Cidadeverde.com

Bandido tira portão do trilho e furta filhote rottweiler na zona Leste

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Um filhote de rottweiler, de dois meses, foi furtado de uma residência na rua Gervásio Costa, bairro Horto Florestal, zona Leste da Capital. Câmeras de segurança mostram o suspeito caminhando em direção a residência. O crime ocorreu quando a família havia saído de casa por cerca de meia-hora, no último domingo (01). Gustavo Bona, dono do cãozinho, acredita que o suspeito entrou na residência após tirar o portão do trilho. 

"Eu saí de casa para jantar e quando voltei o portão estava aberto. Foi quando senti falta do meu cachorro e de alguns pertences da casa, inclusive, uma TV. Sinto um sentimento de revolta e ao mesmo tempo de impotência porque infelizmente não podemos fazer nada", desabafa Bona. 

Ele conta que o suspeito deixou cair uma camisa na fuga. O caso foi registrado no 12º Distrito Policial. 

O cãozinho furtado atende pelo nome de Nero. O dono oferece recompensa de R$ 1 mil pelo filhote. 

Informações sobre o Nero podem ser repassadas através do 86  8817-5112.

Cão cai do 9º andar de prédio e é salvo por vizinho

Uma cadela de um ano e meio foi salva após cair do 9º andar de um prédio no bairro Jardim Nova Aliança, Zona Sul de Ribeirão Preto (SP). O animal foi salvo pelo morador de um edifício vizinho, que correu para ajudar depois de avistá-lo em apuros da varanda do apartamento.

A cachorra Mel, da raça shitzu, atravessou um vão na sacada do apartamento e passou a andar no parapeito, a aproximadamente 30 metros do chão. A dona dela estava no trabalho no momento do acidente.

Zelador do prédio, Paulo Narciso estava no edifício quando o vizinho chegou desesperado na portaria, pedindo para que o deixasse entrar no prédio, porque um cão estava enroscado no parapeito da sacada.

“Eu fiquei meio sem entender na hora, liberei o portão e saí acompanhando o rapaz. Chegamos lá e constatamos que a cachorra estava enroscada na grade e que iria cair. Eu subi no prédio, mas a proprietária não estava em casa. Quando desci, a moça da limpeza disse que a cachorrinha tinha caído e que ele a tinha pegado.”

Imagens das câmeras de segurança mostram quando o homem acompanha do térreo a movimentação da cadela. Ele fica com os braços erguidos e esticados até que Mel despenca da varanda e cai em cima dele.

Morador salva cão que caiu de uma altura de 30 metros em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/Câmeras de segurança)


Fonte: G1

Dicas para proteger seu pet do barulho dos fogos de artifício

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

É Copa do Mundo e só pensamos em comemorar! Mas para os pets, o período não é tão festivo assim. Pensando nisso, o Bicharada conversou com o veterinário Selmar Moreira que deu dicas para diminuir o sofrimento dos nossos amiguinhos de quatro patas. 

Pra começar, os tutores devem saber que o barulho é um incômodo tanto para cães como para gatos. 

"Os pets ficam desorientados tanto com o barulho quanto com a claridade dos fogos. Perdem o sentido e orientação no espaço. Por isso, entram em locais que não costumar entrar, se machucam ou saem correndo do espaço onde estão, tentam passar em espaço que não os cabem, raspam com a unha na tentativa de encontrar um lugar para fugir", explica o veterinário, especialista em clínica médica e cirúrgica de pequenos animais.

Ele acrescenta que a reação dos pets é resultado da supersensibilidade auditiva.

"Essa percepção exagerado dos fogos é por conta da sensibilidade auditiva. Ele podem ouvir até seis vezes mais que os humanos", reitera. 

Selmar Moreira cita algumas dicas simples podem ajudar a acalmar o animal. Fechar as janelas do local onde ele está alojado, disponibilizar um esconderijo ou “cabana” com acolchoados (para abafar os estímulos auditivos) e retirar do ambiente móveis ou objetos que contenham pontas ou que sejam de vidro são algumas iniciativas válidas. Uma longa caminhada antes do jogo pode ajudar o cão a ficar mais relaxado.

