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Jornal do PI sorteia notebook para participantes do Congresso

Fotos: Letícia Santos / Cidadeverde.com

Atualizada  às 14h29


O Grupo Cidade Verde sorteou um notebook entre os visitantes do espaço Inspirados pelo Futuro na programação do II Congresso das Cidades. 

A visitante vencedora  foi Maria das Mercês Soares Andrade, de Teresina, com final do telefone 1004.   


Ela escolheu como um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável apresentando pela ONU a erradicação da pobreza. 

O sorteio ocorreu ao vivo no Jornal do Piauí, por volta as 14h20, de quinta (09).  A vencedora deverá retirar o produto na sede da TV Cidade Verde, no bairro Monte Castelo, zona Sul de Teresina. 

Matéria original

Durante os três dias do II Congresso das Cidades do Piauí, o Grupo Cidade Verde recebeu centenas de pessoas no espaço Inspirados pelo Futuro, uma oportunidade para fazer pensar, refletir e engajar a todos em uma promoção que tem tudo a ver com uma grande ferramenta para o desenvolvimento: a tecnologia.

No Espaço Futuro do Grupo Cidade Verde, era possível ficar bem informado e ainda concorrer a um notebook incrível.

Para concorrer era preciso preencher a ficha com os dados pessoais e escolher um dos Objetivos de Desenvolvimento de Sustentabilidade da ONU que deveria ser trabalhado com prioridade pelo poder público. Tudo muito simples!

A urna com as participações já está no estúdio do Jornal do Piauí e o sorteio será realizado a partir das 12h.

O notebook sorteado é um Positivo , Linux, Memória 4 gigabyte, Disco Rígido de 1 terabyte, com bluetooth, wi-fi e Tela LCD 14”.

ONG recolhe 80 kg de material reciclável no Congresso das Cidades

Fotos: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

A  ONG Emaús Trapeiros recolheu 80 kg de material reciclável durante os três dias do II Congresso das Cidades, que aconteceu de 6 a 8 de maio.  Por todo o espaço do evento, lixeiras coloridas despertavam os participantes sobre a responsabilidade com o Meio Ambiente. O lixo será transformado em fonte de renda para 16 famílias que trabalham com a coleta seletiva em Teresina.

"O material  foi todo selecionado e será vendido para sucateiros dentro de Teresina. Pegamos em maior quantidade o pet e o filme plástico", disse Antônio Francisco Santos, diretor de relações públicas da ONG. 

Situada no loteamento Solnascente, na Zona Leste de Teresina, a  ONG Emaús Trapeiros existe há mais de dez anos, atuando também na preservação do Meio Ambiente. 

Fotos: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

"O trabalho de reciclagem é muito importante para o Meio Ambiente e também para essas 16 famílias que vivem somente com a renda da coleta seletiva", completa Francisca Ferreira dos Santos, administradora da ONG. 

 

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Hackathon: Expandr é o grande vencedor do desafio

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A startup Expandr foi a grande vencedora do desafio Hackathon Agenda 2030 realizado pelo Sebrae Piauí dentro do Congresso das Cidades.  A startup desenvolveu um aplicativo que seleciona bolsas de estudos do ensino superior para estudantes carentes e já possui oito instituições em sua carta de clientes com apenas sete meses em execução. 

O desafio contou com 27 inscritos que desenvolveram aplicativos com base nos 17 objetivos sustentáveis de voltados para os municípios e seis chegaram a final nesta quarta-feira(08).

O primeiro lugar ganhou uma viagem para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts no Vale do Silício, nos Estados Unidos, a maior referência em criações tecnológicas do mundo. 


Equipe conseguiu maior pontuação durante os três dias do evento

O segundo, a Ben Hero, que desenvolveu uma prótese que ajuda na reabilitação de amputados, vai participar do seminário do Empretec, que forma profissionalmente empreendedores. 

Já o terceiro lugar, Edit World que é um aplicativo de educação, faturou uma participação no curso Começar Bem também do Sebrae.  

Os jurados julgaram potencial de mercado, qualidade da equipe e inovação do negócio, sempre voltados para um dos 17 objetivos sustentáveis preconizados pela Organização Das Nações Unidas (ONU).

O grupo foi formado pelo representante do PNUD Maurilo Oliveira, o presidente da Associação de Jovens Empresários (AJE) Rodrigo Lima e pelo vice-presidente da Câmara Setorial de Tecnologia, Higo Matos que também é empreendedor.

Durante o Congresso das Cidades, o Hackathon teve três eliminatórias: dez empresas, oito e seis de onde foram tiradas as três vencedoras.

