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Quênia queima toneladas de marfim em combate à caça de elefantes

O presidente do Quênia incendiou, neste sábado (30), 105 toneladas de marfim no parque nacional de Nairóbi, a maior quantidade de "ouro branco" incinerado de uma única vez. O ato foi simbólico para o fim da caça ilegal de elefantes.

Diante das câmeras do mundo inteiro, Uhuru Kenyatta e seu colega do Gabão, Bongo Ondimba, usaram tochas para acender o fogo de uma pirâmide formada por presas de elefante. Os dois países concentram metade dos elefantes da selva na África.

No total, dez pirâmides de marfim e uma pilha de chifres de rinocerontes pegaram fogo, o que representa cerca de 5% do marfim mundial. As 16 mil presas incineradas neste sábado representam quase toda a reserva de marfim queniano, constituída em 1989, quando foi proibido o comércio internacional do "ouro branco".

"Ninguém, repito, ninguém pode comercializar o marfim, porque este comércio é sinônimo de morte para nossos elefantes e de morte para nosso patrimônio natural", declarou Kenyatta.

Dirigindo-se aos caçadores furtivos, o presidente Bongo, por sua vez, advertiu: "Vamos por fim ao negócio de vocês e é melhor que se aposentem". Presente na cerimônia, a ministra francesa do Meio Ambiente, Ségolène Royal, anunciou que a França proibirá em breve o comércio de marfim.

Atualmente vivem 450 mil e 500 mil elefantes na África. A cada ano, 30 mil são abatidos por caçadores ilegais em busca de suas presas, segundo estimativas. Nesse ritmo, existe o risco de que no curto prazo estes mamíferos desapareçam do continente.

 

Fonte: G1.

Cadela abriga filhotes em tronco de árvore da Praça Saraiva e mobiliza protetores

Por Maria Romero

Uma cadela e seus cinco filhotinhos estão mobilizando a todos que frequentam a Praça Saraiva, no Centro de Teresina. Ela deu à luz cinco filhotes e está abrigada com os pequenos dentro do tronco de uma árvore no local. Teresinha Santos, que todos os dias passa pelo local, se comoveu com a história e busca um lar temporário para a mamãe e seus filhotes e, depois, adoção para os seis cães. Ela e um grupo de protetores estão mobilizados para ajudá-los.

"Eu fico com o coração partido, ela por enquanto está nessa árvore, mas tenho medo de algo acontecer com ela, com os filhotes, tem gente muito ruim nesse mundo. Precisamos primeiro de um lar temporário para ela e os cinco filhotes, porque eles são muito novos, sequer abriram os olhinhos, devem ter nascido há menos de 15 dias", conta ela. 

Teresinha explica que dois filhotes já têm adoção garantida e que os outros três logo devem encontrar um tutor, mas a mamãe talvez não tenha a mesma sorte.

"As pessoas têm muito preconceito com cão adulto, ninguém quer, só querem filhotes. Eu me disponibilizo a pagara a castração dela, se alguém adotar. Vou lá buscar, garanto também a ração para o lar temporário, só precisamos de um lugar para eles ficarem por enquanto", relata. 

Ela lamenta a situação, principalmente do abandono e da negligência quanto à castração dos animais.

"Não sei se o problema maior é da sociedade ou do poder público. As pessoas não castram seus animais e acontece todo esse abandono". 

Aos que puderem oferecer lar temporário ou quiserem adotar os filhores e a cadela, podem entrar em contato com Teresina pelo telefone (86) 9 9970-8650.

 

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Festival no Nepal agradece aos cachorros por serem nossos amigos

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Quem ama seus bichinhos certamente agradece todos os dias pelo amor e pela lealdade que recebe. Mas imagina uma festa toda dedicada a agradecer por todos os momentos bons que os nossos cães nos proporcionam? No Nepal, um festival dedica um dia inteiro a eles. As fotos são muito fofas. Dá uma olhadinha nas fotos postadas pelo Hypeness e na explicação sobre o ritual:

"Quando o outono chega, os nepaleses comemoram o Tihar, um festival que tem cinco dias de duração e que faz parte das celebrações religiosas hindus. Apesar de haver variações entre as comemorações, dependendo da região do país, o segundo dia do festival sempre é dedicado aos cachorros e sua lealdade.

Chamado de Kukur Tihar ou Khichã Pujã, o dia envolve comemorações voltadas aos melhores amigos do homem e à lealdade que eles nos têm. Os hindus acreditam que os cães são mensageiros de Yamaraj, o deus da morte, e celebram a existência desses animais com muitas flores e alimentos. Os cães são marcados com um pó avermelhado na testa como um sinal de sua santidade."

