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Teresina sofre efeitos de mudanças climáticas esperados para 2030

Foto: Gabriel Piauilino / Cidadeverde.com

A urbanista da Agenda 2030 da Secretaria Municipal de Planejamento, Mariana Fiúza, proferiu a palestra Ação Climática no Extremo do Clima Quente, nesta terça-feira (7), no Espaço Futuro do Congresso das Cidades. 

Na palestra, Mariana alertou que Teresina já sofre efeitos negativos da mudança climática. A urbanista explica que a capital do Piauí tem muitas vulnerabilidades ambientais e as consequências do aquecimento global estão sendo mais perceptíveis a cada ano. 

“Nesse cenário a gente precisa preparar Teresina ainda mais porque hoje ela já está sofrendo sinais dessa mudança de temperatura que em outros lugares do mundo só serão sentidos em 2030”, disse Mariana Fiúza.
 
Entre os sinais da mudança climática, a palestra Mariana cita o aumento do calor, aumento da temperatura em si, mudança no ritmo das chuvas, aumento da seca, estamos mais suscetíveis a sofrer queimadas, incêndios espontâneos, perda de biodiversidade, dentre outros.

A Agenda 2030 pensa estratégias de sustentabilidade para poder diminuir os impactos do aquecimento global nos próximos anos. “As soluções passam tanto por politicas públicas, como mudanças  de comportamento , mudança de atitude. Primeiro passo, no caso, é  entender que essa mudança climática já está acontecendo , entender de qual forma a gente  se insere nela e como se preparar. Primeiro é mitigando os efeitos, diminuindo nosso impacto no planeta e se adaptando para as possíveis transformações que o planeta vai sofrer a gente também por consequência”, acrescenta a urbanista.

A Agenda 2030 foi elaborada ainda em 2015 pela prefeitura de Teresina e busca o cumprimento dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela ONU para o ano de 2030.


Izabella Pimentel 
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