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Homem morre ao contrair bactéria após mordida de gato

Um homem de 68 anos, natural de Toronto no Canadá, morreu na sequência de uma infeção bacteriana causada por uma simples dentada de gato. O caso deu origem a um estudo sobre os perigos de dentadas de animais não-tratadas. 

O homem, não identificado, foi mordido no polegar enquanto brincava com o felino. Não tratou a ferida e, em menos de duas semanas, apareceu nas urgências do Hospital Geral de Toronto com queixas de fortes dores abdominais. Em um curto espaço de tempo, ele tinha perdido mais de 10 quilos e sentia tremores. Estes e outros sintomas apontavam para septicémia (infecção do sangue) mas uma ecografia revelou o pior: um aneurisma de 10 centímetros na aorta, na zona abdominal, em alto risco de rutura.

Os médicos operaram-no de emergência, temendo uma hemorragia interna. Ao substituírem parte da aorta com um tubo e válvula sintéticos, notaram que esta estava inflamada. O homem foi tratado com antibióticos, mas mesmo assim, não resistiu e morreu de choque séptico. 

A análise à parte da aorta fragilizada revelou depois o culpado: a bactéria Pasteurella multocida, comum na boca dos animais de estimação. "Há muitos sítios onde estas bactérias se podem alojar, o que é assustador. As consequências a longo-prazo muitas vezes são detectadas tarde demais. Qualquer pessoa que seja mordida por um animal deve procurar sempre tratamento", afirma o médico Dennis Cho, do hospital geral de Toronto e autor do estudo sobre o perigo das dentadas doa animais de estimação.

 

Com informações Correio da Manhã
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Cadelinha é entregue por engano na casa de secretário

Uma cadelinha da raça poodle foi entregue por engano na casa do secretário de Comunicação de Teresina, Fernando Said, na manhã desta quarta-feira (29). O jornalista acredita que o equívoco ocorreu porque ele tem um cão com as mesmas características físicas do animal perdido. 

"Eu tenho um cachorro poodle que, de vez em quando, foge de casa. Então, as pessoas acharam que era o meu. A cadelinha é muito dócil e estamos em busca dos donos", disse Said. 

O animal- que está com lacinhos azuis e coleira rosa- estava perdido no bairro Ininga, Zona Leste de Teresina, em uma rua nas proximidades do bar Cantinho do Jambo. 

A cadelinha permanece na residência do secretário. Informações sobre o dono do animal podem ser repassadas pelo (86) 3233 6497. 

 

Zoológico de Buenos Aires será fechado após 140 anos

A orangotango Sandra, do zoológico de Buenos Aires, em foto de 22 de dezembro de 2014; inaugurado em 1875, local será transformado em parque (Foto: Natacha Pisarenko/AP)

Após denúncias de maus tratos e de que animais corriam risco de morte, o governo da cidade de Buenos Aires anunciou o fechamento do zoológico da cidade, uma construção do século XIX. No local funcionará um moderno eco parque. Com isso, 1,5 mil animais serão tirados da área. Deverão ficar em Buenos Aires apenas aqueles cujo transporte signifique um risco à saúde. 

O projeto, que não tem prazo para ser concluído, marca a retomada pelo Estado da administração do local, que fica no bairro de Palermo, área urbana no norte da capital argentina.

"Estamos tomando uma decisão histórica de começar um processo de transformação. Estamos convencidos de que este não é o lugar adequado para manter estes animais", disse o prefeito de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, ao anunciar o projeto.

O zoológico fechará suas portas durante algumas semanas e depois será reaberto sob a administração do Estado, ainda com sua aparência original, antes de ser submetido ao processo de transformação.

"O preço das entradas será destinado, em sua totalidade, a financiar o traslado dos animais", disse ao canal TN o ministro de Modernização da Cidade, Andy Freire.

Segundo Freire, a prefeitura convocará um concurso público para paisagistas "que terão o desafio de projetar um moderno eco parque que conviva com as 52 estruturas arquitetônicas que são patrimônio histórico" da cidade.

Rinocerante pasta no zoo de Buenos Aires, que será fechado para virar um parque ecológico

 

O zoológico de Buenos Aires, inaugurado em 1875, possui suntuosas jaulas e pérgolas, e foi declarado Monumento Histórico Nacional em 1997.

