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"Teresina tem carnaval", diz presidente da ABCP sobre expandir blocos de rua


Teresina contou com pelo menos 24 blocos de ruas no Carnaval 2019 (Foto: Letícia Santos)

O presidente da  Associação dos Blocos Carnavalescos do Piauí (ABCP), Valdo Alves, declarou que o grupo foi criado com uma missão especial: mostrar que o Estado tem carnaval. Neste ano, mais de 24 blocos de rua fizeram a festa em Teresina.

Alves disse que o ano de 2019 veio dar uma resposta positiva ao blocos de rua. "Muita gente não viajou, não foi para o litoral,  ficou em Teresina e participou dos blocos.  Se divertiu aqui",  constatou o presidente da ABCP. 

"Queremos mostrar à população que a nossa capital tem carnaval,  Teresina tem carnaval, que não será necessário os moradores saírem para brincar em carnavais longes daqui, distante das suas casas. Temos blocos da zona Sul a Leste, na Norte, que fazem sucesso. Esse ano os blocos fizeram festas maravilhosas e nem a chuva atrapalhou, fez foi abençoar", disse ao Cidadeverde.com.

Criada em outubro de 2018, a ABCP conta, até o momento, com 22 blocos. Valdo destaca que o pouco tempo de organização impediu a associação de mais grupos por conta da documentação necessária e da correria de colocar o bloco na rua em 2019.  


Presidente da ABCP. Valdo Alves (Foto: Yala Sena)

"No final de abril nós já vamos nos organizar para 2020, e iremos convidar mais diretores de blocos, para que o carnaval do próximo ano seja ainda melhor ", comentou Alves. 

Ele citou que a ABCP buscará por mais apoios e parcerias privadas, participação de editais públicos, por exemplo, para que os blocos tenham mais força e receptividade. "Fazer a festa mais bonita e animada", oferecendo melhor estrutura para quem fica na capital durante o carnaval. 

"Queremos ressaltar a verdadeira essência do carnaval, dos blocos de rua, com todos os ritmos, com a participação de todos", finalizou. 

O próprio Prefeito de Teresina, Firmino Filho, declarou que os blocos de rua conquistaram os teresinenses, e tornaram-se o modelo de carnaval na capital piauiense. Neste ano, a prefeitura apoiou financeiramente 24 blocos.  

Carlienne Carpaso
carliene@cidadeverde.com

Mangueira é a campeã do carnaval no Rio de Janeiro

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A Mangueira é a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2019. A escola contou neste ano "a história que a história não conta", sobre personagens importantes do país que não são retratados nos livros: índios, negros e pobres. A Mangueira é a segunda maior vencedora do Carnaval do Rio, com 19 conquistas, atrás apenas da Portela. A última delas havia sido em 2016, com o enredo sobre Maria Bethânia, do mesmo carnavalesco deste ano, Leandro Vieira.

Foi difícil ver alguém sentado no sambódromo da Sapucaí durante a passagem da Mangueira no penúltimo desfile desta segunda (5). Foi fácil, porém, ver choro e olhos marejados ao som do refrão repetido em coro durante a cerca de uma hora de desfile.

Comuns também foram as manifestações em broches e placas relembrando Marielle Franco, vereadora do PSOL assassinada há quase um ano.

A última ala levou à avenida homens e mulheres favelados que superaram o preconceito e alcançaram notoriedade, tendo à frente a viúva de Marielle, Mônica Benício. Antes do desfile, ela disse à Folha que aceitou o convite não para celebrar, mas por um ato político.

Atrás deles, vinham bandeirões com o rosto da parlamentar e de outros símbolos negros, como os sambistas Noel Rosa e Candeia, nas cores da escola, verde e rosa. Ao final, o deputado federal Marcelo Freixo e o vereador do Rio Tarcísio Motta (PSOL) carregavam junto a membros da escola um bandeirão com os dizeres "Índios, negros e pobres".

