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Polícia apreende 23 aves silvestres em casa após denúncia

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Uma denúncia anônima levou a Polícia Ambiental a estourar uma casa que servia como cativeiro de pássaros silvestres, no bairro Vermelha, na zona Sul de Teresina.  Por volta das 9h30, os policiais localizaram o imóvel na rua Barroso, onde flagraram dezenas de aves, arapucas e gaiolas.

Foram apreendidos 18 canários, dois trinca-ferro e três galos-de- campina, conhecidos também como cardeal-do-nordeste. Um homem identificado pela polícia como Mário Fernando foi autuado.

Além das aves, a polícia encontrou no local 27 gaiolas, uma armadilha, uma mala de transporte de aves e uma caixa de transporte.

Segundo a polícia, todas as aves foram soltas em habitat natural ainda nesta sexta-feira.

Hérlon Moraes
herlonmoraes@cidadeverde.com

Mais de 300 animais foram castrados gratuitamente em Teresina

Mais de 300 animais foram castrados gratuitamente de janeiro a maio deste ano em Teresina. A cirurgia de esterilização é ofertada para pets de famílias de baixa renda. O principal benefício do procedimento é o controle reprodutivo dos animais. 

“Esse procedimento evita crias indesejadas, contribuindo para diminuir a quantidade de cães e gatos abandonados nas ruas da cidade. Menos animais sem dono significa menos risco de transmissão de zoonoses”, afirma a gerente da Gerência de Zonooses da FMS, Oriana Bezerra.

Em Teresina, o programa existe há três anos por meio de convênio entre a Fundação Municipal de Saúde (FMS) e o Hospital Veterinário Universitário (HVU). 

O dono do animal deve ir à Gerência de Zoonoses e levar os documentos necessários para agendar a cirurgia. 


DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA

DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO

COMPROVANTE DE SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE

 

“O programa prioriza famílias com até um salário mínimo; pessoas em situação de vulnerabilidade social, que tenham moradia inadequada, estejam desempregados ou residindo em áreas de situação de risco epidemiológico e também aquelas inscritas em programas sociais do Governo Federal”, explica Oriana.

O coordenador técnico do HVU, Francisco Lima, ressalta ainda outros benefícios da castração.

“Essa cirurgia, que não tem muita complexidade, contribui para evitar doenças do sistema genital e surgimento de tumor como o de mama”, conclui Francisco Lima.

Cientistas acham ferramentas feitas por macacos há 3 mil anos no Piauí

Foto: Reprodução Facebook Parque Estadual Zoobotânico

Uma comunidade de macacos-prego no Piauí faz uso de ferramentas para quebrar castanhas e sementes há pelo menos 3.000 anos e adaptou sua técnica a diferentes alimentos ao longo do tempo. A descoberta ajuda a entender como uma inteligência similar à de ancestrais dos humanos evoluiu de maneira independente no Brasil pré-histórico.

A conclusão saiu de uma escavação arqueológica no Parque Nacional da Pedra Furada, em São Raimundo Nonato (PI), cujos resultados foram publicados nesta segunda-feira (24) na revista científica Nature Ecology and Evolution.

Os autores, um grupo interdisciplinar que reuniu biólogos, psicólogos e arqueólogos, descrevem como os macacos vêm aprendendo uns com os outros como usar rochas para processar alimentos.

A técnica em questão requer duas pedras, uma para apoiar o alimento a ser processado–a "bigorna"–e outra para golpeá-lo –o "martelo". Os cientistas que estudam a região há mais de duas décadas já sabiam que os macacos-prego que vivem lá usam pedras de tamanhos diferentes dependendo do alimento a ser processado.

O cardápio atual da região inclui alimentos como castanhas de caju, sementes de maniçoba, grão-de-galo e jatobá. Enquanto a castanha de caju é mais fácil de abrir com pedras pequenas, os outros alimentos costumam exigir pedras maiores.

Ao analisar o registros arqueológicos deixados pelos macacos ao longo de 450 gerações, os cientistas viram que há 3 milênios, as pedras pequenas eram as preferidas dos símios. Cerca de 2.500 anos atrás, porém, os animais começaram a usar pedras maiores e, recentemente, uns 100 anos atrás, voltaram a usar as pedras menores. 

