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Ministro Onyx Lorenzoni é cotado para a Educação

Os bastidores de Brasília não falam em outra coisa hoje que não seja a fritura do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que acaba de retornar de férias dos Estados Unidos. O ministério de Onyx começou a ser esvaziado e ele está se transformando em uma rainha da Inglaterra em Brasília. Bolsonaro já descartou vários assessores próximos de primeira hora. Foi assim com o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria Geral, e com o General Santos Cruz, da secretaria de governo.

Onyx Lorenzoni, porém, não é apenas um amigo do presidente e defensor da sua candidatura desde quando ela era uma hipótese improvável. Ele é do DEM,  o mesmo partido dos presidentes da Câmara e do Senado, de quem o governo depende para aprovar as reformas que pretende encaminhar ao Congresso ainda este ano. Além do mais, é da ala ideológica, amigo do “guru” Olavo de Carvalho, a quem visitou nas férias de fim de ano.

Descartá-lo agora, como fez com os outros, poderia trazer algumas dores de cabeça a Bolsonaro. Por isso, fala-se em uma saída honrosa. Uma delas seria o ministério da educação, pois assim resolveria dois problemas, já que o atual ministro da pasta, Abraham Weintraub, tornou-se um pesado incômodo dentro do governo, depois das sucessivas trapalhadas com o Enem.

É mais um samba enredo a ser desenvolvido na passarela do carnaval das hostes palacianas. Fevereiro já está chegando.