A Mangueira desfilou caricaturas do que chamou de "heróis emoldurados". Na comissão de frente, aristocratas andavam de joelhos, diminuídos ao lado de índios. Mais à frente, Pedro Álvares Cabral foi retratado como "171", com roupa de presidiário.

Em outra ala, D. Pedro 1º surgiu em cima do cavalo, como eternizado no quadro "Brado do Ipiranga", e depois jocoso, num burro. O Marechal Deodoro da Fonseca, que assumiu a República mas era monarquista, apareceu com o símbolo da república no peito e uma coroa na cabeça.

Entre os personagens que a escola homenageou estão Cunhambebe, chefe indígena que comandou índios tamoios contra colonizadores portugueses no século 16, e Luísa Mahin, africana vendida no Brasil que articulou revoltas de escravos no século 19.

Um carro trouxe "o sangue retinto por trás do herói emoldurado", com uma versão do Monumento às Bandeiras manchado de vermelho. Outro recriou o quilombo dos Palmares, com o presidente de honra da escola, o músico Nelson Sargento, representando o líder Zumbi.

Em uma das alegorias que retratavam a luta negra, porém, a maioria das desfilantes eram brancas. Em compensação, em um carro que trazia os dizeres "Ditadura assassina" e livros gigantes com imagens de Princesa Isabel, Duque de Caxias e outros, todas as empurradores eram mulheres negras -normalmente são homens.

A Mangueira, que ficou em quinto lugar no ano passado mas já era um dos desfiles mais aguardados neste ano, saiu da avenida muito aplaudida, aos gritos de "é campeão".

Fonte: Folhapress

Kaio Stronda e Banana Nativa comandam última noite do Carnaval de Água Branca

Foto: Ascom

Cinco dias de festas com foliões animados marcaram o carnaval de Água Branca. Com o tema “Carnaval da Alegria na Terra da Folia”, a programação deste ano trouxe atrações baianas e bandas de forró que animaram o público presente à cidade. 

Nessa terça-feira (5), última noite de carnaval em Água Branca, a animação ficou por conta de Kaio Stronda e da banda Banana Nativa. 

O tradicional mela-mela, o resgate dos blocos de rua e o bloco infantil completaram a programação, que atendeu as expectativas dos foliões de todas as idades. 

O prefeito Jonas Moura comemora o sucesso do carnaval de Água Branca. “O carnaval de Água Branca já é tradição e atrai milhares de pessoas que buscam uma festa gratuita e segura. A nossa cidade se consolida como o principal destino do folião na região do Médio Parnaíba piauiense.  Além disso, a festa movimenta o setor de turismo e gera emprego e renda para os aguabranquenses que optam por buscar uma renda extra durante o período. O carnaval de Água Branca é uma festa grandiosa e que enche de orgulho todos os envolvidos na realização do evento”, destaca Jonas Moura. 

Durante os cinco dias do Carnaval da Alegria, passaram pelo palco da Praça de Eventos os cantores Avine Vinny, Johnny Fred, Chicabana, Anderson Rodrigues, Nanaê, Romim Mata, Luketta, Oz Bambaz e Phyll Araújo, Banana Nativa e Kaio Stronda.

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Vai-Vai, maior campeã de SP, deixa a elite após 90 anos

Foto: Leo Franco / AgNews

"Agradecemos por todos nossos integrantes e convidados pelo lindo Carnaval apresentado na Avenida, com grandes chances de trazer para o Bexiga a décima sexta estrela" Era o post oficial da Vai-Vai no Instagram após o desfile. O rebaixamento da escola mais vencedora da história de São Paulo, com 15 títulos, surpreendeu e promete acirrar uma disputa interna .