 

Com informações do Hypeness
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Cão faz vigília há um mês por dono morto no Méier, Zona Norte do Rio

O blog Bicharada traz hoje mais uma notícia emocionante, publicada pelo G1 Rio de Janeiro. Há um mês, um cão faz uma triste vigília no bairro do Méier, Zona Norte da capital carioca, à espera de seu dono. O proprietário do cachorro Romerito morreu no início deste mês por conta de uma insuficiência renal, mas o animal segue no corredor da casa onde vivia com ele.

Na última terça-feira (27), quando a equipe do G1 foi ao local, a vigília continuava. O caso já começa a ficar famoso nas ruas do bairro e, claro, mobiliza os moradores da vila onde vive o cachorro. Informalmente, eles adotaram Romerito e cuidam do simpático cão. Os vizinhos têm dividido os gastos com ração e remédios, ainda que com dificuldade. Só um comprimido contra carrapatos custou mais de R$ 200.

“Agora estamos em busca de uma doação de uma casinha. O Romerito gosta de ficar no corredor e, como não tem cobertura, estamos preocupados com a temporada de chuvas”, diz Nilza Maria, uma das cuidadoras.

Cão alertou sobre mal-estar do dono

Os vizinhos contam que na manhã de um dia no mês de março o cachorro começou a uivar e latir ininterruptamente. No início da noite, já incomodados com a situação e estranhando a ausência do dono do animal, que cumprimentava os demais moradores ao retornar do trabalho, os vizinhos forçaram a porta da casa e entraram.

“O Guilherme estava caído no chão, com o Romerito ao seu lado. Quando me aproximei, ele tentou avançar em mim, como se quisesse proteger o dono. Os bombeiros tiveram que usar focinheira para fazer o socorro”, relembra Beto Jesus, outro vizinho que está cuidando do cão.

O dono do cachorro foi levado para um hospital e dias depois retornou. Para a tristeza de Romerito, horas depois, precisou ser internado novamente e nunca mais voltou. “Enquanto o Guilherme esteve internado, ele não parou de uivar e latir. Inacreditavelmente, só parou no dia que recebemos a notícia da morte”, conta Nilza.

'Ele late pra gente abrir o portão’

Como o dono era solteiro e sem filhos, os vizinhos procuraram sobrinhas dele – suas únicas parentes no Rio – para entregar Romerito, mas elas alegaram que não ter espaço no apartamento em que moram. Deram, então, o cachorro para um morador de um bairro vizinho, mas animal fugiu duas vezes, sempre voltando à vila.

“Agora vive aqui. É mansinho e vai à rua sem coleira porque foi acostumado assim pelo dono, com quem ficou por dez anos. De vez em quando vai ao bar em que o dono trabalhava, que fica aqui perto. Quando retorna e encontra o portão fechado, late para a gente abrir”, diz Nilza.

 

Com informações do G1 Rio de Janeiro
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Ibama vai responsabilizar Latino por foto de macaco fumando

Mais um capítulo após a foto polêmica compartilhada por Latino, em que o macaco Twelves aparece fumando. O Ibama informou que o cantor Latino vai ser responsabilizado pela divulgação da imagem.

"A autorização de posse de animal silvestre não permite esse tipo de tratamento, portanto o cantor Latino responderá pelo fato. Há uma lista em discussão no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), com participação de representantes da sociedade civil, que estabelecerá os critérios para a determinação de espécies silvestres a serem criadas e/ou comercializadas como animais de estimação."

Latino se defende da acusação e ainda rebate a decisão do órgão. "Eu quero ver o Ibama ter peito para tirar o macaco de mim. É ruim de me tirar. Eles querem é aparecer com isso. Não tem nada disso. Eu estava fumando o narguilé, ele parou para sentir o cheiro e a menina tirou a foto. Quando ela fez a foto eu pedi para postar, porque era um momento engraçado, uma foto ostentação. Só que as pessoas gostam de se aproveitar das situações. Tanta coisa para o Ibama procurar saber, tanta coisa errada no planeta, tanta injustiça", afirmou, indignado, Latino.

Em sua defesa, o cantor garante que na foto não há nada que indique que o Twelves tenha realmente fumado. "Aquilo dali não passa de uma fotomontagem, eu montei. Na hora que ele colocou a boquinha no negócio a menina tirou a foto. Como todo bicho, ele tem curiosidade. O Twelves não está fumando, foi só cheirar. Então quer dizer que se ele usar uma roupa de presidiário está induzindo ao crime? Eles estão preocupados com uma fotomontagem de um bichinho, que assim como uma criança, tem curiosidade. É o tipo de coisas que não deveriam dar atenção porque não procede. O macaco não sabe nem fumar. É muito bizarro esse questionamento", completa.


