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Mudanças previstas para 2020

Cresce em Brasília os rumores de mudanças  na equipe ministerial logo no começo do ano de 2020. O Presidente Jair Bolsonaro pretende trocar alguns nomes para fortalecer o governo que está claudicante em determinadas áreas. Uma delas é a Casa Civil, hoje ocupada pelo ministro Onyx Lorenzoni, que vem perdendo prestígio e apoio gradativamente. Bolsonaro, ao que se comenta nos corredores palacianos, não estaria satisfeito com a articulação do seu governo no Congresso.

Outro que está com a corda no pescoço é o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, que se fez notar mais pelas agressões desferidas a cada pronunciamento do que por uma atuação de destaque na educação. É, de longe, o mais mal educado, grosseiro e destemperado. Desnecessariamente, no afã de fazer um afago ao presidente e a seus filhos, passa o tempo a comprar brigas com quem deveria estar trabalhando conjuntamente para melhor os pífios resultados da sua pasta.

Weintraub substituiu Ricardo Vélez, outro desastre na sua curta passagem pelo Ministério da Educação. Tinha a chance de fazer uma gestão diferente, mas preferiu ideologizar sua fala, atacando, sem provas, reitores, estudantes, professores e quem mais cruzasse seu obscuro caminho. Até hoje, ao final do primeiro ano do governo, não há um planejamento estratégico no Ministério da Educação.

Para uma pasta considerada vital para o desenvolvimento do país, o atraso de um ano inteiro traz consequências desastrosas. Portanto, o presidente daria um bom presente de ano novo para o Brasil se colocasse no lugar de Weintraub alguém realmente preocupado em trabalhar para melhorar a educação do país.