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Caldeirão Grande do Piauí ganha ambulância da Citroen no Congresso das Cidades

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O município de Caldeirão Grande do Piauí, a 435 km ao Sul de Teresina, foi o grande ganhador da ambulância 0km sorteada no encerramento do Congresso das Cidades nesta quarta-feira (8). O veículo, modelo Citroen Berlingo, combina espaço e conforto, além de ser o mais potente da categoria. O Berlingo conta com nota A no Inmetro, que comprova a economia de combustível. 

“Caldeirão Grande está muito feliz por ter sido sorteada com essa ambulância. Chegou em uma boa hora, sempre para cuidar do povo. Temos quatro ambulâncias, mas sempre é pouco. A partir de hoje temos mais um veículo para servir nossa população”, disse o prefeito Vianney Alencar.

O gestor, que participou dos três dias de evento, avaliou o Congresso das Cidades. “O Congresso foi muito importante. Fiquei os 3 dias. O grupo Cidade Verde está de parabéns e o Piauí também”, afirmou.

George Pinto, da Citroen, disse que o Berlingo tem como um dos pontos fortes, o espaço. “Com isso, tem mais conforto para quem está sendo transportado”, disse.

O sorteio do veículo aconteceu no auditório principal com a presença do presidente do Grupo Cidade Verde, Jesus Filho; do presidente do Sebrae, Freitas Neto, além de Maria Tajra Raposo, diretora da Jelta France e George Pinto, diretor da Citroen.

Mais sobre o Berlingo

O motor de 1.6 Flex de 122 CV, com tecnologia Flex Start elimina a necessidade do reservatório de gasolina (mais conhecido como ‘’tanquinho’’) e facilita o dia a dia do motorista. Sua funcionalidade e versatilidade fazem dele, sem dúvida, um veículo de referência em seu segmento.

 

Hérlon Moraes
herlonmoraes@cidadeverde.com

"Tem que parar com a ideia de que o crime compensa", diz secretário da Senasp

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Durante o II Congresso das Cidades, o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), general Guilherme Cals Theophilo e Gaspar de Oliveira, declarou que um dos grandes desafios do Governo Bolsonaro é reverter a ideia de que o crime compensa. O militar também defendeu o fortalecimento das guardas civis municipais em todo o país. 

"Um dos grandes desafios do Governo Bolsonaro é reverter os índices enormes de homicídios que são comparados a índices de países que estão em guerra civil, como a Síria. Em dois meses, conseguimos reduzir em 25% o número de mortes em todo o país. Tem que parar com a ideia de que o crime compensa", disse o general. 

Para diminuir os índices de criminalidade, o secretário defendeu a criação de comitês de Segurança e o fortalecimento das guardas civis municipais. 

"A Segurança começa no município. Contudo, alguns não tem sequer um representante da Segurança Pública. Temos que incentivar as guardas municipais e que estas deixem de ser apenas guarda patrimonial para ajudar na Segurança interna dos municípios", disse o secretário que prometeu fortalecer as polícias Civil e Militar em todo o país. 

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

Sobre os comitês de Segurança, o militar explica que serviria como um elo entre municípios e estado. 

"Que mesmo sem a guarda municipal, tenhamos um comitê de Segurança Pública que possa reportar o seu prefeito ao estado, qual a sua deficiência. Integrando os municípios com os estados e a federação vamos ter um país mais estável", concluiu o secretário da Senasp. 


Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

“O mais importante da tecnologia é a capacidade de conectar”, diz Gabriela Uchoa

Foto: Letícia Santos/ Cidadeverde.com

A coordenadora da Agenda Teresina 2030 da prefeitura de Teresina, Gabriela Uchoa, foi uma das palestrantes do último dia do II Congresso das Cidades. Ela falou sobre “Smart City nas cidades em desenvolvimento”.  

Gabriela alerta para a importância das cidades se planejarem para o futuro. São as cidades inteligentes as que procuram usar a tecnologia para melhor a infraestrutura, resolver os problemas e melhorar a vida das pessoas. 

Na palestra, ela destacou a importância das cidades crescerem aliadas a tecnologia. Segundo ela, as cidades devem se desenvolver de forma inteligente para reduzir as desigualdades sociais. 

“O carro do futuro ainda não chegou porque temos problemas de agora. A tecnologia sempre esteve presente nas cidades, não é uma coisa nova. O que muda hoje é a velocidade com que a tecnologia fica obsoleta. A tecnologia se desenvolve cada vez mais rápida. É por isso que nossos programas de cidades inteligentes não podem ter a cidade inteligente como um fim. A tecnologia é um meio e devemos entender que esse meio age nos problemas reais sem aumentar as desigualdades”, destacou. 

Para a coordenadora, a tecnologia deve ter a capacidade de conectar. “O mais importante da tecnologia é a capacidade de conectar. É a capacidade de amplificação da conexão. Seja conexão de dados ou de pessoas, das pessoas com meio, de recursos, a partir disso conseguimos inovar e criar uma cidade inovadora que nem sempre precisa ser tecnológica. Necessariamente não é tecnológico, mais é inteligente”, destacou.

Gabriela Uchoa destaca a importância das mudanças provocadas pela tecnologia. “Essa nova era veio dissolver hierarquias e traz confusão para a sociedade. Saímos do mundo cheio de regras e hierarquia para um mundo horizontal. Temos plataformas horizontais como o youtube onde cada um pode criar sua TV. A tecnologia permite quebrar essas barreiras. Essa nova forma de viver entrar nas novas formas de governança. Rediscutir os modelos democráticos e de participação da sociedade”, afirmou. 

