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Compliance, em 2016, uma prioridade para as empresas

Como já consignado aqui em outros informes, com a Lei n. 12.846 (Lei Anticorrupção que entrou em vigor em 24 de janeiro de 2014), empresas brasileiras estão agora sujeitas a uma série de sanções (multas, suspensão de atividade, dissolução compulsória, publicação em cadastro de condenações, etc.) por práticas lesivas (atos de corrupção, fraude em licitações e contratos públicos, dentre outros) a administração pública.   

Com o rastilho de pólvora desencadeado pela Operação Lava Jato em 2014 e 2015 (annus horribilis para muitas empresas), cresce – em todo o País - a procura pela implantação de sistemas de integridade – compliance. Ao escândalo, soma-se o surgimento de leis e um maior rigor no cumprimento das mesmas fitando o combate a irregularidades, desvios corporativos.

Compliance é caminho sem volta. A perspectiva é que clientes só comprarão de empresas alinhadas com os melhores padrões éticos, sociais e ambientais; fornecedores e parceiros só estabelecerão contratos com empresas que tenham boa governança e, até empregados, colaboradores só trabalharão em empresas com programa de integridade.

É hora das empresas piauienses prepararem-se para esta nova realidade.