O ministro negou que a decisão tenha sido tomada "porque todo o zoológico esteja em situação crítica", e afirmou que "só onze animais estão" em tais condições,  como um urso e um leão.

Sociedades protetoras dos animais questionam há anos a existência do zoológico que, com o crescimento urbano do último século, ficou rodeado de edifícios e avenidas movimentadas, em uma zona muito valorizada pelo setor imobiliário.

O debate sobre zoológicos no país aumentou neste ano quando o governo da provínvia de Mendoza tornou públcia a informação de que vários animais estavam morrendo em decorrência de problemas que vão desde consaguinidade à falta de instalações para abrigar todos  no inverno. 

Ali, 70 animais morreram nos cinco primeiros meses desse ano. O governo anunciou que irá leiloar os animais exóticos em julho. Em La Plata, o zoo também será transformado em um parque.

O local, que ocupa 18 hectares, foi administrado pelo Estado durante décadas até 1991, quando foi cedido em concessão para empresas privadas.

Freire afirmou que a prefeitura "se encarregará dos 188 empregados" do zoológico, e que estes serão essenciais para o cuidado e traslado dos animais.

Em relação ao destino dos bichos, o ministro disse que serão feitos acordos com outros zoológicos e reservas do país e do exterior, e que os exemplares que não possam ser trasladados por questões de idade ou de saúde permanecerão no novo parque "até morrerem".

 

Fonte: G1 e Folha
Com informações France Presse

Donos pintam poodles e cães fazem sucesso em Teresina

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Por Maria Romero
 

Três poodles e uma mestiça de cofap com um Sem Raça Definida (SRD) fazem sucesso no bairro Promorar, zona Sul de Teresina. Romulo Chesna e DJ, como seu companheiro prefere ser chamado, estão juntos há cinco anos e têm em comum, dentre várias afinidades, o amor pelos animais e um tratamento diferenciado dado a eles. O casal possui quatro cachorros bem diferentes. Dois deles têm os pelos coloridos e uma das cadelinhas é criada quase como um bebê... Adora uma chupeta! 

"Eu ando com eles em todo lugar, boto vestido na Belinha, levo ela para o shopping. Já fui barrado em alguns lugares, mas eu insisto. Comecei a pintar os pelos deles já tem algum tempo, acho que fica mais bonito, colorido e hoje onde eu ando com eles, todos querem tirar fotos", conta Romulo, apaixonado pelos pequenos. 

Belinha é uma poodle de pouco mais de três anos que, hoje, está com os pelos tingidos de um rosa pink que chama atenção onde ela passa. 

Os outros bichinhos são a cadelinha Luna, também poodle, que é a caçula da turma, e tem apenas sete meses. Ela está, atualmente, com os pelos azuis. O macho, o terceiro poodle, tem pouco mais de um ano e não tem os pelos tingidos.

"Ele eu prefiro deixar assim, branquinho mesmo, mas às vezes pinto de outras cores, amarelo, verde", conta Romulo. 

A outra cadela adotada pelo casal, Pipoca, é criada quaA cadelinha tem um comportamento inusitado: gosta de dormir com sua chupeta. Ou seu "bico", como os tutores chamam. "A gente achou ela na rua muito feia, mal cuidada, e desde esse dia que eu cuido dela. A chupeta eu que acostumei desde pequena e ela adora, só dorme assim", conta DJ.

Uma das diversões dos cães é ficar no teto do carro do casal, um fusca. Do alto, os cães acompanham todo o movimento da casa. Os animais são o xodó do casal, que trabalham como músicos. Romulo e DJ são apaixonados por seus animais e não querem ficar apenas com os quatro. 

"Se quiserem me dar mais cachorros, eu quero criar", declarou Romulo. 

Cuidados 

Ela declarou ainda utiliza um corante em pó com o qual dá banho nos animais. "Eu fico dois minutos fazendo massagem suavemente e depois dou banho normalmente e pronto. Consultei um veterinário e ele disse que não teria problema", declarou.

A médica veterinária Vanessa Solano, contudo, alerta sobre o correto prodecedimento e diz que o uso de corantes artificiais pode causar danos ao animal caso o produto não seja de uso específico para animais. 