Para o jurado Rodrigo Lima que já esteve em desafios parecidos, mostrar seu produto em feiras e exposições, participar de desafios é primordial para que o público  e potenciais investidores possam conhecer as ideias e que elas realmente possam virar empresas e alternativas de geração de emprego e renda.


Caroline Oliveira
carolineoliveira@cidadeverde.com

Cidades podem encontrar potencial nas periferias, diz palestrante do Sebrae

Foto: Gabriel Paulino/Cidadeverde.com

 

As áreas periféricas dos municípios podem se transformar em centros de empreendedorismo. O palestrante gaúcho Vinícius Mendes, presidente da Besouro Agência de Fomento explica que existe um público consumidor forte nessas áreas e uma cultura de trabalho autônomo. Ele proferiu palestra no auditório Opala, espaço do Sebrae.

Microempreendedor desde a adolescência na comunidade onde nasceu, Vinicius pesquisou quem são e como se mantém microempreendedores nas favelas Villa 31, na Argentina com 120 mil moradores, e Rocinha, no Rio de Janeiro com cerca de 180 mil habitantes.

Para ele, existe mercado nas periferias a ser explorado, o que geralmente é deixado de lado por grandes e médias empresas. Segundo ele, essa ausência pode ser ocupada e explorada pelo poder público. "O salário de um trabalhador que trabalha na construção civil em um bairro nobre, por exemplo, seria gasto na periferia, ajudando os microempreendedores vizinhos e fazendo a economia do local circular", explicou.

A pesquisa de Vinicius levantou que no Brasil, 12 milhões de pessoas vivem em favelas. A partir da necessidade de empreender para sobrevivência o gaúcho desenvolveu um método chamado de Bynecessity (por necessidade, em inglês), que lista 10 passos para um plano de negócio especializado para negócios dessa linha.

Vinicius, que é mestre em marketing estratégico e professor em instituições do Brasil e da Argentina, é autor do livro A Riqueza das Favelas, no qual compartilha dados e conclusões da sua pesquisa.

Valmir Macêdo
redacao@cidadeverde.com

Gilson Paranhos defende concurso público de projetos e envolvimento da comunidade

Fotos: Gabriel Piaulino/Cidadeverde.com

O arquiteto e urbanista Gilson Paranhos defende a realização de concursos públicos de projetos para dar uma resposta mais eficiente, com soluções concretas e transformadoras para a sociedade.  Referência em assistência técnica em habitação de interesse social, Paranhos foi um dos palestrantes do último dia do Congresso das Cidades nesta quarta (08). 

Paranhos explicou que o “concurso público de projetos é a única maneira de contratar um projeto e conseguir fazer que ele tenha qualidade, pois a maioria das contratações que não são feitas por meio de concursos estão apenas no papel escrito”. 

Para ele, as licitações é uma forma de “contratar papel” e o que está escrito no papel pode ser mentiroso, ou seja, o ideal seria contratar o projeto porque ao licitar você está dando apenas um “cheque em branco” a qualquer empresa vencedora de uma licitação.

Esse tipo de contratação também ajuda a dar uma resposta mais transformadora aos moradores de uma cidade. “As pessoas não podem ficar esperando uma semana, um mês, três meses. A sociedade quer uma resposta urgente e com qualidade, o projeto tem que ser executado melhor do que a pessoa fizesse para ela mesma porque estamos falando de dinheiro público”, disse. 



Um das ideias desenvolvidas por Paranhos enquanto comandava a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal foram os “Postos Avançados” nas comunidades.   Nesses postos pelo menos um assistente social, um arquiteto urbanista, um arquiteto edificações e um engenheiro vão “sentar” e ouvir os moradores. Esse diálogo irá entender melhor as reais demandas das comunidades e dos seus moradores. 

Ele defendeu outros dois projetos que podem ser facilmente reproduzidos em outras cidades, como os projetos voluntários e as ações urbanas comunitárias, pois a ideia não é apenas ouvir as pessoas, mas envolver a comunidade e demais atores para agilizar a execução de obras. 

“Nós brasileiros gostamos de reclamar de tudo, mas não gostamos de fazer nada. Se fizermos uma fila de reclamação e outra de soluções concretas, a de reclamações será muito maior. Eu reclamo do prefeito, do deputado, do senador, do presidente da República, mas quando eu vou avaliar o que fiz durante o dia eu não fiz nada. Então, nós precisamos inverter esse processo se quisermos ter uma qualidade de vida melhor”, disse Paranhos. 


Carlienne Carpaso
carliene@cidadeverde.com

 

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