Idealizador do Congresso das Cidades, Jesus Filho avalia como positivo evento

Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

O diretor presidente do Grupo de Mídia Cidade Verde, Jesus Tajra Filho, avaliou como muito positivo o resultado da segunda edição do Congresso das Cidades que se encerra nesta quarta(08). O número de 204 prefeitos inscritos chamou atenção e anunciou a próxima edição para daqui a dois anos. 

Um dos diferenciais desta edição foi à presença dos dois presidentes da Câmara e do Senado, do deputado federal Rodrigo Maia e do senador Davi Alcolumbre, pela primeira vez juntos no Piauí. 

“Esse encontro foi um prestígio muito grande para os prefeitos e o que gerou um ambiente positivo, de entusiasmo e confiança que o nosso estado precisa. Ânimo cada vez maior para se desenvolver com as pessoas, acreditando que o nosso futuro será aquele que nós sejamos capaz de fazer. Mas para isso precisa de competência, de boas ações, boas práticas e habilidades que nossos gestores estão muito conectados otimistas e propensos a aceitar”, afirmou Jesus Filho.

O idealizador avaliou como positivo o evento que reuniu mais de seis mil pessoas circulando nos três dias. 

“A gente está muito feliz com o resultado, a partir dos depoimentos que pudemos constatar com as conversas, especialmente com os prefeitos e gestores municipais. O objetivo do Congresso, de promover esse encontro de conhecimentos, de abordagem dos mais diversos assuntos para a melhoria da gestão que beneficie também as populações do estado do Piauí. Além disso, um encontro que propicia uma reunião e um congraçamento dos administradores do nosso estado. Tudo isso a gente pode perceber agora um sentimento muito positivo e até de euforia por estar participando de um evento tão positivo para nosso estado”, analisou.

Jesus Filho anunciou que a terceira edição deve acontecer daqui a dois anos. 

"A ideia do congresso é que ocorra de dois em dois anos, dessa forma, podemos projetar que daqui a dois anos possamos ter o III Congresso das Cidades, acontecendo a cada inicio de uma nova gestão municipal e a cada vez que renova governo estadual e governo federal. Especialmente pelo entusiasmo que nós percebemos e as sugestões que já estamos tendo acredito que vamos fazer sim um congresso das cidades ainda melhor”, destacou.


Caroline Oliveira
carolineoliveira@cidadeverde.com

José Motta desconstrói os modelos atuais de educação: falta inovar

Foto: Gabriel Paulino / Cidadeverde.com

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Piauí trouxe para o II Congresso das Cidades o professor e consultor José Motta, especialista em metodologias ativas de ensino, que atualmente é o head da Edtech na Beenoculus, principal start up da América Latina em desenvolvimento de soluções em realidade virtual para a Educação. 

Motta ministrou a palestra “Empreendedorismo no Século XXI: Uma Jornada de Liderança e Propósito”, no Auditório Opala. A palestra foi uma verdadeira desconstrução dos atuais modelos de educação, que deixam de preparar os jovens para o novo mundo. O professor mostrou as evoluções dos últimos 47 anos na área da tecnologia em contraponto à falta de inovação na área da educação.

“Quando eu tinha 10 anos, em 1982, eu estudava em uma sala de aula com cadeiras enfileiradas e o professor na frente, explicando. Até hoje, o formato das salas de aula não mudou. Não vejo alunos criando algo novo e esses alunos vão crescer e empreender, isso precisa mudar. Hoje não tem mais o ‘ou’. Hoje é o ‘e’. Você não escolhe: humano ou tecnológico. Você tem o humano e o tecnológico juntos. A gente junta o lápis e o celular”, refletiu.

José Motta alertou que a falta de inovação pode matar um negócio. “Se você leva uma vida em piloto automático, você pode ser trocado por uma máquina. Se você é previsível no mundo empresarial, precisa tomar cuidado”, disse.

O professor citou que nas empresas mais avançadas no mundo da tecnologia, como a Google, os títulos não são tão importantes quanto as “soft skills”, que significa saber lidar com gente, saber se relacionar com outra pessoa e em time, se comunicar e ser criativo. “Das 10 competências exigidas na Google, oito são socioemocionais. A inteligência artificial veio para ficar e isso é fato, mas ela só resolve, não sente, não tem consciência, porque isso é essencialmente humano, mas é preciso interagir para desenvolver competências socioemocionais. Isso não se ensina na escola”, destacou.

O educador ressaltou que é preciso trabalhar em equipe, com pessoas diferentes, porque uma equipe multidisciplinar facilita as inovações. “Se você faz uma equipe com pessoas que pensam como você, pouquíssimas inovações vão sair daí, é preciso ter inteligências múltiplas e isso também não é contemplado nas escolas. Você tem 40 alunos numa turma, com inteligências múltiplas, mas fazem a mesma prova. Aí o mercado exige que a gente saiba trabalhar em time, mas na hora da prova, o aluno fica sozinho, não pode perguntar nada, não pode usar o celular, falar com o colega, mas o mundo exige que a gente saiba se comunicar”, ponderou o especialista.

José Motta afirma que o cérebro humano aprende 95% ensinando, 80% fazendo, 70% discutindo, 30% observando, 20% ouvindo e 10% lendo. “Nos meus 47 anos de vida, vi muita coisa mudar na tecnologia, mas não vejo as escolas fazendo coisas fenomenais. Ainda vejo professor mandando aluno desligar o celular, o invés de usar o celular para incrementar a aula”, lamentou o professor.

Jordana Cury

jordanacury@cidadeverde.com

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