"Se não for o produto correto para tingimentos do pelo dos animais existe o risco de problemas de pele, problemas de visão. Já existem no mercado produtos à base de anilina, usados para tingir cães e gatos que segundo o fabricante não tem risco tóxico. De tudo que li a respeito, o teste de sensibilidade é recomendado", explica. 

 

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Vídeo: menina de 14 anos mata e esquarteja cães no interior do Piauí

O VÍDEO CONTÉM IMAGENS EXTREMAMENTE FORTES 

 

Por Maria Romero
mariaromero@cidadeverde.com

Um crime grave de maus-tratos está chocando a todos na cidade de Francisco Santos (355 km de Teresina) e municípios vizinhos. O delegado Rodrigo Morais disse que o inquérito que apura o caso já está concluído e foi enviado ao ministério público. "O caso está encerrado, está constatado que ela matou e mutilou dois filhotes de cachorro", declarou. O crime foi ainda registrado em vídeo, que possui imagens extremamente fortes.

Nas imagens, que são muito fortes e foram editadas pelo Cidadeverde.com, a adolescente já aparece com um dos filhotes com a cabeça separada do corpo. O outro cão está com o corpo intacto, mas já está está morto. O delegado informou que os cães foram mortos pela adolescente antes do início da gravação. Ao longo do vídeo, a garota esquarteja os dois animais usando uma faca. 

Ela fala no vídeo que gosta de "tratar" os cães calada, quando o homem que está filmando pede para ela descrever o que está fazendo. Ela então pede uma faca a outra pessoa próxima. Algumas pessoas riem ao fundo do vídeo. "No dia que eu tiver medo de polícia, eu não faço isso aqui", e bate o corpo do animal contra o chão. 

Além do crime bárbaro, outra situação também revolta a população: a pena branda para o crime. Segundo o delegado, a menina já tem histórico de agressividade, especialmente quando consome álcool e usa drogas, o que é comum, mas também lamenta o fato de a punição para pessoas que cometem maus-tratos é muito leve. 

"Quem é pego com arma de fogo, pode ficar preso por até quatro anos, mas quem comete um crime desses, sequer fica preso. Ninguém fica preso por crime ambiental. Tudo o que eu pude fazer quando ela chegou à delegacia foi encaminhá-la ao pai. Para nós, é um crime gravíssimo, mas a legislação considera uma conduta menos grave", explicou o delegado. 

Segundo ele, o caso chegou à delegacia após condução da adolescente à delegacia regional de Fronteiras (400 km de Teresina), pela Polícia Militar. O delegado disse ainda que o vídeo divulgado nas redes sociais - que mostra o crime - somentou chegou ao conhecimento da polícia após encerramento do inquérito. 

Legislação

A ação constitui violação do artigo 32 da Lei 9.605/1998, Lei de Crimes Ambientais, que descreve como crime "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos". A pena é de detenção, de três meses a um ano, e multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

No caso da adolescente, que cumpre pena conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a punição deve ocorrer por meio de medidas socioeducativas. Contudo, o Ministério Público já recebeu o caso e pode pedir pena de internação para a adolescente.

Ainda assim, é provável que a garota cumpra outro tipo de pena, por ser esse um crime considerado de menor potencial ofensivo, segundo a legislação. 

 

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Após morte de onça, Rio-2016 veta presença de animais silvestres

A morte da onça Juma, após o revezamento da tocha olímpica no Amazonas, provocou mudanças nas próximas paradas do símbolo dos Jogos do Rio. Ontem (21), o Comitê Organizador assumiu sua parcela de culpa e já decidiu que não existirá mais situações como essa. “Foi alinhado que não teremos mais ações que envolvam animais silvestres e há uma recomendação de atenção especial para momentos com outros tipos de animais”, disse o Rio-2016.

A onça estava sendo deslocada no zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) quando fugiu. Era acompanhada por veterinários e tratadores e, na tentativa de conter o animal, quatro tiros de tranquilizantes foram disparados. Mesmo após ser atingida por dois dardos, Juma continuou investindo contra um militar. Como procedimento de segurança pela integridade física do cuidador, o felino recebeu um tiro de pistola e morreu.