Foto: Reprodução Facebook Parque Estadual Zoobotânico

Essa variação, que sinaliza uma possível necessidade de adaptação ao ambiente e ao tipo de alimento mais abundante, é típica da arqueologia de ferramentas humanas.

"É a primeira vez que se conseguiu identificar isso num sítio arqueológico não humano" afirma Tiago Falótico, primatólogo da USP (Universidade de São Paulo) e autor principal do estudo. "Existem sítios com ferramentas de chimpanzés datadas de 4.000 anos na África, mas nesse caso são 4.000 anos fazendo a mesma coisa."

Para garantir que as pedras encontradas na escavação na Serra da Capivara os arqueólogos se certificaram que aquela área não tinha sido habitadas por humanos antes – que deixam sinais como cacos de cerâmica e restos de fogueira. Descartada essa hipótese, o registro arqueológico só podia ser dos símios. Pedras usadas por humanos, além disso, costumam ser bem maiores que os seixos de até 3 centímetros usados pelos macacos.

O caso dos macacos-pregos despertou tanto interesse entre cientistas que estudam a evolução humana que arqueólogos com experiência em trabalhar no leste da África –o "berço da humanidade"– estão indo agora para o Piauí para estudar os primatas do Novo Mundo. 

É o caso de Tomos Proffitt, do University College de Londres, e Richard Staff, do Centro de Pesquisas Ambientais das Universidades Escocesas, que assinam o novo estudo junto com Falótico. O grupo inclui também um psicólogo, Eduardo Ottoni, da USP, pioneiro no estudo da inteligência dos macacos-pregos.

Foto: Reprodução Facebook Parque Estadual Zoobotânico

Um dos fatos que mais intrigam os pesquisadores dedicados a essa questão é que esses pequenos primatas sul-americanos têm uma distância evolutiva de cerca de 40 milhões de anos para os outros grandes macacos– chimpanzés, orangotangos e gorilas. É improvável que o ancestral comum entre macacos-pregos e os grandes macacos (que é o mesmo ancestral que humanos têm em comum com os macacos-prego) tenha desenvolvido a capacidade de usar ferramentas há tanto tempo.

Os macacos-pregos, além de usar pedras para golpear nozes, usam varetas como ferramentas para colher mel de abelha ou para desentocar lagartos que querem comer. Por serem perecíveis, as varinhas não sobrevivem no registro arqueológico, mas nada indica que elas também não possam ter sido usadas durante todo esse tempo.

Foto: Reprodução Facebook Parque Estadual Zoobotânico

A sofisticação com a qual os macacos-prego usam ferramentas hoje, então, é um exemplo marcante de como a inteligência abstrata requerida para isso e a capacidade de transmissão cultural podem evoluir de maneira independente. Os pesquisadores já conseguem enxergar pontos em comum com a situação na qual os ancestrais dos humanos evoluíram no leste da África.

"O único gênero de primatas do Novo Mundo que usa ferramentas é o do macaco-prego, e ele pode ser estudado como um modelo mais independente para emergência do uso de ferramentas e tradições", explica Falótico, traçando um paralelo com o macaco-prego e os primatas ancestrais humanos. "Esses grupos que usam ferramentas são mais 'terrestres', ou seja, usam bastante o espaço do solo, habitam áreas mais secas, com características de savana, e têm à disposição pedras adequadas para fazer essas ferramentas."

Os cientistas pretendem agora aprofundar as escavações na Serra da Capivara e estudar a mudanças ecológicas antigas da região para entender melhor como esse pequenos notáveis macacos se relacionavam com o ambiente.

Fonte: FolhaPress

Cãozinho fica preso em marquise de prédio em Teresina

Fotos: Reprodução WhatsApp

Um caso inusitado ocorreu em um condomínio na zona Sudeste de Teresina. Um cãozinho, supostamente de rua, subiu na marquise de um dos prédios e ficou a 3 metros de altura.

O caso ocorreu na manhã desta sexta-feira (21). Não há informações de como o cãozinho chegou ao local, se teria sido colocado na marquise do 1º andar ou ele próprio subido as escadas, pulado uma "janela" até chegar à estrutura de concreto. 