"É recomendável usar cortinas escuras para evitar a claridade dos fogos de artifício. O tutor deve manter-se tranquilo. Quando o animal percebe que a pessoa está agitada, entende que tem algo errado e fica ainda com mais medo dos fogos", alerta o veterinário que elenca atitudes que devem ser evitadas.

Gatos costumam apresentar imobilidade ou isolamento em momentos de estresse (Foto: Shutterstock)

"Não pegar e não braçar o animal. Isso é uma trasnferência de responsabilidade e o animal não consegue ser responsável pela queima de fogos. Deve-se evitar também falar com ele de forma infantil, pois o animal vai associar com o barulho dos fogos", orienta Moreira. 

Se nada disso funcionar, o ideal é procurar um especialista em comportamento animal. Em alguns casos, vale também procurar um veterinário que poderá prescrever medicamentos que amenizem o sofrimento do pet.

É bom lembrar que nem todos os animais têm problema com o barulho dos fogos de artíficio. De toda forma, os tutores devem sempre ficar atentos e observar o comportamento do pet, pois fugas são muito comuns.

1. Evite fugas: Feche bem as portas, janelas e gaiolas. No desespero, os animais tentam escapar;

2. Crie um refúgio: Coloque seu bicho num lugar onde ele se sinta seguro. Mantenha a luz acesa e, se ele estiver acostumado, deixe TV e rádio ligados. Converse e dê carinho;

3. Solte a coleira: Quando presos, muitos animais morrem por enforcamento, no desespero de fugir dos fogos e rojões. Se precisar isolar o pet, deixe-o fechado num quarto;

4. Acalme-o: Homeopatia, florais e acupuntura podem diminuir o medo e a ansiedade do seu animal, mas esses tratamentos devem ser feitos ao longo do ano. Em casos muito graves, converse com o veterinário sobre aplicar um sedativo;

5. Proteja a audição: É possível colocar chumaços de algodão nos ouvidos dos cães. Outra opção é levá-los para algum cômodo da casa de onde se escute os estrondos com menos intensidade. Essa última opção é a mais indicada para gatos e, obviamente, pássaros.

Vídeo mostra resgate de filhote de preguiça em parque de Teresina

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Um vídeo mostra o resgate emocionante de um filhotinho de preguiça que estava prestes a morrer asfixiado por dois machos durante uma briga. Nas imagens é possível perceber que os animais adultos sufocam o filhote de aproximadamente dois meses. O resgate ocorreu nesta semana, no Jardim Botânico de Teresina, localizado na Zona Norte. 

"Quando os preguiças brigam emitem um som, como se fosse um grito. Fomos guiados por esse barulho e encontramos dois deles agarrados, um verdadeiro bolo. Para minha surpresa, quando consegui separá-los, encontrei um filhotinho no meio deles e se passasse mais tempo ali, iria morrer sufocado pelos adultos", conta a diretora do parque, a ambientalista Jacqueline Lustosa.

Ela diz que os bichos-preguiças são muito territorialistas e costumam duelar para ganhar espaço. 

"Eles poderiam estar brigando por território ou mesmo por uma fêmea. Se a gente não tivesse separado, provavelmente, eles só se largariam quando um morresse. O filhote deve ter se desgarrado da mãe e acabou ficando no meio. Ao conseguir separá-los, coloquei os machos em locais distintos do parque e o filhotinho ficou na árvore onde nós o encontramos para que a mãe pudesse reencontrá-lo", relata Lustosa. 

Ela conta ainda que no período de julho e a setembro é comum o aparecimento de bichos-preguiças no parque. Apesar de fofos, a ambientalista recomenda que deve-se manter distância. 

"As pessoas pensam que porque são lentos e têm aquela carinha, os preguiças não são violentos. Mas deve se tomar cuidado. As garras deles são muito fortes e não é recomendável chegar perto. O ideal é acionar a polícia ambiental", orienta Jacqueline Lustosa.

Cão policial faz 'massagem cardíaca' em agente e vídeo viraliza

A Polícia de Madri usou as redes sociais para compartilhar um vídeo do treinamento de um dos integrantes da corporação, o Poncho. Nada fora do comum, não fosse o fato de Poncho ser um cão de guarda muito eficiente — e inegavelmente fofo, convenhamos — e de ter chamado a atenção ao realizar uma massagem cardíaca em um guarda que simulava um desmaio.