O atual presidente, Neguitão, saiu do sambódromo sem falar com ninguém. O presidente de honra, o histórico Thobias da Vai-Vai, nem desfilou - está brigado com a diretoria. Ele puxou o último samba da agremiação no ano passado - e amargou um décimo lugar, que já era um dos piores resultados desde o primeiro desfile em 1930. Nesta terça-feira, 5, a quadra permaneceu fechada após o primeiro rebaixamento, com poucas barracas â frente - até esperando uma possível 16.ª festa - e ninguém falando pela diretoria. Envergonhados, os diretores não atenderam telefonemas nem de pessoas da comunidade. 

Representante do Resistência Vai-Vai, Luiz Cabral explica que há quatro anos um grupo luta por maior transparência. "É claro que o rebaixamento é muito triste e inesperado, mas com isso o movimento deve crescer ainda mais", diz o integrante da bateria - que teve todas as notas 10. 

Ao se observar a apuração, os principais problemas no desfile sobre O Quilombo do Futuro, que incluiu a lembrança da morte de Marielle Franco, apareceram nos quesitos Comissão de Frente - 9,8, 9,8, 9,7 e 9,7 - e Alegoria - 9,9, 9,9, 9,8 e 9,8. Com a mudança nos critérios, estabelecendo notas só entre 9 e 10 e o descarte da mínima, a diferença entre as agremiações diminuiu. Assim, esse 1,1 ponto perdido é a diferença entre o último lugar e o vice da Dragões.

Foto: Leo Franco / AgNews

Só alegria

Nas ruas do Bexiga, o clima não era de tristeza. "A gente sabe ganhar e perder", disse a componente Suely Santos. "Carnaval é época de alegria, não tristeza. A Vai-Vai é isso e nada nos atingiu", completou Niva Pagliarini, com a camiseta da Velha Guarda. 

Fonte: Estadão Conteúdo, com informações do jornal O Estado de S. Paulo

Bloco anima São João do Piauí no último dia de carnaval

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O tradicional bloco Os Fly, que em 2019 completa 10 anos, encerrou o carnaval de rua em São João do Piauí, nesta terça-feira (5). Dezenas de foliões se vestiram de mulher e celebraram o encerramento da folia de momo.

O bloco tem como símbolo a pantera cor de rosa e prega a igualdade racial, de gênero, e muita alegria. 

Os Fly surgiu de um time de futebol e seu nome prega a liberdade. O objetivo, segundo os fundadores, é levar uma mensagem contra o preconceito e, ao mesmo tempo, resgatar o carnaval de rua.

Mancha Verde vence pela 1ª vez o carnaval de São Paulo

Fotos: Divulgação/LigaSP

A Mancha Verde, escola de samba do Palmeiras, é campeã do grupo especial do carnaval paulistano em 2019. A Vai - Vai, escola que mais vezes venceu o carnaval paulistano, foi rebaixada para o grupo de acesso em 2020.

A Mancha foi a terceira a desfilar na madrugada de sexta-feira, 1°, para sábado, 2, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. O grupo entrou na avenida por volta de 1h30. Foi o primeiro título no grupo especial.

Nas cores verde, branco e vermelho, a escola cantou, sambou e desfilou em homenagem à saga de uma guerreira negra. O samba-enredo, "Óxala, Salve a Princesa! A Saga de uma Guerreira Negra!", é um canto às tradições de origem africana: citou maracatu, Iemanjá, África e Zumbi dos Palmares.

Uma ala do grupo fez referência ao Congo como local de escoamento de marfim e outros produtos da região. Logo no primeiro carro alegórico, os destaque eram os elefantes com dentes de marfim e imagens de mulheres negras.

A primeira ala entrou na avenida com fantasias ricas em detalhes com lantejoulas, brilhos e fitas. O verde em diferentes tonalidades dominou o desfile, que reuniu três mil componentes ao todo.

Vai-Vai

No quesito "Comissão de Frente", a Vai-Vai caiu para a última colocação entre as 14 agremiações na disputa. O grupo do Bexiga não tirou uma nota 10 no quesito avaliado. As duas últimas escolas caem para o grupo de acesso do carnaval de 2020.