O animal ficou cerca de 2 horas no prédio. O cãozinho- que usava uma coleira preta- deu um pouquinho de trabalho- mas foi resgatado e saiu assustado. 

Tartaruga gigante é a primeira a ser monitorada via satélite no Piauí

Foto: Divulgação Instituto Tartarugas do Delta

Uma tartaruga gigante encontrada na praia da Pedra do Sal, em Parnaíba, é a primeira a ser monitorada via satélite no Piauí. Da espécie, tartaruga-de-couro, o animal mede 1.68 cm e recebeu um transmissor no casco após subir para desovar na madrugada desta quarta-feira (19). 

O equipamento foi instalado por uma equipe do Instituto Tartarugas do Delta e serve para comprender a rota migratória da espécie durante a temporada de desova, bem como identificar o tamanho da área de desova. 

"Em 2014, marcamos com anilhas para identificar quando a fêmea retorna a cada 2 ou 3 anos. Agora, aplicamos transmissores para monitoramento via satélite com o objetivo de conhecer a rota migratória desta espécie. Iniciamos o projeto de pesquisa hoje através da aplicação dos transmissores e vamos aguardar se haverá envio de sinais", explica a bióloga Werlanne Magalhães.

Ela conta que, até o momento, foram identificados três ninhos de tartaruga-de-couro no litoral piauiense durante a temporada reprodutiva de 2019, sendo um na praia do Arrombado, em Luís Correia, e os demais na praia da Pedra do Sal.

“Sinalizamos os ninhos nas praias com estacas e bandeiras como estratégia de proteção, desde o nascimento dos filhotes, para ajudar as pessoas a perceberem a importância da área nesse processo de cuidado e conservação, evitando a circulação de veículos no local”, explica a bióloga. 

A região monitorada faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) do Delta, onde o Instituto Tartarugas do Delta auxilia na conservação dos animais. 

Foto: Divulgação Instituto Tartarugas do Delta

"A equipe do Instituto monitora a tartaruga-de-couro durante o período reprodutivo que ocorre todos os anos a partir do mês de maio. Com os transmissores, o acompanhamento é feito via satélite e dessa maneira os biólogos conseguem entender melhor o comportamento das tartarugas e traçar melhores estratégias para manejo e conservação da espécie", acrecentou Werlanne Magalhães. 

O monitoramento das tartarugas faz parte do projeto Rotas da Conservação, financiado com recursos da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Cláusula de PD&I) dos contratos de concessão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e executado pelo Instituto Tartarugas do Delta. 

O trabalho é realizado em parceria com a UFPI, UESPI, SESC, ICMbio, APA Delta do Parnaíba, Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado e Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Rita Lee visita ursa Rowena, que inspirou novo livro da cantora

Foto: Reprodução Youtube

Rita Lee está prestes a lançar seu mais novo livro infantil, Amiga Ursa - Uma história triste, mas com final feliz, que conta a história da ursa Rowena, que passou por tráfico animal e sofreu maus-tratos.

Atualmente, o animal está no Rancho dos Gnomos, em Cotia, e na última semana a cantora foi até o local para visitá-lo.

"A gente entrou no espaço dela e eu fiquei com vontade de abraçar, de beijar", conta Rita em vídeo divulgado no YouTube nesta terça-feira, 11.

Embora Rowena, que antes se chamava Marsha, tenha um ar triste e medo de atitudes generosas, segundo disse a cantora, ela foi bem receptiva.

Na visita, Rita alimentou o animal com suco e bolachas com mel. "Foi um dos dias mais especiais da minha vida, ter visto a felicidade em que ela está."

O livro, que deve ser lançado no final de junho, conta a história da ursa: de onde ela veio, por onde passou e como chegou ao Brasil. Confira abaixo o depoimento de Rita Lee sobre a visita e o resgate de Rowena:

 

Fonte: Estadão Conteúdo

Cão morre após ser atingido com tiro na cabeça; polícia investiga

Foto: ONG Protetores de Patinhas

A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) investiga o caso de um cãozinho que morreu com um tiro na cabeça. O caso ocorreu nesta quarta-feira (29), próximo ao estádio Albertão, na zona Sul de Teresina. O animal ainda foi socorrido com vida, mas perdeu muito sangue e não resistiu. 