 

Com ao menos 11 mil compartilhamentos no Twitter desde a última sexta-feira (22), o vídeo da polícia madrilenha mostra o momento em que o policial cai no chão e o cachorro sai correndo em seu socorro. Poncho pula repetidas vezes com as patas dianteiras sobre o peito do companheiro para fazer massagem cardíaca até que o agente "acorda" e se levanta, para alegria do cãozinho.

"Atuação 'heroica' do nosso #Companheirode4Patas Poncho, que não hesitou em 'salvar a vida' do policial, praticando uma #RPC (massagem cardíaca) de forma magistral. O cachorro é o único ser no mundo que vai te amar mais do que ama a si mesmo, John Billings", escreveu a polícia de Madri na postagem do Twitter. 

 

 

 

Fonte: Diário Catarinense

Peru "vidente" aposta em vitória do Brasil contra Suíça

Peru Guerreiro Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

E lá vai mais um palpite do Peru Guerreiro para a Copa do Mundo. Desta vez, ele previu o resultado de Brasil e Suíça, jogo que acontecerá neste domingo, em Rostov. Ele aposta no Brasil (ainda bem!).

A brincadeira foi organizada assim: bandeiras impressas com o mesmo equipamento, ou seja com a mesma qualidade, foram colocadas em uma área delimitada em um campo de futebol. E estavam apoiadas lado a lado nas traves de um pequeno gol. O chamariz foi a ração, acrescida de milho e pequenos pedaços de pão.

Abílio Santana, de 42 anos, que cuida dos animais da Fazendinha do Rio, um lugar turístico, que recebe crianças e organiza atividades diversas, em Vargem Grande, no Rio, posicionou o peru de frente para o gol. Ao sinal de um apito, ele soltou o bicho que partiu em direção às bandeiras.

E Guerreiro escolheu o Brasil Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

 

Peru Guerreiro não teve sorte na estreia e apontou a Espanha como vencedora contra Portugal. Mas foi quase: o confronto terminou empatado em 3 a 3 com gol de Cristiano Ronaldo após cobrança de falta aos 43 minutos do segundo tempo. Vamos ver se agora ele acerta!

 

Com informações Extra

Gato treina para se tornar vidente na Copa do Mundo

Em São Petersburgo, um gatinho surdo está sendo treinado para ser o novo vidente da Copa do Mundo. Enquanto os jogos não começam, Aquiles está ocupado treinando o seu corpo e a mente na esperança de se tornar o próximo vidente do maior torneio de futebol.

O gatinho espera seguir os passos de seu antecessor, o polvo Paul, que se tornou uma celebridade internacional na Copa do Mundo de 2010. 

Aquiles vive no museu de Hermitage, em São Petersburgo, que já foi o Palácio de Inverno Imperial. Ele é surdo, então, não será facilmente distraído ao fazer suas previsões escolhendo duas tigelas de comida, cada uma com uma bandeira da equipe.

 

Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com
Com informações Terra

Litoral do Piauí já registrou o nascimento de 5 mil tartarugas em 2018

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Quem teve a sorte de estar na praia do Arrombado nesta segunda-feira (21), no município de Luis Correia, presenciou uma cena de encher os olhos: o nascimento de 140 filhotes de tartarugas marinhas. Os ovos começaram a eclodir pouco antes das 17h, deixando o final de tarde na praia ainda mais atrativo. O litoral piauiense é um verdadeiro berçário para duas espécies, a de pente e a tartaruga de couro. Segundo o Instituto Tartarugas do Delta, só em 2018 cerca de 5 mil filhotes já nasceram no Estado.

"No Brasil frequentam cinco espécies de tartarugas, porém, o Piauí é mais frequentado por duas espécies, que é a tartaruga de pente e a de couro. As duas espécies estão na lista crítica de extinção. A gente acompanha o nascimento do ninho e tem uma ideia de quando ele vai eclodir, entre mais ou menos 60 a 70 dias", explica Werlane Magalhães, bióloga e vice-presidente do Instituto Tartarugas do Delta.