Fonte: Estadão Conteúdo

Marielle Franco é homenageada em segunda noite de desfiles no Rio

A segunda noite de desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro foi marcada pela emoção e pela crítica social. As duas escolas de samba de maior torcida, Mangueira e Portela, arrebataram o público - a Verde e Rosa com uma homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018, e a Portela cultuando a cantora Clara Nunes (1942-1983). 

O desfile que mais comoveu a plateia foi da Mangueira, que contou uma "nova" história do Brasil, reverenciando heróis populares em detrimento das personalidades que constam dos registros históricos. Dom Pedro I foi retratado com roupa de presidiário, enquanto índios e negros que lideraram revoltas contra a escravidão foram cultuados. Marielle foi homenageada na abertura e no encerramento.

Fotos: Tomaz Silva/Agência Brasil

A Portela cultuou Clara Nunes, contando sua infância em Minas, sua religiosidade e sua ligação com Madureira, berço da escola azul e branca. A Vila Isabel homenageou Petrópolis, enquanto a Mocidade discorreu sobre o tempo. A União da Ilha usou a vida e obra dos escritores Jose de Alencar e Rachel de Queiroz para homenagear o Ceará.

A Vila Isabel também fez bela exibição, mas foi a única das 14 agremiações a descumprir o limite de tempo: seu desfile durou 76 minutos, o que fará a escola perder 0,1 ponto, obrigatoriamente, já no início da apuração, que vai ocorrer na tarde desta quarta-feira (6).

União da Ilha e Mocidade estiveram parelhas, com qualidade inferior às três outras. São Clemente fez um desfile divertido, porém bastante simplório, e a Paraíso do Tuiuti teve problemas com dois carros alegóricos e deve perder pontos em quesitos como alegorias e adereços, evolução e harmonia.

A São Clemente reeditou um enredo de 1990 para criticar a comercialização dos desfiles das escolas de samba e as mudanças impostas pelo poder financeiro.

Vice-campeã em 2018, a Paraíso do Tuiuti contou a história do bode Ioiô, eleito vereador em Fortaleza em 1922, como resultado de um protesto popular. A escola decepcionou não com o enredo, mas com problemas nos carros alegóricos - um deles precisou ser parcialmente desmontado a poucos metros da pista do sambódromo.

Fonte: Estadão Conteúdo

Avine Vinny agita milhares de foliões na 3 noite do Carnaval de Água Branca

Foto: Ascom

A terceira noite de shows da edição 2019 do Carnaval de Água Branca, nessa segunda (4), era uma das mais aguardadas pelos foliões. O motivo era a apresentação do cantor Avine Vinny, além dos shows de Oz Bambaz e Phyll Araújo.

Como de costume, a programação do Carnaval iniciou à tarde, com o desfile do Bloco Anjos Negros e o mela-mela na Orla do Açude. À noite, o primeiro artista a se apresentar na Praça de Eventos foi o cantor Phyll Araújo, que interpretou os sucessos do Carnaval 2019, como “Fábio Assunção” e “Abaixa que é tiro”, além de canções de axé e forró.

Em seguida foi a vez da tradicional swingueira dos Bambaz contagiar o público presente, que dançou ao som das músicas já consagradas da banda. Fechando a programação da noite, Avine Vinny não deixou ninguém parado com sucessos autorais, como “Maturidade”, além de canções de cantores nacionais.

A festa em Água Branca também está sendo marcada pela presença de foliões de várias cidades do Médio Parnaíba, de Teresina e até de outros estados. “Sou de Teresina e sempre curto o Carnaval em Água Branca. Aqui tem muita gente bonita e todo mundo se diverte com tranquilidade e segurança”, diz a estudante Raysa Gabrielly, de 25 anos.

A secretária municipal de Cultura, Camila Alencar, frisa que o Carnaval em superando as expectativas da organização. “Nosso Carnaval é tradicional e a prova de um evento organizado é que cada vez mais pessoas comparecem e prestigiam nossa festa. Em nome do prefeito Jonas Moura, quero parabenizar todos os envolvidos na organização de mais este Carnaval”, comenta.

 Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Mangueira lembra Esperança Garcia, a primeira advogada do Piauí

Foto: Glauco Fernandes / AgNews

O desfile da Mangueira na noite desta segunda-feira (4) na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, foi marcado por homenagens. Uma delas foi especial para o Piauí e lembrou a escrava Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do estado. A personagem histórica ganhou vida na fantasia e entusiamo da rainha de bateria Evelyn Bastos.

"A Esperança Garcia hoje na minha fantasia representa o pobre, o favelado e, sobretudo, a mulher negra, porque nosso comprovante de residência já sofre um preconceito.Mas resolvemos retratá-la em forma de rainha. É uma homenagem”, disse Evelyn em entrevista à imprensa carioca.

Esperança Garcia foi uma mulher escravizada que viveu na região de Oeiras, na fazenda de Algodões, cerca de 300 km de Teresina. Sua história se destaca por sua coragem em ter denunciado os maus tratos sofridos por ela, suas companheiras e filhos, por meio de uma carta ao governador da Capitania de São José do Piauí, Gonçalo Lourenço Botelho de Castro. A petição é datada de 06 de setembro de 1770.

A escrava ganhou título simbólico de primeira mulher advogada do Piauí no dia 27 de julho de 2017, após decisão do Conselho Estadual da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Piauí. O requerimento de concessão do título foi feito pela Comissão da Verdade da Escravidão Negra da OAB-PI.

 

Hérlon Moraes
herlonmoraes@cidadeverde.com

 

Ludmilla puxa bloco com fantasia egípcia e discurso de orgulho negro

Foto: Reprodução / Instagram@ludmilla

A cantora Ludmilla usou uma fantasia de egípcia para comandar seu trio elétrico - o Fervo da Lud - no centro do Rio, na manhã desta terça (5). A escolha do figurino não foi por acaso.

"Gosto muito da história do Egito e sei que o que a gente vê na televisão é algo bem diferente. A maioria dos egípcios eram negros e isso não aparece na televisão. Que muita gente saiba disso a partir de hoje", disse a cantora.

Ela, que se tornou a mulher negra mais seguida do Instagram, ressaltou que gosta de estar sempre representando sua raça e seu povo, o que faz também no seu bloco.

"No ano passado, minha mãe disse que nunca viu tanta gente negra reunida em um único bloco. É um momento de representatividade do qual eu me orgulho muito. Estou muito feliz. Ano passado foi maravilhoso e esse ano devemos reunir o triplo de pessoas."

Está é a segunda edição do evento. Entre os convidados estavam as atrizes Cris Vianna, Mel Maia e Maisa, os influenciadores Thayana OG e Matheus Mazzafera, a bailarina Lorena Improta, o surfista Pedro Scooby e a musa fitness Gracyanne Barbosa. Os cantores Luísa Sonza, Lexa, Belo e Renan da Penha foram chamados para dividir o microfone com Ludmilla.

"Esse ano temos um repertório sortido. A base é sempre o funk, mas tem muito axé, reggaeton, pagode e samba." A parceria com Belo já é antiga, mas a funkeira revela que ainda precisa se policiar para agir de forma natural ao lado dele. "Tenho que me concentrar para não ficar lembrando que o Belo está ali e que sou muito fã dele. Senão eu desmunheco e fico toda derretida".

Ludmilla afirma ser uma pessoa de fé e muito esperançosa. Diz que não desiste de seus sonhos por nada nesse mundo. "No Rio de Janeiro é muito complicado ter um trio, ainda mais na avenida Primeiro de Março. Sou funkeira da comunidade. Mas a minha esperança, a minha crença, a minha força, a minha vontade e o meu talento nunca me deixaram desistir".

Para 2020, a previsão é que o Fervo da Lud aconteça também em São Paulo e em Salvador. Ela também garante que a carreira internacional uma hora vai chegar.

Fonte: FolhaPress

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