Alguns animais estiveram presentes no revezamento da tocha, como cavalos, bois, tartarugas e até um boto, e nenhum problema ocorreu. Estava previsto ainda o contato com jacaré no Pantanal, araras e outras aves, e peixes. Mas isso mudou. “Erramos ao permitir que a tocha olímpica, símbolo da paz e da união entre os povos, fosse exibida ao lado de um animal selvagem acorrentado. Essa cena contraria nossas crenças e valores. Estamos muito tristes com o desfecho que se deu após a passagem da tocha. Garantimos que não veremos mais situações assim nos Jogos Rio-2016”, avisou o Comitê.

 

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Com informaçõe Estadão

Onça morta em passagem da tocha é espécie ameaçada de extinção

A morte de Juma, a onça que participou de uma cerimônia com a tocha olímpica em Manaus na segunda-feira (20), revela o drama de uma espécie ameaçada de extinção e gera questionamentos sobre a manutenção de animais selvagens em centros do Exército na Amazônia.

A onça Juma foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) logo após ser exibida no evento olímpico. Como outra onça, apelidada de Simba, ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante a cerimônia.

O Exército mantém várias onças em cativeiro na Amazônia. Os felinos ? bem como animais de outras espécies ? costumam ser adotados pelo órgão ao serem encontrados em cativeiro ou em poder de caçadores.

Muitas onças, como Juma, se tornam mascotes dos batalhões e passam por sessões de treinamento. Em Manaus, os felinos são presença frequente em desfiles militares, prática condenada por biólogos e veterinários.

Em 2014, durante gravação de um documentário em Manaus, militares do Cigs mostraram Juma, a mascote do centro, à BBC Brasil. Na época, explicaram que a onça havia sido resgatada com ferimentos após sua mãe ter sido morta. Foi levada para o centro e ali cresceu sob os cuidados de tratadores.

O destino trágico de Juma chama a atenção para a situação cada mais precária da espécie, listada como ameaçada no Brasil pelo Ibama em 2003.

É um animal que exige extensas áreas preservadas para sobreviver, caçando espécies como capivaras e até jacarés. Ela vem sendo ameaçada pelo desmatamento, não apenas na Amazônia como também no Pantanal e no Cerrado, para abrir espaço para a expansão da atividade agropecuária.

Tiro de pistola

Em nota enviada ao site da agência local de notícias Amazônia Real, o Comando Militar da Amazônia (CMA) diz que, após a solenidade olímpica na segunda, Juma escapou dentro do zoológico do centro do Exército. O órgão afirma que um grupo de veterinários e militares tentou recapturá-la com tranquilizantes, mas que, mesmo atingido, o animal avançou sobre um soldado.

"Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer", diz o órgão.

Segundo o Amazônia Real, dois militares seguravam a corrente presa a Juma durante todo o evento. O site diz que muitas pessoas tiraram fotos com a onça na cerimônia. Ela teria fugido logo após a exibição, quando militares tentavam colocá-la numa caminhonete.

O Exército diz que abriu um processo administrativo para investigar a morte do felino. Segundo o Amazônia Real, o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) não havia autorizado a participação de Juma no evento e poderá multar a corporação.

Indomesticável

Para João Paulo Castro, biólogo com mestrado em comportamento animal pela Universidade de Brasília, Juma pode ter fugido após se estressar durante o evento.

"Não é saudável nem recomendável submeter um animal a uma situação como essas, com barulho e muitas pessoas em volta", ele diz à BBC Brasil.

"Muitas vezes a onça já vive numa situação precária e estressante no cativeiro, o que é agravado num cenário de agitação."

Castro diz que muitos batalhões do Exército na Amazônia mantém onças em cativeiro. Ele afirma ter visitado um centro que mantinha um felino em Cruzeiro do Sul (AC) em condições "bem toscas".

Segundo Castro, é um erro tratar onças como animais domesticáveis. Ele afirma que são necessárias várias gerações em cativeiro para que uma espécie se acostume a conviver com humanos.

O biólogo diz que, idealmente, onças apreendidas devem ser devolvidas à natureza ou levadas a refúgios, onde possam ficar soltas em amplos espaços.

Segundo ele, a soltura de felinos é um processo complexo, mas há casos bem sucedidos pelo mundo ? como o de tigres devolvidos a florestas na Ásia.

