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A vitória da ciência sobre o câncer

Foto: Juscel Reis

Hoje completamos duas décadas do Dia Mundial do Câncer, uma iniciativa para chamar a atenção sobre a doença que é responsável pela morte de 7,6 milhões de pessoas por ano no mundo. À medida que aumenta a expectativa de vida da população, mais pessoas estão sendo acometidas pelo câncer, já que há um envelhecimento natural das células. Em todos os países, os monumentos estão sendo iluminados nas cores azul e laranja em alusão à data. Aqui em Teresina, a ponte estaiada exibe as cores do movimento.

Os tipos de câncer mais comuns são de pele não melanoma, mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago. A prática de hábitos saudáveis, como a alimentação natural, longe dos enlatados e processados, e a atividade física constante, ajuda a prevenir a doença. A realização de exames preventivos  regulares é imprescindível para um diagnóstico precoce, o que facilita a prescrição de tratamentos menos invasivos e com mais chances de cura.

Nos últimos anos, felizmente, a medicina tem registrado grandes avanços no tratamento da doença, com destaque para a imunoterapia e a terapia-alvo, que proporcionam resultados eficazes sem os efeitos colaterais tão desgastantes das quimioterapias convencionais. No ano passado, chamou atenção também a adoção da CAR-T Cells, técnica que modifica geneticamente células do próprio paciente para enfrentar a doença. Com esses novos tratamentos, o diagnóstico do câncer não é mais visto como uma sentença de morte, mas como uma nova experiência na vida do paciente que, certamente, passará por um período de grandes transformações na sua vida, mas sairá fortalecido, sobretudo espiritualmente. Apesar do crescimento no número de casos, a ciência está vencendo essa batalha.

Por isso, a importância da data. Quanto mais o assunto for debatido seriamente, longe de tabus e preconceitos, mais a população estará preparada para encarar a doença, cercada de informação que possa ajudá-la a superar essa etapa difícil, mas não instransponível.