"Ele foi levado para a clínica veterinária, chegou a ficar entubado e estava precisando de doação de sangue. Conseguimos um cão doador, mas ele teve uma parada cardíaca e não resistiu. Perdeu muito sangue com o tiro", disse Shayana Raianny, da ONG Protetores de Patinhas.

O caso do cãozinho batizado de Velhinho tem gerado comoção e revolta nas redes sociais. Casos de maus tratos a animais são comuns em Teresina. Somente nos três primeiros meses deste ano, 17 pessoas foram indiciadas por atos de crueldade contra cães e gatos em Teresina. 

Vídeo: cavalo se "despede" de vaqueiro no Piauí e emociona

Foto: Reprodução WhatsApp

A morte do vaqueiro piauiense Antônio Luiz Melo Marinho, conhecido como Tony Terra Forte, deixou saudades, inclusive, em um dos seus melhores amigos: Bob. O cavalo- que era seu companheiro de vaquejada há cerca de sete anos- se "despediu" durante o velório e causou comoção.

Foto: Reprodução WhatsApp

"Quando acabou o culto fúnebre, trouxeram o cavalo próximo do caixão. Ele ficou lá parado como estivesse se despedindo. O Tony tinha uma paixão muito grande por esse cavalo. Todos os amigos se emocionaram pois sabiam da história deles. Foi bonito e triste ao mesmo tempo. Um momento de muita comoção por toda a paixão que ele tinha pelo cavalo e pela vaquejada", disse Mabel Guerra Marinho, esposa de Tony.

Bob seguiu também durante cavalgada até o cemitério. O cavalo foi puxado pela filha do vaqueiro que usava o chapéu do pai. 

Tony Terra Forte morreu na última terça-feira (21) em um grave acidente na BR-135, no interior do Piauí. 

Foto: Reprodução Instagram Tonyterraforte

Cão "vende" brigadeiros para custear tratamento de câncer

A história de um cãozinho idoso com câncer tem mobilizado as redes sociais. As donas do animal criaram o perfil @todoscomapolo para conseguir recursos para o tratamento dos tumores. No primeiro post, Apolo aparece com uma plaquinha com a seguinte frase: "Vendo brigadeiro para ajudar no meu tratamento do câncer. R$ 1,00. Aubriagado". 

Oi pessoAU, tudo bem? Eu sou novo por aqui e, como um bom idoso que sou, não sei usar muito bem redes sociais, mas minha mãe e minha vó estão me ajudando muito. Vou contar minha história bem resumida, tá? Até porque odeio isso que vocês chama hoje de “textão”. No começo do ano, fui diagnosticado com três tumores distintos e, devido a minha idade, não posso fazer cirurgia e a quimio não é um tratamento adequado para mim. Então, o que fazer? Me cuidar! Tomo 5 remédios todos os dias, faço meus exames de sangue duas vezes por mês e tenho uma veterinária que é quase um anjo, Tia Tereza. Ela me ajuda muito! Mas, eu sei que tudo isso é gasto não é? Então resolvi arregaçar as mangas e por as patas na massa! Estou fazendo brigadeiros para vender e ajudar a comprar todos os remédios que me deixam assim, bem felizão!", diz o post que, em menos de 24 horas, alcançou quase 31 mil likes. 

Na publicação consta ainda o local em que Apolo estará "vendendo" os brigadeiros. O cão mora em no estado de Pernambuco. 

"Vou estar, a princípio, na frente do Edf. Portugal, as 19:00hr. Vamos lá comer o brigadeiro que fiz com todo amor do mundo, e mesmo que você não possa comer chocolate assim como eu, vá lá me ver e fazer um carinho, sou um velhinho carente. Obrigado a todos e até já!". 

No Instagram há ainda o link de uma vaquinha online da campanha "Todoscomapolo".

STJ decide que condomínio não pode proibir animais domésticos

Tutores de pets comemoram a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que estabelece que condomínios não podem restringir, de forma genérica, que moradores tenham animais domésticos de estimação, como cães e gatos, em apartamentos. 

De acordo com a decisão, as convenções só podem fazer restrição quando os bichos apresentarem risco à segurança, higiene ou à saúde dos demais moradores.

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