Cidadeverde.com

Presidente da Aegea diz que é possível fazer saneamento privado em pequenos municípios

  • congresso_das_cidades_-497.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-496.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-495.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-494.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-491.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-490.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-489.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-485.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-484.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-481.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-480.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-479.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-474.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-471.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-468.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-463.jpg Roberta Aline / Cidade Verde
  • congresso_das_cidades_-462.jpg Roberta Aline / Cidade Verde

O diretor presidente da Aegea, Hamilton Amadeo, holding brasileira que gerencia o saneamento básico em 49 cidades brasileiras, entre elas, Teresina, proferiu palestra no segundo dia do Congresso das Cidades sobre o “Panorama do Saneamento Básico no Brasil”. E revelou que é possível ter gestão de saneamento privado em municípios pequenos. 

Ele revelou que a empresa faz administração em municípios com cinco mil habitantes no estado do Mato Grosso e assim conseguiu universalizar o abastecimento de água e o esgotamento sanitário com coleta e tratamento. 

“Nós temos duas pessoas operando o sistema nestes municípios, mas com uma operação em outros polos para operar com qualidade e competência”, explicou. 

Amadeo chamou atenção para a queda dos investimentos em saneamento que vêm ocorrendo ao longo dos anos. Em 2014, era de R$ 15 bilhões e a cada ano tem caído mais de 10%. Em 2017 encerrou o ano com R$ 10,4 bilhões. 

“Enquanto o plano nacional prevê uma meta de R$ 40 bilhões até 2033, estamos caindo por conta das crises e os investimentos entre R$ 10 e 12 bilhões estão mal cobrindo o aumento da população e a manutenção do sistema”, destacou.

Apesar disso, o diretor da Aegea  é otimista e acredita que o saneamento conseguirá ser uma política nacional como um dia foram as estradas, a distribuição de energia e a telefonia. 

“A medida provisória 868/2018 que está em votação no Congresso, que dá segurança jurídica para a participação do setor privado é um importante incentivo para o setor conseguir mais capital de outros países e assim os municípios poderem contar como essa alternativa para gerarem saneamento para sua população”, argumentou Amadeo. 

 

Caroline Oliveira
carolineoliveira@cidadeverde.com