Horas antes da morte de Juma, a BBC Brasil pediu ao Exército detalhes sobre a manutenção de animais selvagens em dependências do órgão na Amazônia. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Um veterinário de Manaus que já trabalhou com o Exército e pediu para não ser identificado defendeu o órgão das críticas. Segundo ele, ao cuidar de animais resgatados, a corporação assume uma função que deveria ser de outros órgãos públicos.

Ele diz que os militares são muito cuidadosos com os animais e que a burocracia impede que muitos sejam devolvidos à natureza.

O veterinário afirma ainda que grande parte das onças resgatadas chegam ao órgão ainda filhotes e se tornam dependentes dos cuidadores, o que torna difícil sua soltura.

 

Fonte: BBC

Macaco indefeso é amarrado e humilhado em público na Índia

A cena é de cortar o coração, mas foi testemunhada por vários moradores de Mumbai, na Índia, que zombaram do fato.Um macaco foi amarrado na rua acusado de “bagunçar” a vizinhança, roubando alimentos e quebrando alguns objetos, como é de se esperar do comportamento de um animal fora de seu habitat.

Os residentes, por sua vez, decidiram linchar o animal publicamente em um ato cruel de humilhação. Para isso, contrataram um especialista em capturar macacos, que preparou uma armadilha utilizando uma cesta de frutas como isca e em seguida o amarrou, exibindo o animal no meio da rua como se fosse um troféu.

Foi preciso expor o animal a tamanha crueldade para que as autoridades responsáveis tomassem a iniciativa de levá-lo de volta à selva.

O caso gerou revolta e está impulsionando a luta pelos direitos animais no país, exigindo leis que protejam todas as espécies. Tratar um animal inocente e indefeso dessa forma é totalmente inaceitável.

Ativistas lançaram uma petição para que macacos e outros animais recebam tratamento digno e para que o governo conscientize a população sobre como agir em encontros com animais selvagens. Já são mais de 10 mil assinaturas e a meta é de 20 mil, podendo ser facilmente alcançada com a contribuição de todos – essencial para que cenas como essa jamais se repitam.

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Anda

Homem recria foto clássica para se despedir de seu cão

O jovem Gordon Delacroix e seu cachorro Birdy compartilharam a vida nos últimos 15 anos. No entanto, recentemente, o cachorro foi diagnosticado com câncer.

Para homenagear seu velho amigo e eternizar essa amizade, o rapaz resolveu recriar fotos icônicas que tiraram juntos desde que o cão chegou à casa da família, quando ainda era filhote. As imagens foram feitas no jardim da casa de sua avó - a primeira quando o rapaz tinha 15 anos e a última aos 30.

“Ele pode continuar bem por mais seis meses, mas também pode adoecer novamente bem rápido, e desta vez seria a última vez”, disse Gordon ao Bored Panda. “Meu coração fica em pedaços só de pensar uma coisa dessas, mas nós temos tantas aventuras nesse tempo todo. Eu sou grato por ele ter feito parte da minha vida”.

 Foto: Gordon Delacroix

 

bicharada@cidadeverde.com
Com informações Anda

Polícia flagra carneiro roubado no Piauí dentro de mochila

Um adolescente de 16 anos foi conduzido por policiais militares por suspeita de envolvimento no furto de um animal, em Pedro II, a 195 km de Teresina. O carneiro foi levado de uma propriedade rural e colocado dentro de uma mochila. O caso foi denunciado por moradores que acharam estranho o volume dentro da bolsa. 

A delegada Camila Miranda explica que as investigações apontam que o menor de idade não seria o responsável pelo furto. O autor do delito seria um adulto que já é investigado por alguns crimes na cidade e está sendo procurado. 

"Não temos provas concretas de que o adolescente participou da ação. Ele conta que esse maior de idade o chamou para dar uma volta e viu esse animal em um cercado. O adolescente disse que esse adulto puxou o animal pelas pernas e o colocou dentro da bolsa. O rapaz disse que a todo momento dizia para ele que aquilo não ia dar certo", explica a titular da Delegacia de Pedro II. 

Ao avistar a viatura da PM, o suspeito se evadiu do local e deixou o adolescente sozinho com a mochila. O caso- que ocorreu no início da semana- continua a ser investigado. O carneiro foi restituído ao proprietário. 

 

Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

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