Críticas na web

Por meio de um longo texto em seu perfil nas redes sociais, a apresentadora Luisa Mell (que é forte defensora dos animais) repudiu a atitude do cantor. "Caro Latino, acho que não tem a menor ideia sobre a importância destes animais na natureza. Infelizmente não deve ter a menor a ideia que cada post seu centenas de animais são capturados das florestas, onde exercem um papel fundamental, para a preservação da mesma, para serem vendidos em feiras do rolo para seguidores seus que acham bacana estas barbaridades, devido a ignorância de nosso país, este sim um dos motivos que o nosso Brasil não vai para frente".


Presente de casamento

Twelves chegou à casa do cantor como um presente de casamento do empresário de Latino quando o cantor se casou com a modelo Rayanne Morais, em 2014. Ele só come papinhas de bebê e tem guarda-roupa de grife. Com o fim do casamento dele com a Miss, Twelves ficou vivendo com o pai, no caso, Latino. O macaquinho recebeu o nome Twelves em homenagem à já conhecida obsessão do cantor pelo número 12.

 

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Com informações EGO

Cão morde bandido em tentativa de assalto e salva dono no interior do Piauí

 

Por Graciane Sousa

O cães não são só os melhores amigos dos homens, como também podem ser seus salvadores. Um caso assim ocorreu no município de José de Freitas, na madrugada desta quarta-feira (27). O jovem Josiel Costa, 22 anos, foi salvo pelo cão Spike e a cadela Xena, dois cães mestiços. Ele conta que foi abordado por um bandido perto de casa, no bairro São Sebastião, e além de não ter tido nenhum pertence roubado, saiu praticamente ileso, porque quando gritou, os animais o socorreram. 

"Era por volta de 1h30 e eu voltava para casa de bicicleta do ensaio da quadrilha. Um homem parou na minha frente e pediu o celular e eu falei que não tinha. Então, joguei a bicicleta em cima dele e ele reagiu e me atacou com uma faca de mesa, mas só pegou de raspão. Com isso, eu corri gritando e meus cães apareceram, correram atrás e o Spike mordeu o bandido", disse Josiel. 

O rapaz conta que Spike e Xena costumam ficar presos dentro de casa, mas por sorte, ontem os dois estavam soltos. Ele acredita que se não fosse a ação rápida de seus melhores amigos, a história teria tido um desfecho diferente. 

"Na hora que fui abordado, não consegui reagir. Se o Spike e a Xena não tivessem aparecido, eu teria corrido, mas podia ter sido esfaqueado. Eles me salvaram", conta o dono dos cães. 

Spike tem apenas oito meses e Xena um ano e seis meses. Ambos foram doados por um amigo de Josiel. 

Elefante morre após carregar turistas em meio a calor de 40 graus

Foto: Facebook/Reprodução - Yem Senok

Ontem (26), o Bicharada contou a história do golden retriever Dayko que morreu de exaustão após sofrer com altas temperaturas durante trabalho de resgate no Equador, devido ao terremoto. Infelizmente, o post é mais uma vez triste. Desta vez, vamos contar a trágica morte da elefante fêmea chamada Sambo, que morreu no Camboja depois de trabalhar 40 minutos sob uma temperatura de 40ºC. Sua função era transportar turistas para o tradicional templo de Angkor Wat, na cidade de Siem Reap.

Segundo o veterinário que a examinou, Sambo sofreu um ataque cardíaco depois de enfrentar "altas temperaturas, alto nível de exaustão e falta de vento e ar fresco que teriam auxiliado sua respiração". A elefante tinha cerca de 45 anos e trabalhava no Angkor Wat desde 2001. 

Depois de sua morte, uma petição começou a recolher assinaturas para colocar fim aos passeios de elefante na região do templo de Angkor Wat e já conseguiu mais de 14 mil adeptos em 48 horas. 

Oan Kiri, gerente da Angkor Elephant Company, empresa dona de Sambo há 15 anos, disse ao jornal local "Phnom Penh Post" que a companhia lamenta a perda – ele não comentou o abaixo-assinado nem as críticas das campanhas de conscientização contra o uso de animais em atividades turísticas. 

Segundo Jack Highwood, um dos líderes da Elephant Valley Project, instituição cambojana que protege elefantes em atividade exploratória, a Angkor Elephant Company ainda é proprietária de 13 elefantes, todos trabalhando em condições similares às de Sambo. 

 

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Com informações IG

Cachorro que ajudou a resgatar vítimas de terremoto no Equador morre de exaustão

A história de hoje no blog não é tão feliz. Segundo publicação de O Globo, o golden retriever Dayko, de apenas quatro anos, morreu de exaustão após sofrer com altas temperaturas durante trabalho de resgate no Equador, devido ao terremoto. O animal sofreu com uma desidratação intensa. 