O professor Raimundo Junior estava na praia e registrou o momento (vídeo abaixo) em que vários filhotes tiveram seus primeiros contatos com o mar. "Presenciar o nascimento das tartarugas marinhas é um espetáculo belo e interessantíssimo. É uma verdadeira aula de luta pela sobrevivência: quebrar a casca do ovo, sair do buraco, chegar na água, escapar dos predadores.  Então, vê aquele nascimento é inspirador, único e exuberante", disse ao Cidadeverde.com

As ações para preservar os ninhos são intensas, pois de mil filhotes que nascem, só dois chegam a idade adulta. "Só nessa temporada a gente liberou 5 mil filhotes. Só em 2018. A cada temporada a gente libera uma média de 7 mil filhotes. Ao longo de 10 anos de trabalho já foram liberados 70 mil filhotes. Eles devem voltar daqui a 25 anos. A cada mil, um ou dois atingem a idade adulta. Sendo assim, temos que garantir que área de desova não seja descaracterizada como a construção de  prédios, diques, marinas, para que não perturbe o berçário natural", afirma a bióloga.

Além dos predadores naturais, as tartarugas marinhas enfrentam nas praias do Piauí a ação do homem. Ainda é comum no litoral do Estado, o trafego de veículos na faixa de areia. "A circulação de veículos na praia perturba muito os berçários. O nosso litoral possui grande potencial turístico, então a gente vem dialogando com o pessoal do setor, participando de reuniões, para que a gente repense o tipo de turista que a gente quer para a nossa região. Praticar o turismo ecológico e começar a trabalhar medidas e formas de as pessoas aproveitarem o litoral sem ter que colocar carro na praia", alerta Werlane Magalhães, ressaltando que as comunidades locais também contribuem na degradação dos locais de desova.

"Não é só o turista, as comunidades locais andam de moto. O filhote é muito pequeno e não tem como enxergar de um carro ou moto. A gente sempre alerta para a proteção. Praia não é lugar de carro. Temos outros problemas? Temos! Mas esse é fácil de conter", acrescenta. 

De acordo com o Instituto Tartarugas do Delta, há ocorrências destes animais em toda a faixa de litoral do Piauí, no entanto, as praias do Arrombado, Coqueiro - ambas em Luís Correia - e Pedra do Sal, em Parnaíba, registram maior aparição.

O projeto Tartarugas do Delta iniciou em 2006 coms ações de conservação das tartarugas marinhas no litoral piauiense. Em 2013 o Instituto participou na seleção pública do Programa Petrobras Socioambiental, e foi contemplado no edital com o patrocínio da Petrobras, para execução do projeto Biodiversidade Marinha do Delta – BIOMADE em parceria com o SESC Piauí, projeto TAMAR e ICMbio. Como resultado importante foram marcadas as primeiras fêmeas de tartarugas marinhas no litoral piauiense e identificadas áreas prioritárias para conservação de tartarugas marinhas, boto-cinza e cavalo-marinho.
 
Em 2016 a tartaruga marinha foi reconhecida com Patrimônio Natural dos municípios de Parnaíba e Luís Correia e reconhecida como patrimônio do Estado juntamente com cavalo-marinho e peixe-boi.

Hérlon Moraes (Especial para o Bicharada)
herlonmoraes@cidadeverde.com

Cão de Kid Vinil morre dias antes de completar um ano da morte do cantor


Kosmo era companhia inseparável do cantor Kid Vinil Foto: reprodução/ facebook


Perto de completar um ano da morte de Kid Vinil, o advogado Jaime Gaeta, marido de Kid por mais de 30 anos, sofreu uma outra perda.

O cão Kosmo, da raça Golden Retriever, que emocionou o Brasil ao velar o caixão do cantor, não resistiu a um câncer no fígado e morreu no último dia 4.

O animal tinha 14 anos e era um filho para o casal, além de companheiro inseparável do artista.

“Eles eram muito apegados. Kosmo sentiu muito a falta de Kid, mas depois se adaptou. Ele já estava com a mobilidade comprometida e foi ficando doente aos poucos”, conta Jaime, que continuou cuidando do cão e morando no apartamento em São Paulo onde vivia com o cantor.

