dieta alimentar judaica – sem que tais matanças fossem condenadas, pelo que a hostilidade em relação à Church of the Lukumi configurava indisfarçável discriminação”, diz o parecer.

Assinaram a peça a Organização de Mulheres Negras (Maria Mulher), a Congregação em Defesa das Religiões Afrobrasileiras (Cedrab), a União dos Negros pela Igualdade (Uninegro), o Ilê Axé Yemonja Omi-olodo e C.E.U Cacique Tupinambá e o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert).

 

Fonte: G1

Polícia resgata 154 jegues na Bahia que seriam vendidos para pesquisas na China

Três carretas com 154 jegues foram apreendidas, na sexta-feira (4), na BR-235, perto de Casa Nova, região norte da Bahia.

As carretas saíram da cidade de Remanso e segundo a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), os animais estavam sendo levados para Minas Gerais, onde seriam abatidos e a pele vendida para a indústria farmacêutica da China.

A Adab disse ainda que os jegues estavam sendo roubados de fazendas da região e vendidos a atravessadores por cerca de R$ 10 R$ 20 cada animal.

Os três motoristas das carretas foram multados em mais de R$ 8 mil. Os animais vão ser soltos em uma fazenda em Remanso.

 

Fonte: G1.

 

Protetores realizam manifestação pela proibição da vaquejada no Pìauí

Será realizado nesta sexta-feira, 04 de novembro, um ato em apoio à decisão do Supremo Tribunal Federal contra os espetáculos de vaquejada. O evento acontecerá na praça João Luiz Ferreira, centro de Teresina. Representantes de entidades, artistas e defensores dos direitos dos animais vão se reunir a partir das 8h.

A manhã será iniciada com momentos de orações pela família piauiense, que repudia a violência contra os animais e oração a São Francisco, protetor dos animais e patrono da ecologia. Advogados e ativistas da causa animal estarão presentes para esclarecer a decisão do STF e falar sobre as consequências da decisão para o país. O evento também contará com a apresentação de Bumba Meu-Boi e outras atrações artísticas, além de distribuição de adesivos e panfletos com o manifesto contra as vaquejadas.

Recentemente, a prática da vaquejada foi considerada ilegal no Ceará. A lei cearense 15.299/2013, era responsável por regulamentar os espetáculos de vaquejada no Estado, mas, em outubro deste ano, o STF considerou essa prática inconstitucional, por entender que ela está associada a maus-tratos a animais e, por isso, deve ser proibida. A decisão do STF pode se estender a vaquejadas de todo o país.

A favor da decisão do STF, o manifesto escrito pelos organizadores do ato em Teresina, concorda que a vaquejada é cultura, enquanto manifestação típica de um povo, mas argumenta que os maus tratos praticados aos animais que são manuseados nessa prática não devem ser permitidos. “A denominada Vaquejada envolve a instrumentalização dos animais para finalidade somente de entretenimento, isto sem nenhum tipo de atenção à sua integridade; e como tal, deve ser questionada”, pontua o manifesto.

O evento em apoio ao STF é organizado pela Federação da Associação das ONGs de Proteção Animal do Piauí (FAOS) e recebe apoio da Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais – APIPA, entre outras entidades.

 

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Tutor oferece recompensa para encontrar cadela em Teresina

Por Maria Romero
bicharada@cidadeverde.com

A estudante de design de moda, Amanda Soares, está oferecendo recompensa de até R$ 300 para encontrar a cadelinha Akira, a poodle de sua família. Segundo ela, a cadelinha sumiu na tarde de ontem (30) no bairro Promorar, zona Sul, e todos estão sentindo muita falta. 

"Ela é muito mansinha, as pessoas viram ela, disseram que estava mancando. Ela não tem costume de ir para a rua, é uma poodle pequena, está com o pelo tosado, alguém viu e pode ter pego, colocado em casa. Às vezes a pesaoa pega porque pensa que não tem dono. Espero que se a pessoa ver, que devolva. A gente se apega muito. Vou ver ainda imagens de câmeras de segurança para tentar achar", disse. 

A tutora destacou que a cadelinha possui pelagem cinza e preta, com uma mancha branca no peito e na barriga. Ela foi vista pela última vez próximo ao hospital do bairro Promorar. 

Os telefones para contato são (86) 9 9436-5036 ou 9 9503-3993.

 

bicharada@cidadeverde.com

Hamster que nasceu sem pelos ganha minissuéter nos EUA

A hamster Silky com seu suéter (Foto: Oregon Human Society)

Uma hamster pelada de Portland, no Oregon, ganhou um suéter branco para ajudar a aquecê-la no outono do hemisfério norte.

Silky (sedosa em inglês) nasceu assim por conta de uma mutação genética e tem um ano. A família humana dela a entregou à sociedade protetora dos animais da cidade.

A funcionária Diana Gabaldon disse que Silky precisa ser mantida em um ambiente aquecido e ter uma dieta com uma dose extra de proteínas.
Outra funcionária, Selene Mejia, tomou a iniciativa de tricotar um pequenino suéter.

