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Mercado de Saúde aquecido

É grande a movimentação do mercado de saúde no Brasil depois que a Lei federal n. 13.097 (de janeiro deste ano) autorizou a entrada de capital estrangeiro em hospitais. Mesmo com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) questionando a referida permissão, os players, investidores europeus, asiáticos e americanos continuam realizando negócios.

Com a possibilidade da participação direta ou indireta por estrangeiros em hospitais, bilhões de reais já foram gerados em negócios neste primeiro semestre. Só para ilustrar, a Rede D´Or, maior grupo privado de hospitais do país, realizou em abril transação com um fundo americano (Carlyle) no valor de R$ 1,7 bilhões de reais. Um mês depois o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) adquiriu 15% da Rede D`Or por R$ 3,2 bilhões de reais. A Oncoclínicas, referência em diagnóstico e tratamento de câncer, vendeu 33% de suas ações ordinárias também para um fundo americano (fundo de private equity Broad Street).

Por aqui não é diferente, investidores de todo o mundo já estão prospectando o mercado piauiense.  Em tempo: pelos argumentos lançados na Adin, é remota a hipótese que ela prospere.