Jaime Gaeta vive hoje o luto duplamente, e admite que nem gosta de lembrar a data de morte do seu companheiro de uma vida — Kid Vinil morreu de parada cardíaca em 19 de maio do ano passado:“Minha vida não voltou a ser normal. Estou tentando cuidar de mim”.

A longa relação de Kid com Jaime só se tornou pública depois da morte do cantor.

“Não me sentia confortável, e ele também não queria me expor. Ia ter um impacto muito grande na carreira dele, e eu também tinha uma carreira jurídica, os tempos eram outros. Optamos em abrir apenas para amigos próximos”, disse o advogado ao EXTRA a na época.




Fonte: Extra

Cães e gatos precisam ser vacinados contra tosse e gripe

Por Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Foto: Reprodução: Internet

O início da semana foi um corre-corre aos postos de saúde em busca da vacinação contra a Influeza A, que protege os humanos contra a gripe. Você sabia que doenças respiratórias também são comuns em pets nesse período quando as chuvas ainda ocorrem com certa frequência? Senão, é bom ficar atento as sinais que seu bichinho pode apresentar como tosse e gripe.

Na verdade, doenças respiratórias nos pets são comuns. Contudo, neste período, eles adoecem muito mais. O veterinário Selmar Moreira, especialista em clínica médica e cirúrgica de pequenos animais, explica que a rinotraqueíte felina infecciosa felina (termo comparado a gripe em humanos) e traqueobronquite infecciosa canina (termo que pode ser comparado a tosse em humanos) são as doenças mais comuns. 

O veterinário diz que a doença em gatos é mais delicada, pois os animais perdem o apetite e ficam muito fracos. 

"O gato tem as estruturas da cabeça muito próximas uma da outra o que facilita a passagem do vírus. Quando fica gripado há uma diminuição do olfato ou incapacidade de sentir o cheiro e ele não come, pois não consegue sentir o cheiro. O tratamento tem  que ser mais intenso e o animal pode ser internado, tratado com antibiótico, pois pode haver infecção secundária nos olhos, boca e ouvido e é preciso tratar tudo", explica o especialista.

Os sintomas mais comuns da rinotraquiteíde infecciosa felina são espirros, desconforto nasal, febre, secreção nasal, conjuntivite, otite e inflamação na boca.

Já nos cães, a traqueobronquite infecciosa canina se manifesta através de tosse seca, tanto que é conhecida como "tosse dos canis".

"A tosse seca e intensa é o sinal mais evidente. Ela é uma doença viral que acomete o aparelho respiratório superior, próximo a garganta. O animal vai se movimentar e começa a tossir. Vai brincar ou fazer qualquer coisa e começa a tossir. É muito ruim e pode provocar infecções  bacterianas secundárias", alerta Selmar Moreira.

Foto: Reprodução: Internet

 

Prevenção é vacinar

Para previnir doenças respiratórias nos pets, a orientação é vaciná-los. Em cães, a imunização pode ser realizada a partir dos três primeiros meses de vida. Nos gatos, a vacina pode ser dada mais cedo. Após as primeiras doses é preciso apenas um reforço anual da vacina. 

"A programação da vacina sempre é feita pelo veterinário que vai saber o tempo  entre uma vacina  e outra e se o animal está apto a ser vacinado. Antes de imunizá -los, fazemos um questionamento ao tutor e exames físicos no animal, o que não ocorre quando a pessoa busca o balcão de uma loja para vaciná-los", alerta o veterinário que orienta os tutores a não levarem os pets para locais com grande aglomeração de animais.

"O vírus se espalha rapidamente. Em hotéis, alojamentos e canis, por exemplo, eles ficam muito próximos para se aquecer devido a chuva e podem passar a doença. Se precisar deixar o animal em algum destes locais, sempre é necessário vaciná-los antes", acrescenta.

Animais com tosse ou gripe não devem ser imunizados

"Se tiver o animal já estiver doente é feito outro tratamento e depois programa-se a vacinação, pois o pet tem que estar saudável. Se ele já está debilitado, a vacina não é recomendada no primeiro momento", explica Moreira. 


Doenças podem ser fatais?

O veterinário diz que o risco de morte é menor em cães. Já nos gatos é muito maior pois o animal deixa comer e fica debilitado. 

 

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