Silky só usa seu modelito em ocasiões especiais. Ela deve ser colocada para adoção na próxima semana.

Silky ao natural (Foto: Oregon Human Society)


Com informações G1
bicharada@cidadeverde.com

Animais achados nas ruas viram 'modelos' para serem adotados

  • 14289811_1144218805645787_1472348610093576501_o_(1).jpg MarcelaPena
  • 14481820_1189270094473991_262063011823616480_o.jpg MarcelaPena
  • 14463094_1189272277807106_3502790823493855900_n.jpg MarcelaPena
  • 14566247_1193862900681377_90154017751555249_o.jpg MarcelaPena
  • book_pet_adocao_8.jpg MarcelaPena
  • book_pet_adocao_5.jpg MarcelaPena
  • 14615572_1196571333743867_4685577065173860470_o.jpg MarcelaPena
  • 14595776_1196603580407309_2996093893745200747_n.jpg MarcelaPena
  • 14502808_1161217270612607_8225529198880120075_n.jpg MarcelaPena
  • 14207706_1144217832312551_5359570569416542892_o.jpg MarcelaPena

A foto acima do gatinho vestido com beca de formatura é mais uma das várias feitas pela fotógrafa e publicitária Marcela Pena, que realiza ensaios e promove adoção de animais há cinco anos. Através das lentes ela tenta contar as histórias dos animais encontrados nas ruas de Uberaba e chamar atenção das pessoas. No caso do bichano, ele foi achado perto de uma universidade. Depois de tantos ‘clicks’, ela disse ao G1 que o resultado do trabalho que visa incentivar a adoção, tem sido positivo.

Marcela Pena contou que começou a investir em tirar fotos quando percebeu que as pessoas que procuravam adotar algum animal de estimação mostravam-se mais interessadas ao ver as imagens publicadas na internet. “Quando eu participava de feiras de adoção fazia fotos dos animais que ‘sobravam’ e consegui bons resultados com isso. Aliás, foi assim que comecei. Eu fico muito feliz em ver que a foto faz a diferença. A pessoa consegue ver mais detalhes do animal em uma foto bem feita, o que acaba gerando mais interesse”, lembrou a fotógrafa.

Book voluntário

O trabalho da fotógrafa é totalmente voluntário e, segundo ela, tudo é feito com amor. Houve uma época em que Marcela tinha parcerias com Organizações Não Governamentais (ONGs) voltadas para os animais na cidade. No entanto, atualmente a maioria das fotos é feita para um pequeno grupo de protetores independentes, do qual ela faz parte e ajuda com a divulgação. Mas a fotografa afirma que qualquer grupo ou ONG que se interessar pelo book pode agendar uma sessão de fotos.

De acordo com Marcela, desde que começou os ensaios fotográficos já tirou mais de 75 fotos de animais para adoção e, normalmente, com um resultado positivo - "muitos acabam encontrando um lar".

As fotos são feitas em áreas verdes da cidade, como praças e parques, mas isso não impede que os ensaios sejam feitos dentro de casa ou se a ideia for montar um cenário. Ainda de acordo com ela, tudo é feito com um orçamento baixo, já que não há objetivo lucrativo.

Marcela utiliza uma página em uma rede social para divulgar as fotos dos animais. Não há uma periodicidade exata para as publicações. Mas conforme novas fotos vão sendo postadas, diversos comentários, curtidas e compartilhamentos começam a surgir.

“Não tem uma frequência certa. Às vezes posto fotos mensalmente, mas o intervalo pode ser maior, dependendo do pedido dos protetores. Algumas vezes envio direto para a pessoa interessada e ela posta no próprio perfil”, contou.


Por trás da câmera

Plumas, chapéus, colares, flores e coroas. Qualquer acessório é aceito na hora de caracterizar o animal e prepará-lo para a sessão de fotos. Gatos ou cachorros. Adultos ou filhotes. Segundo Marcela, não há regras quando o assunto é incentivar na causa animal.

"Cada animal tem um temperamento e eu não acho difícil fotografá-los. Alguns, claro, exigem mais paciência, pois são mais agitados. Como peço certa antecedência para marcar as fotos, pergunto tudo sobre o animal, e então começo a pensar em como será o ensaio. Dependendo da época do ano, ele pode ser temático. Alguns vão da situação, como o gatinho de beca que teve a fantasia criada por ter sido encontrado em uma universidade”, comentou Marcela.

E o trabalho vai além das lentes e flashes, pois a fotógrafa e publicitária uniu duas grandes paixões. "Eu amo fotografia e animais. Poder juntar estas paixões em um trabalho é maravilhoso. O incentivo à adoção através da foto é um trabalho que me dá muita satisfação, pois noto um bom resultado e sinto que é uma forma de contribuir com a causa animal", concluiu.

 

Com informações G1
bicharada@cidadeverde.com

Posts anteriores