"Desde pequeno, Dayko foi treinado a buscar e a salvar pessoas em situações de catástrofe. E foi tentando resgatar as vítimas do terremoto no Equador que o golden retriever chegou ao fim de sua vida. Dayko, do corpo de bombeiros da cidade equatoriana de Ibarra, morreu de exaustão na última sexta-feira, numa história que comoveu o mundo.

Ele ajudou seus instrutores no resgate de sete pessoas, mas sofreu nas últimas horas de desidratação, em um ambiente de altas temperaturas. Dayko chegou a receber um tratamento de soro, sem êxito.

O corpo de bombeiros de Ibarra declarou luto e expressou no Facebook seu agradecimento ao cachorro. Dayko tinha 4 anos e entrou na escola canina com apenas um ano e meio. Nesse tempo, ele obteve várias certificações nacionais e internacionais", informou o site. 

Veja, abaixo, algumas das fotos do Corpo de Bombeiros da cidade equatoriana onde Dayko morava: 

 

Bicharada, com informações de O Globo
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Com dívida de quase R$ 20 mil, APIPA faz show beneficente pelos animais

Por Maria Romero

A Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa) vai promover o show Soltando A Voz Pelos Animais no próximo dia 1º, para ajudar a manter o abrigo da entidade, que hoje possui mais de 360 animais, entre cães e gatos. O ingresso antecipado custa R$ 20 e todo o valor arrecadado vai ser destinado aos animais mantidos pela Associação, que acumula dívidas de quase R$ 20 mil. 

Jane Hadhad, que integra a entidade, diz que as dívidas tiveram um bom abatimento desde a última campanha de arrecadação, mas que a situação ainda é crítica. 

"Fizemos o pedágio, conseguimos um bom dinheiro, mas ainda falta cerca de R$ 18 mil. É bastante dinheiro, mas estamos confiantes de que a festa vai ser boa, vai ter bastante gente e vamos conseguir reduzir esse valor", declarou. 

Hoje, a Apipa acumula dívidas com fornecedores, material gráfico para ações da entidade, gasto com pessoal - que chega a quase R$ 10 mil -, clínicas veterinárias e mão de obra para a construção do Centro de Castração da Apipa. 

Jane destaca que grande parte dos animais da entidade estão castrados, saudáveis e prontos para adoção. A adoção responsável tira animais das ruas, garante um lar para os bichinhos e reduz os custos da entidade com resgate e abrigos de cães e gatos que sofrem maus tratos. 

O show

O evento vai ter as apresentações de Dandinha, do grupo Sambatom e dos DJs Marg Toledo, Gustavo e Luana Marques. A festá terá início às 18h do dia 1º, no Espaço Cultural Ar Livre, localizado na Avenida Marechal Castelo Branco, próximo à ponte JK. 

 

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Time cita 14 gatos na lista dos 100 animais mais influentes de 2016

Xodós nas redes sociais, os gatos chamam a atenção sempre. A revista norte-americana Time publicou na última quinta-feira (21) uma lista dos 100 animais mais influentes de 2016. Os gatos, claro, não poderiam passar despercebidos e ocupam 14 das 100 posições. Clique aqui e veja a lista completa.

Em primeiro lugar na lista da Time não aparece um gatinho doméstico, mas sim um felino maior: Cecil, o leão que foi caçado e morto no Zimbábue pelo dentista norte-americano Walter James Palmer.

A morte de Cecil chocou o mundo e provou que a caça desportiva não é mais socialmente aceitável: o Fish and Wildlife Service, departamento que defende a vida selvagem nos EUA, incluiu duas subespécies de leões na lista de animais ameaçados de extinção; a França proibiu a importação de leões mortos e levados para o país como “troféus” e mais de 40 companhias aéreas proibiram o transporte do corpo desses bichos. A repercussão da morte de Cecil foi tão grande que o apresentador Jimmy Kimmel chorou no ar ao falar sobre o assassinato desse gatão.

Quanto aos gatinhos influentes que aparecem na lista, o leitor já pôde ler as histórias de alguns deles aqui no blog: Nitama, a gata que é chefe de uma estação de trem no Japão; Meredith e Olivia, as gatas da cantora Taylor Swift; Thula, a gata que é a melhor amiga de uma garota autista; Bubba, o gatinho que não perde uma aula em uma escola na Califórnia e os três gatos que decidiram participar de uma reunião do G20, na Turquia.

Para definir quais bichos entrariam na lista, a Time disse que montou uma comissão julgadora com Ingrid Newkirk, presidente da PETA, Rich Ross, presidente do grupo Discovery Channel, Animal Planet e Science Channel, Philippe Cousteau, ambientalista, Gene Baur, presidente do Santuário Farm, Chelsea Marshall, editora do BuzzFeed Animals, e  Phil Johnston, co-autor do filme “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho”, e o músico vegano Moby.

 

Com informações da Folha
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